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Medição de Resistência, Tensão e Corrente com Ohmímetro, Voltímetro e Amperímetro, Provas de Engenharia Civil

Neste documento, descrição de um experimento realizado na universidade estadual de maringá, no departamento de física, onde foram utilizados o multímetro, ohmímetro, voltímetro e amperímetro para medir a resistência elétrica, voltagem e corrente de resistores. O experimento envolvia a coleta de dados de resistência, tensão e corrente usando diferentes escalas de medida, com análise dos resultados e conclusões sobre a precisão dos valores obtidos.

Tipologia: Provas

2011

Compartilhado em 15/02/2011

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UNIVERSIDADE ESTADUAL DE MARINGÁ
CENTRO DE CIÊNCIAS EXATAS
DEPARTAMENTO DE FÍSICA
O OHMÍMETRO, VOLTÍMETRO
E AMPERÍMETRO
Maringá, 30 de março de 1998.
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Baixe Medição de Resistência, Tensão e Corrente com Ohmímetro, Voltímetro e Amperímetro e outras Provas em PDF para Engenharia Civil, somente na Docsity!

UNIVERSIDADE ESTADUAL DE MARINGÁ

CENTRO DE CIÊNCIAS EXATAS

DEPARTAMENTO DE FÍSICA

O OHMÍMETRO, VOLTÍMETRO

E AMPERÍMETRO

Maringá, 30 de março de 1998.

1 INTRODUÇÃO

Nesse experimento manuseou-se adequadamente o multímetro, o ohmímetro,

voltímetro e amperímetro para medir a resistência elétrica, a voltagem e a corrente,

sucessivamente, dos resistores.

2 MÉTODO DE INVESTIGAÇÃO

Para estudar o aparelho ohmímetro foram coletados cinco resistores com resistências

desconhecidas. Para conhecê-las foi usada uma tabela que contém um código de cores que

identifica a resistência do material mais o seu desvio relativo. Após a ordenação dos resistores

em ordem crescente de resistência através do ohmímetro, adquiriu-se com menor taxa de erro

a verdadeira resistência do material. Para isto foram medidas em quatro escalas diferentes,

visando o menor erro possível.

Em seqüência, foram pegos dois resistores com resistências conhecidas e através

disso, calcularam-se suas tensões com o auxílio do aparelho voltímetro, e isto foi feito da

seguinte maneira: pegou-se a placa de BORNES e nela inseriram-se os dois resistores ligados

em série. Ligou-se o voltímetro respeitando os pólos (+) e (–) do circuito. Após usadas três

escalas diferentes de voltagem, coletaram-se os resultados. Também foi feito o mesmo

procedimento para resistores, individualmente, e coletados os dados.

Enfim, para o uso do amperímetro foram utilizados dois resistores, e no circuito foi

conectado o amperímetro em três diferentes posições. Também se conectou uma ddp em

paralelo ao circuito, após coletados os dados em quatro diferentes escalas de amperagem.

R 2 = 560F 0 B 15% 6,35F 0 B 10,01^ 6,3F 0 B 10,1^ 0,006F 0 B 1

Req = 1760F 0 B 1 5%

19,91F 0 B 10,01 19,9F 0 B 10,1 0,019F 0 B 1

Tabela 3: Medidas do Amperímetro

Corrente elétrica

Escalas do amperímetro

nos pontos (0 – 2)mA (0 – 20)mA

200)mA

(0 – 2)A

A F 0 B E^ 2,47F 0 B 1

2,4F 0 B 10,1 0,002F 0 B 1

B F 0 B E^ 2,47F 0 B 1

0,002F 0 B 1

C F 0 B E^ 2,47F 0 B 1

2,4F 0 B 10,1 0,002F 0 B 1

b) Cálculos:

Para descobrir o valor da resistência nos resistores, foi necessário usar as cores que

os resistores apresentam. Cada cor representa um número respectivo como na tabela abaixo.

Faixa de Tolerância Preto 0 Verde 5 Ouro 5% Marrom 1 Azul 6 Prata 10%

Vermelho 2

Violeta 7 Nada 20%

Laranja 3 Cinza 8 Amarelo 4 Branco 9

A seguinte equação abaixo resultará na resistência nominal do aparelho.

Cada cor no resistor corresponde às seguintes letras: A, B, C e D respectivamente.

A letra D corresponde a uma faixa de tolerância que varia de 5 a 20%, esta faixa corresponde

ao erro desta resistência.

4 ANÁLISE DOS RESULTADOS

Na experiência realizada em relação ao estudo do ohmímetro é fácil perceber as

diferenças dos valores dos erros obtidos, tanto nos valores teóricos quanto nos práticos. Nos

valores teóricos, a resistência nominal obtida através dos códigos com cores, traz uma

margem de erros grande comparada aos valores práticos do experimento. Estes valores

práticos foram obtidos através do aparelho ohmímetro que com várias escalas de medida

mostrou valores mais concretos sobre o valor da resistência do material, onde a taxa de erro

diminuiu sensivelmente comparada com o código de cores. Além disso, a taxa de erro

decresceu quando partiu-se da maior escala para a menor, pois estas menores escalas

apresentam um maior número de algarismos significativos.

A mesma conclusão tirou-se em relação aos outros dois experimentos, sobre o

voltímetro e amperímetro, onde a taxa de erro diminuiu com o uso das menores escalas de

voltagem e amperagem, pois assim verificou-se um valor mais confiável e correto.

5 RESPOSTAS ÀS PERGUNTAS FEITAS

4- Verificou-se que para a tensão o multímetro deve ser ligado em paralelo pois se quer

determinar a ddp, já para a corrente o multímetro deve ser ligado em série de modo que a

corrente passe por ele.