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matemática, formas geometricas, Exercícios de Matemática

Formas geométricas são os formatos das coisas que observamos e são constituídas por um conjunto de pontos. A Geometria é a área da Matemática que estuda as formas. Podemos classificar as formas geométricas em: planas e não planas.

Tipologia: Exercícios

2020

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Matemática p/ TJ
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PR
Teoria e exercícios comentados
Prof Marc
os Piñon
Prof. Marcos Pon www.estrategiaconcursos.com.br 1 de 74
AULA 09:
Formas geométricas básicas. Perímetros,
área e volume de figuras geométricas.
Observação importante: este curso é protegido por direitos autorais
(copyright), nos termos da Lei 9.610/98, que altera, atualiza e consolida a
legislação sobre direitos autorais e dá outras providências.
Grupos de rateio e pirataria são clandestinos, violam a lei e prejudicam os
professores que elaboram os cursos. Valorize o trabalho de nossa equipe
adquirindo os cursos honestamente através do site Estragia Concursos ;-)
SUMÁRIO
PÁGINA
1. Geometria Plana 1
2. Geometria Espacial
18
3. Exercícios comentados nesta aula 64
4.
Gabarito
74
1 - Geometria Plana
Ponto, reta e plano
O conceito de ponto é um conceito primitivo, pois não existe uma definição aceita
de ponto, temos nesse caso que aceitar sua exisncia e indicaremos um ponto
por uma letra maiúscula do alfabeto (A, B, C, P, ...).
Podemos definir uma reta como sendo um número infinito de pontos em
sequência. É possível perceber que sobre um ponto passa um número infinito de
retas, porém sobre dois pontos distintos passa apenas uma reta distinta, a qual
passaremos a chamar por uma letra minúscula do alfabeto (s, t, q, r, ...). Além
disso, chama-se de semirreta aquela que começa em um ponto qualquer de uma
reta e não tem fim. Já o segmento de reta é aquele que começa em um ponto
qualquer da reta e termina em outro ponto desta mesma reta.
O plano será definido por três pontos não-colineares (que não eso na mesma
reta). Todas as retas que passam por dois desses pontos que definem o plano
estão contidas nele. Denominaremos o plano por uma letra grega minúscula
qualquer (, , , ...).
Reta
Semirreta
Segmento de reta
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040.422.889-52 - monica de fatima andretta
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Teoria e exercícios comentados Prof Marcos Piñon – Aula 09

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AULA 09: Formas geométricas básicas. Perímetros, área e volume de figuras geométricas.

Observação importante : este curso é protegido por direitos autorais (copyright), nos termos da Lei 9.610/98, que altera, atualiza e consolida a legislação sobre direitos autorais e dá outras providências. Grupos de rateio e pirataria são clandestinos, violam a lei e prejudicam os professores que elaboram os cursos. Valorize o trabalho de nossa equipe adquirindo os cursos honestamente através do site Estratégia Concursos ;-)

SUMÁRIO PÁGINA

  1. Geometria Plana 1
  2. Geometria Espacial 18
  3. Exercícios comentados nesta aula 64
  4. Gabarito 74

1 - Geometria Plana

Ponto, reta e plano

O conceito de ponto é um conceito primitivo, pois não existe uma definição aceita de ponto, temos nesse caso que aceitar sua existência e indicaremos um ponto por uma letra maiúscula do alfabeto (A, B, C, P, ...).

Podemos definir uma reta como sendo um número infinito de pontos em sequência. É possível perceber que sobre um ponto passa um número infinito de retas, porém sobre dois pontos distintos passa apenas uma reta distinta, a qual passaremos a chamar por uma letra minúscula do alfabeto (s, t, q, r, ...). Além disso, chama-se de semirreta aquela que começa em um ponto qualquer de uma reta e não tem fim. Já o segmento de reta é aquele que começa em um ponto qualquer da reta e termina em outro ponto desta mesma reta.

O plano será definido por três pontos não-colineares (que não estão na mesma reta). Todas as retas que passam por dois desses pontos que definem o plano estão contidas nele. Denominaremos o plano por uma letra grega minúscula qualquer (Į, ȕ, Ȗ, ...).

Reta Semirreta

Segmento de reta

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Posições relativas entre retas, semirretas, segmentos e planos

Duas retas distintas podem assumir diferentes posições no espaço. Elas podem ser: paralelas , coincidentes , concorrentes , perpendiculares ou reversas.

 Retas Paralelas

Duas retas serão paralelas se pertencerem ao mesmo plano (coplanares) e não possuírem ponto de intersecção ou ponto em comum.

 Retas Coincidentes

Duas retas são ditas coincidentes se pertencem ao mesmo plano e possuem todos os pontos em comum.

 Retas Concorrentes

Retas concorrentes são aquelas que possuem apenas um ponto comum, elas se tocam apenas uma vez.

 Retas Perpendiculares

Duas retas perpendiculares são um caso particular de retas concorrentes. Sua peculiaridade é que o ângulo formado por essas duas retas é igual a 90°.

 Retas Reversas

Duas retas serão ditas reversas se, ao mesmo tempo, elas não forem paralelas e não possuírem nenhum ponto em comum.

Podemos, também, definir outras posições relativas das retas, semirretas, segmentos e planos:

 Semirretas Opostas

s r s r s r

s

r

s r

O

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 Reta secante (ou concorrente) a um plano

Uma reta será secante (ou concorrente ) a um plano se ambos só tiverem um ponto em comum.

Se o ângulo que se formar entre a reta e o plano for 90°, dizemos que eles são perpendiculares.

Ângulos

Podemos definir um ângulo como sendo uma região formada pela abertura de duas semirretas que possuem uma origem em comum. A origem dessas duas semirretas chama-se vértice do ângulo.

Existe uma semirreta importante no estudo dos ângulos que é a bissetriz. Ela tem origem no vértice de um ângulo qualquer e o divide em dois ângulos iguais.

As unidades de medida mais comuns para os ângulos são radianos ou graus. Existem outras unidades, porém, muito pouco usadas e não merecem que percamos nosso tempo com elas.

A medida em radianos de um ângulo é o comprimento do arco cortado pelo ângulo, dividido pelo raio do círculo. Já a medida em graus de um ângulo é o comprimento desse mesmo arco, dividido pela circunferência do círculo e multiplicada por 360.

s O

r

/ /

Bissetriz

s

r

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 (em radianos) = R

L

** (em graus) =

  1. .R**

L

Obs: Veremos mais na frente que o comprimento da circunferência vale 2..R.

Agora, vamos verificar as seguintes classificações dos ângulos: quanto à medida, quanto à posição e quanto à complementação.

 Classificação quanto à medida

Os ângulos podem ser:

Nulo : O ângulo nulo é aquele que mede 0° (ou 0 radianos).

Agudo : O ângulo será agudo, se sua medida valer mais que 0° (ou 0 radianos) e

menos que 90° (ou ^2 radianos).

Reto : O ângulo reto é aquele que mede exatamente 90° (ou ^2 radianos).

Obtuso : O ângulo será obtuso, se sua medida valer mais que 90° (ou  2

radianos) e menos que 180° (ou  radianos).

Raso : O ângulo raso é aquele que mede 180° (ou  radianos).

 Classificação quanto à posição

Congruentes : Dois ângulos são classificados como congruentes, quando eles possuem a mesma medida.

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D = 2.R

O comprimento da circunferência, ou perímetro (P), é igual a:

P = 2..R ou P = .D

A área de uma circunferência é dada pela seguinte expressão:

Área = .R^2 ou Área = . 4

D^2

Polígonos

O polígono é uma figura plana formada por três ou mais segmentos de reta que se interceptam dois a dois. Os segmentos de reta são denominados lados do polígono. Os pontos de interseção são denominados vértices do polígono. Os polígonos podem ser: Convexo ou Côncavo.

O Polígono Convexo é aquele construído de modo que os prolongamentos dos lados nunca ficarão no interior da figura original. Se dois pontos pertencem a um polígono convexo, então todo o segmento de reta tendo estes dois pontos como extremidades, estará inteiramente contido no polígono.

O Polígono Côncavo é aquele construído de modo que existam dois pontos contidos no polígono de forma que o segmento de reta com esses dois pontos nas extremidades possua pontos fora do polígono.

A

B

A

B

D

R

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Triângulos

Os triângulos são polígonos que possuem três lados e a soma de seus ângulos internos vale 180°. Para podermos garantir a existência de um triângulo, devemos garantir que cada lado seja menor que a soma dos outros dois lados. Além disso, devemos garantir que cada lado seja maior que o módulo da diferença entre os outros dois lados e que os seus três vértices não estejam numa mesma reta:

a < b + c a > |b - c|

Eles podem ter as seguintes classificações:

  • Quanto à medida dos ângulos (acutângulo, retângulo e obtusângulo)
  • Quanto à medida dos lados (equilátero, isósceles e escaleno)

Classificação dos triângulos quanto à medida dos seus ângulos

 Triângulo Acutângulo

O triângulo é classificado como acutângulo , quando ele possui todos os ângulos menores que 90°.

 Triângulo Retângulo

Classificamos o triângulo como retângulo , quando ele possui um ângulo medindo exatamente 90°. Nesse triângulo, os lados que formam o ângulo reto denominam- se catetos, e o lado oposto ao ângulo reto denomina-se hipotenusa.

Cabe destacar logo agora o Teorema de Pitágoras. Esse teorema estabelece que o quadrado da hipotenusa é igual a soma do quadrado dos catetos:

(Hipotenusa)^2 = (Cateto 1)^2 + (Cateto 2)^2

 Triângulo obtusângulo

b

a

c

Cateto 1

Cateto 2

Hipotenusa

.^25988224040

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 Altura

A altura é medida em relação a qualquer um dos seus lados. Ela é o segmento de reta que liga um vértice ao seu lado oposto, ou ao prolongamento do seu lado oposto, formando um ângulo reto com esse lado, que é chamado de base dessa altura. Na figura abaixo, “h” é a altura relativa à base “a”.

O ponto de encontro das três alturas de um triângulo denomina-se ortocentro. No triângulo acutângulo, o ortocentro é interno ao triângulo; no triângulo retângulo, é o vértice do ângulo reto; e no triângulo obtusângulo é externo ao triângulo.

 Mediana

A mediana de um triângulo é o segmento de reta que une o vértice do triângulo ao ponto médio do lado oposto.

O ponto de interseção das três medianas é chamado de baricentro do triângulo. O baricentro divide a mediana em dois segmentos. O segmento que une o vértice ao baricentro vale o dobro do segmento que une o baricentro ao lado oposto deste vértice

h

a

.

a 2.a

x x^25988224040

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Num triângulo retângulo, a mediana relativa à hipotenusa mede metade desta hipotenusa.

 Bissetriz

A bissetriz interna de um triângulo corresponde ao segmento de reta que parte de um vértice, e vai até o lado oposto do vértice em que partiu, dividindo o seu ângulo em dois ângulos congruentes.

O ponto de encontro das três bissetrizes internas do triângulo chama-se incentro. O círculo que tem o incentro como centro e é tangente aos três lados do triângulo é denominado círculo inscrito.

Aqui, cabe destacar que os dois segmentos de reta que ligam um vértice do triângulo aos pontos em que o circulo inscrito tangencia os lados do triângulo, possuem a mesma medida.

Área do triângulo

Para se calcular a área de um triângulo, devemos primeiro saber quem é a altura do triângulo. A altura é medida em relação a qualquer um dos seus lados. Na figura abaixo, “h” é a altura relativa à base “a”. Pode-se calcular a área de um triângulo multiplicando-se um lado qualquer desse triângulo por sua altura relativa e dividindo o resultado por dois.

Área = 2

a.h

Num triângulo retângulo, as alturas relativas às bases que formam o ângulo reto coincidem com os lados desse triângulo, conforme figura abaixo. Assim, para

h a

.

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“Se uma reta é paralela a um dos lados de um triângulo e intercepta os outros dois em dois pontos distintos, então o triângulo que ela determina é semelhante ao primeiro”

Considerando que a reta r é paralela ao lado AB, os triângulos ABC e XYC são semelhantes.

Existem outras formas de se determinar que dois triângulos são semelhantes:

AA (Ãngulo-Ãngulo) : Se dois triângulos possuem dois ângulos internos correspondentes iguais, então os dois triângulos são semelhantes.

LAL (Lado-Ângulo-Lado) : Se as medidas de dois dos lados de um triângulo são proporcionais aos lados homólogos do outro triângulo e os ângulos determinados por estes lados são iguais, então os triângulos são semelhantes.

LLL (Lado-Lado-Lado) : Se as medidas dos lados de um triângulo são respectivamente proporcionais às medidas dos lados homólogos de outro triângulo, então os dois triângulos são semelhantes.

Quadriláteros

O quadrilátero é o polígono que possui quatro lados e a soma de seus ângulos internos vale 360°. As diagonais do quadrilátero são segmentos de reta que unem seus vértices opostos.

Concentraremos o estudo nos quadriláteros que possuem dois lados opostos paralelos. Eles se dividem em dois grupos: os paralelogramos e os trapézios.

Os paralelogramos possuem os lados paralelos dois a dois (lados opostos paralelos) e suas diagonais se encontram no ponto médio. Eles se dividem em: Quadrados, Retângulos, Losangos e Paralelogramos obliquângulos.

Os trapézios possuem apenas dois de seus lados paralelos, mas o comprimento dos seus lados e a medida de seus ângulos variam sem nenhuma relação uns com os outros. Eles se dividem em: trapézio retângulo, trapézio isósceles e trapézio escaleno.

A B

C

X Y

r

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Quadrado : É um quadrilátero que possui todos os lados do mesmo tamanho e todos os ângulos iguais a 90°.

Retângulo : É um quadrilátero que possui todos os ângulos iguais a 90°, seus lados paralelos com o mesmo tamanho e seus lados adjacentes com tamanhos diferentes.

Losango : É um quadrilátero que possui todos os lados de mesmo tamanho, seus ângulos oposto com a mesma medida e seus ângulos adjacentes com medidas diferentes.

Paralelogramo obliquângulo : É um quadrilátero que possui seus lados paralelos com o mesmo tamanho e seus lados adjacentes com tamanhos diferentes. Seus ângulos opostos são congruentes e os adjacentes de medidas diferentes.

Trapézio Reto : É um quadrilátero que possui dois lados paralelos com tamanhos diferentes, e dois ângulos adjacentes medindo 90°.

Trapézio Isosceles : É um quadrilátero que possui dois lados paralelos com tamanhos diferentes, e dois lados opostos não paralelos de mesmo tamanho. Num trapézio isósceles, os ângulos adjacentes à mesma base são iguais.

Trapézio Escaleno : É um quadrilátero que possui dois lados paralelos com tamanhos diferentes e dois lados não paralelos, também de tamanhos diferentes, sem nenhum ângulo reto.

   

90°

90°

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Percebam que fica cada vez mais difícil contar a quantidade de diagonais do polígono. Mas existe uma lógica que nos permite estabelecer uma “fórmula” para o seu cálculo. Para um polígono convexo de n lados, o número de diagonais é dado por:

D =

n.( n 3 )

Vamos testar a fórmula com os exemplos que vimos acima:

Quadrilátero:

D =

n.( n 3 )

2

Pentágono:

D =

n.( n 3 )

2

Hexágono:

D =

n.( n 3 )

2

É interessante, também, sabermos como calcular a soma dos ângulos internos de um polígono convexo qualquer. Já sabemos que a soma dos ângulos internos do triângulo é igual a 180º e do quadrilátero é igual a 360°. Isso se deve ao fato de podermos dividir o quadrilátero em dois triângulos:

Si = 2 x 180° = 360° (Si é a soma dos ângulos internos)

Para o pentágono, temos:

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Si = 3 x 180° = 540°

Para um polígono de n lados também podemos fazer a mesma coisa, mas pode dar muito trabalho e nos levar a errar na prova. Assim, para um polígono de n lados, existe uma expressão que resume o que fizemos:

Si = (n – 2) × 180°

Perímetro

O perímetro de uma figura plana qualquer é o comprimento de seu contorno. Assim, o perímetro de um polígono qualquer é igual à soma das medidas de seus lados.

Áreas de regiões planas

Já vimos como calcular a área de uma circunferência e a área de um triângulo qualquer. Vamos ver agora como encontrar a área dos outros polígonos.

Área dos paralelogramos : A área de um paralelogramo é dada pelo produto da base por sua altura relativa.

Área = base x altura

No caso do quadrado, a base e a altura coincidem com seus lados (L). Como os lados do quadrado são iguais, temos:

Área do quadrado = L^2

No caso do retângulo, a base e a altura também coincidem com seus lados (L1 e L2). Assim:

Área do retângulo = L1 x L

No caso do losango, é possível demonstrar que sua área é igual à metade do produto de suas diagonais. Assim:

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O prisma é um sólido geométrico delimitado por faces planas, no qual as bases se situam em planos paralelos. Quanto à inclinação das arestas laterais, os prismas podem ser retos ou oblíquos. O prisma cujas bases são paralelogramos é chamado de paralelepípedo.

Prisma reto

As arestas laterais têm o mesmo comprimento, são perpendiculares ao plano da base e as faces laterais são retangulares. O prisma reto que possui em todas as faces um quadrado é chamado de cubo.

Prisma oblíquo

As arestas laterais têm o mesmo comprimento, são oblíquas ao plano da base e as faces laterais não são retangulares.

 Altura do prisma

A altura do prisma é a medida da distância entre sua base inferior e sua base superior.

 Área Lateral e Área Total

A área lateral do prisma é dada pela soma das áreas de cada quadrilátero de suas faces laterais. No caso de um prisma com base triangular, teremos que sua área lateral será igual à soma das áreas dos três quadriláteros que formam suas faces laterais.

A área total do prisma é igual à soma de sua área lateral com a área de suas duas bases, a inferior e a superior.

 Volume

O volume do prisma é calculado multiplicando-se a área de sua base pela medida de sua altura:

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V = Área da base x Altura

Pirâmide

Uma pirâmide é todo sólido formado por uma face inferior (base) e um vértice que une todas as faces laterais. As faces laterais de uma pirâmide são regiões triangulares, e o vértice que une todas as faces laterais é chamado de vértice da pirâmide. O numero de faces laterais de uma pirâmide corresponde ao número de lados do polígono da base.

 Altura da pirâmide

A altura da pirâmide é a medida da distância entre o vértice e sua base inferior.

 Área Lateral e Área Total

A área lateral da pirâmide é dada pela soma das áreas de cada triângulo de suas faces laterais. No caso de uma pirâmide com base quadrada, teremos que sua área lateral será igual à soma das áreas dos quatro triângulos que formam suas faces laterais.

A área total da pirâmide é igual a soma de sua área lateral com a área de sua base.

 Volume

O volume da pirâmide é calculado multiplicando-se a área de sua base pela medida de sua altura e dividindo-se o resultado por 3:

Vpirâmide = 3

Área daBase Altura

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