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Pêndulo Simples, Provas de Física

Relatório de Física experimental I

Tipologia: Provas

Antes de 2010

Compartilhado em 13/05/2010

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thiago-oliveira-costa-7 🇧🇷

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INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇAO, CIENCIAS E TECNOLGIA DO RIO GRANDE
DO NORTE.
PRÓ-REITORIA DE ENSINO.
COORDENAÇAO DE LICENCIATURA EM FÍSICA
LICENCIATURA PLENA EM FÍSICA
TURMA: 3.601 1V
Tágela Ruthiely Barbosa Tavares
Rodrigo Soares da Costa
Thiago Oliveira Costa1
RELATÓRIO DE FÍSICA EXPERIMENTAL
PÊNDULO SIMPLES
NATAL/RN
2010
INTRODUÇÃO
O pêndulo teve suas primeiras aplicações em relógios, que ficaram conhecidos
como relógios de pêndulo, em meados do séc. XVII. Essa descoberta foi feita pelo
então Físico, Matemático e Astrônomo na época Christian Huygen (1629-1695). Tal
1 Alunos do 3° período do curso de licenciatura em física do Instituto Federal de Educação,
Ciências e Tecnologia do Rio Grande do Norte.
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INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇAO, CIENCIAS E TECNOLGIA DO RIO GRANDE

DO NORTE.

PRÓ-REITORIA DE ENSINO.

COORDENAÇAO DE LICENCIATURA EM FÍSICA

LICENCIATURA PLENA EM FÍSICA

TURMA: 3.601 1V

Tágela Ruthiely Barbosa Tavares

Rodrigo Soares da Costa

Thiago Oliveira Costa

RELATÓRIO DE FÍSICA EXPERIMENTAL

PÊNDULO SIMPLES

NATAL/RN

INTRODUÇÃO

O pêndulo teve suas primeiras aplicações em relógios, que ficaram conhecidos

como relógios de pêndulo, em meados do séc. XVII. Essa descoberta foi feita pelo

então Físico, Matemático e Astrônomo na época Christian Huygen (1629-1695). Tal

1 Alunos do 3° período do curso de licenciatura em física do Instituto Federal de Educação,

Ciências e Tecnologia do Rio Grande do Norte.

feito reduziu a margem de erro dos relógios de cerca de quinze minutos por dia para meros dez ou quinze segundos, o relógio se tornara enfim um instrumento realmente confiável para medir o tempo. Um pêndulo simples é um corpo ideal que consiste de uma partícula suspensa por um fio inextensível e de massa desprezível. Quando afastado de sua posição de equilíbrio e solto, o pêndulo oscilará em um plano vertical sob à ação da gravidade; o movimento é periódico e oscilatório, sendo assim podemos determinar o período do movimento. Ainda é possível, com o experimento do pêndulo, demonstrar outra aplicação física. A conservação da energia potencial gravitacional e energia cinética.

(B) Onde:

T = Período (s), σ = desvio padrão, m = valor médio, L = altura (m), g = gravidade ± 9,79 , n = número de medidas realizadas, = valor de cada medida realizada.

OBJETIVOS

Busca-se nesta experiência, provar que o período do pêndulo obtido será o mesmo, independente da massa a ele acoplada. Introduzir de forma conceitual as noções de desvio padrão (σ) e valor médio (m) fundamentais para a realização da prática. Determinar o modulo da aceleração da gravidade (g) com os resultados conquistados e compará-los ao valor real e existente de (g).

PROCEDIMENTO EXPERIMENTAL

www.fisica.ufpb.br/~mkyotoku/respostas/respostas6.htmhttp://mfisica.nonio.uminho.pt/img/instrumentos/ tn_pendulo_simples.JPG

50g 1,324 1,338 1,320 1,330 1,324 1,30 1,344 1,326 1,338 1,328 1,3272 0, 100g 1,32 1,312 1,368 1,35 1,374 1,374 1,38 1,386 1,388 1,376 1,3628 0,

Para L = 70 cm Massa T1 (s) T2 T3 T4 T5 T6 T7 T8 T9 T10 Tm σ (t) 50g 1,806 1,796 1,78 1,776 1,80 1,776 1,776 1,804 1,778 1,794 1,7886 0, 100g 1,826 1,806 1,806 1,82 1,80 1,812 1,806 1,806 1,804 1,818 1,8104 0,

Para L = 100 cm Massa T1 (s) T2 T3 T4 T5 T6 T7 T8 T9 T10 Tm σ (t) 50g 2,044 2,05 2,062 2,08 2,056 2,05 2,026 2,044 2,056 2,05 2,0518 0, 100g 2,062 2,07 2,062 2,08 2,08 2,076 2,082 2,082 2,08 2,074 2,0748 0,

Para L = 150 cm Massa T1 (s) T2 T3 T4 T5 T6 T7 T8 T9 T10 Tm σ (t) 50g 2,594 2,596 2,584 2,588 2,594 2,588 2,59 2,57 2,562 2,568 2,5834 0, 100g 2,588 2,60 2,62 2,60 2,592 2,594 2,58 2,60 2,582 2,60 2,5956 0,

Para L = 200 cm Massa T1 (s) T2 T3 T4 T5 T6 T7 T8 T9 T10 Tm σ (t) 50g 2,906 2,894 2,868 2,912 2,90 2,894 2,92 2,894 2,914 2,92 2,9022 0, 100g 2,90 2,90 2,914 2,93 2,914 2,924 2,90 2,912 2,912 2,926 2,9132 0,

Para m = 50 g

g1 g2 g3 g4 g5 g ( m) σ (m) T =1,3272 L= 0,4m 8,988 ------- ------- ------- ------- T =1,7886 L= 0,7m ------- 8,661 ------- ------- ------- T =2,0518 L= 1 m ------- ------- 9,402 ------- ------- 9,0692 0, T = 2,5834 L=1,5m ------- ------- ------- 8,896 ------- T =2,9022 L= 2 m ------- ------- ------- ------- 9,

A tabela acima mostra o tempo de cada oscilação para as massas de 50 e 100g bem como, os desvios já calculados de acordo com a equação. Nota-se que, os resultados dos períodos para as massas de 50 e 100g são praticamente iguais o que comprova que o período do pêndulo não depende da massa. Observa-se um aumento no tempo de oscilação mediante a altura do centro de massa do corpo a extremidade da haste. Para o cálculo de (g) utiliza-se a equação isolando a incógnita (g). Sendo assim temos:

Observa-se segundo a tabela que, os valores de (g) foram de diferentes do proposto pela teoria aonde g = ± 9,. É importante citar que, o experimento foi realizado por diferentes pessoas, levando assim a diferentes resultados que ocasionaram erros notórios quanto aos dados propostos pela teoria. Além do erro do experimentador, citam-se problemas quanto a

altura medida do centro de massa do corpo a extremidade da haste, que sofreu pequenas variações.

CONCLUSÕES Toda e qualquer experiência deve ser feita em local especifico, com os materiais e ferramentas adequados e com o máximo de atenção possível do experimentador. Notou-se, ao efetuar o procedimento experimental divergências quanto ao proposto na teoria. Essas divergências ocorrem pelo fato de, o experimento ter sido realizado por um experimentador humano propicio ao erro, ocasionando assim erros oriundos a experiência. Conclui-se que, mesmo considerando os desvios padrões gerados pelo procedimento experimental, não foi possível chegar a uma aproximação da experiência prática com a teórica. Um tempo maior dedicado e apenas um experimentador, talvez, gerem resultados mais confiáveis.