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Guias e Dicas
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Práticas Experimentais no Ensino Fundamental e Médio: Abordagem Interdisciplinar, Notas de aula de Química

Este guia detalhado oferece uma série de práticas experimentais para o ensino fundamental e médio, abrangendo diversas áreas do conhecimento. As atividades são organizadas por ano escolar e incluem instruções detalhadas, sugestões de materiais, etapas de execução e recursos para avaliação da aprendizagem. O guia visa promover a participação ativa dos alunos, o desenvolvimento do pensamento crítico e a compreensão de conceitos científicos por meio da experimentação prática.

Tipologia: Notas de aula

2025

Compartilhado em 30/03/2025

fabiano-souza-palgrossi
fabiano-souza-palgrossi 🇧🇷

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Práticas Experimentais
1º BIMESTRE – 2025
Ensino Fundamental Anos Finais e Ensino Médio
SÃO PAULO 2025
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Práticas Experimentais

1º BIMESTRE – 2025 Ensino Fundamental Anos Finais e Ensino Médio

1^ SÃO PAULO^^2025

Sumário

Introdução: um convite ao universo das experimentações

Como este material está organizado

7 Práticas Experimentais: Ensino Fundamental - anos finais

6o ano - Prática 1 e Prática 2

8o ano - Prática 5 e Prática 6

7o ano - Prática 3 e Prática 4

9o ano - Prática 7, Prática 8 e Prática 9

Práticas Experimentais: Ensino Médio

Considerações finais

1o ano - Prática 10, Prática 11 e Prática 12

3o ano - Prática 16, Prática 17 e Prática 18

2o ano - Prática 13, Prática 14 e Prática 15

As práticas experimentais deste material foram plane- jadas para transformar a sala de aula em um laboratório ativo e dinâmico, onde os estudantes não apenas ob- servam, mas se tornam protagonistas de suas próprias descobertas. Nessa jornada de investigação científica, o professor conduz os estudantes a explorarem, ques- tionarem e aprenderem de forma ativa e colaborativa.

O material foi cuidadosamente organizado para facili- tar a implementação das atividades, com uma estrutura clara e intuitiva, apoiando o docente a criar oportunida- des para que os estudantes desenvolvam competências científicas e se apropriem dos conhecimentos de ma- neira crítica e reflexiva.

Cada prática segue uma estrutura organizada para engajar os estudantes e oferecer suporte ao docente, garantindo uma experiência enriquecedora tanto no aprendizado quanto no ensino.

Este material foi pensado para que as práticas expe- rimentais não sejam apenas atividades pontuais, mas parte de um processo contínuo de desenvolvimento das competências científicas. A ideia é transformar o aprendizado em algo ativo , envolvente e conectado à realidade, permitindo que os estudantes compreen- dam os fenômenos que os cercam e, ao mesmo tempo, desenvolvam habilidades para questionar, investigar e agir de forma responsável e crítica.

Tema da aula Cada prática começa com um título instigante, projetado para despertar a curiosidade e o interesse dos estu- dantes, transformando o tema em uma oportunidade envolvente de aprendizagem. O objetivo aqui é trazer o estudante para uma reflexão ativa desde o início.

Conexão com a vida real A prática é contextualizada com situações da vida real, mostrando como o experimento se relaciona com situ- ações cotidianas. Esse vínculo ajuda a mostrar a relevância do conhecimento científico, incentivando os estu- dantes a pensarem de maneira investigativa e aplicar o que aprenderam em suas próprias vidas.

Objetivo Descrever o que se espera que os estudantes sejam capazes de fazer ao final da atividade, detalhando as com- petências ou habilidades que serão desenvolvidas.

Habilidades (competências gerais da BNCC) As práticas são alinhadas com as competências gerais da BNCC, a fim de que o aprendizado seja consistente com o currículo. Cada prática destaca as competências que serão trabalhadas, facilitando a integração do con- teúdo à base curricular.

Por onde começar Nesta seção, o professor encontra informações objetivas e diretas sobre o que será necessário para realizar a prática: lista de materiais, recomendações de espaço (sala de aula, pátio ou laboratório) e orientações sobre como organizar os estudantes (grupos, duplas, etc.).

Como este material está organizado

As práticas experimentais deste material foram plane- jadas para transformar a sala de aula em um laboratório ativo e dinâmico, onde os estudantes não apenas ob- servam, mas se tornam protagonistas de suas próprias descobertas. Nessa jornada de investigação científica, o professor conduz os estudantes a explorarem, ques- tionarem e aprenderem de forma ativa e colaborativa.

O material foi cuidadosamente organizado para facili- tar a implementação das atividades, com uma estrutura clara e intuitiva, apoiando o docente a criar oportunida- des para que os estudantes desenvolvam competências científicas e se apropriem dos conhecimentos de ma- neira crítica e reflexiva.

Cada prática segue uma estrutura organizada para engajar os estudantes e oferecer suporte ao docente, garantindo uma experiência enriquecedora tanto no aprendizado quanto no ensino.

Este material foi pensado para que as práticas expe- rimentais não sejam apenas atividades pontuais, mas parte de um processo contínuo de desenvolvimento das competências científicas. A ideia é transformar o aprendizado em algo ativo , envolvente e conectado à realidade, permitindo que os estudantes compreen- dam os fenômenos que os cercam e, ao mesmo tempo, desenvolvam habilidades para questionar, investigar e agir de forma responsável e crítica.

Como este material está organizado

Duração A prática é dividida em etapas, com o tempo estimado para cada fase (introdução, experimentação, discussão e encerramento), facilitando o planejamento da aula, que tem 50 minutos.

Etapas da prática experimental Orienta o professor em cada fase da prática, desde a introdução até a conclusão, incluindo perguntas instigan- tes que fomentem a participação ativa e o pensamento crítico dos estudantes. Em todas as práticas há suges- tões de fichas de registro, que o professor pode solicitar a impressão por grupo ou pedir que os estudantes escrevam as etapas no caderno a partir das sugestões, que podem ser adaptadas de acordo com o perfil da sua turma.

Interdisciplinaridade Sugestões sobre como conectar a prática a outras áreas do conhecimento, promovendo uma aprendizagem mais integrada e ampla.

Avaliação da Aprendizagem Para cada prática, são oferecidas rubricas simples de avaliação, baseadas nas competências trabalhadas. Além disso, há uma proposta de autoavaliação para que os estudantes possam refletir sobre seu próprio aprendi- zado e participação.

As práticas experimentais são uma parte fundamental

do aprendizado nas séries finais do ensino fundamen-

tal. Elas não apenas despertam a curiosidade natural

dos estudantes, mas também transformam conceitos

teóricos em experiências reais e concretas. Ao realizar

experimentos, os estudantes podem observar fenôme-

nos científicos de forma prática, tornando o aprendiza-

do mais significativo e envolvente.

Essas atividades incentivam o pensamento crítico e

científico, o trabalho em equipe e o desenvolvimento de

habilidades para a resolução de problemas. Além disso,

as práticas experimentais permitem que os estudantes

façam conexões com o mundo ao seu redor, compre-

endendo como os conceitos científicos influenciam di-

retamente suas vidas cotidianas. Essa abordagem ativa

e interativa contribui para a construção de um conheci-

mento que os prepara para desafios futuros de forma

mais consciente e participativa.

Neste material, você encontrará duas práticas experimentais para cada sé- rie, do 6º ao 8º ano e três práticas para o 9º ano. Essas propostas referem-se ao programa curricular do primeiro bimestre e por isso devem ser aplica- das neste período.

Todas as práticas foram cuidado- samente elaboradas para enga- jar os estudantes, proporcionan- do uma jornada de descobertas e aprendizado e para isso contamos com você!

Práticas Experimentais: Ensino Fundamental - anos finais

6º ANO

PRÁTICA 1 E PRÁTICA 2

CONEXÃO COM A VIDA REAL:

Você já percebeu como a sombra de um objeto muda ao

longo do dia e do ano? E como as estações do ano afe-

tam o clima ao nosso redor? Tudo isso acontece por causa

dos movimentos da Terra – a rotação e a translação. Nesta

prática, aprenderemos como esses movimentos influen-

ciam nosso dia a dia e descobrir como a posição da Terra

em relação ao Sol define fenômenos como a variação de

temperatura, a duração dos dias e até as mudanças nas

sombras que vemos ao longo do ano.

OBJETIVO:

Ao final da aula, o estudante será capaz de compreender

o conceito de esfericidade da Terra e como isso influencia

a incidência de luz solar, explicar os movimentos de rota-

ção e translação da Terra e como eles influenciam eventos

diários e sazonais, como a mudança das sombras e das

estações do ano e relacionar a inclinação do eixo da Terra

e o movimento de translação às variações de luz e tempe-

ratura durante o ano.

HABILIDADES: COMPETÊNCIAS GERAIS DA BNCC

1. Conhecimento: entender como a forma e os movimen- tos da Terra afetam a luz, as sombras e as estações ao lon- go do ano. 2. Pensamento científico, crítico e criativo: compreen- der e explicar fenômenos naturais a partir de observações. 6. Trabalho e projeto de vida: compreender como os ciclos diários e anuais podem auxiliar na organização de ações voltadas para a sustentabilidade, como o aproveita- mento da luz natural e a gestão de recursos naturais. 7. Argumentação: analisar e argumentar sobre as obser- vações feitas durante o experimento, discutindo causas e consequências.

Prática 1

  • Globo terrestre ou bola para representar a Terra.
  • Lanterna ou lâmpada de mesa para representar o Sol.
  • Fita adesiva para marcar o eixo inclinado da “Terra”.
  • Folhas de papel e lápis para anotações e desenho das ob- servações.
  • Espaço escurecido ou semi-escurecido (se possível) para observar a incidência de luz de forma mais clara.
  • Preparação do espaço: organize a sala de aula para que os estudantes se sentem em círculo em torno do globo terres- tre e da lanterna.A prática pode ser realizada na própria sala de aula. Caso o ambiente não possa ser escurecido, posicione o globo e a lanterna de forma que a incidência de luz seja visível para todos.
  • Organização dos estudantes: divida a turma em pequenos grupos (4 a 5) para que todos possam observar o experi- mento de diferentes ângulos. Cada grupo deverá registrar suas observações e responder às perguntas propostas ao longo da prática.
  • Introdução e contextualização (10 minutos).
  • Atividade prática (25 minutos).
  • Discussão e encerramento (15 minutos).

Materiais

Duração

INTRODUÇÃO E

CONTEXTUALIZAÇÃO

(10 MINUTOS)

1 Inicie a aula perguntando aos estudantes se eles já perceberam como a sombra de uma árvore ou de um poste muda de posição ao longo do dia. Questione-os sobre o que acham que provoca essa mudança.

2 Explique que a Terra realiza dois movimentos princi- pais – rotação e translação – e que esses movimentos são responsáveis por fenômenos como o dia e a noi- te, as estações do ano e as mudanças nas sombras.

3 Apresente o objetivo da prática e como eles vão simu- lar a posição da Terra em relação ao Sol usando um globo e uma lanterna para entender esses fenôme- nos de maneira visual e prática.

ATIVIDADE PRÁTICA (25 MINUTOS)

1 Coloque o globo sobre uma mesa e use a lanterna como fonte de luz, representando o Sol.

2 Explique que a rotação é o movimento da Terra em torno de seu próprio eixo e que ele dura (aproxima- damente) 24 horas, resultando em dia e noite.

3 Peça para um estudante girar o globo lentamente en- quanto a lanterna ilumina apenas um lado.

Pergunte aos estudantes: (1) O que acontece com a parte iluminada e a parte que está na sombra?

(2) Como isso se relaciona com o dia e a noite?

4 Incline o eixo do globo para simular a inclinação real da Terra e explique que essa inclinação é de aproxi- madamente 23,5 graus.

5 Movimente o globo ao redor da “fonte de luz” (a lan- terna) para simular o movimento de translação da Terra em torno do Sol.

6 Aponte que, devido à inclinação do eixo, algumas par- tes da Terra recebem mais luz do que outras em de-

Prática 1 Etapas da prática experimental

terminados períodos do ano.

Pergunte aos estudantes: (1) Como a inclinação e a posição da Terra em relação ao Sol podem influenciar a duração dos dias e a tem- peratura?

(2) O que acontece com as regiões que recebem mais ou menos luz?

7 Use um objeto pequeno, como um lápis, para simular as sombras no globo em diferentes posições em rela- ção à lanterna.

8 Peça aos estudantes para observarem como a posi- ção da sombra do lápis muda conforme o globo gira (rotaciona) e conforme o globo é movido em volta da lanterna (translação)

Pergunte aos estudantes: (1) Como essa mudança de sombra se relaciona com o movimento da Terra?

(2) O que isso nos diz sobre as mudanças nas som- bras ao longo do dia e do ano?

Prática 1

Nome dos integrantes do grupo:

Ao observar a simulação da rotação da Terra, o que você notou sobre a luz e a sombra no globo terrestre?



Como o movimento de rotação da Terra explica o ciclo de dia e noite que vivemos diariamente?



O que você percebeu sobre a luz e a sombra ao inclinar o globo terrestre e movê-lo ao redor da “fonte de luz” (lanterna)?



Com base na observação, como a inclinação do eixo da Terra in- fluencia a temperatura e as estações ao longo do ano?



Ao posicionar o lápis ou outro objeto no globo, o que você notou sobre a mudança de sombras ao longo da “movimentação da Terra”?



Explique com suas palavras como o movimento da Terra influen- cia a posição das sombras ao longo do dia e do ano.



O que você achou mais interessante sobre os movimentos da Terra e seus efeitos?



Professor, você pode solicitar a impressão de uma Ficha de registro de Prática por grupo ou solicitar que os estudantes escrevam as etapas no caderno a partir das sugestões deste ficha. Fique à vontade para adaptar as perguntas de acordo com o perfil da sua turma.

FICHA DE REGISTRO DE PRÁTICA

FICHA DE REGISTRO

DA PRÁTICA

PRÁTICA 1: A DANÇA DA TERRA!

Prática 1

Data: Nome dos integrantes do grupo: Nome do estudante avaliado:

Professor, você pode solicitar a impressão de uma ficha de Avaliação da Aprendizagem por estudante ou utilizá-la para as anotações em seu caderno de registros a partir das suges- tões deste ficha. Fique à vontade para adaptar as perguntas de acordo com o perfil da sua turma e do experimento que conduziu na sua turma.

AVALIAÇÃO DE APRENDIZAGEM (^) Sim Parcialmente Não

Engajamento Participou ativamente das discussões e atividades em grupo?

Raciocínio científico Demonstrou compreensão dos conceitos de rotação, translação e inclinação da Terra?

Comunicação Colaborou nas atividades e apresentou suas conclusões de forma clara?

AVALIAÇÃO DE

APRENDIZAGEM

PRÁTICA 1: A DANÇA DA TERRA!

Como o passado

da Terra e o nosso

cotidiano se

conectam?

Prática 2

CONEXÃO COM A VIDA REAL:

Já parou para pensar como medimos o tempo? Nós, se-

res humanos, usamos relógios e calendários para marcar

nossos dias e anos, mas e a Terra? A Terra tem o seu pró-

prio ritmo e a ciência tem diferentes maneiras de marcar

o tempo: o histórico, o geológico e o cronológico. Nesta

aula, vamos explorar como esses diferentes tipos de tem-

po se conectam e entender como a ciência usa essas es-

calas para estudar o passado da Terra e o nosso lugar no

presente.

OBJETIVO:

Ao final da aula, o estudante será capaz de diferenciar os

conceitos de tempo histórico, geológico e cronológico,

compreender como o tempo geológico abrange bilhões de

anos, enquanto o tempo cronológico está relacionado ao

ciclo de vida dos seres humanos e o tempo histórico aos

registros documentados e visualizar de maneira compara-

tiva como essas formas de medir o tempo são utilizadas

na ciência e no cotidiano.

HABILIDADES: COMPETÊNCIAS GERAIS DA BNCC

1. Conhecimento: compreender e utilizar diferentes formas de conhecimento sobre o tempo para construir uma visão integrada sobre o desenvolvimento da Terra e das civilizações, relacionando ciência, história e o cotidiano. 4. Comunicação: expressar e compartilhar suas ideias, dúvidas e descobertas sobre o conceito de tempo e suas diferentes escalas, utilizando a linguagem oral e escrita, além de representações visuais, como a linha do tempo. 6. Trabalho e projeto de vida: compreender como os di- ferentes conceitos de tempo – histórico, geológico e cro- nológico – podem influenciar a maneira como planejamos nossas ações no presente, conectando escolhas pessoais às transformações do passado e às perspectivas de futuro. 10. Responsabilidade e Cidadania: discutir como o enten- dimento dos tempos histórico e geológico pode influenciar nossa percepção de preservação ambiental e responsabili- dade com o planeta, promovendo uma atitude consciente sobre as mudanças naturais e humanas.

Prática 2

  • Fita métrica ou uma longa tira de papel (como papel kraft) para representar a linha do tempo.
  • Marcadores coloridos ou adesivos para marcar diferentes eventos.
  • Cartões pequenos com eventos para serem distribuídos aos grupos (exemplos: “formação da Terra”, “surgimento dos dinossauros”, “invenção da escrita”, “nascimento de um estudante”).
  • Imagens representativas (opcional) para associar aos even- tos.
  • Use uma parede ou o chão da sala de aula para estender a linha do tempo (a fita de papel), onde os estudantes pode- rão marcar diferentes eventos com os cartões.
  • Divida os estudantes em pequenos grupos (4 a 5) e distri- bua cartões com eventos históricos, geológicos e cronoló- gicos para que cada grupo participe da construção da linha do tempo.
  • Introdução e contextualização (10 minutos).
  • Atividade prática (25 minutos).
  • Discussão e encerramento (15 minutos).

Materiais

Duração

DISCUSSÃO E

ENCERRAMENTO

(15 MINUTOS)

1 Reúna os estudantes para uma discussão sobre as observações feitas durante a montagem da linha do tempo.

2 Faça perguntas para guiar a discussão, como:

(1) O que vocês acharam mais surpreendente ao ob- servar a linha do tempo?

(2) Por que vocês acham que o tempo geológico é tão longo em comparação com os outros?

(3) Como o tempo histórico e o cronológico são im- portantes para a nossa vida cotidiana?

3 Incentive os estudantes a refletirem sobre como essa compreensão do tempo ajuda a ver o passado da Ter- ra e o desenvolvimento humano sob uma nova pers- pectiva.

Prática 2 Etapas da prática experimental

Geografia: exploração das camadas e formações da Terra, discutindo como as mudanças geológicas influenciam o ambiente e os continentes ao longo de bilhões de anos.

História: estudo dos registros históricos e sua im- portância para a compreensão das civilizações e das mudanças na sociedade.

Matemática : cálculo de proporções e escalas para representar diferentes períodos de tempo, ajudan- do os estudantes a visualizar e comparar as escalas cronológicas, históricas e geológicas.

Interdisciplinaridade Exemplo da atividade

Prática 2

Nome dos integrantes do grupo:

Escreva um exemplo de um evento que acontece em um período cronológico e explique como ele afeta sua vida cotidiana.



Qual evento histórico você marcou na linha do tempo? Como ele é importante para a sociedade?



O que você descobriu sobre o tempo geológico? Escreva um evento relacionado ao tempo geológico e explique o que mais te surpreendeu sobre esse tipo de tempo.



Como foi organizar os eventos na linha do tempo? Algum dos ti- pos de tempo ocupou mais espaço? Por quê?



Explique com suas palavras a diferença entre o tempo cronológi- co, o histórico e o geológico.



O que mais te interessou nessa prática sobre o tempo e a Terra?



Como essa prática ajuda você a entender o passado e o presente do nosso planeta?



Faça um pequeno desenho que represente o que você aprendeu sobre os diferentes tipos de tempo. Use diferentes cores ou sím- bolos para indicar o tempo cronológico, histórico e geológico.



Professor, você pode solicitar a impressão de uma Ficha de registro de Prática por grupo ou solicitar que os estudantes escrevam as etapas no caderno a partir das sugestões deste ficha. Fique à vontade para adaptar as perguntas de acordo com o perfil da sua turma.

FICHA DE REGISTRO DE PRÁTICA

FICHA DE REGISTRO

DA PRÁTICA

PRÁTICA 2: COMO O PASSADO DA TERRA E O

NOSSO COTIDIANO SE CONECTAM?