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materiais elétricos, Notas de aula de Engenharia Elétrica

resumo das aulas de materiais elétricos

Tipologia: Notas de aula

Antes de 2010

Compartilhado em 09/07/2010

renato-giovanini-7
renato-giovanini-7 🇧🇷

4.4

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Apresentação
Critério de avaliação
- P1 e P2 – provas;
- P – média ponderada das provas;
- T – trabalho;
- A – aproveitamento.
5
32 21 PP
P
+
=
TPA 1,09,0
+
=
Se Æ aprovado;
0,5A
Se Æ reprovado.
0,5<A
Prova substitutiva
- todo conteúdo ministrado;
- substitui a menor nota entre P1 e P2.
NÃO HAVERÁ EXAME.
Trabalho
- grupo de, no máximo, 3 alunos;
- sugestões:
1) materiais OLED (Organic Light Emitting Diode) – diodo orgânico emissor de luz;
2) materiais cerâmicos PZT (titanato zirconato de chumbo);
3) materiais piezoelétricos;
4) materiais poliméricos em eletricidade;
5) memristor – enfoque sobre materiais usados nesse tipo de dispositivo;
6) outros materiais elétricos.
Bibliografia
[1] Bogoroditsky, N. P.; Pasynkov, V. V.; Tareev, B. M. – “Electrical Engineering Materials”,
MIR Publishers, Moscow, 1977.
[2] Saraiva, D. B. – “Materiais Elétricos”, Editora Guanabara Dois, Rio de Janeiro, RJ, 1983.
[3] Rezende, E. M. – “Materiais Usados em Eletrotécnica”, Livraria Interciência Ltda. Rio de
Janeiro, RJ, 1977.
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Apresentação Critério de avaliação

  • P 1 e P 2 – provas;
  • P – média ponderada das provas;
  • T – trabalho;
  • A – aproveitamento.

P =^2 P^1 +^3 P^2

A = 0 , 9 P + 0 , 1 T

Se A ≥ 5 , 0 Æ aprovado; Se A < 5 , 0 Æ reprovado.

Prova substitutiva

  • todo conteúdo ministrado;
  • substitui a menor nota entre P 1 e P 2.

NÃO HAVERÁ EXAME.

Trabalho

  • grupo de, no máximo, 3 alunos;
  • sugestões:
    1. materiais OLED (Organic Light Emitting Diode) – diodo orgânico emissor de luz;
    2. materiais cerâmicos PZT (titanato zirconato de chumbo);
    3. materiais piezoelétricos;
      1. materiais poliméricos em eletricidade;
    4. memristor – enfoque sobre materiais usados nesse tipo de dispositivo;
    5. outros materiais elétricos.

Bibliografia [1] Bogoroditsky, N. P.; Pasynkov, V. V.; Tareev, B. M. – “Electrical Engineering Materials”, MIR Publishers, Moscow, 1977. [2] Saraiva, D. B. – “Materiais Elétricos”, Editora Guanabara Dois, Rio de Janeiro, RJ, 1983. [3] Rezende, E. M. – “Materiais Usados em Eletrotécnica”, Livraria Interciência Ltda. Rio de Janeiro, RJ, 1977.

[4] Kraus, J. D.-“Eletromagnetics”, Mc Graw Hill, Inc. 1991. [5] Bastos, J. P. A. “Eletromagnetismo e Cálculo de Campos”, Editora da UFSC, 1989. [6] Cotrin, A. “Manual de Instalações Elétricas”, McGraw-Hill, 1985. [7] Boylestad, R. L. e Nashelsky, L. “Dispositivos Eletrônicos e Teoria de Circuitos”, Pearson Prentice Hall, 8ª. Edição. [8] SLEMON, G.R. - Equipamentos Magnéticos, v. 1 e 2, Editora Universidade de São Paulo - Livros Técnicos e Científicos Editora S/A, Rio de Janeiro, 1975. [9] VASQUEZ, D.J.R. - Materiais Eletrotécnicos, Ediciones CEAC S/A, España, 1977. [10] HAYT JR., W.H. - Eletromagnetismo, Rio de Janeiro, Livros Técnicos e Científicos Editora, 3a edição, 1983.

Aula I

Os materiais elétricos podem ser classificados quanto à resistividade em:

  • supercondutores – resistividade nula;
  • condutores – baixa resistividade;
  • semicondutores;
  • isolantes – resistividade alta;

Há ainda materiais classificados como magnéticos capazes de adquirir um alto e permanente momento magnético.

I.1 – Resistividade

  • resistência elétrica de um corpo de seção reta uniforme unitária e comprimento unitário;
  • específica para cada material;
  • depende da temperatura;
  • inverso da condutividade;
  • definição:

L

= = RS

ρ – resistividade [Ωm^2 /m]; σ – condutividade [Sm/m^2 ]; S – seção transversal [m^2 ]; L – comprimento [m].

Reatividade dos elementos.

I.5 – Temperatura

  • aumento na temperatura;
  • aumento na vibração dos cristais que formam o material;
  • aumentam os obstáculos à movimentação dos elétrons;
  • aumenta a resistividade;
  • diminui a condutividade;
  • equacionamento da resistividade:

ρ ( T ) = ρ 0 [ 1 + α( T − T 0 )]

  • ρ(T) – resistividade em função de T;
  • ρ 0 – resistividade inicial;
  • T – temperatura;
  • T 0 – temperatura inicial;
  • α – coeficiente de variação da resistividade em função da temperatura.
  • equacionamento da resistência:

R ( T ) = R 0 [ 1 + α( T − T 0 )]

  • R(T) – resistência elétrica em função de T;
  • R 0 – resistência elétrica inicial;
  • dilatação linear:

l ( T ) = l 0 [ 1 + K '( T − T 0 )]

  • l (T) – comprimento em função de T;
  • l 0 – comprimento inicial;
  • K’ – coeficiente de dilatação térmica.

I.6 – Esforço de tração

  • causa deformação, fazendo com que o material tenha suas dimensões aumentadas no sentido do esforço de tração:

( ) SE ELAS

∆ l = l − l 0 = l 0 τ^ −^ τ^0

  • l – comprimento relativo ao esforço τ;
  • l 0 – comprimento relativo ao esforço τ0;
  • τ – esforço;
  • τ 0 – esforço inicial;
  • EELAS – módulo de elasticidade;
  • S – seção do material.

I.7 – Supercondutividade

  • certos materiais não apresentam resistência à passagem de corrente elétrica quando colocados em temperaturas baixíssimas, próximas ao zero absoluto;
  • há uma temperatura crítica para tal fenômeno;
  • geralmente, o hélio líquido é utilizado (4,2 K ou -269,13 º C);
  • diamagneto perfeito abaixo da temperatura crítica (1933);
  • diamagnético: aparentemente, campos externos não influenciam o momento magnético, que neste caso é nulo, resultante do movimento orbital do elétron e do spin eletrônico;
  • 1911, Heike Kamerlinngh Onnes, físico, observou a resistência elétrica do mercúrio em função da temperatura;
  • cerâmicas contendo bário, lantânio, cobre, oxigênio;
  • dificuldade de aplicações práticas;
  • pesquisas para obtenção de supercondutores à temperatura ambiente;
  • o estado de supercondutividade é reversível (temperatura crítica);
  • busca por ligas supercondutoras (Nb-Zr e Nb-Ti);
  • a bobina supercondutora tem o mesmo comportamento de um imã permanente, sendo um eletromagneto supercondutor.

Imã sobre nitrogênio líquido (-200 º C).