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Relatório de Eletricidade sobre Potenciômetro
Tipologia: Provas
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Relatório técnico apresentado como requisito parcial para obtenção de aprovação na disciplina T3LE1 – Laboratório de Eletricidade 1, no Curso de Engenharia Eletrônica, no Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de São Paulo. Prof. Me. Fulvio Bianco Prevot
Identificar e definir a função de um potenciômetro, em um circuito elétrico. Medir a variação de resistência de um potenciômetro.
2. INTRODUÇÃO TEÓRICA Os resistores variáveis são conhecidos como potenciômetros, devido às suas aplicações como divisores da tensão em circuitos eletrônicos, eles consistem basicamente em uma película de carbono, ou em um fio que percorrido por um cursor móvel por meio de um sistema rotativo ou deslizante altera o valor da resistência entre seus terminais. Comercialmente, temos que os potenciômetros são especificados pelo valor nominal da resistência máxima, impresso em seu corpo. Na figura 1 vemos como é um potenciômetro internamente. Figura 1 – Estrutura interna básica de um potenciômetro Na prática, encontramos vários modelos de potenciômetro, que em função do tipo de aplicação possuem características mecânicas diversas. A figura 2 mostra um potenciômetro de fio e a figura 3, alguns tipos de potenciômetro de película de carbono. Figura 2 – Potenciômetro de fio
Para medir, na prática, a variação da resistência de um potenciômetro, utilizamos um ohmímetro, devendo este ser conectado entre o terminal central e um dos extremos, conforme mostra a figura 6. Figura 6 – Media de resistência de um Potenciômetro Ao girar o eixo no sentindo horário, conforme a figura 6, teremos um aumento da resistência entre os terminais A e C e uma diminuição proporcional entre os terminais B e C observando que a soma dos dois valores será igual à resistência nominal.
**3. PROCEDIMENTO EXPERIMENTAL
Figura 7 – Circuito utilizado para o experimento. Na primeira montagem no R 1 foi utilizado o potenciômetro 1 de 1kΩ, com a montagem do circuito concluída, deu-se início ao experimento. A primeira etapa foi girar o eixo do potenciômetro do R 1 , de modo que o resistor R 2 ficasse com a tensão máxima, usando um voltímetro para medir a tensão, então foi desligado o potenciômetro do circuito de modo que fosse possível medir sua resistência através do ohmímetro. O mesmo procedimento foi realizado para os valores de tensões indicados na Tabela 1. Os valores obtidos com experimento podem ser vistos na Tabela 1. Com as medições utilizando o potenciômetro de 1kΩ concluída, foi trocado o R 1 pelo potenciômetro 2 de 10kΩ e realizado os mesmo procedimentos, os valores encontrados também estão presentes na Tabela 1. Tabela 1 – Valores de Tensões e Resistências obtidas no experimento. Tensão no Resistor 𝐑𝟐 [V] Resistência do Potenciômetro 1 [Ω] Resistência do Potenciômetro 2 [Ω] Tensão no Resistor 𝐑𝟐 [V] Vmax = 5,671 4,44 5,25 Vmax = 5, 4,0 48,45 55,38 4, 3,0 97,60 98,76 3, 2,0 199,10 202,31 2, 1,0 496,75 481,82 1, Vmin = 0,580 929,53 915,40 Vmin = 0, 4. RESULTADOS E CONCLUSÃO Comparando os resultados obtidos com o potenciômetro de 1kΩ e o potenciômetro de 10kΩ, fica evidente que os valores são bem próximos, o que era de se esperar, uma vez que quanto maior o valor da resistência do potenciômetro, menor é a tensão no R 2. V 6V R 100Ω R 50 % R2 (medido) = 99,75Ω