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PHP: Características e Funcionalidades, Notas de estudo de Informática

Uma visão geral das características e funcionalidades da linguagem php, incluindo a capacidade de modificar variáveis de formulários html, suporte ao modelo de orientação a objetos, interação com bancos de dados, criação de imagens gif, autenticação http, manipulação de erros, conexões persistentes de bancos de dados e múltiples classes de funções disponíveis. O documento também aborda o histórico de php, comentários, variáveis, operações matemáticas e strings.

Tipologia: Notas de estudo

2013

Compartilhado em 27/08/2013

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<? include("rodape.txt"); ?>
Um outro aspecto importante de PHP é a capacidade de modificar
variáveis passadas de formulários HTML, tornando possível a realização
de várias tarefas como: envio de um e-mail (através da função mail())
baseado em informações de uma página, impressão de páginas
personalizadas, passagem e armazenamento de informações em um
banco de dados etc.
Existem várias outras características interessantes a destacar
sobre PHP, entre elas pode-se citar: Suporte ao modelo de orientação a
objetos, Interação com bancos de dados, Criação de imagens GIF,
Autenticação HTTP, Manipulação de erros, Manipulação de cookies,
Suporte para upload de arquivos, Conexões persistentes de bancos de
dados, Manipulação de arquivos remotos entre muitas outras.
Para se ter uma idéia algumas classes de funções disponíveis no
PHP3.0 são listadas a seguir: funções de suporte a bancos de dados,
específicas ao Apache (servidor de Web), de array, matemáticas,
calendário, data, diretórios, execução de programas, HTTP, imagem,
filesystem, hashes, Rede, NIS, PDF, Perl, expressões regulares, strings,
URL, compressão, XML etc.
2.1 - Um breve histórico de PHP
PHP foi concebido num dia do outono de 1994 por Rasmus Lerdof.
A primeira versão utilizada ficou disponível no início de 1995 e foi
conhecida como Personal Home Page Tools. Ele consistia de um
analisador muito simples que entendia somente algumas macros e um
número de utilidades que estavam em uso comum nas home pages até
então, um livro de visitantes (Guestbook), um contador e algumas
outras coisas. O analisador foi escrito em meados de 1995 e foi
chamado de PHP/FI versão 2. Rasmus combinou os scripts do Personal
Home Page Tools com o Form Interpreter e adicionou suporte a mSQL.
PHP/FI cresceu e as pessoas começaram a contribuir com o seu código.
É difícil dar estatísticas, mas estima-se que, no fim de 1996,
PHP/FI estava em uso em pelo menos 15.000 sites pelo mundo. Na
metade de 1997 este número cresceu para mais de 50.000 e nesta
época ocorreram mudanças no desenvolvimento do PHP. O analisador
foi reescrito por Zeev Suraski e Andi Gutmans e o novo analisador deles
formou a base do PHP versão 3.
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Um outro aspecto importante de PHP é a capacidade de modificar variáveis passadas de formulários HTML, tornando possível a realização de várias tarefas como: envio de um e-mail (através da função mail()) baseado em informações de uma página, impressão de páginas personalizadas, passagem e armazenamento de informações em um banco de dados etc. Existem várias outras características interessantes a destacar sobre PHP, entre elas pode-se citar: Suporte ao modelo de orientação a objetos, Interação com bancos de dados, Criação de imagens GIF, Autenticação HTTP, Manipulação de erros, Manipulação de cookies , Suporte para upload de arquivos, Conexões persistentes de bancos de dados, Manipulação de arquivos remotos entre muitas outras. Para se ter uma idéia algumas classes de funções disponíveis no PHP3.0 são listadas a seguir: funções de suporte a bancos de dados, específicas ao Apache (servidor de Web ), de array , matemáticas, calendário, data, diretórios, execução de programas, HTTP, imagem, filesystem , hashes , Rede, NIS, PDF, Perl, expressões regulares, strings , URL, compressão, XML etc.

2.1 - Um breve histórico de PHP

PHP foi concebido num dia do outono de 1994 por Rasmus Lerdof. A primeira versão utilizada ficou disponível no início de 1995 e foi conhecida como Personal Home Page Tools. Ele consistia de um analisador muito simples que entendia somente algumas macros e um número de utilidades que estavam em uso comum nas home pages até então, um livro de visitantes ( Guestbook ), um contador e algumas outras coisas. O analisador foi escrito em meados de 1995 e foi chamado de PHP/FI versão 2. Rasmus combinou os scripts do Personal Home Page Tools com o Form Interpreter e adicionou suporte a mSQL. PHP/FI cresceu e as pessoas começaram a contribuir com o seu código. É difícil dar estatísticas, mas estima-se que, no fim de 1996, PHP/FI estava em uso em pelo menos 15.000 sites pelo mundo. Na metade de 1997 este número cresceu para mais de 50.000 e nesta época ocorreram mudanças no desenvolvimento do PHP. O analisador foi reescrito por Zeev Suraski e Andi Gutmans e o novo analisador deles formou a base do PHP versão 3.

2.2 - Comentários

Todo programa deve possuir comentários, visando o entendimento do código em consultas posteriores. No PHP, existem três tipos de marcadores de comentário, que são:

// e # para comentário de uma linha. Por exemplo:

// atribui o nome à variável $nome = "Guilherme Birckan"; $email = "[email protected]"; # atribui o E-mail à variável

e para comentários que ocupem mais de uma linha, usamos os marcadores /* */.

/* Nas linhas abaixo, atribuiremos os valores Do nome e do e-mail às respectivas variáveis */ $nome = "Guilherme Birckan"; $email = "[email protected]";

2.3 – Variáveis

Para começar, vamos ver como o PHP trata suas variáveis (ou constantes), que podem ser variáveis escalares ou não-escalares. As variáveis escalares são aquelas que podem ser retrabalhadas, ou "divididas em pedaços menores", enquanto as não escalares são as arrays (matrizes) e os objetos. A identificação de uma variável, independente do seu tipo é pelo sinal $ colocado como primeiro caractere, como abaixo:

$nome = "Guilherme Birckan"; $matricula = 97232203;

A primeira variável é do tipo string, e a segunda, inteiro (ambas escalares). Vale lembrar que, como a linguagem C, as variáveis $nome e

$Nome são consideradas diferentes, pois o PHP as trata como sensíveis ao caso.

Em PHP3 temos um problema de referenciar arrays multidimencionais dentro de strings. O exemplo a seguir não funciona:

$a[1][5] = $f; echo “Isto não vai funcionar: $a[1][5]”;

Mas você pode fazer isso usando a concatenação:

echo “Agora funciona: “. $a[1][5];

2.3.3 – Strings

Significado \n Nova linha \t Tab horizontal \ Contra barra $ Dollar

Atribuições e concatenações:

$str = “Abacate”; $str = $str. “ grande”; //concatena “ grande” na string $str .= “ e madura”; // concatena “ e madura” na string

Pegando um caracter dentro de uma string:

$primeiro = $str[0]; $ultimo = $str[ strlen($str) – 1 ];

Alguns exemplos de conversão de strings:

$a = 1 + "10.5"; // $a é um double (11.5) $b = 1 + "10 Small Pigs"; // $b é um inteiro (11) $c = 1 + "10 Little Piggies"; // $c é um inteiro (11) $d = "10.0 ratos " + 1; // $d é um inteiro (11) $e = "10.0 ratos " + 1.0; // $e é um double (11)

2.3.4 – Variáveis de variáveis

Algumas vezes é conveniente você utilizar valores de variáveis como nomes de outras variáveis, utilizando assim variáveis de forma dinâmica. Isto é possível em PHP!

$a = “hello”; // Isto é uma variável simples $$a = “ world”; /* Acabamos de criar uma variável $hello com o conteúdo “ world” */

Você também pode imprimir estas variáveis de forma dinâmica:

echo “$a ${$a}”;

Terá como resultado: “hello world”

2.3.5 – Type casting

Type casting em PHP funciona praticamente como em C:

$a = 10; # $a é um inteiro $b = (double) $a; # $b é um double

(int), (integer) Converte para inteiro (real), (double), (float) Converte para double (string) Converte para string (array) Converte para array (object) Converte para objeto

2.3.6 – Variáveis por referência no PHP

Na versão 4 do PHP, as variáveis podem receber valor por referência. Isto significa que ao para atribuir o valor a uma variável não usamos um valor, mas um "ponteiro" para o valor em questão. Na verdade, este "ponteiro" é uma outra variável:

$nome = "Guilherme Birckan"; $identificacao = &$nome;

Deste modo, a variável $identificacao recebe o valor de $nome e, se uma das duas for atualizada, a outra também será, mantendo o mesmo valor em ambas.

Operadores lógicos:

Operadores de comparação:

Exemplo Nome $a == $b Igual $a === $b Idêntico $a != $b Não igual $a < $b Menor que $a > $b Maior que $a <= $b Menor ou igual $a >= $b Maior ou igual

Operadores de execução:

$output = ls –l; echo “$output”;

Operadores de incremento/decremento:

Exemplo Nome Efeito

++$a Pré-incremento Incrementa $a, depois retorna seu valor

$a++ Pós-incremento Retorna o valor de $a, depois incrementa

--$a Pré-decremento Decrementa $a, depois retorna seu valor

$a-- Pós-decremento Retorna o valor de $a, depois decrementa

Exemplo Operador $a and $b E $a && $a E $a or $b OU $a || $b OU $a xor $b XOR !$a NOT

2.6 - Operações com strings

Operações com strings são uma das características mais desenvolvidas do PHP. Para concatenar-se dois strings, usamos o operador “.” - Dentre as funções mais importantes estão:

  • strlen() , que permite saber quantos caracteres possui a string:

echo "A palavra 'internet' possui ". strlen("internet"). " caracteres ";

  • substr(), que devolve uma substring da string informada:

echo substr("abcde", 2 , 2); // Esta linha irá exibir os caracteres "cd";

  • ucwords (string), converte os primeiros caracteres de strings em maiúsculo.

Exemplo:

$nome = ucwords("valdir henrique dias leite"); echo($nome); //Esta linha exibirá Valdir Henrique Dias Leite

  • strpos () , para saber se determinado caractere (ou substring) está contida em uma string:

if strpos ($email, "@") { echo("Seu e-mail parece estar correto!\n"); } else { echo("O e-mail está inválido\n"); }

No exemplo acima, verificamos se o caractere "@" está contida em uma variável $email. Se estiver, exibe a primeira mensagem. Do contrário, exibe a segunda. Outras funções relacionadas à operações com strings podem ser encontradas em

http://br.php.net/manual/ref.strings.html

while ($contador > 0) { $contador = $contador - 2; }

  • (^) for , para execução de um loop determinada quantidade de vezes:

for ($i==0; $i<100; $i++) { echo "$i\n"; }

2.8 - Tratando formulários

Vamos fazer, passo-a-passo, um script para receber os dados de um formulário, consistir as informações e enviar o resultado por e-mail. Este formulário possui campos para digitação do nome, e-mail e telefone. Todos os campos são obrigatórios e a consistência do campo e- mail deve ser feita apenas verificando a existência do caractere @, para facilitar as coisas. Já o campo telefone deve ter sete ou oito caracteres. Tendo este cenário, mãos a obra!

  1. or (strlen($telefone) < 7)) { $erro .= "O número do telefone deve ter sete ou oito caracteres\n"; }

if strpos ($email, "@") = 0 { $erro .= "O e-mail digitado não é válido\n" }

Esta primeira parte faz a consistência dos dados e altera o valor da variável $erro, caso alguma das condições não seja satisfeita. Para prosseguir, devemos verificar a ocorrência de erros e então enviar o e- mail se erros não tiverem ocorrido ou enviar uma tela de resposta informando qual o erro aconteceu. Como o valor de $erro antes da verificação dos campos é "", basta testar se a variável ainda tem este valor para saber se aconteceu ou não um erro. Vamos continuar:

echo("Envie o formulário abaixo\n"); # Cabeçalho de resposta.

if ($erro == "") { // Não houve nenhum erro no preenchimento mail("[email protected]", "Dados do Formulário"," Nome: $nome\n E-mail: $email\n Telefone: $telefone\n","From: $email\nDate: $date\n" );

echo("Obrigado por enviar este formulário!\n"); } else echo("Não foi possível enviar o formulário!
Verifique as mensagens abaixo

$erro \n"); } echo("\n");

Pronto!

A novidades neste script é:

  • e-mail. Sua sintaxe é a seguinte: mail(Destinatário, Assunto, Mensagem, Informações_Adicionais);

Depois do script que envia e-mail, vamos fazer um outro que guarde as informações de um formulário HTML em um banco de dados.

2.9 – Funções

As funções no PHP não diferem muito das outras linguagens. Algumas características das funções:

  • Devem ser declaradas antes de serem usadas.
  • Podem receber parâmetros por valor ou por referência.
  • Podem ter quantidade variável de parâmetros (Apenas a partir da versão 4).
  • Os parâmetros podem ser declarados com um valor default.
  • Uma vez definida, uma função não poderá ser "redefinida".