

























Estude fácil! Tem muito documento disponível na Docsity
Ganhe pontos ajudando outros esrudantes ou compre um plano Premium
Prepare-se para as provas
Estude fácil! Tem muito documento disponível na Docsity
Prepare-se para as provas com trabalhos de outros alunos como você, aqui na Docsity
Encontra documentos específicos para os exames da tua universidade
Prepare-se com as videoaulas e exercícios resolvidos criados a partir da grade da sua Universidade
Responda perguntas de provas passadas e avalie sua preparação.
Ganhe pontos para baixar
Ganhe pontos ajudando outros esrudantes ou compre um plano Premium
Notas básicas sobre o projeto gnu, o sistema operacional linux, instalação e uso básico do linux, linux modo gráfico e elementos básicos do gerenciador de arquivos nautilus.
Tipologia: Notas de estudo
1 / 33
Esta página não é visível na pré-visualização
Não perca as partes importantes!


























Josué da Silva Soares Setembro/
Um software livre é parecido com qualquer outro programa de computador, ou seja, um conjunto de instruções escrito em uma linguagem de programação (C, C++, Java, Pascal, etc) para que o computador torne-se útil, informando a ele como deve ser executada uma determinada tarefa, tail como: a edição de textos, a compactação de arquivos, a leitura de mensagens eletrônicas (e- mails), o controle de hardware, etc. A diferença básica entre software livre e um software não-livre, é que o conjunto de instruções, isto é o código-fonte de um software livre sempre está disponível para entre outras coisas o estudo e a cópia. Estes direitos são concedidos pelo autor e repassados a diante. Uma outra característica marcante do software livre é que o mesmo pode ser conseguido sem que necessariamente tenha que se pagar por ele. A liberdade de uso de um software é portanto fator determinante para enquadrá-lo em uma das formas de licenciamento que se tem conhecimento, onde as mais conhecidas são:
No princípio da informática, como se conhece hoje, os programas de computador não eram comercializados, os programadores tinham por hábito compartilhar os seus código-fontes. Porém com a popularização do uso de microcomputadores surgiram as indústrias de softwares, que adotaram como modelo de negócio a não divulgação do código de seus programas. Obrigando os usuários a além de comprarem o hardware, gastarem com a aquisição do direito de uso dos programas. Isto permaneceu assim até que na década de 80 um daqueles programadores acostumados a dividir o código-fonte de seus programas, decidiu criar o movimento do Software Livre com a fundação do Projeto GNU. Este projeto teve como objetivo inicial criar um sistema operacional totalmente livre, onde as pessoas teriam a liberdade de usá-lo como bem entendessem, distribuí- lo como e para quem quizessem, modifícá-lo se acharem necessário e até vendê-lo. A única coisa que não poderiam fazer era fechar o programa para que outros não tivessem acesso ao seu código-fonte. O Projeto GNU consolidou os ideiais de liberdade dando origem a licença GNU GPL (GNU General Public Licence). A GPL além de garantir liberdades impõe obrigações a qualquer pessoa que efetue mudanças no programa, que são:
Como o código-fonte do Linux está liberado qualquer um pode modificar o sistema como desejar, fazendo assim uma espécie de personalização do programa, tornando o sistema mais adequado as suas necessidades e preferências. É desta forma que surgiram as distribuições. Empresas e comunidades escrevem ou unem uma série de pacotes de softwares com o kernel, dando origem a uma distribuição que possue as implementações do grupo que a montou. Com isto há diversas distros para os mais diversos propósitos com características próprias de funcionamento de acordo com os objetivos do grupo. Algumas distribuições: Criada por Patrick Volkerding. É a mais antiga das distribuições. Um dos objetivos desta distro é manter-se o mais parecido com o UNIX, o que a faz ser um dos linux's mais estáveis, uma vez que a maioria dos programas são instalados a partir do código-fonte. Atualmente é a distribuição com o maior número de programas disponíveis, mais de 15.000. É a única com suporte a mais de 10 tipos de arquiteturas de microcromputadores. No Brasil há uma distribuição Debian personalizada, o Debian-BR-CDD, voltada para usuários domésticos. Hoje conhecida como Red Hat Enterprise Linux , é uma distibuição comercial voltada para servidores de grandes empresas, mas há ainda uma versão disponível gratuitamente que é a distro batizada de Fedora Core. Distribuição originária da fusão de outras duas, a brasileira Conectiva Linux e a francesa Mandrake Linux. Caracteriza-se pelas facilidades oferecidas tanto de instalação quanto de administração de programas e suporte a diversos hardware. Como a quantidade de distribuições é muito grande as dúvidas quanto a escolha desta ou daquela distro também são. Uma alternativa interessante para verificar qual a distro mais adequada, é utilizar versões que rodem diretamente do CD-ROM, isto é, distros LIVE-CD. Uma bastante popular é o Kurumin. É uma distro brasileira destinada a usuários domésticos, bastante pequena (200Mb), rápida e extremamente fácil, que contém os programas mais utilizados por um usuário comum, tais como um leitor de e-mails, visualizador de imagens, tocador de CD, etc. O que determina a escolha por uma distribuição obviamente é a necessidade do usuário, pois como mencionado as distros tem objetivos definidos, ou seja, há distros mais indicadas para serem usadas em um servidor, outras em estações de trabalho, outras como servidor firewall, e assim por diante.
Os procedimentos para instalação de qualquer distribuição Linux variam, isto porque a instalação pode basicamente ser realizada:
Todo programa que permite ao usuário visualizar elementos como: botões, menus, janelas, etc, pode ser denominado Interface Gráfica ou gerenciador de janelas. Este tipo de programa é responsável por controlar a apresentação das janelas, isto é, as cores, formas e funcionalidades. Todas as vezes que um usuário solicita a execução de um programa gráfico, ele é desenhado por um programa servidor de janelas, também conhecido como Servidor X. Ele contém todas as especificações de como as mesmas serão criadas e manipuladas. O servidor X possui ainda ferramentas que possibilitam a configuração dos principais elementos de hardware relativos a apresentação gráfica dos programas tais como: configurações da placa de vídeo, as configurações do monitor de vídeo (cores, resolução, frequência) e do mouse. Sendo assim tem-se que enquanto o servidor X possibilita o uso dos elementos de hardware do micromputador, o gerenciador de janelas é quem permite ao usuário configurar itens como o papel de parede, a apresentação das janelas, a criação de ícones, etc. Para que a execução dos programas no Linux ficasse mais interativa e confortável, surgiram diversas interfaces gráficas que se diferenciam basicamente pela:
KDE – K Desktop Enviroment : é a interface gráfica com maior número de recursos gráficos, combinando facilidade de uso e as funcionalidades avançadas que existem no Linux. Ela vem acompanhada de várias aplicações, inclusive uma suíte de ferramentas para escritório própria, o Koffice. GNOME – GNU Network Object Model Enviroment : interface oficial do projeto GNU, é desenvolvida com suporte para diversos idiomas. De fácil uso e com grande número de aplicações que são usadas no dia-dia como: o processador de textos Abiword , a planilha eletrônica Gnumeric , etc. XFCE : ambiente gráfico desenvolvido para consumir pouca memória, e prover recursos mais utilizados. De rápido carregamento, aparência agradável e facilidade de uso mediana. Possui diversos componentes que podem ser instalados separadamente para que a interface seja personalizada conforme o gosto ou necessidade do usuário. KDE - Menu Principal Existem diversas outras interfaces gráficas que atendem aos mais variados gostos. Porém é relevante ressaltar que quanto mais recursos uma interface tiver, maior será a necessídade de um microcomputador potente. Esta observação é muito importante pois é comum ouvir equívocos do tipo “linux é muito lento”, quando na verdade a interface gráfica que foi escolhida não é a mais adequada para o hardware que está sendo usado.
Criando Paineis Para criar um novo painel clica-se com o botão direito do mouse em uma área vazia dentro de um painel existe, e seleciona-se a opção Adicionar ao Painel... , conforme ilustração abaixo. Um novo painel do lado direito é criado sem nenhum componente. Removendo Paineis A remoção de um painel é tão simples quanto a sua criação, basta clicar com o botão direito do mouse em uma área vazia do painel que deseja ser excluído e selecionar a opção Excluir Este Painel... Escondendo Paineis Para esconder um painel, clica-se com o botão direito do mouse em uma área vazia do painel e escolhe-se a opção Propriedades.
A opção Auto-esconder possibilita a ocultação do painel automaticamente. A ocultação manual também é possível desde que seja escolhida apenas a opção Mostrar botões para esconder. Além de poder selecionar o modo de ocultação do painel, selecionando-se a opção de Propriedades podem ser feitas mudanças na orientação do painel, ou seja, onde o mesmo ficará posicionado no vídeo; o tamanho dos ícones que foram adicionados ao painel; e na aba Fundo a cor ou imagem de estampa do painel. Adicionando Objetos ao Painel Os paineis suportam vários tipos de objetos. Alguns destes objetos vêm nos paineis que são postos por padrão pelo Gnome. Os tipos mais comuns de objetos são:
1º Menu 2º Menu 3º Menu
O gerenciador de arquivos Nautilus providencia todas as ferramentas necessárias para realizar as principais tarefas quanto a manipulação de arquivos e diretórios do sistema, tais como: criação, remoção e renomeação. Além disso o Nautilus pode fazer chamadas a aplicações para os mais varidos propósitos como:
Os elementos básicos do Nautilus são:
Outra maneira de fazer o empacotamento é abrindo diretamente o programa de gerenciamento de arquivos compactados, o Fille Roller através do menu Aplicações > Ferramentas do Sistema > Gerenciador de Pacotes (Arquivos Compactados). Neste caso o empacotamento de arquivos é feito da seguinte maneira:
novo atalho na área de trabalho. Após a montagem a navegação no cd pode ser feita clicando-se no atalho ou através do Nautilus acessando o diretório /media/cdrom. O uso de disquetes é um pouco diferente. Após inserir o disquete na unidade a montagem pode ser feita clicando-se no ícone Computador e em seguida no ícone Unidades de Disquetes. Com isto o disquete será montando no diretório /media/floppy e criado um novo atalho na área de trabalho. Daí em diante o acesso ao conteúdo do disquete é semelhante ao do cd-rom. Quanto ao disquete é importante lembrar que antes de trocá-lo, sempre será necessário desmontá-lo. Do contrário tudo aquilo que foi copiado para o disquete não será gravado no mesmo, e o conteúdo de um novo disquete inserido não será lido corretamente. A fim de agilizar e facilitar o acesso as mídias, pode-se adicionar um lançador que executa a montagem e desmontagem das mídias. Para adicioná-lo clica-se com o botão direito do mouse em uma área vazia de algum painel, seleciona-se a opção Adicionar ao Painel e escolhe-se o lançador Montagem de Volumes. A partir deste instante é possível montar, por exemplo, um disquete clicando no lançador de disquete e selecionando a opção Montar Unidades de Disquetes. Formatação de Disquetes A formatação de disquetes consiste em se preparar a mídia para ser utilizada em um sistema de arquivos em particular. Um sistema de arquivos bastante popular é o FAT que é usado em ambientes DOS/Windows. Um outro sistema de arquivos é o EXT2 usado no Linux.