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Nematóides do Algodão: Ciclo de Vida e Danos Causados por Pratylenchus, Meloidogyne e Roty, Esquemas de Zoologia

Informações sobre três espécies de nematóides que causam danos significativos à cultura do algodão: pratylenchus brachyurus, meloidogyne incógnita e rotylenchulus reniformis. Para cada espécie, é detalhado seu ciclo de vida e os danos causados à planta. O texto também discute os sintomas observáveis e as estratégias de controle.

Tipologia: Esquemas

2021

Compartilhado em 14/04/2021

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Nematoides do algodão
Relacionando as colunas:
I. 3
II. 1
III. 2
Meloidogyne incógnita: ciclo de vida
O ciclo desse se divide em três estádios, ovo, jovens e adultos ocorre em cerca de 28 dias à
proximamente. As fêmeas realizam a ovoposição em aglomerados nas raízes da cultura, onde
passam por quatro estágios até se tornarem adultos. Quando encontram as raízes, ocorre o
rompimento das mesmas que favorece à nutrição do nematoide, alterando o tamanho da raiz,
formando células anormais as galhas. Estes ainda vão passar por mais dois estádios de
transformação até se tornarem adultos. As alterações no sistema radicular da planta é um
mecanismo de defesa contra o nematoide, visível aos olhos. Danos à cultura: Segundo Silva,
D., et al – 2016, o nematoide galha induz a formação de sitio de alimentação na região do estelo
causando as modificações radiculares, aumentando a divisão e multiplicação celular no córtex
da raiz próximo do sitio de alimentação, originando as “galhas”. Esse tipo de parasitismo inibe
ou bloqueia a translocação de agua e outros nutrientes, resultando em menor desenvolvimento
radicular da planta. Sintomas: as plantas infectadas aparecem murchas nas horas mais quentes
do dia, declínio, queda de folhas e até deficiência mineral. Nas raízes, se desvitalizam e param
de crescer, as galhas formadas e rachaduras são bem visíveis. Nas lavouras no geral apresentam
manchas ovais, as chamadas “reboleiras” e uma desuniformidade de modo geral do
desenvolvimento das plantas, e suas folhas tornan-se carijó, tudo no aspecto visível da cultura.
Pratylenchus brachyurus: CICLO DE VIDA
São endoparsitas migratórios, se movem dentro das raízes e entre as raízes e o solo. A
reprodução acontece por meio de partenogênese, a ovoposição pode ocorrer no solo ou
diretamente nas raízes do hospedeiro. Umidade, temperatura, granulometria do solo, teores de
matéria orgânica e composição da população de microorganismos são fatores que influenciam
na população dos nematoides. Danos à cultura: Por serem migradores, esse causa lesões
radiculares destruindo os tecidos das raízes, ocasionando rompimento superficial e a destruição
da parte mais interna, deixando a cultura mais vulnerável a outras infecções, podendo atrair
fungos e bactérias como por exemplo a Murcha por Fusarium.
Rotylenchulus reniformis.
Segundo Linford & Oliveira, 1940 é considerado um dos principais problemas fitossanitários da
cultura do algodoeiro. Perdas na produção de fibras de algodão têm sido frequentemente
associadas ao nematoide, em áreas onde a cotonicultura é praticada em monocultivo (ASMUS
et al., 2003). Devido ao alto grau de polifagia e à ausência de cultivares comerciais de
algodoeiro resistentes (ROBINSON, 2002; ROBINSON et al., 1997), o manejo do nematoide
reniforme é bastante dificultado. Ciclo: Duração de 2,5 a 4 semanas dependendo da temperatura
do hospedeiro. O juvenil de segundo estádio (J2) eclode do ovo e passa por três ecdises
sucessivas no solo sem se alimentar, dando origem a um adulto macho ou a uma fêmea imatura.
A fêmea imatura vai em busca da raiz da planta hospedeira e quando encontra penetra do corpo
começando o parasitismo. O corpo torna-se reniforme com a alimentação e ele vira um semi-
endoparasita sedentário. Sintomas: Plantas com nanismo e folhas com clorose. Raízes pouco
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Nematoides do algodão Relacionando as colunas: I. 3 II. 1 III. 2 Meloidogyne incógnita: ciclo de vida O ciclo desse se divide em três estádios, ovo, jovens e adultos ocorre em cerca de 28 dias à proximamente. As fêmeas realizam a ovoposição em aglomerados nas raízes da cultura, onde passam por quatro estágios até se tornarem adultos. Quando encontram as raízes, ocorre o rompimento das mesmas que favorece à nutrição do nematoide, alterando o tamanho da raiz, formando células anormais – as galhas. Estes ainda vão passar por mais dois estádios de transformação até se tornarem adultos. As alterações no sistema radicular da planta é um mecanismo de defesa contra o nematoide, visível aos olhos. Danos à cultura: Segundo Silva, D., et al – 2016, o nematoide galha induz a formação de sitio de alimentação na região do estelo causando as modificações radiculares, aumentando a divisão e multiplicação celular no córtex da raiz próximo do sitio de alimentação, originando as “galhas”. Esse tipo de parasitismo inibe ou bloqueia a translocação de agua e outros nutrientes, resultando em menor desenvolvimento radicular da planta. Sintomas: as plantas infectadas aparecem murchas nas horas mais quentes do dia, declínio, queda de folhas e até deficiência mineral. Nas raízes, se desvitalizam e param de crescer, as galhas formadas e rachaduras são bem visíveis. Nas lavouras no geral apresentam manchas ovais, as chamadas “reboleiras” e uma desuniformidade de modo geral do desenvolvimento das plantas, e suas folhas tornan-se carijó, tudo no aspecto visível da cultura. Pratylenchus brachyurus: CICLO DE VIDA São endoparsitas migratórios, se movem dentro das raízes e entre as raízes e o solo. A reprodução acontece por meio de partenogênese, a ovoposição pode ocorrer no solo ou diretamente nas raízes do hospedeiro. Umidade, temperatura, granulometria do solo, teores de matéria orgânica e composição da população de microorganismos são fatores que influenciam na população dos nematoides. Danos à cultura: Por serem migradores, esse causa lesões radiculares destruindo os tecidos das raízes, ocasionando rompimento superficial e a destruição da parte mais interna, deixando a cultura mais vulnerável a outras infecções, podendo atrair fungos e bactérias como por exemplo a Murcha por Fusarium. Rotylenchulus reniformis. Segundo Linford & Oliveira, 1940 é considerado um dos principais problemas fitossanitários da cultura do algodoeiro. Perdas na produção de fibras de algodão têm sido frequentemente associadas ao nematoide, em áreas onde a cotonicultura é praticada em monocultivo (ASMUS et al., 2003). Devido ao alto grau de polifagia e à ausência de cultivares comerciais de algodoeiro resistentes (ROBINSON, 2002; ROBINSON et al., 1997), o manejo do nematoide reniforme é bastante dificultado. Ciclo : Duração de 2,5 a 4 semanas dependendo da temperatura do hospedeiro. O juvenil de segundo estádio (J2) eclode do ovo e passa por três ecdises sucessivas no solo sem se alimentar, dando origem a um adulto macho ou a uma fêmea imatura. A fêmea imatura vai em busca da raiz da planta hospedeira e quando encontra penetra do corpo começando o parasitismo. O corpo torna-se reniforme com a alimentação e ele vira um semi- endoparasita sedentário. Sintomas: Plantas com nanismo e folhas com clorose. Raízes pouco

desenvolvidas e número reduzido de raízes secundárias. Geralmente, não apresentam sintomas claros, sendo possível observar as fêmeas com clareza apenas em laboratório. Controle: o manejo integrado, uso de variedades tolerantes, rotação de culturas. Referências: Nemaplex (2013) Rotylenchulus reniformis. Disponível em: . Acessado em: 11 abril

  1. Nematologia.com.br (2008) Rotylenchulus reniformis. Disponível em: . Acessado em: 11 abril 2014. Plantwise (xxxx) Nematóide reniforme (Rotylenchulus reniformis). Disponível em:. Acessado: 25 agosto de 2014.