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percepção cor, Notas de estudo de Psicologia

Percepção da cor

Tipologia: Notas de estudo

Antes de 2010

Compartilhado em 03/09/2006

j-martin-9
j-martin-9 🇧🇷

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SUMÁRIO
1 .....................................................................................................................
2 .....................................................................................................................
3 .....................................................................................................................
4 .....................................................................................................................
5 O mecanismo da visão................................................................................. 2
6 Deficiências na percepção da cor................................................................ 3
7 .....................................................................................................................
8 Como a informação visual é processada pelo cérebro................................. 4
9 Percepção da cor.......................................................................................... 5
10 Teoria tricomática (três cores) de Young - Helmholtz................................. 6
11 Teoria oponente ou teoria das cores de Hering............................................ 6
12 Constância da cor......................................................................................... 7
13 Luminosidade do brilho e cor...................................................................... 8
14 Ver as cores com as mãos, uma capacidade extra-sensorial? ..................... 9
15 .....................................................................................................................
16 CROMOTERAPIA...................................................................................... 9
17 Conclusão.................................................................................................... 11
18 Bibliografia.................................................................................................. 12
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SUMÁRIO

5 O mecanismo da visão................................................................................. 2 6 Deficiências na percepção da cor................................................................ 3 7 ..................................................................................................................... 8 Como a informação visual é processada pelo cérebro................................. 4 9 Percepção da cor.......................................................................................... 5 (^10) Teoria tricomática (três cores) de Young - Helmholtz................................. 6 11 Teoria oponente ou teoria das cores de Hering............................................ 6 12 Constância da cor......................................................................................... 7 13 Luminosidade do brilho e cor...................................................................... 8 14 Ver as cores com as mãos, uma capacidade extra-sensorial? ..................... 9 15 ..................................................................................................................... 16 CROMOTERAPIA...................................................................................... 9 17 Conclusão.................................................................................................... 11 18 Bibliografia.................................................................................................. 12

O mecanismo da visão

O ser humano capta a luz através do olho, um órgão esférico extremamente complexo que em pessoas adultas atinge cerca de 24mm. As paredes do globo ocular são constituídas por três membranas ou túnicas:: esclerótica, coróide e retina.

  • Esclerótica : Membrana mais externa do olho; é branca (o “branco do olho”), fibrosa e resistente. Mantém a forma do globo ocular e o protege. Na região anterior e central do olho, a esclerótica é fina e transparente, constituindo a córnea.
  • Coróide : Reveste internamente a esclerótica; é escura e rica em vasos sangüíneos que alimentam o olho.
  • Retina: É a camada mais interna do olho. Formada por receptores especiais sensíveis a luz. Estes transformam os estímulos luminosos em estímulos nervosos. Os estímulos são levados até o cérebro. Na retina há dois tipos de células que são responsáveis pelo sentido da visão: - os cones , entre 6 e 7 milhões, constituem a fóvea retiniana. Os cones contêm fotopigmentos, que são os responsáveis pela sensibilidade do olho à cor. Há três tipos de fotopigmentos, sensíveis a diferentes comprimentos de onda: os fotopigmentos azuis, verdes e vermelhos. - os bastonetes , cujo número varia entre 75 e 100 milhões, estão distribuídos na superfície da retina, e são sensíveis a baixos níveis de iluminação. Sua sensibilidade à luz é 100 vezes maior do que a dos cones. Cada bastonete contém milhòes de moléculas de um pigmento sensível à luz chamado rodopsina (ou púrpura visual). Quando a luz incide sobre uma molécula de rodopsinha, ela gera um minúsculo sinal elétrico. Esses sinais são “acumulados” até serem suficientes para desencadear uma mensagem

quando o daltônico usa meias de cores diferentes em cada pé ou quando usa paletó e calça de cores desiguais, achando que são a mesma. Outras condições que podem levar à distúrbios na percepção das cores são alterações degenerativas da retina na infância, doenças maculares relacionadas à idade e doenças do nervo óptico, entre outras. Cores muito contrastantes, como verde e vermelho, geralmente são percebidas. O que realmente confunde essas pessoas são as tonalidades de cores "próximas", como verde escuro e marrom, salmão e laranja. A deficiência em perceber as cores pode levar o indivíduo a ter dificuldade na vida profissional - fotógrafos, artistas plásticos, editores de imagem e técnicos em eletrônica, por exemplo, que manipulam circuitos coloridos.

Agora, compare:

Pessoas com percepção normal enxergam a letra O; pessoas com deficiência para percepção das cores vermelho e verde vêem a letra Q; pessoas com ausência de percepção de cores não conseguem fazer a leitura das letras.

Como a informação visual é processada pelo cérebro

O primeiro passo é dizer: Apenas a mente tem visão; todas as outras coisas são cegas. Ao ser recebida, a informação visual passa por vários níveis gradualmente mais abstratos. No nível de entrada, a retina, que é na verdade, um pedaço do cérebro que migra para o olho durante o início do desenvolvimento fetal, processa a informação antes de direcioná-la para o córtex, mais especificamente no lobo occipital. As camadas neurais da retina não estão apenas passando adiante impulsos elétricos; elas também ajudam a codificar e analisar a informação sensorial. Os raios luminosos entram pela pupila, atravessam o cristalino, uma lente gelatinosa, sofrem convergência e vão incidir sobre a retina. Nela, existem neurônios

que captam a luz e jogam os estímulos visuais no nervo ótico que os conduzirá ate a área mais importante da visão: o lobo occipital, situado no cérebro. A imagem que se formou na retina é invertida e será decomposta de acordo com o formato e a cor. As linhas verticais caminham por um circuito de neurônios ate o centro da visão, onde a imagem será remontada. Quem realmente enxerga não é o olho e sim o cérebrol, já que ele monta as imagens e estabelece relações com a memória, o que permite saber se estamos vendo um corpo, um cachorro ou uma pessoa. Essa decomposição da imagem em vários fragmentos é muito importante. Sem ela só seríamos capazes de entender os objetos ou seres se víssemos integralmente. Por exemplo, quando vemos um pedaço do rabo de um animal virando a esquina, não precisamos vê-lo inteiro para saber que se trata de um cachorro ou de um rato.

Percepção da cor

No estudo da visão, um dos mistérios mais básicos e interessantes é como vemos o mundo em cores. A percepção da cor é o resultado da estimulação do órgão visual pela energia luminosa (luz). Em 1664, Isaac Newton fez surpreendentes descobertas sobre a luz e as cores. Estudando a composição de cores do arco-íris que é formada quando os raios luminosos atravessam as gotas da chuva, Newton as reproduziu fazendo incidir raios luminosos sobre alguns prismas e lentes. A faixa luminosa que obteve é conhecida como “espectro solar” e é composta pelas seis cores visíveis: azul violeta, azul céu, verde, amarelo, vermelho alaranjado e vermelho. Estudos realizados com a cor-luz mostram que as cores podem ser somadas e, assim, fazer surgir novas cores. Três cores visíveis do espectro de cores são conhecidas como cores primárias: o azul violeta, o verde e o vermelho alaranjado ou em linguagem técnica: o azul, o verde e o vermelho. Abstraindo apenas estas três cores, em proporções e intensidades variadas, obtemos todas as outras cores, mesmo aquelas que não estão no “espectro solar” como, por exemplo, o marrom. Se somarmos as três cores primárias, encontramos o preto. A cor preta é a ausência das outras cores. O nosso limiar diferencial para cores é tão baixo que podemos distinguir algo em torno de 7 milhões de variações de cores distintas (Geldart, 1972). O moderno trabalho de investigação sobre o mistério da visão de cor começou no século XIX, quando Hermann von Helmholtz trabalhou sobre os insights de um

Na retina e no tálamo (onde os impulsos vindos da retina são retransmitidos no caminho para o córtex visual), alguns neurônios são “ligados” pelo vermelho, mas “desligados” pelo verde. Outros são “ligados” pelo verde, mas “desligados” pelo vermelho. Processos oponentes explicam pós-imagens. Atualmente a solução para o mistério da visão de cor é portanto aproximadamente esta: o processamento de cores ocorre em dois estágios. Os cones vermelhos, verde e azul da retina respondem em graus variados a estímulos de cor diferentes, como a teoria tricomática de Young - Helmholtz sugeriu. Seus sinais são depois processados pelas células de processo oponente do sistema nervoso, a caminho do córtex visual.

Constância da cor

Constância significa a maneira com que os objetos, olhados de diferentes ângulos, de vários ângulos e distâncias ou sob condições diferentes de iluminação, continuam a ser percebidos como tendo a mesma forma, tamanho e cor. A constância permite muita estabilidade ao nosso mundo perceptivo, porém, várias teorias sobre como se consegue a constância, de modo não totalmente compreendido; as pessoas, para complementarem as imagens que a retina capta, utilizam conhecimentos derivados de experiências anteriores, sem fazer qualquer esforço ou ter qualquer consciência do processo. Apesar disso, em ambos os casos a imagem retinal muda de tamanho. Ao olhar de lado um mostrador redondo de relógio, você continua a pensar nele como circular, embora o mesmo esteja projetando uma imagem retinal elíptica. Do mesmo modo, lençóis brancos num quarto fracamente iluminado continuam a aparecer brancos mesmo refletindo menos luz solar brilhante. Constância da cor sob diferentes comprimentos de onda de iluminação é uma função da informação do fundo do objeto de variação independente da cor do elemento circundante; deveria resultar em afastamentos da constância da cor. Se um pequeno alvo cinza for circundado por uma área, digamos vermelha, a combinação de cores diversas num todo do alvo muda. Com alvos de luminância alta, a mudança tende para o vermelho, mas, com luminâncias intermediárias e inferiores, o alvo é julgado como tendo uma matiz quase complementar ao elemento circundante, isto é, verde azulado. Pois o grau de mudança de combinação de cores diversas num todo e saturação é uma função de inúmeras variáveis. Quanto maior for a separação entre o alvo e o elemento circundante, maior

será o efeito de contraste. O contraste da cor também varia com diferenças de luminância entre o alvo e o elemento circundante.

Luminosidade do brilho e cor

As propriedades da luz de objetos e fontes circundantes que atingem o olho são determinadas conjuntamente pelas propriedades refletoras e emissoras das superfícies e fontes; e também pela intensidade e composição espectral da luz. A luz refletida de uma superfície de refletância constante varia com a intensidade e composição da iluminação incidente. Um observador humano é capaz de resolver perceptualmente a luminosidade e a cor do objeto de forma bastante aproximada à refletância e cor do objeto. A luz pode ser especificada em termos radiométricos, fotométricos ou psicológicos, ou seja, do ponto de vista da física, visão ou experiência subjetiva, sendo que esta ultima é indicada pelas respostas do observador. Ao descrever fontes de luz sobre superfícies refletoras, o observador humano se refere à seu brilho ou luminosidade. O brilho se deriva dos julgamentos ou estimativas do próprio sobre a intensidade de luz, expressa fotometricamente como luminância. A importância da cor é extremamente importante; para compreender os seus fundamentos e definir adequadamente as características de nossas aplicações. Por exemplo: O contraste mede a separação entre valores de um determinado matiz

Já o brilho mede a quantidade de cor branca adicionada à cor

· O que é uma contra-indicação? É aplicar uma COR, quando o paciente já há tem em demasia em seu CORPO. Para este fato, dá-se o nome de SATURAÇÃO. · Em quais casos pode-se identificar este fato de SATURAÇÃO? Primeiramente, sempre há a necessidade de estudar-se a CROMOTERAPIA, para que não cometamos nenhum erro, embora, o que se chama de erro nesta técnica alternativa, não tem a mesma conotação que aquela conhecida na Medicina Oficial. Para corrigir um erro na aplicação de uma determinada COR, pode-se utilizar das CORES COMPLEMENTARES, ou, dispersar aquelas aplicadas (vide COR Complementar; Dispersão). Posteriormente, dentro de uma correlação COR / Efeito, não aplicar: · VERMELHO - em hipertensos; pessoas de tez avermelhada; ruivas; temperamento colérico. · ROSA - pessoas com comportamento "infantil". · LARANJA - em pessoas com excesso de autoconfiança; na cabeça (). · AMARELA - em casos de inflamação aguda, febre, cólera, estados de excitação mental, histeria, bactérias patogênicas, alcoolismo, nevralgias e palpitação cardíaca. · AZUL - depressivos, sonolentos, muito quietos. · ÍNDIGO - pessoas extremamente introspectivas, meditativas, sonhadores. · VIOLETA - naqueles com mentalidade pouco desenvolvida, com dificuldades de raciocínio. () A COR LARANJA não deve ser aplicada junto à cabeça / cérebro, por ser uma COR muito intensa, considerada a mais física das CORES. As CORES dentro da CROMOTERAPIA se classificam em dois grandes grupos, a saber: QUENTES e FRIAS. As QUENTES estão representadas pela VERMELHA, LARANJA e AMARELA; e as FRIAS pela AZUL, ÍNDIGO e VIOLETA. A COR VERDE também é FRIA, mas prefiro mantê-la à parte, classificando-a como uma COR eminentemente de equilíbrio e que harmoniza o HOMEM, a NATUREZA e a ambos. Um primeiro toque para você que está se interessando agora pela CROMOTERAPIA: se não souber o que fazer diante de uma situação e deseja fazer para si mesma ou para uma determinada pessoa vibre VERDE. A busca do equilíbrio está dentro de uma luta entre duas grandes forças, representadas pela ação das CORES QUENTES e FRIAS. Precisamos encontrar um meio termo entre elas, pois as QUENTES estão associadas ao elemento FOGO, enquanto que as FRIAS

com o GELO ou o FRIO. O FOGO, ou seja, o calor é expansivo enquanto que o FRIO é restritor, comprimi. Daí Você já pode sacar que: não devemos usar CORES FRIAS em pessoas tristes e depressivas, pois com isso estaremos aprofundando seu estado geral. Por outro lado, não devemos aplicar junto às pessoas febris as CORES QUENTES, uma vez que elas já se encontram com grande quantidade destes raios junto delas. Portanto, devemos aplicar nas pessoas febris as CORES FRIAS e nas tristes e depressivas as QUENTES. Por que que as CORES são QUENTES ou FRIAS? Por uma razão muito simples: é que as QUENTES são lentas e as FRIAS rápidas, velozes. Isto dito em relação à amplitude e comprimento de uma "onda" eletromagnética, sendo que, quanto mais alta maior a força. Devido a lentidão do raio VERMELHO, por exemplo, ele esquenta. Já as FRIAS são espertas e vibram tão depressa que não dá tempo de aquecer o local. Agora, é importante ter-se em mente que, ao aplicar-mos a LUZ através do impulso elétrico e com lâmpada incandescente, todas as CORES se tornam QUENTES pelo calor que a lâmpada proporciona. Isso não tira a qualidade de uma COR FRIA.

Conclusão

Concluímos que são fundamentais à percepção da cor o instrumento da visão: olho e o cérebro, que é quem realmente vê; já que é ele que interpreta os estímulos recebidos.