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INSTITUTO UNIVERSAL BRASILEIRO CURSO DE Foto 113 - É indispensável também que se efetue medições de diodos com a chave na posição "X10K”. Não esquecer de "zerar" o multimeiro. Foto 112 - Quando corretamente polarizado pelo multimetro, o diodo permite circulação de corrente pelo galvanômetro, o que é mostrado pela deflexão do ponteiro até a indicação de um valor ôhmico. Na maioria das vezes, este valor ôhmico está “compreendido entre 15 e 30 ohms. Foto 111 - Para a medição de diodos, verificar a polaridade das pontas de prova, isto porque na maioria dos aparelhos analógicos a pilha encontra-se invertida em relação às pontas (pólo positivo na ponta preta e negativo na vermelha). Portanto, o diodo mostrado encontra-se inversamente polarizado. | Foto 115 - Ao medir-se inversamente o diodo, na função "X10K”, o mesmo deve apresentar resistência infinita (em diodos de sinais, indicações próximas a este valor são aceitáveis). º j : Foto 114 - Durante a medição do diodo, de maneira direta, na função "X10K", o valor ôhmico lido será superior ao da medição anterior, devido a não linearidade do componente. Foto 117 -. . . quer seja durante a medição direta, como ilustra esta foto, onde o componente testado apresenta um valor ôhmico relativamente elevado, de cerca de 1.500 vezes maior que o tolerável Foto 116 - Um diodo aberto é caracterizado pela alta resistência que o mesmo apresenta, quer seja durante a medição inversa Foto 127 - Tendo como base a Ilustração anterior, comecemos pela medição de D+, onde, com a chave seletora na posição "X 1º, e as pontas de prova aplicadas sobre esse diodo, de maneira que ele fique polarizado diretamente, a leitura obtida é de aproximadamente, 20 2. Foto 130 - Invertendo-se as pontas de prova sobre os terminais da ponte retificadora, correspondentes ao diodo Da, estaremos polarizando-o inversamente, o que é indicado pela não deflexão do ponteiro (a). Foto 138 - Veja, que está sendo feito o teste do diodo Da, polarizado como está indicado, ele permite uma circulação de corrente pelo galvanômetro. Essa medição, tal qual as demais medições efetuadas diretamente, apresenta o valor de, cerca de 2092. Foto 128 - O próximo passo consiste em se inverter a aplicação das pontas de prova sobre o diodo D1, polarizando-o inversamente, quando então obteremos uma leitura de resistência infinita indicada pelo instrumento. Foto 131 - Ao conectar a ponta de prova preta no terminal positivo da ponte e a ponta vermelha no terminal 2, estaremos polarizando inversamente o diodo Dg, obtendo-se a leitura de resistência infinita (00). Foto 134 - Trocando de posição as pontas de prova, estaremos medindo o diodo Dp, inversamente, ocasionando a indicação de resistência infinita (5). Foto'129 - Agora mede-se o diodo Da, quando então as pontas de prova aplicadas às entrada - e 2, farão com que este diodo fique polarizado diretamente. Obtém-se assim uma baixa resistência apresentada pelo instrumento (aproximadamente 20 £2). Foto 132 - Ao inverter-se as pontas de prova, estaremos polarizando o diodo Da, de maneira direta, o que é indicado pela deilexão do ponteiro, até o valor de, aproximadamente, 2092. Foio 135 - Outra medição importante em uma ponte retificadora diz respeito ao isolamento interno da mesma. Para isto, mede-se primeiramente a saída da ponte, no sentido inverso, quando devemos obter indicação de infinito (29) no instrumento. Foto 136 - Ao inverter-se as pontas de prova, estaremos polarizando o conjunto série DjDp, que está em paralelo com o conjunto série D3D4, no sentido direto. A resistência, neste caso, apresenta valor próximo a 1009. Foto 139 - Posicionemos a chave seletora para a posição "X 10K'". Efetuando a medida como ilustra esta foto, teremos o diodo Dg corretamente pólarizado, o que é constatado pelo deslocamento do pontéiro. ” +3 ” Foto 142 - Alterando-se a posição das pontas de prova, a leitura obtida é de infinita resistência, pois D encontra-se inversamente polarizado. Foto 138 - Se por acaso invertermos as pontas de prova, obteremos a mesma leitura, em virtude de o circuito, como dissemos anteriormente, estar interrompido. Foto 137 - Colocando a ponta preta no terminal 1 e a vermelha no 2, obteremos leitura de valor infinito, pois sendo a resistência muito elevada, isto faz com que a corrente deixe de circular. Foto 141 - Conectando-se a ponta preta no terminal - e a vermelha no 1, estaremos polarizando diretamente o diodo Dy, o que é indicado pela leitura do valor de 10KQ obtido. Foto 140 - Invertendo-se as pontas de prova, D3 não conduzirá, O que é constatado pela não deflexão do ponteiro. xFoto 144 - Trocando-se de posição as pontas de prova, a resistência obtida no instrumento deverá ser infinita, » Foto 148 - Ao conectar a ponta preta no terminal 1 e a vermelha no +, obteremos uma leitura de 10 KO, pois Do estará diretamente polarizado. Es) | Foto 154 - Invertendo-se agora a posição das pontas | de prova sobre a base e o emissor do transistor, | deveremos obter como leitura uma resistência infinita, | pois esta junção (diodo D4) se encontra polarizada inversamente. | Foto 157 - Invertendo-se a posição das pontas de | prova, obteremos também uma resistência infinita como resultado, pelos mesmos motivos apresentados | antes. Foto 160 - Invertendo-se as pontas de prova deveremos obter uma leitura de valor ôhmico elevada (que, para transistores de potência, é de aproximadamente 3 M£2), contrariamente à junção base-coletor. Foto 155 - Posicionando a ponta de prova vermelha no coletor e mantendo-se a preta na base, não deverá haver o deslocamento do ponteiro, pois a junção base-coletor (diodo Ds) ser encontra polarizada inversamente. Foto 158 - A fim de comprovar se o transistor não se encontra danificado, efetuaremos as mesmas me- dições já descritas, porém com a chave seletora de funções na posição "X 10K" (não esquecendo de fa- zer o ajuste de 099), começando por aplicar as pontas de prova sobre a junção base-coletor (diodo Da), de modo a polarizá-la diretamente, quando então obteremos uma leitura de resistência em torno 10K9. Foto 161 - De fato, ao medirmos inversamente o diodo da junção base-coletor de (Da), deveremos obter indicação de resistência infinita, sendo esta divergência devida aos detalhes construtivos do transistor. 7 Foto 156 - Sabendo o aluno que os diodos Dy e D4, que constituem a junção coletor-emissor, se encontram ligados em série e ao inverso, fica tácil concluir que a resistência obtida, quando a ponta preta é aplicada no coletor e a vermelha no emissor, deverá ser infinita. Foto 159 - Mantendo-se a ponta de prova vermelha na base e deslocando-se a ponta preta para o emissor do transistor, estaremos polarizando diretamente o diodo Da (junção base-emissor), quando então obteremos uma leitura aproximada- mente igual à anterior (10 KO). Foto 182 - Colocando a ponta preta no coletor e a vermelha no emissor, obteremos uma indicação de elevada resistência, da ordem de 5 MG, aproximadamente, para o transistor de potência. Foto 164 - O transistor aqui testado encontra-se com a junção base-emissor em curto-circuito, conclusão obtida ao lermos um valor ôhmico muito baixo (500 2), se comparado ao de uma junção perfeita (aproximadamente Foto 163 - Invertendo-se as pontas de prova, obteremos a indicação de resistência infinita. Considerando-se todas as medidas efetuadas, concluímos que o transistor em teste encontra-se em perfeito estado. 10 K9), medida em sentido direto. Foto 165 - O curto-circuito na junção base-emissor é comprovado quando, ao medi-la inversamente, obtemos indicação similar à mostrada. Foto 166 - Nesta foto ilustramos uma junção base- coletor, medida no sentido direto, em curto-circuito (utilizando-se a chave seletora na junção "X 10K") Foto 167 - Invertendo-se as pontas de prova, confirmamos o mau estado da junção base-coletor, devido ao baixissimo valor ôhmico apresentado. Foto 168 - A fim de testar a junção emissor-coletor, posicionamos as pontas de prova aos respectivos terminais do transistor e efetuamos a leitura no instrumento. Neste caso obtemos uma resistência muito baixa (= 10 KO) Foto 169 - Observamos agora que, após invertermos as pontas de prova, também obtemos uma baixa resistência (= 35K), o que equivale dizer que a junção coletor-emissor encontra-se totalmente alterada. 8 Foto 170 - Para se descobrir os terminais em um transis- tor desconhecido, começamos por localizar sua base. Po- sicione a chave seletora em "X1" e conecte aos terminais, que chamaremos de 1 e 2 as pontas de prova vermelha e preta, respectivamente. O ponteiro não se desloca. sas Bs a | Foto 182 - Ao se inverter as pontas de prova sobre esses dois terminais, obteremos a mesma leitura anterior, ou seja, resistência infinita. Foto 180 - Invertendo-se as pontas de prova sobre Foto 181 - Deslocando-se a ponta de prova vermelha estes dois terminais, obteremos aproximadamente a para o terminal 2 e mantendo a ponta preta no G mesma leitura. (3099). (gate), obteremos uma leitura de resistência infinita Foto 185 - A fim de medirmos o estado de condução entre os terminais 1 e 2 apliquemos um nível alto de tensão ao gate (G), através de um pequeno curto provocado entre os terminais 2 e G. Foto 184 - ... trocando-se de posição as pontas de Foto 183 - Vamos posicionar, agora, as pontas de prova obteremos, ainda, resistência infinita. prova preta e vermelha aos terminais 1 e 2, respectivamente. A resistência obtida também é infinita, e... Foto 187 - Para utilizar-se o borne “output”, para leitura de sinais alternados sem a presença de componentes CC, posicionamos a chave seletora para ACV.... Foto 186 - Com isto feito, obteremos uma leitura de pequena resistência (aproximadamente 309), o que comprova que este Triac está em bom estado. Deve ser ressaltado que o teste de SCRs é feito de maneira similar. Foto 189 - Em nosso exemplo, efetuaremos uma medição em um rádio cuja alimentação é de 6 V e, portanto, posicionaremos a chave seletora na posição 6 ACV e utilizamos a escala 3. Foto 190 - Apliquemos, então, a ponta de prova preta ao negativo do circuito e a vermelha ao ponto que se deseja medir (em nosso caso, o emissar do transistor de saída Ta4). Foto 191 - .. quando obteremos a leitura de 2,2 ACV, indicada pelo ponteiro do instrumento, livre das componentes CC. Foto 192 - Como complemento sobre o assunto de multímetros analógicos, apresentamos o esquema básico dos seguintes multimetros comerciais: Kaise modelo SK-22. “1 Foto 198 - O sistema de chaveamento rotativo do multimetro digital é semelhante ao do multimetro analógico analisado anteriormente. Assim, a vista ampliada que agora apresentamos é suficiente para o aluno conhecer as funções desse multimetro. 13 MA Ra RA ama BM Ent Pai RmA Fá MELTIME pa Foto 199 - No multimetro com chaveamento de teclas, cada uma delas possui mais de uma função, como pode ser visto por esta foto. O número 1 apresentado no display, na ' maioria dos multimetros, indica que o valor medido supera o valor máximo da faixa selecionada. 14 Foto 208 - Quando testamos um diodo inversamente, obtemos um valor infinito de resistência, sendo que, no caso do multimeiro digital, é indicado no display como uma sobrefaixa, representada pela aparição do número 1 no canto esquerdo do display. Foto 208 - A medição de tensões alternadas com o multimetro digital é feita de modo similar a efetuada com o analógico, ... Foto 211 - Como todo multimetro, o digital também necessita de uma fonte de energia, no caso uma bateria de 9 volts, a qual é normalmente alojada na parte traseira do instrumento. Foto 210 -.. . podendo, também, apresentar variações dos valores obtidos. É bom lembrar que estes tipos de variações de valores são pequenos e não costumam interferir na conclusão das medidas. Foto 212 - A fim de se obter uma maior compactação da montagem, é empregado nos multimeiros, o uso de placas de dupla face, como o aluno pode notar. Também se observa aqui o-ciruito integrado responsável pela conversão análogo/digital. Foto 213 - Nesta foto o aluno nota o display de cristal líquido empregado neste multímetro, além dos contatos da chave rotativa, os quais são impressos diretamente.