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Geometria da matemática descritiva
Tipologia: Exercícios
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Determinam-se as projecções do quadrado [ABCD] da base da pirâmide recorrendo ao rebatimento do plano d para o plano frontal de projecção. Em seguida, determinam-se as projecções do centro da base, O, através das diago- nais do quadrado. A pirâmide é recta, portanto, o seu eixo [OV] é perpendicular ao plano da base e tem a medida da altura do sólido. Neste caso, [OV] é um segmento horizontal e projecta-se em verdadeira grandeza, em projecção horizontal – [O 1 V 1 ] é perpendicular a hd e mede 7 cm. Determinam-se as projecções do vértice V e desenham-se as projecções da pirâmide, atendendo às invisibilidades – em primeiro lugar, desenham-se os contornos aparentes horizontal e frontal. Em projecção frontal, a base é invisível, logo, as arestas [AB] e [AD] (que não pertencem ao con- torno aparente frontal) e a aresta lateral [AV] são invisíveis nessa projecção. Em projecção horizontal, as faces laterais [ABV] e [BCV] são invisíveis, portanto, a aresta [BV] é invisível nessa projecção (note que o vértice B é o de menor cota da base).
Determinam-se as projecções da face [ABCD] do cubo, recorrendo ao rebatimento do plano de topo q para o plano hori- zontal de projecção. As arestas do cubo perpendiculares ao plano q são segmentos frontais e projectam-se em verda- deira grandeza em projecção frontal. Estas arestas têm a medida do lado do quadrado [ABCD] (recorde que todas as arestas do cubo têm o mesmo comprimento). Em seguida, determinam-se as projecções da face [EFGH], paralela a [ABCD], e desenham-se as projecções do cubo atendendo às invisibilidades – em primeiro lugar, desenham-se os con- tornos aparentes horizontal e frontal. Em projecção horizontal, a face [EFGH] é visível porque é a face de maior cota do cubo. A aresta [BF] (de menor cota) e as arestas que convergem no vértice B são invisíveis nessa projecção. Em projec- ção frontal não há invisibilidades a assinalar – as arestas [AE] e [CG] projectam-se coincidentes, sendo visível [CG] por- que tem maior afastamento.
Pirâmides e prismas regulares com base(s) contida(s) em planos
oblíquos, de rampa ou passantes
p
B
f 0
f a
h a
C
A
V
O
Determinam-se as projecções do triângulo [ABC] da base da pirâmide recorrendo ao rebatimento do plano oblíquo a para o plano horizontal de projecção. A pirâmide é regular, portanto, o seu eixo está contido numa recta perpendicu- lar ao plano da base. Pelo ponto O (centro da base) conduz-se a recta p perpendicular ao plano a – as projecções da recta p são perpendiculares aos traços homónimos do plano. O vértice V da pirâmide pertence à recta p e o eixo [OV] mede 7 cm (a altura da pirâmide). Como o segmento [OV] não se projecta em verdadeira grandeza em nenhum dos planos de projecção, recorre-se ao rebatimento do plano q, projectante frontal da recta p, para o plano frontal de projecção. Determina-se pr definida por Or e Pr (o ponto P é um ponto qualquer da recta). Sobre pr e a partir de Or marca-se a altura da pirâmide em verdadeira grandeza e obtém-se Vr. Inverte-se o rebatimento e determinam-se as projecções do vértice V sobre as projecções homónimas da recta p. Desenham-se as projecções da pirâmide, atendendo às invisibilidades.
Determinam-se as projecções do triângulo [ABC] da base do prisma contida no plano oblíquo a recorrendo ao reba- timento do plano a para o plano frontal de projecção. O prisma é regular, portanto, as suas arestas laterais estão contidas em rectas perpendiculares aos planos das bases. Pelos pontos A, B e C conduzem-se rectas perpendicula- res ao plano a – as projecções dessas rectas são perpendiculares aos traços homónimos do plano. A altura do prisma, em projecção, pode ser determinada em qualquer uma das arestas laterais. Considera-se a recta p que con- tém a aresta lateral [BB’]. Como o segmento [BB’] não se projecta em verdadeira grandeza em nenhum dos planos de projecção, recorre-se ao rebatimento do plano d, projectante horizontal da recta p, para o plano horizontal de pro- jecção. Determina-se pr definida por Br e Fr (o ponto F é o traço frontal da recta). Sobre pr e a partir de Br marca-se a altura do prisma em verdadeira grandeza e obtém-se B’r. Inverte-se o rebatimento e determinam-se as projecções do ponto B’ sobre as projecções homónimas da recta p. A partir das projecções de B’ desenham-se as projecções das arestas da base [A’B’C’], paralelas às arestas da base [ABC]. Em seguida, desenham-se as projecções do prisma, atendendo às invisibilidades.
Determinam-se os traços do plano de rampa r que contém o triângulo [ABC] da base de menor cota do prisma recor- rendo à recta r do plano que contém os pontos A e B. Em seguida, determinam-se as projecções do triângulo recor- rendo ao rebatimento do plano r para o plano horizontal de projecção. O prisma é regular, portanto, as suas arestas laterais estão contidas em rectas perpendiculares aos planos das bases – as arestas laterais são de perfil. A altura do prisma, em projecção, pode ser determinada em qualquer uma das arestas laterais. Considera-se a aresta [CC’] e a altura é marcada em verdadeira grandeza em [C 3 C’ 3 ] (ver relatório do exercício anterior / método 1). Determinam-se as projecções horizontal e frontal do ponto C’ e desenham-se as projecções das arestas da base [A’B’C’], paralelas às arestas da base [ABC]. Em seguida, desenham-se as projecções do prisma, atendendo às invisibilidades.
Em primeiro lugar, determinam-se as projecções do hexágono [ABCDEF] da base da pirâmide recorrendo ao rebati- mento do plano passante para o plano frontal de projecção. Recorde que um plano passante é um plano de rampa que contém o eixo x, pelo que os procedimentos a efectuar na determinação das projecções do vértice V e da pirâmide seguem os raciocínios expostos no relatório da página anterior / método 1.
Desenhe as projecções de um prisma quadrangular regular, situado no 1.° diedro, sabendo que:
Represente o pentágono regular [ABCDE] contido num plano vertical d. Esta figura é a base de uma pirâmide
pentagonal recta situada no 1.° diedro. Represente igualmente o sólido, assinalando com a convenção gráfica
adequada as arestas invisíveis.
Dados
Desenhe as projecções de uma pirâmide triangular regular situada no 1.° diedro, sabendo que:
Desenhe as projecções de uma pirâmide hexagonal regular situada no 1.° diedro, sabendo que:
Desenhe as projecções de um prisma pentagonal regular situado no 1.° diedro, sabendo que:
146 ✓
Desenhe as projecções de um prisma pentagonal regular situado no 1.° diedro, sabendo que:
147 ✓
Desenhe as projecções de um cubo situado no 1.° diedro, sabendo que:
Desenhe as projecções de uma pirâmide quadrangular regular, situada no 1.° diedro e com a base contida
num plano oblíquo a, sabendo que:
149 ✓
Desenhe as projecções de um cubo situado no 1.° diedro, sabendo que:
150 ✓
Desenhe as projecções de uma pirâmide quadrangular regular, situada no 1.° diedro e com a base contida
num plano passante, sabendo que:
151 ✓
Desenhe as projecções de uma pirâmide quadrangular regular com a base contida num plano oblíquo, sabendo
que:
Desenhe as projecções de um prisma triangular regular situado no 1.° diedro, sabendo que:
Exercício 135
Determinam-se as projecções do quadrado [ABCD] da base do prisma recorrendo ao rebatimento do plano vertical d para o plano frontal de projecção. Note que o vértice A tem cota nula, portanto, pertence a hd e o vértice B tem afasta- mento nulo, logo, pertence a fd. Sabe-se que [AB] mede 5 cm, assim, com centro em Ar desenha-se um arco de circunferência de raio igual a 5 cm. O ponto de intersecção desse arco com fd é Br ∫ B 2 (o ponto B pertence à char- neira do rebatimento, portanto, mantém-se fixo). Constrói-se o quadrado em verdadeira grandeza no rebatimento e, em seguida, determinam-se as suas projecções. As projecções do prisma são determinadas de acordo com os pro- cedimentos expostos na página 112. Verifique que a aresta lateral [AA’] (invisível em projecção horizontal) está con- tida no plano horizontal de projecção.
Exercício 138
Desenham-se as projecções do vértice V e representam-se os traços do plano vertical d que contém a base da pirâ- mide. Em seguida, determinam-se as projecções do centro da base O – a pirâmide é regular, portanto, o seu eixo [OV] é perpendicular ao plano da base. Neste caso, [OV] é um segmento horizontal e o ponto O pertence ao plano d
Exercício 143
Em primeiro lugar, determinam-se as projecções do quadrado [ABCD] recorrendo ao rebatimento do plano de rampa q para o plano frontal de projecção. As projecções do cubo são determinadas de acordo com os procedimentos expos- tos na página 116. Recorde que todas as arestas do sólido têm o mesmo comprimento; assim, considera-se a aresta [BF] e transporta-se a medida do lado do quadrado [ABCD] (obtida em verdadeira grandeza no rebatimento) para [B 3 F 3 ].
Exercício 146
Em primeiro lugar, representa-se o plano de rampa q em tripla projecção ortogonal. Para as projecções do pentá- gono [ABCDE] da base do prisma contida no plano q, ver relatório do exercício 130. As projecções do prisma são determinadas de acordo com os procedimentos expostos na página 116.
Exercício 147
Em primeiro lugar, determinam-se os traços do plano oblíquo d recorrendo à recta r que contém a aresta [AB] do cubo – r está contida no plano d, portanto, fd contém o vértice A (o ponto A pertence ao plano frontal de projecção) e hd contém o traço horizontal da recta r e é concorrente com fd no eixo x. O processo de resolução segue os procedi- mentos expostos na página 114. Recorde que todas as arestas do cubo têm o mesmo comprimento. Considera-se a recta p que contém a aresta [CG] e recorre-se ao rebatimento do plano q, projectante frontal da recta p, para o plano frontal de projecção. Determina-se pr definida por Cr e Fr (o ponto F, traço frontal da recta, pertence à charneira, por- tanto, mantém-se fixo). Sobre pr e a partir de Cr marca-se a medida da aresta (obtida em verdadeira grandeza no rebatimento da face [ABCD]) e obtém-se Gr. Inverte-se o rebatimento e determinam-se as projecções do ponto G sobre as projecções homónimas da recta p. A partir das projecções de G desenham-se as projecções das arestas da face [EFGH], paralelas às arestas da face [ABCD]. Em seguida, desenham-se as projecções do cubo, atendendo às invisibilidades.
Exercício 151
Em primeiro lugar, desenham-se as projecções do eixo [OV] da pirâmide. A pirâmide é regular, portanto, o plano a que contém o quadrado da base é perpendicular à recta r que contém o eixo [OV] do sólido. Os traços do plano a são perpendiculares às projecções homónimas da recta r e para a sua determinação recorre-se à recta horizontal h que contém o ponto O e é perpendicular à recta r. As projecções do quadrado [ABCD] da base da pirâmide são determinadas recorrendo ao rebatimento do plano a para o plano horizontal de projecção – note que uma das diago- nais é horizontal, portanto, está contida na recta h. Em seguida, desenham-se as projecções da pirâmide, atendendo às invisibilidades.