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Traumato ortopedia
Tipologia: Notas de estudo
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Clínica aplicada de traumato-ortopedia Estágio I
É condição caracterizada por diferentes graus de degeneração da cartilagem articular, levando à dor e limitação de movimento.
SECUNDÁRIA Atinge pessoas mais jovens sendo provocada por alguma alteração prévia. A faixa etária, número e tipo de articulações envolvidas dependem da doença de base como, por exemplo, desvios de alinhamento (varo, valgo), infecções, hemartroses de repetição (hemofilia), fraturas intra-articulares prévias, etc.
Alterações progressivas e iniciam-se pela cartilagem articular. Identificam-se mudanças bioquímicas na matriz cartilaginosa como alterações dos proteoglicanas, do conteúdo de água, e da celularidade.
Surgem fissuras que coalescem formando fendas. A superfície articular, por um processo de abrasão, ulcera-se cada vez mais profundamente até que nenhuma cartilagem reste, provocando exposição do osso
Cabeça do fêmur afetada por grave artrose. Não há mais cartilagem articular. O osso subcondral está exposto, irregular e com ulcerações.
Manifesta-se como um quadro crônico de dor articular, com graus variáveis de perda de movimentação. A sintomatologia é evolutiva podendo haver agudização representada por crise de sinovite. Quando afeta a coluna pode associar-se à compressão radicular.
A dor, de maneira geral, piora com o frio, tempo úmido, movimentação excessiva e melhora com o repouso. A rigidez da osteoartrose, diferentemente daquela da artrite reumatóide, não é intensa e desaparece rapidamente.
O exame físico varia conforme a articulação acometida. Exemplo: a osteoartrose do quadril limita precocemente os movimentos, principalmente de rotação interna e abdução. Já, no joelho, dificilmente há acometimento importante da movimentação.
(^) Os exames laboratoriais são negativos ou inespecíficos. As alterações radiográficas dependem muito da fase da doença. (^) Um quadro radiológico completo apresenta: a) esclerose do osso subcondral; b) diminuição e irregularidade do espaço articular; c) cistos subcondrais; d) osteofitos; e) deformação articular;
É feito principalmente com base na história clínica e exame físico. É feito principalmente com base na história clínica e exame físico. A radiografia confirma a suspeita, caracteriza as alterações, permite o diagnóstico diferencial entre osteoartrose idiopática e secundária e fornece elementos para a escolha terapêutica.
Varia muito com o grau da doença, com o tipo de articulação acometida, com o grau de incapacidade, profissão, idade, etc. Quando a osteoartrose for secundária deve-se, sempre que possível, atuar na causa básica e o tratamento é
O tratamento cirúrgico é reservado aos casos avançados com grande dor e/ou restrição de movimentos, nas falhas do tratamento clínico e nas osteoartroses secundárias, mesmo que iniciais ou assintomáticas.