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Preconceito, Notas de estudo de Sociologia

Apostilas de Pedagogia sobre Preconceito, protagonismo x preconceito, percepção de preconceito, formação de atitudes e preconceitos, discussão com idosos sobre preconceito.

Tipologia: Notas de estudo

2013

Compartilhado em 08/10/2013

Ipanema27
Ipanema27 🇧🇷

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PROTAGONISMO x PRECONCEITO
[Do gr. protagonistés.]
Substantivo de dois gêneros. 1.O primeiro ator do drama grego. [Cf.
deuteragonista e tritagonista.] 2.Teatr. Cin. Telev. A personagem
principal de uma peça teatral, de um filme, de um romance, etc. 3.Fig.
Pessoa que desempenha ou ocupa o primeiro lugar num acontecimento.
PRECONCEITO
[De pre- + conceito.]
Substantivo masculino. 1. Conceito ou opinião formados antecipadamente,
sem maior ponderação ou conhecimento dos fatos; idéia preconcebida. 2.
Julgamento ou opinião formada sem se levar em conta o fato que os
conteste; prejuízo. 3. P. ext. Superstição, crendice; prejuízo. 4. P.
ext. Suspeita intolerância, ódio irracional ou aversão a outras raças,
credos, religiões, etc.: O preconceito racial é indigno do ser humano.
PRECONCEITO
“Ter preconceito é assimilar as coisas com
julgamento preestabelecido, fundamentado na opinião dos outros. Os
preconceitos são as raízes de nossa infelicidade e sofrimento, pois
deterioram nossa visão de vida como uma lasca que inflama a área de nosso
corpo em que se aloja”. Santo Neto, sd.
PERCEPÇÃO DE PRECONCEITO
O preconceito passa a integrar o
conjunto
de crenças e atitudes de uma pessoa. O que importa a uma pessoa
influenciando seu comportamento não é a realidade como tal mas como ela
supõe ou imagina que ela seja.
FORMAÇÃO DE ATITUDES E PRECONCEITOS
Influências de grupos; familiar, social,
político, educacional e outros; Os papéis desempenhados tendem a ser
reforçados e imitados; A estabilidade dos preconceitos fica assegurada
quando uma base de sustentação social.
PRECONCEITO: CARACTERÍSTICAS
Preconceito pode ser incluído na classe
das atitudes como uma disposição afetiva dirigida a um objeto social;
representação cognitiva e tendência comportamental; Forma-se em torno
de um núcleo afetivamente negativo, é dirigido contra grupos de pessoas.
PRECONCEITO: ATITUDES CONTRA GRUPOS
Étnicos Religiosos Políticos Culturais Ideológicos
Profissionais
DISCUSSÃO COM IDOSOS SOBRE PRECONCEITO METODOLOGIA DO TRABALHO:
Um grupo focal é um grupo de discussão
GRUPO FOCAL
informal e de tamanho reduzido, com propósito de obter informações de
caráter qualitativo em profundidade. É uma técnica rápida e de baixo
custo para obtenção de informações qualitativas sobre experiências de
vida, sentimentos, percepções, preferências, comportamento, opiniões e
necessidades dos participantes
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PROTAGONISMO x PRECONCEITO

  • [Do gr. protagonistés.] Substantivo de dois gêneros. 1.O primeiro ator do drama grego. [Cf. deuteragonista e tritagonista.] 2.Teatr. Cin. Telev. A personagem principal de uma peça teatral, de um filme, de um romance, etc. 3.Fig. Pessoa que desempenha ou ocupa o primeiro lugar num acontecimento. PRECONCEITO
  • [De pre- + conceito.] Substantivo masculino. 1. Conceito ou opinião formados antecipadamente, sem maior ponderação ou conhecimento dos fatos; idéia preconcebida. 2. Julgamento ou opinião formada sem se levar em conta o fato que os conteste; prejuízo. 3. P. ext. Superstição, crendice; prejuízo. 4. P. ext. Suspeita intolerância, ódio irracional ou aversão a outras raças, credos, religiões, etc.: O preconceito racial é indigno do ser humano. PRECONCEITO
  • “Ter preconceito é assimilar as coisas com julgamento preestabelecido, fundamentado na opinião dos outros. Os preconceitos são as raízes de nossa infelicidade e sofrimento, pois deterioram nossa visão de vida como uma lasca que inflama a área de nosso corpo em que se aloja”. Santo Neto, sd.

PERCEPÇÃO DE PRECONCEITO

  • O preconceito passa a integrar o conjunto de crenças e atitudes de uma pessoa. O que importa a uma pessoa influenciando seu comportamento não é a realidade como tal mas como ela supõe ou imagina que ela seja.

FORMAÇÃO DE ATITUDES E PRECONCEITOS

  • Influências de grupos; familiar, social, político, educacional e outros; • Os papéis desempenhados tendem a ser reforçados e imitados; • A estabilidade dos preconceitos fica assegurada quando há uma base de sustentação social.

PRECONCEITO: CARACTERÍSTICAS

  • Preconceito pode ser incluído na classe das atitudes como uma disposição afetiva dirigida a um objeto social; representação cognitiva e tendência comportamental; • Forma-se em torno de um núcleo afetivamente negativo, é dirigido contra grupos de pessoas.

PRECONCEITO: ATITUDES CONTRA GRUPOS

  • Étnicos • Religiosos • Políticos • Culturais • Ideológicos • Profissionais

DISCUSSÃO COM IDOSOS SOBRE PRECONCEITO METODOLOGIA DO TRABALHO:

  • Um grupo focal é um grupo de discussão

GRUPO FOCAL

informal e de tamanho reduzido, com propósito de obter informações de caráter qualitativo em profundidade. É uma técnica rápida e de baixo custo para obtenção de informações qualitativas sobre experiências de vida, sentimentos, percepções, preferências, comportamento, opiniões e necessidades dos participantes

CARACTERÍSTICAS DE UM GRUPO FOCAL

  • Em cada grupo deve constar um moderador, um relator, e entre 7 e • • •
  • • 12 participantes; Cada sessão dura entre uma a duas horas,(máximo 4 sessões); A conversação concentra-se em poucos tópicos (no máximo cinco assuntos); O moderador tem uma agenda onde estão delineados os principais tópicos abordados; As perguntas do moderador, quando realizadas, não devem ser fechadas, permitindo a contribuição de novas idéias sobre o assunto; O moderador deve ter o cuidado de captar informações, e não dar informações.

APLICAÇÕES TÍPICAS DOS GRUPOS FOCAIS

  • Quando o pesquisador deseja ampliar a sua compreensão a respeito de um fenômeno, ou mesmo um projeto, programa ou serviço;
  • Quando é importante conhecer as preferências, opiniões e

necessidades de todos os envolvidos num determinado programa ou atividade que está sendo desenvolvida; utilizam um serviço, as mudanças que gostariam de ver, e as dificuldades que estão encontrando.

  • Quando há o objetivo de verificar a satisfação das pessoas que

PRECONCEITO: QUESTÕES 1. EXISTE ATUALMENTE PRECONCEITO CONTRA O IDOSO? Muito 23 Total de participantes: 23

Um pouco 0

Não existe 0

  1. O QUE É SER IDOSO?
  • • • • • • • • • • È uma etapa da vida do ser humano; É ter idade; É aceitar essa faixa etária de idoso; É saber envelhecer, acompanhar esse momento respeitando essa faixa de vida; É uma coisa maravilhosa mansa, compreensiva, muda muito a maneira de viver e conviver; É acúmulo do que se fez durante toda a vida; Ser idoso é se aceitar, se gostar, se assumir, não se escolhe ser idoso; Idoso para mim é tudo: fui criança, casei, tive filhos e netos. Uma realização de uma vida inteira; Tudo na vida vai envelhecer e nós também, a vida é mais calma, mais tranqüila, ganha mais paciência; A velhice quem faz somos nos mesmos.
  1. QUAIS OS ASPECTOS POSITIVOS DE SER IDOSO?
  • Aprende-se no dia a dia; • Aceita-se a vida de uma maneira mais fácil do • • • •

que quando jovem; É preciso seguir só as coisas boas (usar o lado positivo); Ser mais compreensiva; Estar sempre aprendendo com os mais jovens; Aceita-se tudo o que acontece com compreensão.

  1. QUAIS OS ASPECTOS NEGATIVOS DE SER IDOSO?

Leme e Silva In Netto, 1996.

POSSIBILIDADES DE ENFRENTAMENTO DO PRECONCEITO NA VELHICE

  • Redução da pobreza e da dependência; • Bem-estar emocional; • Auto- estima; • Características de personalidade; • Qualidade de vida; • Aumento da escolaridade; • Condições mais favoráveis de saúde.

POSSIBILIDADES DE ENFRENTAMENTO DO PRECONCEITO NA VELHICE

  • • • • • • • • Educação Continuada; Lazer; Cultura; Consciência crítica para o exercício da Cidadania; Ampliação de redes de relações interpessoais e intergeracionais; Resgate de experiências, desejo de aprender, de enfrentar desafios,novo significado e entusiasmo pela vida; Formação de recursos humanos; Reflexões sobre o envelhecimento.

POSSIBILIDADES DE ENFRENTAMENTO DO PRECONCEITO NA VELHICE

  • Redes de Suporte Social são conjuntos

hierarquizados de pessoas que mantém entre si laços típicos das relações de dar e receber. (Neri, 2001 p. 110) Principais funções das redes de relações e suporte social para os idosos: Dar e receber apoio emocional; Manter e afirmar a identidade social; Estabelecer novos contatos sociais;

  • • •

Redes de Suporte Social

  • Ajudar os idosos a encontrar sentido nas •

experiências do desenvolvimento, principalmente quando elas são não- normativas e estressantes; Auxiliar as pessoas a interpretar expectativas pessoais e grupais e a avaliar as próprias realizações e competências. Neri, 2001

Redes de suporte social

  • Em todo o mundo a família é a fonte primária de suporte social ao idoso;
  • A manutenção das relações com o cônjuge, familiares e amigos favorece o bem-estar psicológico e social dos idosos;
  • As relações entre amigos são particularmente benéficas porque são de livre escolha atendendo as necessidades afetivas dos envolvidos porque eles compartilham experiências de vida, necessidades, valores e significados.

POSSIBILIDADES DE ENFRENTAMENTO DO PRECONCEITO NA VELHICE

  • Suporte de profissionais esclarecidos:
  • • • • • • • • • Família natural; Família acolhedora; Residência temporária; Centro-dia; Centro de convivência; Casa-lar; República; Atendimento integral institucional; Assistência domiciliar/atendimento domiciliar.

Diogo In Freitas...[et al], 2006

Envelhecimento “bem sucedido” Auto-aceitação; Relações positivas com os outros; Autonomia; Domínio sobre o ambiente; Propósito de vida; Crescimento pessoal; Neri e Freire, 2000.

“Toda a alma superior tem um sistema de valores não baseado em regras rígidas. Avalia os indivíduos, atos e atitudes com seu senso interior, sentimentos, emoções e percepções intuitivas. Assim cada situação é sempre nova e cada pessoa é sempre um mundo à parte”. Santo Neto, sd.

BIBLIOGRAFIA: RELAÇÕES INTERPESSOAIS

  • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • AMADO, G. e GUITTET, A. A dinâmica da comunicação nos grupos. 2ª ed. Rio de Janeiro: Zahar, 1982. ANDREOLA, B. A. Dinâmica de Grupo Jogo da Vida e Didática do Futuro. 15ª ed. Petrópolis: Vozes, 1998. BLEGER, J. Temas de Psicologia Entrevista e Grupos. São Paulo: Martins Fontes, 1998. BUSTOS, D. Novas cenas para o psicodrama. São Paulo: Ágora, 1999. CARVALHO, I. M. Introdução à Psicologia das relações humanas. 9ª ed. Rio de Janeiro: Editora Fundação Getúlio Vargas, 1978. CESTARIOLO, L. R. Dinâmica interpessoal, Psicologia Educacional. Porto Alegre: Grafosul, 1990. CUKIER, R. Psicodrama bipessoal. São Paulo: Ágora,1992. FRITZEN, S. J. Relações humanas Interpessoais nas convivências grupais e comunitárias. 2ª ed. Petrópolis : Vozes, 1990. ____________. Janela de johari exercícios vivenciais de dinâmica de grupo, relações humanas e de sensibilidade. 7ª ed. Petrópolis: Vozes,
  1. ______________ Dinâmicas de Recreação. 20ª ed. Própolis: Vozes,
  2. HAMACHEK, D. E. Encontros com o SELF. 2ª ed. Rio de Janeiro: Interamericana, 1979. LEWIN, K. Problemas de dinâmica de grupo. 3ª ed. São Paulo: Editora Cultrix, 1978. MAISONNAVE, J. A Psicologia Social. São Paulo: Martins Fontes, 1988. MARKHAM, U. Como lidar com pessoas difíceis. São Paulo: Mandarim, 1999. MINUCUCCI, A. Técnicas de trabalho de grupo. São Paulo: Atlas, 1987. _____________. Relações humanas psicologia das relações interpessoais. 3ª ed. São Paulo: Atlas, 1982. MIRANDA, C. F. e MIRANDA, M. L. Construindo a relação de ajud a. 8ª ed. Belo Horizonte: Crescer, 1993. MIRANDA, M. L. Construindo a relação de ajuda guia do treinador. Belo Horizonte: Crescer, 1993. MOREIRA, A. C. Comunicação Interpessoal. São Paulo: Edições Paulinas,
  3. MOSCOVICI, F. Desenvolvimento interpessoal. 3ª ed. Rio de Janeiro: LTC, 1985. RAPPAPORT, C. R. Introdução à Psicologia Social. v.12. São Paulo: EPU, 1986. RODRIGUES, A. Psicologia Social para principiantes. 2 ed. Petrópolis: Vozes, 1995. WEIL, P. Relações humanas na família e no trabalho. 43ª ed. Petrópolis: vozes, 1991.