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Trabalho sobre o professor
Tipologia: Trabalhos
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Primeiramente, agradecemos à vida, agradecemos ao nosso bondoso Deus, nossa luz.
Agradecemos a todos que estiveram presentes em nossas trajectórias académicas: colegas, os amigos mais chegados e a todos que contribuíram com sua força, conselhos, ajuda e colaborações.
Aos nossos colegas que contribuirão para este trabalho, tanto directamente como indirectamente. Obrigado a todos.
Aos nossos pais, sobretudo nossas mães, que sempre nos apoiaram nos estudos e nas horas difíceis.
À professora Hélia Luce Chandamissa, que sempre foi presente, companheira, auxiliando nas dúvidas, propondo metodologia, pela ajuda na indicação de material bibliográfico, etc.
Introdução ------------------------------------------------------------------------------- Pág. Nº
Desenvolvimento -------------------------------------------------------------------- Pág. Nº7-
▲ 2. O Que É Um Professor?
♦ 5.1 Os Métodos De Ensino ♦ 5.2 Conceitos De Método De Ensino' ♦ 5.3 A Relação Objetivo-Conteúdo-Método' ♦ 5.4 Os Princípios Básicos Do Ensino' ♦ 5.5 Ter Carácter Científico E Sistemático' ♦ 5.6 Ser Compreensível E Possível De Ser Assimilado' ♦ 5.7 Assegurar A Relação Conhecimento-Prática' ♦ 5.8 Assentar-Se Na Unidade Ensino-Aprendizagem' ♦ 5.9 Garantir A Solidez Dos Conhecimentos' ♦ 5.10 Levar À Vinculação Trabalho Colectivo - Particularidades Individuais' ♦ 5.11 Métodos De Exposição Pelo Professor ♦ 5.12 Métodos De Trabalho Independente ♦ 5.13 Métodos De Elaboração Conjunta ♦ 5.14 Métodos De Trabalho Em Grupo ♦ 5.15 Actividades Especiais
Conclusão ------------------------------------------------------------------------------- Pág. Nº
Bibliografia ------------------------------------------------------------------------------ Pág. Nº
1.
O objectivo principal deste trabalho é falar sobre o que é um professor e quais as suas características, qual é o seu papel tanto dentro como fora da sala e falar sobre o seu papel na sociedade e outros, e para começar com o esboço do trabalho posso assim dizer que o Professor ou docente é uma pessoa que ensina ciência, arte, técnica ou outros conhecimentos. Para o exercício dessa profissão, requer-se qualificações académicas e pedagógicas, para que consiga transmitir/ensinar a matéria de estudo da melhor forma possível ao aluno.
Ser Professor é uma das profissões mais importantes, tendo em vista que as demais, na sua maioria, dependem dela.
2.
Para que isto ocorra o professor deve, em primeiro lugar, gostar e acreditar naquilo que faz, ou seja, através de seus aptos e acções ele servirá de modelo para seus alunos; se ele ensina a reflectir ele deve também reflectir, se ele ensina a respeitar o próximo ele deve respeitar seus alunos e assim por diante. Deste modo ele está sendo uma prova viva daquilo que está ensinando, pois bem a sua frente existe seres humanos que estão sendo moldados por ele.
O aluno é como se fosse um solo fértil, onde o professor semeia suas melhores sementes para que se produzam belos frutos. A relação professor/aluno deve ser cultivada a cada dia, pois um depende do outro e assim os dois crescem e caminham juntos. E é nessa relação madura que o professor deve ensinar que a aprendizagem não ocorre somente em sala de aula. Se estivermos atentos aprendemos a todo momento e não só na escola com o professor. Assim, o aluno irá desenvolver um espírito pesquisador e interessado pelas coisas que existem; ele desenvolverá uma necessidade por aprender, tornando-se um ser questionador e crítico da realidade que o circunda. Como diz o filósofo: “O verdadeiro objectivo da Educação não é meramente prover informação, mas o estímulo de uma consciência interna”
O professor é um exemplo fundamental de pessoa que não resolve conflitos com a violência. Não adianta, porém, pensar que o assédio moral só é problema dos educadores quando ocorre do portão para dentro. É papel da escola construir uma comunidade na qual todas as relações são respeitosas.
O papel de qualquer escola deve sempre estar ligado aos seus ideais, no que deseja aos seus estudantes e à actuação destes dentro do grupo a que pertencem.
O compromisso dos educadores vai além da simples necessidade de repassar conteúdos acumulados no decorrer da História e preparar os que estão sob sua responsabilidade somente para o mercado de trabalho, mesmo sabendo que vivemos numa sociedade capitalista onde o individualismo reina absoluto.
A preocupação da escola é a de fazer com que o educando participe do seu grupo activa e afectivamente, apropriando-se de valores, crenças, conhecimentos académicos e referenciais sócio-históricos. Uma apropriação significativa tanto para si como para o outro, tornando-se uma pessoa consciente e responsável pela transformação da realidade em que está inserido.
E possível acreditar em uma imodificabilidade cognitiva estrutural e entender o homem como alguém capaz de se modificar, alguém que está em constante e contínuo processo; capaz de conscientizar-se do que sabe e ampliar seus conhecimentos a partir de uma mediação. O professor representa a figura deste mediador que está entre o mediado e a realidade que os cerca.
O modo "como se aprende" torna-se importante à medida que ajuda a transcender ao aqui e agora, oportunismo a aplicação, em situações diferentes, dos conteúdos apreendidos; estabelecendo relações com assuntos, fatos e momentos passados ou futuros; entendendo causa e consequência; posicionando-nos crítica e activamente no grupo que se faz parte. Transcender significa mudar a maneira de ver e viver a realidade.
A prática de teorias não é simples e não acontece de maneira plena. "Arranhados" pela própria história de vida, há momentos que o educador se relaciona com o educando como verdadeiro dono do saber absoluto e faz dele um depósito de informações, um mero ouvinte.
Há momentos, porém, em que o ensino-aprendizagem acontece em "mão-dupla", um ir e vir de conhecimentos através do diálogo aberto, identificando problemas, levantando hipóteses, analisando e sintetizando ideias, descobrindo e estabelecendo relações, transcendendo ao aqui e agora, vivenciando valores e crenças que promovem
a vida. Estabelece-se, neste caso, um clima harmonioso em que ambos descobrem e aprendem muitas coisas juntas.
Nesta relação, sempre deve existir mais do que o profissional: devem existir sentimentos que alicercem o que há nas pessoas envolvidas no processo ensino- aprendizagem.
É importante perceber que as acções de ensinar e aprender não são somente actividades escolares. São acções que ocorrem durante a vida inteira, em todos os lugares, em todas as idades. Sempre haverá entre aqueles que aprendem e o objecto a ser aprendido, um mediador, um educador. Portanto, entende-se o termo "professor" como algo muito restrito, pois coloca o aprender a uma situação artificial e distante da vida, significa alguém que "professa o que sabe para seus alunos" (a = não; lunos = sem luz; aquele que não tem luz própria), portanto, o aluno seria um mero ouvinte.
Educador é mais que ser professor. É aquele que prepara seu mediado para a vida, pois se responsabiliza em desenvolver neste diferentes habilidades e competências de leitura e escrita. Acredita que a tarefa de ensinar alguém a ler e a entender o mundo é bastante desafiadora e, ao mesmo tempo, traz um retorno gratificante. Todos os educadores têm esta tarefa a cumprir. Ao entrar em sala de aula, não levam apenas o conteúdo a ser ensinado, levam suas vidas, seu jeito de ser, fazer, ler e compreender o mundo. Diante de seus mediados, os mediadores, quando precisam explicar algo novo, diferente, abstracto ou distante da realidade em que vivem, encontram novos desafios e necessitam ser criativos na busca de outras estratégias para conseguir atingir os objectivos a que se propõem.
Nos tempos actuais, saber lidar com novas situações; saber se modificar e ampliar conhecimentos; ter estratégias para resolver problemas; conviver em grupo e saber se relacionar; apontar sugestões são características necessárias a todas as pessoas, em qualquer momento, dentro e fora da escola. Portanto, é importante pensar em tudo isso quando se quer ser um bom educador e no seu papel dentro da sociedade, nestes tempos em que há muitas mudanças e exigências.
A sociedade contemporânea é marcada por grandes transformações. Vários
exemplos podem ser apontados para comprovar os avanços com impacto no social
proporcionado pela tecnologia. Em contrapartida o indivíduo trava uma corrida contra
o relógio na tentativa de dar conta dos inúmeros compromissos assumidos. Porém, nem
sempre o tempo interno corresponde à marcação definida pelo relógio social e, nessa
disparidade, males surgem e consomem o homem.
Assim sendo, espera-se que a escola responda satisfatoriamente as exigências
impostas. As famílias, em sua maioria, encontram-se perdidas em como educar seus
filhos e acabam, directa ou indirectamente, transferindo à instituição escolar uma
responsabilidade que até então, é sua. Frente a tantos apelos o professor sente-se
angustiado. Além de procurar responder a essa demanda, por questão de sobrevivência,
muitos têm jornada de oito e até doze horas diárias. O cansaço físico e emocional leva à
exaustão e depressão. Tais sintomas são responsáveis, em parcela considerável, pelo
afastamento do professor da sala de aula.
Então, torna-se imprescindível pensar nas questões que tecem essa problemática
para poder auxiliar o professor. Mas, afinal, qual é o papel dele? Falar em educação, em
especial da função do professor na contemporaneidade demanda reflexões. É preciso
colocarem na violência ou nas drogas isso tem mostrado claramente que o professor tem
contribuído muito para uma sociedade melhor, e é isso que todos nós desejamos uma
sociedade melhor.
O bom professor primeiramente tem que amar a sua profissão, se identificar com ela, pois assim é muito mais fácil trabalhar o ensino e a aprendizagem. Deve dominar o conteúdo da matéria, utilizar a didáctica ou metodologia que mais se adequa aos seus alunos, interagir com eles, manter-se sempre bem informado e actualizado, respeitar as diferenças de sua clientela, pois as diferenças individuais sempre existirão e isso conta no processo educativo. Não ser ditador e sim, um facilitador da aprendizagem, procurando desenvolver no aluno o senso crítico, a necessidade do "saber" e do "aprender", sempre mostrando que a sala de aula é o espaço da cidadania e, portanto, é uma troca de experiências, vivências e conhecimento entre professor e aluno.
5.1 Os Métodos de Ensino
O processo de ensino se caracteriza pela combinação de actividades do professor
e dos discentes. Segundo o autor, primeiramente dependem dos objectivos imediatos da
aula; seguindo da escolha e organização dos métodos de conteúdos específicos e
terceiro o conhecimento das características dos alunos. Portanto, diagnosticando o
processo formativo trazido para o novo campo de estudo. Em função dos métodos de
ensino estar obrigatoriamente vinculados aos objectivos gerais e específicos, as decisões
de seleccioná-los para utilização didáctica, depende de uma metodologia mais ampla do
processo educativo, portanto, veremos a seguir os princípios e directrizes, métodos e
procedimentos organizativos:
5.2 Conceito de método de ensino'
São as acções do professor no sentido de organizar as actividades de ensino, a fim
de que os alunos possam atingir os objectivos em relação a um conteúdo específico,
tendo como resultado a assimilação dos conhecimentos e o desenvolvimento das
capacidades cognitivas e operativas dos alunos.
5.3 A relação objetivo-conteúdo-método'
Essa relação tem como característica a interdependência. Da mesma forma que o
método é determinado pela relação objetivo-conteúdo, pode também influir na
determinação de objectivos e conteúdos, ou seja, os métodos na proporção que são
utilizados para a transmissão e assimilação de determinadas matérias, actuam na
selecção de objectivos e conteúdos.
5.4 Os princípios básicos do ensino'
Apesar de os estudos que vêm sendo desenvolvidos por educadores sobre esses
assuntos ainda serem insuficientes, as exigências práticas requerem certos indicativos
para orientação dos professores em relação aos objectivos do ensino.
5.5 Ter carácter científico e sistemático'
O professor deve buscar a explicação científica de cada conteúdo e orientar o
aluno para o estudo independente que utilize os métodos científicos da matéria.
5.6 Ser compreensível e possível de ser assimilado'
A combinação desse princípio com o carácter científico e sistemático
compatibiliza as condições prévias para assimilação de novos conteúdos pelos alunos.
O professor deve dosar o grau de dificuldade, a fim de superar a contradição entre as
condições prévias e os objectivos. Periodicamente fazer um diagnóstico do nível de
conhecimento e desenvolvimento dos alunos, analisando sistematicamente a
correspondência entre o volume de conhecimento e as condições do grupo de alunos,
obtendo aprimoramento e, principalmente, actualização dos conteúdos da matéria que
lecciona, tornando-a, dessa forma, compreensíveis e assimiláveis pelos alunos.
5.7 Assegurar a relação conhecimento-prática'
A principal característica dessa relação é o estabelecimento de vínculos entre os
conteúdos que são ministrados pelos professores com a real aplicabilidade prática do
conhecimento adquirido pelo aluno, ou seja, deve-se mostrar aos alunos que os
conhecimentos são resultados de experiências de gerações anteriores que visavam
atender a uma necessidade prática.
5.8 Assentar-se na unidade ensino-aprendizagem'
Os métodos de ensino utilizados pelo professor devem ser claros e estimular os
alunos à actividade mental, melhor dizendo, o método de ensino deve fazer com que o
aluno utilize suas habilidades para construir o conhecimento e não simplesmente
"Aprender fazendo". O professor deve esclarecer sobre os objectivos da aula e sobre a
importância dos novos conhecimentos na sequência dos estudos, ou para atender a
necessidades futuras.
5.9 Garantir a solidez dos conhecimentos'
A principal exigência para o professor atender a esse princípio é a utilização com
frequência da recapitulação da matéria, da aplicação de exercícios de fixação e para
alunos que apresentem dificuldades e sistematização dos conceitos básicos da matéria,
a aplicação de tarefas individualizadas.
5.10 Levar à vinculação trabalho colectivo - particularidades individuais'
O professor, sem deixar de atentar para as características individuais de seus
alunos, deve empenhar-se e organizar-se para atender o interesse colectivo.
5.11 Métodos de exposição pelo professor
Nesse método, a actividade dos alunos é receptiva, embora, não necessariamente
passiva, cabendo ao professor a apresentação dos conhecimentos e habilidades, que
podem ser expostos das seguintes formas:
5.15 Actividades Especiais
São aquelas que complementam os métodos de ensino e que concorrem para a
assimilação activa dos conteúdos. Podemos citar como exemplo:
Aprender conteúdos de português, matemática, ciências, entre outras disciplinas, não é mais o único intuito de as crianças frequentarem a escola nos dias de hoje. Pais e educadores concordam que o universo escolar é também muito útil para a socialização, para a troca de experiências, para o trabalho das emoções, para o aluno se descobrir (e se redescobrir) como indivíduo, entre muitas outras finalidades. Conseguir que todos esses objectivos sejam devidamente alcançados não é função apenas do professor, mas seu papel é, sim, um dos mais decisivos no aproveitamento que crianças e adolescentes fazem de suas vivências no meio escolar. Por isso, é importante que ele avalie constantemente seu comportamento, visando avaliar como anda sua influência sobre cada integrante da sala. Do contrário, alunos desestimulados podem brotar aos montes, prejudicando, sem sombra de dúvida, o processo de aprendizagem em todos os aspectos.
Vamos analisar algumas atitudes que os professores devem procurar imitar para ser bem sucedido na sociedade e na Escola.
6.1 Manter a motivação O professor desmotivado não se mobiliza para encontrar iniciativas criativas e inovadoras dentro do contexto da Educação. Ele espera que as soluções para suas aulas apareçam prontas, como num toque de mágica, ou venham de autoridades públicas, sendo que também cabe ao professor buscar novos recursos pedagógicos e metodologias que estimulem seus alunos em seus aprendizados", opina o professor Miranda. Um professor estimulado acredita no seu potencial de educador e aproveita devidamente os recursos que tem em mãos ou que sua escola oferece. Tem consciência de que é uma peça-chave da sociedade na formação de cidadãos. "O educador precisa crer no valor de sua profissão, saber que esse ofício vai muito além da missão de passar conteúdos didácticos. E este pode ser um pensamento promissor para o professor se sentir mais motivado e conseguir transmitir mais paixão aos alunos, estimulando-os também.
6.2 Demonstrar afecto Poucas relações são tão intensas quanto a do professor com seus alunos. Eles se encontram diariamente, por um período ou mais, e permanecem junto durante todo o ano lectivo, realizando uma série de actividades. Por isso, é importante estreitar laços afectivos. "Uma convivência diária sem afectividade torna-se intragável para todos e compromete o interesse dos alunos pelo ambiente, pelas vivências e pelos conteúdos passados". "Quando há afecto, há confiança, há respeito, e cria-se um ambiente muito mais propício para o sucesso do processo de aprendizagem", relacionamento este que deve ser respeitoso, mas não permissivo; firme, mas não rude, e que, por meio dele, o educador consiga perceber tanto as dificuldades quanto as potencialidades do aluno, estimulando-o a superá-las ou a desenvolvê-las.
6.3 Cuidar da aparência a aparência do professor faz toda a diferença quando o assunto é despertar o interesse do aluno ou incentivá-lo a estudar mais. "O aluno está construindo sua identidade, e o professor é, sem dúvida, uma referência importante. Se ele vai para a escola com um visual desagradável, usando roupas sujas ou amassadas, certamente vai desestimular o aluno a interagir e a dialogar com ele Não quero dizer que o professor precisa vestir roupas caras, sofisticadas, formais. Mas precisa estar com uma aparência boa, leve, e ter uma higiene pessoal impecável, inclusive para estimular o aluno a também se cuidar."
6.4 Interagir e evitar rótulos Além dos pais e da direcção da escola, também os alunos estão exigindo mais do desempenho do professor. "Nada desanima mais um aluno do que um professor que entra na sala, explica um assunto rapidinho e manda fazer, durante uma ou duas aulas inteiras, os exercícios da apostila, enquanto ele fica em sua mesa corrigindo cadernos ou provas de outras turmas", O aluno, cujas notas variam entre 7 e 9, gostaria que o professor sugerisse dinâmicas diferentes, conteúdos novos e, principalmente, que interagisse mais com a turma. "É cansativo ficar tanto tempo num mesmo tipo de actividade, aí acabamos conversando com os amigos, e isso irrita a professora". Pronto, está armada aí uma perigosa situação: aluno fica entediado, começam as conversas paralelas, professor fica bravo, repreende os alunos e pode afastá-los para longe dele. "Tem professor que, quando bravo, acaba usando nossos pontos fracos para dar bronca e isso nos faz perder o respeito por ele, algumas vezes até sentir ódio",. Eis aí mais um cuidado ao qual a docente precisa ficar atenta: a linguagem. O professor deve lembrar
trabalhando")., o professor tem de observar a qualidade literária, a beleza do texto, a ilustração, o conteúdo e os valores implícitos nas entrelinhas ("Será que esse livro tem a ver com o meu projecto de educação, com o ser humano que eu desejo formar?"). Outra preocupação é providenciar um lugar especial para a leitura, com livros bonitos e bem escritos, e definir um horário específico para essa actividade todos os dias. "Uma leitura obrigatória ou mal feita, realizada por um professor que nem se deu ao trabalho de abrir aquele livro antes, certamente é capaz de gerar desestímulo nas crianças, que podem acabar se afastando do livro antes mesmo de descobrir o prazer que eles proporcionam",
Depois de várias pesquisas chegamos a concluir que o professor tem a responsabilida de transformar o país, ajudar na transformação das pessoas é um trabalho muito importante, um trabalho social. Cheguei a concluir também que ser professor, além de ensinar, é saber viver, conviver, respeitar o próximo e aprender com ele. É um compromisso consigo mesmo. É na generosidade, poder disseminar conhecimento. Ser professor, é legado e também uma missão quotidiana.