

Estude fácil! Tem muito documento disponível na Docsity
Ganhe pontos ajudando outros esrudantes ou compre um plano Premium
Prepare-se para as provas
Estude fácil! Tem muito documento disponível na Docsity
Prepare-se para as provas com trabalhos de outros alunos como você, aqui na Docsity
Encontra documentos específicos para os exames da tua universidade
Prepare-se com as videoaulas e exercícios resolvidos criados a partir da grade da sua Universidade
Responda perguntas de provas passadas e avalie sua preparação.
Ganhe pontos para baixar
Ganhe pontos ajudando outros esrudantes ou compre um plano Premium
Informações sobre três espécies de nematóides que causam danos significativos à cultura do algodão: pratylenchus brachyurus, meloidogyne incógnita e rotylenchulus reniformis. Para cada espécie, é detalhado seu ciclo de vida e os danos causados à planta. O texto também discute os sintomas observáveis e as estratégias de controle.
Tipologia: Esquemas
1 / 3
Esta página não é visível na pré-visualização
Não perca as partes importantes!


Nematoides do algodão Relacionando as colunas: I. 3 II. 1 III. 2 Meloidogyne incógnita: ciclo de vida O ciclo desse se divide em três estádios, ovo, jovens e adultos ocorre em cerca de 28 dias à proximamente. As fêmeas realizam a ovoposição em aglomerados nas raízes da cultura, onde passam por quatro estágios até se tornarem adultos. Quando encontram as raízes, ocorre o rompimento das mesmas que favorece à nutrição do nematoide, alterando o tamanho da raiz, formando células anormais – as galhas. Estes ainda vão passar por mais dois estádios de transformação até se tornarem adultos. As alterações no sistema radicular da planta é um mecanismo de defesa contra o nematoide, visível aos olhos. Danos à cultura: Segundo Silva, D., et al – 2016, o nematoide galha induz a formação de sitio de alimentação na região do estelo causando as modificações radiculares, aumentando a divisão e multiplicação celular no córtex da raiz próximo do sitio de alimentação, originando as “galhas”. Esse tipo de parasitismo inibe ou bloqueia a translocação de agua e outros nutrientes, resultando em menor desenvolvimento radicular da planta. Sintomas: as plantas infectadas aparecem murchas nas horas mais quentes do dia, declínio, queda de folhas e até deficiência mineral. Nas raízes, se desvitalizam e param de crescer, as galhas formadas e rachaduras são bem visíveis. Nas lavouras no geral apresentam manchas ovais, as chamadas “reboleiras” e uma desuniformidade de modo geral do desenvolvimento das plantas, e suas folhas tornan-se carijó, tudo no aspecto visível da cultura. Pratylenchus brachyurus: CICLO DE VIDA São endoparsitas migratórios, se movem dentro das raízes e entre as raízes e o solo. A reprodução acontece por meio de partenogênese, a ovoposição pode ocorrer no solo ou diretamente nas raízes do hospedeiro. Umidade, temperatura, granulometria do solo, teores de matéria orgânica e composição da população de microorganismos são fatores que influenciam na população dos nematoides. Danos à cultura: Por serem migradores, esse causa lesões radiculares destruindo os tecidos das raízes, ocasionando rompimento superficial e a destruição da parte mais interna, deixando a cultura mais vulnerável a outras infecções, podendo atrair fungos e bactérias como por exemplo a Murcha por Fusarium. Rotylenchulus reniformis. Segundo Linford & Oliveira, 1940 é considerado um dos principais problemas fitossanitários da cultura do algodoeiro. Perdas na produção de fibras de algodão têm sido frequentemente associadas ao nematoide, em áreas onde a cotonicultura é praticada em monocultivo (ASMUS et al., 2003). Devido ao alto grau de polifagia e à ausência de cultivares comerciais de algodoeiro resistentes (ROBINSON, 2002; ROBINSON et al., 1997), o manejo do nematoide reniforme é bastante dificultado. Ciclo : Duração de 2,5 a 4 semanas dependendo da temperatura do hospedeiro. O juvenil de segundo estádio (J2) eclode do ovo e passa por três ecdises sucessivas no solo sem se alimentar, dando origem a um adulto macho ou a uma fêmea imatura. A fêmea imatura vai em busca da raiz da planta hospedeira e quando encontra penetra do corpo começando o parasitismo. O corpo torna-se reniforme com a alimentação e ele vira um semi- endoparasita sedentário. Sintomas: Plantas com nanismo e folhas com clorose. Raízes pouco
desenvolvidas e número reduzido de raízes secundárias. Geralmente, não apresentam sintomas claros, sendo possível observar as fêmeas com clareza apenas em laboratório. Controle: o manejo integrado, uso de variedades tolerantes, rotação de culturas. Referências: Nemaplex (2013) Rotylenchulus reniformis. Disponível em: . Acessado em: 11 abril