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0 PASTOR COMO CONSELHEIRO Fo pessimo era ajudas lidéies quo acalemam estou progástro que Eau) Hot escreves O pastor Conto Conselheiro. De objetivos principais desta obra sn: V present am ess cs prilpad segreios da uconseliâmento ton Wo tamar e consta. e paterna pastoral V/ esta no om eai gel sulco ps principado próblemas Medmelumados uu à fErçja. como rsámbro, noicado, casamento, Sea, edneacãr de erfanças, adolescência. delingiéncia jusemit. uegeseno.lepresaão, uso de deogs Julo& angu Outros Livros de Paul Hoff publicados pela Editora Vida: Os Livros Históricos O Penitateuco "Santa Leciura” ISBN 0-8297-1805-2 Categoria: Ministério Cristão Este livro foi publicado em espanhol com o título Ei Pastor Como Consejero, por Editorial Vida O 1992 por Paul Hoff & 1996 por Editora Vida 1º impressão, 1996 2º impressão, 1996 Todos os direitos reservados na língua portuguesa por Editora Vida, Rua Júlio de Castilho, 280 03059-000 São Paulo, SP — Telefax: (011) 292-8677 As citações bíblicas foram extraídas.da Fdição Contemporânea da Tradução de João Ferreira de Almeida, publicada pela Editora Vida, salvo onde cutra fonte for indicada. Capa: Valdir Guerra Impresso no Brasil, na Imprensa da Fé Prólogo semeseseecteemarees Capítulo 1 CONSIDERAÇÕES BÁSICAS 1, O aconselhamento é uma parte importante do ministério pastoral 2. Os dois principais métodos de aconselhamento pastoral 3. Épocas de crises na vida Capítulo 2 CONSIDERAÇÕES BÁSICAS (continuação)... 19 4. Pressuposições psicológicas acerca da conduta e das necessidades humanas . Metas para o aconselhamento pastoral . A maturidade . Requisitos para ser um bom conselheiro pastoral Condições para o aconselhamento pastoral . A ética no aconselhamento pastoral voa u Capítulo 3 O INCONSCIENTE E OS MECANISMOS DE DEFESA . Repressão . Projeção . Racionalização Regressão Substituição Sublimação Compensação . Identificação . Fantasia . Formação de reação DLBNANALIA Capítulo 4 A TÉCNICA NÃO-DIRETIVA .....meme 49 1. Ganhar a confiança da pessoa 2. Aceitar incondicionalmente o aconselhado 3. Escutar 4. Escutar com interesse Conteúdo 5 Acordo com relação às finanças . Planejamento da família e união para criar os filhos Bom relacionamento com os sogros . Cultivo de interesses em comum e participação nas mesmas atividades 9. A importância de se manter vivo o romance 10. União na vida espiritual van u Capítulo 9 ACONSELHAMENTOS PRÉ-CONJUGAL E CONJUGAL, E SEPARAÇÃO ....ssessaees eee 131 . Entrevista preliminar antes de aconselhar os noivos . Aconselhamento pré-conjugal . Aconselhamento conjugal . Separação e divórcio . Aconselhamento de separados . Aceitação dos que se casam de novo DUNN Capítulo 10 PROBLEMAS RELACIONADOS AO SEXO ........ 147 . Masturbação . Relações pré-conjugais e mães solteiras Aconselhamento de mães solteiras Infidelidade conjugal Perversões sexuais e homossexualidade vswp . 165 Capítulo 11 FORMAÇÃO DA CRIANÇA ........sess 1. Estabelecer um lar estável e seguro 2. Disciplinar 3. Dar amor inteligentemente 4. Compreender, ensinar e guiar as crianças 5. Aconselhar os pais e os filhos Capítulo 12 A ADOLESCÊNCIA 1, Características dos adolescentes 2. Os pais e os adolescentes 3. A delingiiência juvenil 187 Capítulo 13 O ALCOOLISMO EO USODE DROGAS ................. 1, O que é o alcoolismo? 2. Os estragos do alcoolismo 3. Recursos para o tratamento do alcoolismo 6 O Pastor Como Consetneiro 4, Aconselhamento do alcoólatra e de sua família 5. O vício das drogas Capítulo 14 O CONTROLE DAS EMOÇÕES ..... 1. lra 2. Medo e Ansiedade 3. Culpa Capítulo 15 DEPRESSÃO E SUICÍDIO 1. Sintomas da depressão . Causas da depressão . Aconselhamento de pessoas deprimidas . Suicídio . Aconselhamento de pessoas com idéias suicidas Mw Capítulo 16 ENFERMIDADE, DOENÇAS TERMINAIS E ANGÚSTIA .. 1, Aconselhamento de enfermos 2. Aconselhemento de doentes terminais 3. Perda e angústia 8 O Pastor Como ConseLHEIRo coordenador, M. David Grams, por ter-me convidado a escrever es- te livro. Devo muito a Floyd D. Woodworth, redator de materiais educativos da mesma organização, porter lido os originais e por ter feito valiosas sugestões para melhorá-lo. Agradeço também a Hugo Miranda por ter corrigido a gramática, e à minha esposa Betty, por ter datilografado o manuscrito. Oro fervorosamente para que os pastores e obreiros espirituais encontrem, nas páginas deste livro, a luz que os possa guiar em sua magna obra de aconselhar os que necessitam de orientação. CONSIDERAÇÕES BÁSICAS Pa sinto-me muito nervosa; não durmo nem como bem — disse uma jovem de 21 anos. O pastor respondeu: — Você está preocupada com alguma coisa, não é Susana? Certamente você está tendo muito no que pensar, porque faltam menos de três semanas para você se casar com Carlos, não é isso? Susana abriu o seu coração durante a conversa. Contou ao pastor que tinha dúvidas quanto a se deveria ou não casar-se com Carlos. Quando este demonstrou interesse em narmorá-la, ele resolveu consagrar sua vida ao ministério pastoral. Matriculou-se no instituto bíblico no qual Susana estudava, e logo conquistou o coração da moça e se comprometeu em casar-se com ela. Mas logo Susana começou a notar que a espiritualidade de Carlos necessitava de profundidade. É ela fez a si mesma a seguinte pergunta: “Será que Carlos resolveu dedicar-se ao ministério so- mente para casar-se comigo?” Ela também começou a perceber que ele era imaturo, desequilibrado emocionalmente. Não conse- guia se manter por mais de dois meses em nenhum emprego. Porém, ela resolveu não refletir muito sobre esses problemas, e passou a dizer a simesma: “Ele mudará.” Faltando quatro semanas para a data do casamento, Carlos gastou todo o seu dinheiro comprando um velho automóvel. E teve que assumir pesadas prestações mensais até saldar a dívida. — Não temos onde viver, não temos móveis nem os demais utensílios domésticos, e parece que teremos que viver do que eu ganho — disse Susana. — Agora eu vejo o quanto errei ao ter concordado em casar com ele! Considerações Básicas q direta sobre o que pensava intuitivamente. Ele abriu a porta à jovem para que ela falasse espontaneamente do problema. Ao começar a falar sobre sua situação, Susana teve dúvidas quanto a conveniên- cia de se casar ou não com Carlos. Mas demonstrou que estava indecisa. Seu otimismo feminino que a levava a acreditar que seu noivo mudaria, foi rudemente atingido quando Carlos comprou um carro faltando um mês para o casamento. Foi a partir daí que começou seriamente o conflito interno da jovem. Falando com o pastor, Susana viu com mais clareza o seu problema, e não teve dúvida alguma de que seria um erro desastro- so casar-se com Carlos. Mas ela vacilava ainda em tomar uma decisão firme e anular o casamento. Pensou na vergonha que sentiria quando todos ficassem sabendo. O pastor não disse muita coisa, mas deu à moça a oportunidade dela abrir seu coração e falar. O ouvido atento do pastor e sua compreensão encorajaram Susana a trazer à luz os temores que ela havia tentado ignorar, e ela então passou a ver objetivamente o seu próprio dilema. Ao pastor restou somente fortalecê-la em sua conclusão e sugerir um modo menos traumático de realizar o que eta queria fazer. 1. O aconselhamento é uma parte importante do ministé- rio pastoral, Muitos pensam que o aconselhamento pastoral é algo novo, uma nova dimensão do ministério pastoral. No sentido psicológico moderno, essas pessoas têm razão, mas esse apoio pastoral já existia muito tempo antes das descobertas de Freud e James. Ao longo da história da Igreja, os pastores têm sempre se preocupado com os problemas dos crentes. Richard Baxter, prega- dor inglês de grande influência no século XVII, observou acertada- mente: “O pastor não deve ser semente um pregador público, mas deve ser conhecido também como conselheiro de almas, assim como o médico o é para o corpo.” Washington Gladden escreveu em seu livro O pastor Cristão, no ano de 1896: “Se o pastor for o tipo de homem que deve ser, muitos relatos de dúvidas, perplexida- des, tristeza, vergonha e desespero serão provavelmente despeja- dos em seus ouvidos.” O próprio Deus estabelece esse perfil do pastor como conselhei- ro ao dizer que ele “como pastor apascentará o seu rebanho: Nos seus braços recolherá os cordeirinhos, e os levará no seu regaço; as que amamentam, ele guiará mansamente” (Isafas 40:11). “À perdi- 12 O PastoR Como ConsELHEIRO da buscarei, a desgarrada tornarei a trazer, a quebrada ligarei e a enferma fortalecerei” (Ezequiel 34:16). O Senhor Jesus nos ensina na parábola do bom samaritano que o nosso próximo é aquele que necessita de nossa ajuda. Muitas pessoas ao nosso redor estão feridas e despojadas de paz e de alegria que deveriam ter como herança em Cristo. Tensões, insegu- rança, ansiedade, desvios morais, infelicidade matrimonial! e adoles- centes problemáticos caracterizam nossa sociedade. Mas, lamenta- velmente, muitos pastores são como o sacerdote e o levita da parábola. Acham-se tão ocupados em suas tarefas eclesiásticas, que não socorrem os que estão sofrendo as consegúências de terríveis problemas. Alguns pastores não aconselham os seus membros por várias razões. James Hamilton, escritor evangélico, observa que alguns pastores argumentam que “se o aconselhado tiver uma experiência adequada, o conselheiro não será necessário...” Esses pastores pensam que os problemas de seus membros podem ser soluciona- dos se eles tão-somente orarem. Porém, muitos crentes, “cujo arrependimento é sincero, cuja consagração é total e cujo empenho nas atividades da igreja e testemunho são indubitáveis”, ainda necessitam tomar decisões apoiadas por um conselheiro.” Alguns pregadores desconfiam de si mesmos nesse ministério. Não se sentem aptos, seguros para assistirem às pessoas. Têm medo de se envolverem num relacionamento íntimo com a pessoa aconselhada, ou temem “as cruas realidades da vida”, que o exercício pleno do aconselhamento os levará a descobrir, e por isso resolvem nunca assumir totalmente a tarefa de aconselhar de maneira formal.? Existem também ministros evangélicos que não se convencem da importância da visitação e do aconselhamento. Pensam que só com o fato de pregarem, cumprem o seu ministério. O verdadeiro pastor deve estar onde estão as ovelhas. Ele se compadece de suas fraquezas, as ama de coração, as consola e as cura. Vive perto delas, pensa com a mente delas, vê com os olhos delas, sente com o coração delas, sofre as tristezas delas, leva junto com elas as cargas, e deste modo cumpre os mandamentos de Cristo. O pastor deve ocupar um lugar importantíssimo na vida de sua congregação. Ele desempenha um papel único nas ocasiões signi- 14 O Pastor Como ConsELHEIRO as emoções. Muitos dos problemas não se encontram na mente, mas na área das necessidades pessoais, dos relacionamentos emocionais que têm a ver com a satisfação de desejos básicos e com as frustrações resultantes da não satisfação desses desejos. O método diretivo não dá lugar à livre expressão de emoções, senti- mentos e atitudes, pois a direção que o pastor apresenta tende a inibir a pessoa, fazendo com que as emoções dela se interiorizem, em vez de permitir que o assistido as desafogue. Finalmente, a pessoa que é aconselhada pode acostumar-se a depender do pastor, em vez de resolver seus próprios problemas. À técnica diretiva pode apresentar também ao pastor a tenta- ção de satisfazer seu próprio “eu”, e de apresentar-se como uma autoridade que tem todas as respostas. Ele passaria a tratar o assistido com condescendência em vez de situá-lo em um plano de igualdade. Hamilton comenta acerca do método diretivo: Muitos pastores acharão fácil, quase natural, utilizar essa forma de aconselhamento, devido ao fato de o ministro ser visto por muitas pessoas como uma figura de autoridade. Os pastores inseguros encontrarão um grande refúgio nessa posição de autoridade, Será muito fácil para eles falar com superioridade aos membros de sua igreja que trabalham com ele, Quando um pastor fala assim às suas ovelhas ...isto significa que na realidade ele não experimenta o que elas experimentam, e não entende completamente o que elas sentem.? Em regra geral, não convém usar a técnica diretiva. Mas na experiência pastoral, às vezes é necessário fazer combinações desse método com o método indireto, especialmente depois de se começar com o não diretivo e de encontrar o problema, A segunda forma de aconselhamento pastoral se chama técni- ca não-diretiva. É o método desenvolvido por Sigmund Freud, o pai da psicanálise e da psicoterapia. Mesmo que tanto o crente como a maioria dos psicólogos modernos rejeitem muitas das idéias freudianas, o pastor pode empregar alguns desses conhecimentos comprovados, e fazer uso da técnica dos psicólogos. À aplicação da psicologia, porém, não deve negar a realidade do pecado, nem a importância da responsabilidade pessoal, nem o papel das Escritu- ras no processo de aconselhamento pastoral. Pelo contrário, o Considerações Básicas 15 pastor aprende do analista a importância de escutar, de compreen- der a pessoa que tem problemas, de sentir sua angústia, de aceitá- la tal como ela é, de apoiá-a, de encorajá-la, de diminuir o seu isola- mento e solidão, e de aliar-se a ela na luta contra o seu problema. Na técnica não-diretiva, o assistido é a figura central; ele fala livremente de seus problemas e sentimentos. O conselheiro o escuta, reflete e responde. Ele não é juiz, nem um conselheiro possuidor de todas as respostas. O aconselhamento pastoral é “um relacionamento inter-pessoal no qual duas pessoas se concentram no esforço de esclarecer os sentimentos e problemas de uma, e se colocam em comum acordo no que isso representa e no que estão tentando fazer para solucioná-los" O conselheiro ajuda o assistido a compreender-se a si mesmo, a encontrar a causa do problema, a ver as alternativas, a tomar sua própria decisão, e a realizála. Não tenta manipular a entrevista fazendo perguntas diretas, oferecendo interpretações e respostas de clichê, e impondo suas soluções. Muito pelo contrário, ele ajuda o assistido a ajudar-se a si mesmo. A técnica puramente não-diretiva pode ter algumas desvanta- gens. Às vezes o conselheiro se mantém demasiado passivo e não proporciona ao assistido as reflexões, informações, sugestões e alternativas necessárias para que esse possa chegar a decisões racionais e baseadas na verdade bíblica. Essa técnica também pode tomar muito tempo no laborioso processo de ajudar um consulente a conhecer seu problema e passar a pensar nas alternativas que ele tem. Nemtodos os pastores contam com suficiente tempo para usar esse método.? Porém, a técnica não-diretiva, quando é modificada e adaptada para o uso do pastor-conselheiro, respresenta maiores possibilida- des de ajudar profunda e permanentemente ao assistido, em muitos dos casos. Existem muitas outras técnicas, além das que temos considerado até agora, e a escolha de uma delas vai depender do tipo de problema ou dificuldade que o conselheiro esteja tratando. Consideraremos mais adiante algumas outras. 3. Épocas de crises na vida. Existem quatro etapas em que as mudanças físicas e sociais produzem, em regra geral, tensão extraordinária. São estas: A adolescência, a maternidade, a meno- pausa e a velhice. É necessário que o pastor compreenda quão Considerações Básicas 17 A velhice também pode representar uma crise na vida. Floyd Woodworth comenta: a pgon ona Temos que nos colocar no lugar dos anciãos e tentar sentir nós mesmos o que significa estar no ocaso da vida, quando já os seres queridos não dependem mais denós como antes. As forças físicas se vão. Muitos são os desconfortos que os afligem. No caso de pastores que chegam a essa idade, os irmãos costumam buscar os conselhos e a direção de pessoas mais jovens, e os abandonam ao esquecimento. A tentação é de deixar-se cair na melancolia, queixar-se, murmurar, irritar-se, Bendito seja o con- selheiro que pode levar os anciãos a manterem-se alertas e em atitude positiva, e a continuarem envolvidos em atividades criadoras.º . James Hamilton, E! ministerio det pastor consgjero, 1975, pp 47,48. Ibid p.47. Ibid p.58. . Seward Holtner, The counsetor in counseling, 1952, p.10. Floyd Woadworth, “Sicologia pastoral”, estudo mimeografado para o Instituto de Superação Ministerial s/d, p.11. . Gary Collins, Homem em transição, 1978, p.150. Ibid., p.151. . Woodworth, op. cit. pp.9,10. CONSIDERAÇÕES BÁSICAS (Continuação) 4, Pressuposições psicológicas acerca da conduta e das necessidades humanas. O pastor deve ter um conhecimento básico sobre o que motiva ou impulsiona a conduta das pessoas. A maioria dos psicólogos considera válidas certas suposições. Algu- mas são a a. Todas as pessoas têm necessidades sociais, físicas e psico- lógicas que devem ser satisfeitas para que elas desfrutem de uma boa saúde mental. Entre as principais necessidades sociais encon- tra-se a necessidade de segurança, de aprovação, de ter amigos, de obter êxito ou de conseguir algo útil, e de estar livre do menosprezo social. A pessoa necessita também sentir-se segura quanto às necessidades materiais básicas, tais como o meio de ganhar a vida, um lugar onde possa morar e projetar algo para o futuro. Todo mundo necessita que alguém ou algum grupo respeite sua individualidade e o aceite pelo que ele é. O indivíduo deseja pertencer ao grupo. Tem necessidade de ser reconhecido e de receber atenção como uma pessoa digna. Isto é, necessita de amor. Floyd Woodworth observa: A pior coisa que pode acontecer a uma pessoa é chegar à conclusão de que ninguém a quer. A criança tem muita necesst- dade de que seus pais a amem. Os adolescentes fazem qualquer coisa para conseguir o afeto e a admiração de seus amigos. Nenhum crente permanecerá em uma igreja se os demais lhe dão a impressão de que não o querem ati? Além do mais, a pessoa tem necessidades físicas, tais como