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CURSO DE ELETRÔNICA BÁSICA RÁDIO E TV INSTITUTO UNIVERSAL BRASILEIRO 3º PASSO A PASSO MULTÍMETRO (1º PARTE) Foto 2 - Vejamos inicialmente como manusear um multimetro analógico. É aquele cujas indicações de leitura são conseguidas com o auxílio de um galvanômeiro. Foto 3 - Observe na fota as principais partes do multimetro utilizado nesta sequência. PE PP see Foto 8 - A fim de proteger o seu delicado mecanismo de medição, o aparelho apresenta, na sua parte dianteira superior, uma tampa acrílica transparente, a qual possui um Knob com fenda permitindo efetuar o ajuste de O V (zero volt) Foto 11 - Quando devidamente ajustado o ponteiro deverá estar nã posição indicada pela foto. O ajuste deve ser feito para que se obtenha uma medição sem erros da medição feita Foto 14 - ... deste encaixe no qual deverá ser colocado o pino da ponta de prova vermelha. Não se esqueça desse detalhe pois, para medidas polarizada, a cor vermelha representa a entrada positiva do instrumento. Foto 9-... através de um pino fixo na parte posterior do Knob, que atua diretamente sobre os contrabalanços do galvanômetro. a E o a o a o Foto 12 - Passaremos agora a mostrar os elementos que selecionam as funções desejadas pelo aluno para a análise de defeitos em circuitos eletrônicos. Tais elementos encontram-se no painel do instrumento. Foto 15 - Outro borne, que merece nossa atenção, é aquele indicado com o sinal "-" e abreviatura "com", como vemos na foto. A abreviatura indica que a ponta de prova, conectada a este bome, é comum a todas as medições. Esta entrada também é chamada de negativa, o que explica o sinal", Foto 10 - Tal ajuste se faz necessário sempre que o aparelho, quando não estiver em uso, apresentar seu ponteiro acima do valor de O V, tomando-se a escala B como base para esta referência. Foto 13 - Comecemos pelos bornes do mul quais devem ser encaixadas as pontas de prova. No primeiro borne estão escritos o sinal de "+" e a letra " p", servindo para identificar a função. Foto 16 - Não esquecer portanto de, sempre , conectar a ponta de prova preta (negativa) ao mencionado borne. A partir deste momento utilizaremos a padronização de cores para indicar as polaridades. LEMBRE-SE SEMPRE: o positivo é representado pela cor vermelha; cor preta representa o negativo, comum ou terra. Foto 17 - O borne, que aparece em destaque na foto, e que apresenta a inscrição "+64", deverá ser emprégado sempre que se fizer necessário efetuar medições de correntes elevadas. Nele Foto 20 - Similarmente aos casos anteriores, neste bome deverá ser inserido o pino da ponta de prova positiva. Esta entrada será utlizada, como veremos, sempre que se fizer necessário efetuar-se medições de níveis de sinais. Foto 23 - Havendo necessidade de efetuar-se leitura de até 30 V, em tensões alternadas, ajustar a chave seleiora para a posição 30 ACV, quando então emprega-se a escala 2 para obter-se a leitura do valor medido. deverá ser inserido o pino da ponta de prova positiva. DETALHE: a ponta vermelha sempre será conectada ao bome relacionado à medição que se deseja efetuar: já a ponta de prova negativa (preta) deverá ser conectada ao "com, seja qual for a grandeza a ser medida. Foto 21 - Observar que entre os dois bornes ('com” e *OUT PUT") está alojada a chave "+ DO/- DC”, a qual é responsável pela inversão de polaridade do galvanômetro, recurso útil para a medição de tensões e correntes negativas. Foto 24 - Se o valor da tensão a ser medido não ultrapassar 120 V altemados, colocar a chave na função 120 ACV e efetuar a leitura através da escala 2. Contrariamente às leituras anteriores, o resultado obtido não representa o valor da tensão, mas apenas um décimo delas. Para obter o valor real da tensão medida, multiplicar o resultado por 10. 5 Foto 19 - Temos, por fim o bone denominado de entrada de "OUT PUT”, no qual encontra-se conectado, internamente, o capacitor de desacoplamento, indicado anteriormente na foto 4. Foto 22 - Para efetuar-se medições de tensões altemadas de valores compreendidos entre O (zero) e 6 volts, coloca se a chave seletora na posição de 6 ACV e efetua-se a leitura com auxílio da escala 3, conforme indicado. RN one 200 O. Foto 25 - Se a tensão alternada for superior ao valor anterior, porém inferior a 300 V, posicionar a chave para função 300 ACV e efetuar a leitura com auxílio da escala 2. quando então a leitura obtida deverá ser multiplicada por 10, como no caso anterior, para obtenção do valor real medido. ' eia Foto 33 - Nesta posição, o multimetro permitirá efetuar leituras de tensões até 120 milívolts, quando então deve- se empregar a escala 2 para efetuar-se a leitura, multiplicando-se o valor obtido por 10, sendo o resultado dado em milivolts a o” lo q Foto 36 - Caso a tensão a ser medida não ultrapasse o valor de 12 V, utlizar a posição 12 DCV. Ao efetuar-se leituras com a chave nesta posição, empregar novamente a escala 2. Porém, contrariamente aos casos anteriores, a indicação obtida corresponde ao valor da tensão, não sendo necessário realizar-se conversões. Foto 39 - Quando na posição 300 DCV, o multimetro possibilita efetuar leituras de tensões de até 300 V. O valor medido é abtido multialicando-se por 10 a indicação fornecida na escala 2. Foto 34 - Posicionando-se a cl DCV, obtém-se leituras de tensões contínuas de, no máximo, 1,2 V. Para isto deve-se fazer uso da escala 2, muktiplicando-se o valor obtido por 0,1. Tem-se assim, então, o valor em volts. Foto 37 - Na posição 30 VDC, o aluno pode efetuar medições de tensões até o valor máximo de 30 V, devendo então empregar, para uma leitura direta do valor medido, a escala 2. pe Foto 40 - Finalmente, temos a maior faixa para medições de tensões contínuas: a 1.200 DC, a qual possibilita efetuar leituras com valores até 1.200 V. O valor medido deve ser lido na escala 2, sendo então multiplicada por 100 a indicação obtida. Foto 35 - Para tensões de valores até 3 V, pode-se empregar a posição 3 VDC, quando então será utilizada a escala 2. A indicação obtida deverá ser multiplicada por 0,1, quando então teremos o valor da tensão medida. a oportunidade de efetuar medidas de tensões de até 120 V, o valor medido é encontrado multiplicando-se por 10 a indicação obtida na escala 2 Foto 41 - Mostramos, agora, um exemplo típico de emprego da faixa 3 DCV. O aluno, toda vez que for efetuar medições de tensões continuas, deve ficar muito atento quanto às polaridades da fonte (ou pilhas) e do aparelho de teste. POA O : Foto 42 - Conjuntos de pilhas, baterias e até mesmo fontes podem ser analisadas quanto ao seu estado de funcionamento. A maneira mais eficaz de efetuar-se tal teste é comparando o valor nominal da fonte com a indicação obtida. ” aparelhos, fato que é comprovado pela redução da tensão fomecida pela fonte ao ligar-se o circuito em teste. Foto 44 - Nesta foto a leitura obtida no exemplo anterior. O ponteiro indica, na escala 2, o número 6;-a chave seletora está posicionada em 12 DCV. Conclui-se que a alimentação do rádio em teste é de 6 V; portanto, o mesmo não apresenta curto na linha de alimentação, pois a tensão manteve-se estável. Foto 45 - Outro exemplo de emprego da medição de tensões contínuas, con: polarização dos transistores em relação ao terra, conforme demonstra a foto. Observe que o multimeiro apresenta a indicação de aproximadamente 5,3 V ... sã Foto 47 - Pode-se também, por intermédio da medição de tensões, averiguar-se o estado dos semicondutores do circuito em teste, como mostra a foto. Foto 46-.... no emissor do transistor T33, como vemos na foto. Apenas a título de curiosidade informamos que, neste ponto, a tensão que espera-se encontrar é justamente a obtida nesta medição. Isto o aluno poderá constatar no decorrer do curso. : Foto 55 - A consiatação da integridade de um determinado componente em um circuito pode ser feita através da medição da DDP entre seus terminais. Como exemplo, mostramos a queda da tensão causada por R36. Foto 57 - Passemos agora à medida de corrente. Observar que a posição "120 mv" também apresenta a função "30 uA", empregada por efetuar-se medições de correntes cujos valores não ultrapassem o limite de 30 nA. Para esta função utiliza-se a escala 2 e efetua-se a leitura de maneira direta. Foto 60 - A chave seletora estando posicionada na indicação "300 mA/6 A", possibilita estas medições: 1º) Correntes de até 300 mA- a ponta da prova vermelha deverá estar inserida no borne positivo; 2º) - Correntes até 6 A - inserir a ponta de prova no respectivo borne. Utiliza-se para leitura a escala 3. Foto 58 - A posição "3 mDCA” permite a medição de correntes contínuas de até 3 mA. A leitura deverá ser feita na escala 2, multplicando-se a indicação obtida por 0,1 o instrumento em Foto 61 - Para a medição de CC, inss série com o aparelho em teste, diferentemente das medições de tensões, onde o multímetro é conectado em paralelo, com o aparelho (ou componente) em medição. Caso seja desconhecido o valor da corrente a ser medida... Foto 56 - Nesta foto enfocamos a maneira correta de medir-se a queda de tensão ocasionada por um resistor (o citado R36). Foto 59 - Para a posição "30 mDC) leitura de correntes até 30 mA, também emprega-se a escala 2. A leitura obtida deverá ser considerada como sendo equivalente ao valor real da corrente. Foto 62 -... deve-se escolher uma escala alta para ter-se idéia sobre o valor a ser medido. Após isto desconectar a (8) pontas) de prova do circuito, selecionar a faixa mais adequada e... de | or Foto 65 - Quanto aos testes e medições envolvendo as resistências, a primeira faixa relativa a tais medições 6 a *x1º, permitindo leituras de resistências até 3 Kohm. Na sua leitura emprega-se a escala 1 e multiplica-se o valor obtido por 1. Foto-68 - A última posição é a x10K. O valor lido na ad escala 1 deve ser multiplicado por 10.000 (x10K). Nesta ar a É ú E de | posição, a leitura máxima que pode ser obtida é de 30 Ma. Foto 66 -A segunda posição da chave seletora para medidas de resistência é a "x100', sendo que o valor lido na escala 1 deverá ser multiplicado por 100 (x100), a fim de se obter o valor real da medida, desde que esta seja inferior a 300 K£, E E ja conhecermos a função do botão O 2 ADJ, 0 qual efetua o ajuste de O ohm. Ele efetua um ajuste fino, de forma que, ao mudar-se à posição da chave nas posições de resistência, se faga uma leitura correta da resistência medida. Foto 69 - É necessário 1 Foto 64 - ... onde foi obtido o valor de 9 mA, como pode ser constatado. E o Foto 67 - Outra posição é a x1K. O valor deverá ser multiplicado por 1.000 para que seja obtido o valor da resistência. Nesta faixa, o valor máximo que pode ser medida é de 3 MO. Foto 70 - Exemplificando o que foi exposto a respeito da medição de resistências, iremos agora efetuar a medição do resistor de 330 9. Visto na foto. secam Foto 81 - Isto feito, gira-se totalmente o o do potenciômetro para o outro lado, e efetua-se novas medições, a fim de constatar-so possíveis maus contatos. Foto 80 -..... o que permite obter leituras iguais a zero ohm e ao valor nominal do componente, conforme demonstramos em nosso exemplo. Foto 83 - Obviamente, a leitura de resistência máxima será obtida entre os terminais onde anteriormente tivemos leitura de zero ohm, como vemos na foto. Foto 84 - À sequência de fotos que agora estamos vendo, mostra um exemplo de medição de potenciômetro danificado. Observe . . Foto 82 - As leituras obtidas, então deverão ser de zero ohm onde, anteriormente, mediu-se resistência máxima. Foto 85 -. . . que em qualquer uma das combinações possíveis de medições, mesmo na faixa mais alta de resistência Foto 86 -.. . o multimetro fornecerá indicação de resistência infinita (co), devido à deterioração (rompimento) da pista ou do fio resistivo. Foto 87 - Para medir-se dispositivos que apresentam alterações conforme o meio ambiente (LDRI, fotodiodos, termistores, etc.), deve-se verificar a resistência que o componente apresenta numa determinada circunstância a 13 Foto'88 -... . após isto, alterar-se as condições ambientais que afetam o componente (luminosidade, calor, umidade, etc.), ao mesmo tempo .. . Foto 89 -.. . em que verifica-se se o componente apresenta alteração do valor ôhmico, conforme suas ísti Foto 92 - Para medição de transformadores (quer sejam de força, de RF ou de FI), deve-se, primeiramente, verificar a continuidade do enrolamento primário. Foto 90 - Para verificação do estado de alto-falantes, contrariamente ao que era de se esperar, deve-se verificar atentamente as polaridades das pontas de prova ua Foto 91 -... . efetuar-se medidas em ambos os sentidos. Com isto, verifica-se se o cone movimenta-se livremente para "dentro" e para "fora". do alto-falante, provocando ruídos audíveis. Foto 93 - Caso o primário possuir uma ou mais derivações, constata-se a continuidade destas em relação a um dos extremos do enrolamento e, depois. Foto 94 - . . . em relação ao outro extremo. A soma dos valores ôhmicos obtida entre a derivação e os extremos deverá ser igual à leitura obtida entre os dois extremos. Foto 95 - Processo similar deve ser efetuado em relação ao secundário (ou secundários): verificar-se a continuidade total deste enrolamento para, em seguida ..... 14 Foto 96 - . observar-se se há continuidade entre a derivação central (se esta existir) e os dois extremos do enrolamento. Esta prática é aconselhável, pois. Foto: 104 - Conforme o componente for carregando-se, o ponteiro deverá locomover-se em sentido ao infinito, em velocidade que dependerá da capacitância do componente em teste, ou seja . . Foto 105 - .. . quanto menor for a capacitância do componente, mais rápido o ponteiro atingirá a marca próximo ao infinito. Cá : Foto 106 - Em seguida, inverta-se as pontas de prova Foto 107 -.. . . gradativamente, deslocar o ponteiro, o que para se repetir a medição. Note que o instrumento, corresponde à carga do capacitor, a qual cessará apresentará uma indicação inicial de zero ohm para, ... Foto 108 - . . . apenas quando o componente estiver totalmente carregado, no instante em que obter-se novamente, indicação de infi Foto 109 - Caso o capacitor em teste apresente deícito, Foto 110 - Uma outra possibilidade consiste do capacitor uma possível indicação para tal, é a de zero ohm, conclui- em teste não apresentar sua carga, quando então se então que seu dielétrico "urou”, ou seja, apresentou apresentará uma certa resistência; conclui-se que o curto total. capacitor está com "tuga”. 16