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Introdução Básica a Linux Desktop por Josué da Silva Soares, Notas de estudo de Informática

Notas básicas sobre o projeto gnu, o sistema operacional linux, instalação e uso básico do linux, linux modo gráfico e elementos básicos do gerenciador de arquivos nautilus.

Tipologia: Notas de estudo

2013

Compartilhado em 26/08/2013

Alfredo_88
Alfredo_88 🇧🇷

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NOÇÕES BÁSICAS DE LINUX DESKTOP
(MODOS GRÁFICO E TEXTO)
Josué da Silva Soares
Setembro/2005
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NOÇÕES BÁSICAS DE LINUX DESKTOP

(MODOS GRÁFICO E TEXTO)

Josué da Silva Soares Setembro/

Índice

  • Introdução
  • Software Livre
  • O Projeto GNU
  • O GNU/Linux
  • Distribuições Linux
  • Linux – Procedimento de Instalação
  • Interfaces Gráficas
    • Exemplos de Interfaces Gráficas
  • Linux Modo Gráfico
    • Login
    • Visão Geral do Gnome
    • Paineis
    • Criando Paineis
    • Removendo Paineis
    • Escondendo Paineis
    • Adicionando Objetos ao Painel
    • Menus
    • Gerenciador de Arquivos Nautilus
    • Arquivos Compactados
    • Mídias Removíveis
      • Formatação de Disquetes
      • Compartilhamento de Sessão
      • Configuração
  • Linux Modo Texto - Gerenciamento de Arquivos e Diretórios - Listagem de Arquivos - Criação e Remoção de Diretórios - Cópia de Arquivos e Diretórios - Movimentação e Renomeação de Arquivos e Diretórios - Criação e Remoção de Arquivos - Comandos de Uso Geral - Estrutura de Diretórios - Permissões - Trocando Permissões - Alterando o Dono e Grupo - Administração de Usuários e Grupos - Criação e Remoção de Usuários - Senhas dos Usuários - Criação e Remoção de Grupos - Insersão e Remoção de Usuários em Grupos - Editor de Textos vi
  • Referências e Licenciamento

SOFTWARE LIVRE

Um software livre é parecido com qualquer outro programa de computador, ou seja, um conjunto de instruções escrito em uma linguagem de programação (C, C++, Java, Pascal, etc) para que o computador torne-se útil, informando a ele como deve ser executada uma determinada tarefa, tail como: a edição de textos, a compactação de arquivos, a leitura de mensagens eletrônicas (e- mails), o controle de hardware, etc. A diferença básica entre software livre e um software não-livre, é que o conjunto de instruções, isto é o código-fonte de um software livre sempre está disponível para entre outras coisas o estudo e a cópia. Estes direitos são concedidos pelo autor e repassados a diante. Uma outra característica marcante do software livre é que o mesmo pode ser conseguido sem que necessariamente tenha que se pagar por ele. A liberdade de uso de um software é portanto fator determinante para enquadrá-lo em uma das formas de licenciamento que se tem conhecimento, onde as mais conhecidas são:

  • Comercial : é todo programa desenvolvido geralmente por uma empresa com o intuito de gerar lucros à empresa e seus associados através da venda do software. Neste tipo de licenciamento, o código-fonte do programa não é liberado para o comprador, portanto ninguém pode modificá-lo. A cópia deste tipo de software é terminantemente proibida. Exemplos: Photoshop, Microsoft Office.
  • Shareware : refere-se ao software disponibilizado ao usuário para que o mesmo possa experimentá-lo por algum tempo, expirado o prazo de demonstração o interessado deve pagar pelo programa para que possa continuar usando. Semelhantemente ao software comercial, a cópia não é permitida. Exemplos: WinZip.
  • Freeware : programas do tipo freeware são aqueles que podem ser utilizados sem que seja preciso comprá-lo e/ou registrá-lo, a cópia é permitida porém o código-fonte não é aberto e sua utilização na maioria dos casos é restrita. Exemplos: Internet Explorer, AVG Personal Edition.
  • Software Livre : é o programa onde há liberdade de uso e cópia, e cujo código-fonte é liberado para modificações. Pagar ou não pelo software livre é opcional. Exemplos: OpenOffice.org, GNU/Linux. O termo livre da nomenclatura software livre não tem nada haver com preço, isto é comumente confundido pois o termo original em inglês é Free Software. Free neste contexto diz respeito a liberdade , não de graça. Liberdade para que todo usuário possa:
  1. Executar o programa para qualquer propósito;
  2. Estudar o programa tendo acesso ao código-fonte;
  3. Fazer alterações no código-fonte do programa;
  4. Redistribuir o programa para quem interessar.

O PROJETO GNU

No princípio da informática, como se conhece hoje, os programas de computador não eram comercializados, os programadores tinham por hábito compartilhar os seus código-fontes. Porém com a popularização do uso de microcomputadores surgiram as indústrias de softwares, que adotaram como modelo de negócio a não divulgação do código de seus programas. Obrigando os usuários a além de comprarem o hardware, gastarem com a aquisição do direito de uso dos programas. Isto permaneceu assim até que na década de 80 um daqueles programadores acostumados a dividir o código-fonte de seus programas, decidiu criar o movimento do Software Livre com a fundação do Projeto GNU. Este projeto teve como objetivo inicial criar um sistema operacional totalmente livre, onde as pessoas teriam a liberdade de usá-lo como bem entendessem, distribuí- lo como e para quem quizessem, modifícá-lo se acharem necessário e até vendê-lo. A única coisa que não poderiam fazer era fechar o programa para que outros não tivessem acesso ao seu código-fonte. O Projeto GNU consolidou os ideiais de liberdade dando origem a licença GNU GPL (GNU General Public Licence). A GPL além de garantir liberdades impõe obrigações a qualquer pessoa que efetue mudanças no programa, que são:

  • O programa derivado deve ser distribuído junto com o código-fonte;
  • Deve existir um aviso, em destaque, em cada arquivo modificado, de que os dados originais foram alterados;
  • Deve existir um aviso de que o trabalho distribuído deriva total ou parcialmente do programa original;
  • O(s) autor(es) do programa devem ser citados; Desta maneira todo o software licenciado pela GPL é livre, e portanto pode ser utilizado sem restrições. Assim o software permanece livre para sempre, pois o software livre não tem um dono, ele possui um ou vários autores, e nem esses autores podem limitar as liberdades concedidas pela GPL. Existem outras licenças de Software Livre tais como o BSD Copyright. Cada licença tem caracteristicas próprias sendo umas mais ou menos restritivas que as outras, permitindo dentre outras coisas, que parte de um software livre possa ser usado em um software comercial. Independente de qual licença o software esteja licenciado, o importante é lembrar que enquanto as quatro liberdades fundamentais existirem o software sempre será considerado um software livre.

DISTRIBUIÇÕES LINUX

Como o código-fonte do Linux está liberado qualquer um pode modificar o sistema como desejar, fazendo assim uma espécie de personalização do programa, tornando o sistema mais adequado as suas necessidades e preferências. É desta forma que surgiram as distribuições. Empresas e comunidades escrevem ou unem uma série de pacotes de softwares com o kernel, dando origem a uma distribuição que possue as implementações do grupo que a montou. Com isto há diversas distros para os mais diversos propósitos com características próprias de funcionamento de acordo com os objetivos do grupo. Algumas distribuições: Criada por Patrick Volkerding. É a mais antiga das distribuições. Um dos objetivos desta distro é manter-se o mais parecido com o UNIX, o que a faz ser um dos linux's mais estáveis, uma vez que a maioria dos programas são instalados a partir do código-fonte. Atualmente é a distribuição com o maior número de programas disponíveis, mais de 15.000. É a única com suporte a mais de 10 tipos de arquiteturas de microcromputadores. No Brasil há uma distribuição Debian personalizada, o Debian-BR-CDD, voltada para usuários domésticos. Hoje conhecida como Red Hat Enterprise Linux , é uma distibuição comercial voltada para servidores de grandes empresas, mas há ainda uma versão disponível gratuitamente que é a distro batizada de Fedora Core. Distribuição originária da fusão de outras duas, a brasileira Conectiva Linux e a francesa Mandrake Linux. Caracteriza-se pelas facilidades oferecidas tanto de instalação quanto de administração de programas e suporte a diversos hardware. Como a quantidade de distribuições é muito grande as dúvidas quanto a escolha desta ou daquela distro também são. Uma alternativa interessante para verificar qual a distro mais adequada, é utilizar versões que rodem diretamente do CD-ROM, isto é, distros LIVE-CD. Uma bastante popular é o Kurumin. É uma distro brasileira destinada a usuários domésticos, bastante pequena (200Mb), rápida e extremamente fácil, que contém os programas mais utilizados por um usuário comum, tais como um leitor de e-mails, visualizador de imagens, tocador de CD, etc. O que determina a escolha por uma distribuição obviamente é a necessidade do usuário, pois como mencionado as distros tem objetivos definidos, ou seja, há distros mais indicadas para serem usadas em um servidor, outras em estações de trabalho, outras como servidor firewall, e assim por diante.

LINUX – PROCEDIMENTOS DE INSTALAÇÃO

Os procedimentos para instalação de qualquer distribuição Linux variam, isto porque a instalação pode basicamente ser realizada:

  • Em modo gráfico, isto é com a ajuda de uma interface gráfica agradável e bastante interativa;
  • Em modo texto, normalmente utilizada por usuários mais experientes e em máquinas antigas, cujas placas de vídeo em geral não são muito boas e às vezes não são nem mesmo detectadas pelo Linux no momento da instalação. Em ambos os modos, a maioria das distribuições ainda permite que o Linux seja instalado através de:
  • cd-rom;
  • disquete;
  • via rede, usando um servidor (nfs, ftp, http) Independente do modo como o Linux é instalado em geral é possível selecionar:
  • o idioma que será usado durante a instalação;
  • as configurações de hardware (teclado, mouse, vídeo, etc...);
  • o perfil de instalação (computador pessoal, estação de trabalho, servidor de rede, etc...)
  • os pacotes (conjunto de programas) a serem instalados; Um diferencial que normalmente observa-se no Linux com relação a outros sistemas operacionais, é que como o mesmo oferece a possibilidade de selecionar um perfil, de acordo com o escolhido, uma série de outros programas são instalados, sendo necessário instalar pouquíssimos programas extras posteriormente. Qualquer que seja o método de instalação ou qual perfil escolhido o ítem que requer mais atenção é quanto ao particionamento do disco. Em casos onde o Linux é o único sistema operacional da máquina, pode-se optar pelo particionamento automático. Em situações onde já há um sistema instalado, a escolha do particionamento automático em geral destrói o sistema residente, sendo assim o melhor é escolher o particionamento manual. Quando já existe um sistema operacional na máquina, é necessário observar se há espaço livre no disco para que o Linux seja instalado. Este espaço livre deve ser uma partição separada daquela que o primeiro sistema esteja ocupando. Caso não haja é recomendável fazer o redimensionamento da partição existente através de um software específico para esta operação, a fim de deixar espaço para que uma nova partição seja criada, para posterior instalação do Linux

INTERFACES GRÁFICAS

Todo programa que permite ao usuário visualizar elementos como: botões, menus, janelas, etc, pode ser denominado Interface Gráfica ou gerenciador de janelas. Este tipo de programa é responsável por controlar a apresentação das janelas, isto é, as cores, formas e funcionalidades. Todas as vezes que um usuário solicita a execução de um programa gráfico, ele é desenhado por um programa servidor de janelas, também conhecido como Servidor X. Ele contém todas as especificações de como as mesmas serão criadas e manipuladas. O servidor X possui ainda ferramentas que possibilitam a configuração dos principais elementos de hardware relativos a apresentação gráfica dos programas tais como: configurações da placa de vídeo, as configurações do monitor de vídeo (cores, resolução, frequência) e do mouse. Sendo assim tem-se que enquanto o servidor X possibilita o uso dos elementos de hardware do micromputador, o gerenciador de janelas é quem permite ao usuário configurar itens como o papel de parede, a apresentação das janelas, a criação de ícones, etc. Para que a execução dos programas no Linux ficasse mais interativa e confortável, surgiram diversas interfaces gráficas que se diferenciam basicamente pela:

  • beleza;
  • recursos;
  • facilidade de uso (interatividade);
  • performance. Isto porque a quantidade de usuários que utilizam o Linux é muito maior do que se pensa, e portanto as exigências de cada um são muito distintas. Há quem possua um microcomputador com pouca memória, onde o importante para este usuário é que a interface gráfica consuma o mínimo dos recursos computacionais disponíveis. Por outro lado pode existir usuários que acham que a facilidade para poder modificar um papel de parede, ou a resolução do vídeo, ou adicionar uma impressora é mais importante, assim sendo escolherão uma interface mais sofisticada, dotada de muitos efeitos e coisas do gênero. Praticamente todas as distribuições de Linux adotam uma interface gráfica como padrão, porém todas permitem que o usuário instale e use a interface gráfica de sua preferência. O sistema pode até conter mais de uma interface, que podem até mesmo serem executadas simultaneamente pelo mesmo usuário, ou por usuários diferentes, bastando apenas que cada uma delas seja executada em uma saída diferente (display) do servidor X.

Exemplos de Interfaces Gráficas:

KDE – K Desktop Enviroment : é a interface gráfica com maior número de recursos gráficos, combinando facilidade de uso e as funcionalidades avançadas que existem no Linux. Ela vem acompanhada de várias aplicações, inclusive uma suíte de ferramentas para escritório própria, o Koffice. GNOME – GNU Network Object Model Enviroment : interface oficial do projeto GNU, é desenvolvida com suporte para diversos idiomas. De fácil uso e com grande número de aplicações que são usadas no dia-dia como: o processador de textos Abiword , a planilha eletrônica Gnumeric , etc. XFCE : ambiente gráfico desenvolvido para consumir pouca memória, e prover recursos mais utilizados. De rápido carregamento, aparência agradável e facilidade de uso mediana. Possui diversos componentes que podem ser instalados separadamente para que a interface seja personalizada conforme o gosto ou necessidade do usuário. KDE - Menu Principal Existem diversas outras interfaces gráficas que atendem aos mais variados gostos. Porém é relevante ressaltar que quanto mais recursos uma interface tiver, maior será a necessídade de um microcomputador potente. Esta observação é muito importante pois é comum ouvir equívocos do tipo “linux é muito lento”, quando na verdade a interface gráfica que foi escolhida não é a mais adequada para o hardware que está sendo usado.

Criando Paineis Para criar um novo painel clica-se com o botão direito do mouse em uma área vazia dentro de um painel existe, e seleciona-se a opção Adicionar ao Painel... , conforme ilustração abaixo. Um novo painel do lado direito é criado sem nenhum componente. Removendo Paineis A remoção de um painel é tão simples quanto a sua criação, basta clicar com o botão direito do mouse em uma área vazia do painel que deseja ser excluído e selecionar a opção Excluir Este Painel... Escondendo Paineis Para esconder um painel, clica-se com o botão direito do mouse em uma área vazia do painel e escolhe-se a opção Propriedades.

A opção Auto-esconder possibilita a ocultação do painel automaticamente. A ocultação manual também é possível desde que seja escolhida apenas a opção Mostrar botões para esconder. Além de poder selecionar o modo de ocultação do painel, selecionando-se a opção de Propriedades podem ser feitas mudanças na orientação do painel, ou seja, onde o mesmo ficará posicionado no vídeo; o tamanho dos ícones que foram adicionados ao painel; e na aba Fundo a cor ou imagem de estampa do painel. Adicionando Objetos ao Painel Os paineis suportam vários tipos de objetos. Alguns destes objetos vêm nos paineis que são postos por padrão pelo Gnome. Os tipos mais comuns de objetos são:

  • Applets : são pequenos programas interativos que ficam residentes no painel, por exemplo um controlador de volumes. Cada applet tem uma interface simples que pode ser operada através do mouse ou até mesmo do teclado.
  • Lançadores : um lançador pode iniciar uma aplicação, executar um comando do sistema, ou abrir um arquivo. Lançadores são encontrados também nos menus e na área de trabalho. Os lançadores que são colocados por padrão na área de trabalho podem ser vistos na figura a seguir.
  • Botões de Ação: um botão de ação providencia um acesso rápido a uma ação comum como por exemplo a captura da tela. Os botões de ação que podem ser adicionados a um painel são: - Fechar Forçado : fecha uma aplicação que pode estar travada; - Travar Tela : bloqueia o uso da sessão; - Linha de Comando : usado para executar um comando como se estivesse usando o sistema no modo texto; - Captura de Tela : tira uma “foto” de todo o conteúdo da área de trabalho da forma como ela está sendo visualizada; - Pesquisa : botão utilizado para fazer a procura de arquivos; - Mostrar Área de Trabalho : minimiza todas as janelas e exibe a área de trabalho.
  • Gavetas: gavetas são uma extensão deslizante dos painéis onde podem ser inseridos vários objetos, da mesma forma como seriam inseridos nos painéis. Menus : O Gnome vem com três menus padrões através dos quais tem-se o acesso aos principais aplicativos do sistema, são eles:
  • 1º Menu - Aplicações : contém submenus com lançadores divididos por categorias:

1º Menu 2º Menu 3º Menu

Gerenciador de Arquivos NAUTILUS

O gerenciador de arquivos Nautilus providencia todas as ferramentas necessárias para realizar as principais tarefas quanto a manipulação de arquivos e diretórios do sistema, tais como: criação, remoção e renomeação. Além disso o Nautilus pode fazer chamadas a aplicações para os mais varidos propósitos como:

  • compactar arquivos;
  • visualizar imagens;
  • escutar CD de aúdio;
  • ver filmes;
  • etc... Uma das formas de acesso ao Nautilus é através do menu Aplicações > Ferramentas do Sistema > Navegador de Arquivos.

Os elementos básicos do Nautilus são:

  • Barra de Menus - contém os menus com as opções para manipulação de arquivos, navegação entre diretórios e a configuração do gerenciador de arquivos;
  • Barra de Ferramentas - contém botões que agilizam a navegação entre os diretórios;
  • Barra de Localização - possue os seguintes componentes:
    • campo de localização – usado para inserir a localização específica de um arquivo;
    • botões de tamanho – permitem trocar o tamanho como são mostrados o emblema e o nome de cada arquivo e diretório;
    • botão de visualização – altera a forma como são exibidos os arquivos e diretórios, em forma de ícones ou forma de lista.
  • Painel Lateral – de acordo com opção selecionada sua utilização é alterada da seguinte maneira: - Informação – mostra um ícone que representa o diretório que está sendo acessado com detalhes sobre a quantidade de arquivos armazenados, a data e hora das últimas modificações; - Árvore - exibe uma representação hierárquica do sistema de arquivos e pode ser usado para navegar entre os diretórios; - Histórico – contém uma lista dos últimos acessos feitos pelo usuário; - Notas – permite que sejam inseridas anotações sobre o diretório acessado; - Emblemas – são usados como marcas para identificar visualmente um arquivo, por exemplo o ícone com um sinal de exclamação é usado para identificar arquivos importantes. - Painel de Visão – local onde são mostrados os arquivos.

Outra maneira de fazer o empacotamento é abrindo diretamente o programa de gerenciamento de arquivos compactados, o Fille Roller através do menu Aplicações > Ferramentas do Sistema > Gerenciador de Pacotes (Arquivos Compactados). Neste caso o empacotamento de arquivos é feito da seguinte maneira:

  1. clica-se no botão Novo;
  2. dá-se um nome para o arquivo (exemplo: teste);
  3. opcionalmente podem ser selecionados: o local onde o arquivo será criado, e o tipo de extensão do empacotamento (tar, tar.bz2, tar.gz, zip, etc) O Fille Roler ainda tem outras funcionalidades importantes que permitem a:
  • adição de arquivos em um arquivo já empacotado;
  • visualização e abertura dos arquivos que foram empacotados. A descompactação pode ser realizada diretamente a partir do Fille Roler, ou ainda clicando-se com o botão direito do mouse sobre o arquivo compactado e escolher a opção Extrair Aqui. Mídias Removíveis Para utilizar mídias removíveis (cd’s e disquetes) é necessário montá-las antes de usar. O processo de montagem de cd’s é automático bastando apenas inserí-los na unidade de CD- ROM. Ao ser inserido um cd, o sistema o detecta monta-o no diretório /media/cdrom e cria um

novo atalho na área de trabalho. Após a montagem a navegação no cd pode ser feita clicando-se no atalho ou através do Nautilus acessando o diretório /media/cdrom. O uso de disquetes é um pouco diferente. Após inserir o disquete na unidade a montagem pode ser feita clicando-se no ícone Computador e em seguida no ícone Unidades de Disquetes. Com isto o disquete será montando no diretório /media/floppy e criado um novo atalho na área de trabalho. Daí em diante o acesso ao conteúdo do disquete é semelhante ao do cd-rom. Quanto ao disquete é importante lembrar que antes de trocá-lo, sempre será necessário desmontá-lo. Do contrário tudo aquilo que foi copiado para o disquete não será gravado no mesmo, e o conteúdo de um novo disquete inserido não será lido corretamente. A fim de agilizar e facilitar o acesso as mídias, pode-se adicionar um lançador que executa a montagem e desmontagem das mídias. Para adicioná-lo clica-se com o botão direito do mouse em uma área vazia de algum painel, seleciona-se a opção Adicionar ao Painel e escolhe-se o lançador Montagem de Volumes. A partir deste instante é possível montar, por exemplo, um disquete clicando no lançador de disquete e selecionando a opção Montar Unidades de Disquetes. Formatação de Disquetes A formatação de disquetes consiste em se preparar a mídia para ser utilizada em um sistema de arquivos em particular. Um sistema de arquivos bastante popular é o FAT que é usado em ambientes DOS/Windows. Um outro sistema de arquivos é o EXT2 usado no Linux.