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Pendulo forçado, Provas de Engenharia Química

relatorio sobre pendulo forçado da ufba

Tipologia: Provas

2013

Compartilhado em 21/11/2013

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pedro-yago-de-souza-brasil-7 🇧🇷

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INSTITUTO DE FISICA
UNIVERSIDADE FEDERAL DA BAHIA
DEPARTAMENTO DE FFISICA GERAL E EXPERIMENTAL
DISCIPLINA FIS122 – FISICA GERAL & EXPERIMENTAL II
SEMESTRE – 2013.2 DATA:12-11-2013
Professor(a):____________________________________________
Alunos:__________________________________________________
_________________________________________________________
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OSCILADOR FORÇADO
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INSTITUTO DE FISICA

UNIVERSIDADE FEDERAL DA BAHIA

DEPARTAMENTO DE FFISICA GERAL E EXPERIMENTAL

DISCIPLINA FIS122 – FISICA GERAL & EXPERIMENTAL II

SEMESTRE – 2013.2 DATA:12-11-

**Professor(a):____________________________________________ Alunos:__________________________________________________


______________________________________________________**

OSCILADOR FORÇADO

Salvador 2013

INDICE

Introdução___________________________________________________________________ Objetivo_____________________________________________________________________ Materiais____________________________________________________________________ Procedimento Experimental_____________________________________________________ Resultados e Discussões________________________________________________________ Conclusão___________________________________________________________________ Anexos_____________________________________________________________________

amplitudes das oscilações forçadas dependem da frequência angular natural dos sistemas ω (^) o, da intensidade da Fo e da frequência ω da força externa periódica.. A expressão que equaciona o oscilador harmônico amortecido forçado é dada:

onde: ω é a frequência externa, A é a amplitude que depende de ω; φ é a constante de fase ou ângulo de fase que depende de ω. Quando um sistema oscilatório recebe energia por meio de excitações de frequência igual a uma de suas frequências naturais de vibração acontece um fenômeno chamado de ressonância. Assim, o sistema oscilatório passa a vibrar com amplitudes cada vez maiores. Curva de ressonância é a curva que relaciona a amplitude com a frequência da força externa na oscilação forçada. A curva e a absorção de energia é máxima quando o sistema é excitado com frequência próxima a sua frequência natural do sistema oscilador. A expressão que nos dá amplitude em função da frequência A(ω) é: é constante de amortecimento, m é a massa, e Fo é a força externa, ωo é a frequência natural e, ω é a frequência da força externa.

Objetivos

Determinar a curva de ressonância de um oscilador forçado e determinar o fator de amortecimento.

Procedimento Experimental

Para a realização do experimento estava à disposição um oscilador. O fio de nylon, preso ao alto-falante ficou cerca de 2 à 3 cm afastado da garra de forma que a transmissão de energia fosse considerável. De início colocou-se toda a extensão do raio de bicicleta, seu valor de comprimento, da garra à extremidade, foi medido e registrado em tabela. Devido à base do oscilador estar solta houve a necessidade de aplicação de uma força contrária à força normal exercida pela mesa de modo que o oscilador não trepidasse durante a oscilação. O gerador de áudio foi ligado e a frequência foi sendo ajustada de acordo com os parâmetros pré-estabelecidos e a amplitude que desejava-se encontrar. O valor de amplitude e frequência associada foram registrados a fim de observações futuras. Em seguida o ponto de fixação do raio na garra foi deslocado de forma que o comprimento do raio livre para a oscilação fosse reduzido cerca de 4, cm e posto para oscilar, os mesmos registros e considerações feitos anteriormente foram feitos para tal raio. O raio foi reduzido por mais duas vezes utilizando procedimentos semelhantes.

Resultados e Discussões

Ao construir as tabelas que relaciona os valores da amplitude (A) com as frequências angulares (ω), que foram obtidas segundo cálculos registrados o anexo 5.1, podemos descobrir os valores de cada semi-largura de pico (γ) para os diferentes comprimentos (L) – segue calculo das semi-larguras no anexo 5.3, podendo assim registrar a seguinte tabela:

L = Comprimento (cm) 30,00 26,00 22,00 18, γ = Semi-largura de pico (rad/s) 1,288 1,684 3,211 6, Tabela 1: Relação de comprimento e semi-largura de pico Para o fator de qualidade(Q), seguimos a relação de Q=ϖ/γ, sendo ϖ a frequência de ressonância, relacionando assim com os comprimentos (L) com o fator de qualidade (Q) encontrado através dos cálculos em anexo 5.3, temos a tabela 2:

L = Comprimento (cm) 30,00 26,00 22,00 18,

Q = Fator de Qualidade 85,31 91,74 66,59 52,

Tabela 2: Relação de comprimento e fator de qualidade Percebemos assim que quanto menor a semi-largura de pico, maior é o fator de qualidade. Demonstrando assim um sistema com pouco atrito para maiores qualidades. Com o traço dos pontos da frequência de ressonância em função do comprimento do raio de bicicleta num gráfico Log-Log temos uma reta. De forma a investigar a dependência de frequência de vibração da haste delgada e seu comprimento, utilizamos o método dos mínimos e quadrados como vemos no anexo 5.4. Tendo assim a = -2,03552 & b = 0,98670. Como: Log ϖ = a. Log L + b Log ϖ = a. Log L + Log 10b

Log ϖ = Log L a^ .10b

ϖ = 10 b.La

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Conclusão

De acordo com o que foi proposto, os objetivos foram alcançados. Pode-se compreender com os procedimentos experimentais que a frequência natural de oscilação varia de acordo com o comprimento da haste. Percebemos também que com estudos gráficos vemos um ponto de amplitude máxima na medida em que aumentamos a frequência, e que após esse ponto a amplitude volta a decair. Com ajuda do orientador conseguimos ainda aprender sobre operações básicas em torno de um frequencímetro e um gerador de áudio frequência

Sendo f= ω/2π, isolando ω temos a seguinte relação ω=f2π, gerando assim a tabela relacionando A e ω: f(Hz) 45,716 47,519 48,785 48,967 49,327 50,931 51,402 51,942 54, A(cm) 0,40 0,80 1,20 1,60 2,00 1,60 1,20 0,80 0, ω(rad/s) 287,242 298,571 306,525 307,669 313,701 320,009 322,968 326,361 343, Tabela 6: f versus A versus ω para L=18,00cm

5.2 – Calculo de γ (semi largura de pico) para determinados comprimentos de raios de bicicleta, utilizando como ferramenta calculadora CASIO ƒx-82MS. a. (^) Calculo de γ em L=30,00 cm: Sendo ϖ a frequência angular na amplitude máxima e ώ a frequência angular medida anteriormente a frequência angular na amplitude máxima, temos que γ = ϖ – ώ, sendo: ώ=108,592; ϖ=109,880 γ = 109,880 – 108,592 γ = 1,288 rad/s b. Calculo de γ em L=26,00 cm: Sendo ϖ a frequência angular na amplitude máxima e ώ a frequência angular medida anteriormente a frequência angular na amplitude máxima, temos que γ = ϖ – ώ, sendo: ώ=152,801; ϖ=154,485 γ = 154,485 – 152,801 γ = 1,684 rad/s c. Calculo de γ em L=22,00 cm: Sendo ϖ a frequência angular na amplitude máxima e ώ a frequência angular medida anteriormente a frequência angular na amplitude máxima, temos que γ = ϖ – ώ, sendo: ώ=210,625; ϖ=213,836 γ = 213,836 – 210,625 γ = 3,211 rad/s d. Calculo de γ em L=18,00 cm: Sendo ϖ a frequência angular na amplitude máxima e ώ a frequência angular medida anteriormente a frequência angular na amplitude máxima, temos que γ = ϖ – ώ, sendo: ώ=307,669; ϖ=313,701 γ = 313,701 – 307,669 γ = 6,032 rad/s

5.3 – Para o calculo de Q, utilizamos a relação:

Utilizando o Microsoft Excel 2007, obtemos os seguintes valores: a. (^) Para L = 30,00 cm, γ = 1,288 rad/s & ϖ = 109,880 rad/s: Q = ϖ = 109,880 = 85, γ 1, b. Para L = 26,00 cm, γ = 1,684 rad/s & ϖ = 154,485 rad/s: Q = ϖ = 154,485 = 91, γ 1, c. Para L = 30,00 cm, γ = 3,211 rad/s & ϖ = 213,836 rad/s: Q = ϖ = 213,836 = 66, γ 3, d. Para L = 30,00 cm, γ = 6,032 rad/s & ϖ = 313,701 rad/s: Q = ϖ = 313,701 = 52, γ 6,

30,00cm0,30m 26,00cm0,26m 22,00cm0,22m 18,00cm0,18m

Para utilização do método dos mínimos quadrados, temos que gerir uma tabela dos logs do comprimento (L) e da frequência (ϖ), utilizando como ferramenta a calculadora CASIO ƒx-82MS. Comprimento – metro (L) 0,30 0,26 0,22 0, Frequencia – Rad/s (ϖ) 109,880^ 154,485 213,836 313, Log (L) -0,52288 -0,58503 -0,65758 -0, Log (ϖ) 2,04092 2,18889 2,33008 2, Tabela 7: Relação dos logs de ϖ e L Para o método dos mínimos quadrados temos as seguintes equações para a e b: a = (∑ x)( ∑ y) - n(∑xy) (∑ x)^2 - n(∑x^2 ) b = (∑xy)( ∑x) - (∑x^2 )( ∑y) (∑x)^2 - n (∑x^2 ) Sendo:

∑x = ∑L ∑xy = ∑Lϖ ∑y = ∑ϖ

(∑x)^2 = (∑L)² ∑x^2 = ∑L²

n = 4

Dessa forma, com ajuda da calculadora HP30S, temos, já substituindo, nas equações que definem a e b:

a= -2,51022. 9,05640 – 4. -5, (-2,51022)^2 – 4. 1, b= -5,73916. (-2,51022) - 1,60270. 9, (-2,51022)^2 – 4. 1,

a=-2,03552 & b=0, 5.5 – Questionário 1º - Como a frequência de ressonância obtida através das medidas realizadas se relaciona com a frequência própria da haste? Qual a maior dificuldade para medir a frequência natural pela observação direta da haste oscilando livremente? R: A ressonância é um efeito que ocorre quando uma fonte externa emite um som de frequência igual a frequência de vibração natural de um receptor. As frequências de ressonância se relacionam com a frequência própria da haste de forma quanto mais similar for maior será sua amplitude determinando assim uma maior energia. A maior dificuldade seria com relação da descoberta de sua amplitude, que se relaciona com sua frequência natural, pois a vibração torna-se imperceptível. 2º - Se a frequência da força externa aplicada na haste tendesse a infinito qual seria o comportamento da amplitude de oscilação da haste? E se a frequência fosse zero, o que aconteceria com a haste? R: De acordo com a equação A(ω) = Fo/2mϖ, temos que uma frequência da força tendendo ao infinito ocasionaria numa amplitude tendendo a 0. Com uma frequência de força igual a 0, não haveria oscilação, pois não tem como a frequência da força externa ser igual a frequência natural da haste, visto que ela será zero (a frequência da força externa). 3º - As condições iniciais interferem em nossas medidas? Por quê? R: Não. Afinal a frequência da força externa depende apenas da força (Fo), as demais presenças se resumem a constantes (m,ϖ e γ). 4º - Esboce a curva de ressonância para um sistema que possui o fator de qualidade Q infinito. R: Vide gráfico 5.