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Morador de Rua, Trabalhos de Enfermagem

Trabalho realizadoem promoção da saúde

Tipologia: Trabalhos

Antes de 2010

Compartilhado em 12/01/2010

Michelle87
Michelle87 🇧🇷

4.7

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Universidade Luterana do Brasil
Trabalho de Promoção e Educação em Saúde
Morador de rua
Docente: Geysa
Curso: Enfermagem
Alunas:
MORADOR DE RUA
O morador de rua surgiu como uma situação
existencial excludente, Uma vez que ocorre a dificuldade
desses moradores se manterem no processo resili ente
sem apoio efetivo da sociedade e do estado, a partir de
políticas públicas voltadas para esse tipo de população.
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Universidade Luterana do Brasil

Trabalho de Promoção e Educação em Saúde

Morador de rua

Docente: Geysa

Curso: Enfermagem

Alunas:

MORADOR DE RUA

O morador de rua surgiu como uma situação existencial excludente, Uma vez que ocorre a dificuldade desses moradores se manterem no processo resili ente sem apoio efetivo da sociedade e do estado, a partir de políticas públicas voltadas para esse tipo de população.

OBJETIVOS :

  • Conhecer os fenômenos que contribuem para viver na rua; *Conhecer as necessidades do morador de rua; *Assumir uma atitude de ação que promova a reintegração na sociedade; *A importância do trabalho em rede, cujas ações são a promoção da saúde.

JUSTIFICATIVA;

*Possibilitar o despertar das potencialidades dos sujeitos de observação e da própria sociedade através do trabalho em conjunto visando à promoção da saúde, e a diminutiva dos índices de exclusão Social.

REVISÃO TEÓRICA

Saúde e doença são conceitos que estão em constante avaliação e mudanças. A área da saúde, talvez seja uma das que mais se desenvolveu nestes últimos anos. A doença, num passado recente, era comumente definida como “ausência de saúde” e, saúde, como ausência de doença. Encarada como estados de desconforto físico ou de bem-estar, a saúde era vista sob uma forma reducionista, que não privilegiava aspectos tais como: emocionais sociais. O modelo biomédico tradicional baseia-se numa visão cartesiana da saúde, quer dizer, numa visão do homem como uma máquina que se necessário deve ser reparada. Uma visão compartimentada do homem, privilegiando seu aspecto biológico. (Engel,

Com a Revolução Industrial, finais séc. XVIII houve uma revolução na saúde, que para dar conta das epidemias decorrentes desta,, parte do conceito biomédico

os custos na saúde. Foi o primeiro documento oficial a receber a nomeação de promoção á saúde, com conceitos que contemplam a composição da saúde em quatro campos: a biológica; o ambiente; comportamento individual que afeta a saúde e a organização dos serviços de saúde.

Apesar da evolução, houveram críticas por haverem negligenciado aspectos como: contexto político, econômico e social. Em meados dos anos 80, surge um discurso alternativo de promoção OMS/Europa produz um documento preliminar contendo os elementos chaves da nova promoção e reforçando a noção da determinação social da saúde. Documento este que propõe um marco de referência para promoção da saúde com avanço em relação à Carta de Ottawa, mas buscando manter ligação com a mesma. A saúde passa então, a ser reconhecida como resultante da determinação social: pobreza, desemprego, habitação e outras desigualdades econômicas e sociais.

E como estratégias norteadoras: fortalecimento dos serviços comunitários, políticas públicas saudáveis e o favorecimento da participação popular – Planejada na I conferência Internacional sobre Promoção à saúde realizada no Canadá em novembro de 1986, que resultou na Carta de Ottawa. (Ivonete T.S. Buss Heidmann e colaboradoras).

As estratégias de promoção de saúde, de acordo com a carta de Ottawa prevêem a implementação de políticas públicas saudáveis, que além de outros critérios aponta:

a) renda, proteção ambiental, trabalho, agricultura. Que a saúde seja prioridade de políticos e dirigentes em todos os níveis e setores. Sugerem ações legislativas, fiscais e organizacionais, diminuição de desigualdades sociais e à melhoria da qualidade de vida da população;

b) criação de ambientes favoráveis à saúde; c) Reorientação dos serviços de saúde, com enfoque na saúde e não na doença, propondo entre outras medidas, a mudanças na formação dos profissionais; d) Reforçando a ação comunitária com implementações de ações e recursos da comunidade, favorecendo o empoderamento comunitário; e) desenvolvimento de habilidades pessoais, buscando capacitar as pessoas, prepararem para todos os estágios... Desenvolvimento pessoal e social mediante a divulgação de informação, educação para intensificação das habilidades vitais.

Neste sentido, podemos compreender promoção da saúde, como um modo de ver a doença, podendo contribuir com sua nova abordagem, para que se rompa com a hegemonia do modelo biomédico. Para que isto ocorra, é preciso reforçar as ações das estratégias de promoção como: saúde, promover a autonomia das pessoas, dos indivíduos e profissionais, para que possam compreender a saúde como pautada nas condições de vida e propiciar um desenvolvimento social equitativo, principalmente no que diz respeito a situação latino americano, aonde o grande desafio é a enorme desigualdade social , uma vez que o enfoque de promoção, que valoriza a saúde como qualidade de vida da população. Estas estratégias da P. da saúde caminham na busca da superação das desigualdades sociais e de saúde, buscando a autonomia e respeito do sujeito, na construção de uma relação entre os diversos setores para melhorar o acesso dos serviços de saúde e adquirir o direito á saúde e à cidadania. Além da responsabilidade da equipe de saúde pela população moradora em seu território, a co-participação é necessária para o trabalho da vigilância da saúde.

de pessoas comuns e que realmente estejam dispostas a atuar neste campo.

Referências: caderno universitário Psicologia da saúde Tania Rudnicki 398 Caderno universitário: Promoção e educação em saúde Geysa Guimarães Alves - Promoção a Saúde: trajetória histórica de suas concepções Ivonete T.S. Buss Heidmann Http:///www. Scielo.br/scielo.php?pid= s0104-07072006000200021& script