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Destinamos o presente trabalho à juventude das Escoles com a intenção: de orientá-la e facilitar-lhe os conhecimentos exigidos pelos programas oficiais, uma vez que néle se encontra a matéria do Curso de TEORIA MUSICAL das Escolas de Música e Conservatórios, bem como as noções minisiredas nos estabelecimentos de ensino secundário. Esperamos possa ser êle útil aos nossos jovens estudantes de música e aos ginasianos. A AUTORA setembro de 1979 Rio Copyright 1953 by Casa Oliveira de Músicas Ltda.- Rio de Janeiro - Brasil Waria Cuida de Mattos Prioili (Protessora Titular de Harmonia Superi or e Teoria Musical da Escola de Musica da U.F.R. Je do Trinity College of Music of London) PRINCÍPIOS BÁSICOS DA MÚSICA À JUVENTUDE PARA DE ACÓRDO COM OS PROGRAMAS DE TEORIA MUSICAL DA ESCOLA DE MÚSICA DA UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO DE JANEIRO E DE CANTO CRFEÔNICO DOS ESTASE- ECIMENTOS DE ENSINO SECUNDÁRIO. 1º VOLUME EDIÇÃO REVISTA E ATUALIZADA 1995 EDITÓRA CASA OLIVEIRA DE MÚSICAS LTDA. GUS DA CARIOCA 70 . TEL 2r.3530 . RIO DE 4 3 , PRINCIPIOS BASICOS DA MUSICA 5 [J) | ) APRECIAÇÃO MUSICAL: d Pêgs. y . O canto orjeônico e o canto coral — sua origem e finalidade ........ 113 ÍNDICE DO canto orfeônico no Brasil... Ci HE | ) Menossolfa . 115 | ) A música e os instrumentos dos indigenas do Brasi 117 Pág Injluência das músicas: amerindia, aíricana, poriug' ) outras, na música brasileira ......cciccciceesetesinenecacees . 8 i definição — element astitutiv , a 1 úsica (definição elementos constitutivos) ......... ) Instrumentos musicais 120 I — Notação m al (notas — escala — pauta — claves — valores) ) Bandas de música ... . 121 IH — Divisão proporcional dos 'valores 4 Orquestra (antiga — clássica — moderna) “o dera 122 : o CT Mttmmettaanio rose apos à) Principais formas musicais is o 15 ; — Ligadu — Pont umen aos IV — Ligadura — Ponto de aumento 1 Hino Nacional Brasileiro (pequeno resumo histórico) . 88 V — Compassos iseneralidades — compassos simples) . 4 Dados diográficos de Francisco Manuel ...... APS da MERO IRF IRS ema 128 , ” » » Osório Du Estrada. 129 yr — Tons e semitons naturais (escala diatônica de dó — sua for- y Hi i Bendeira Neci à (o E É is 129 me e seus graus) cernu ias rabacer empadas Ígas 2 dino & Bandeira ifecionar (pequeno Tesumo tisb é ) Dados biográficos de Francisco Braga ...iiicitciestesimeeteneenes 130 T ” siri á ; MAE sem ARSRÃO chGirihO 4 E ” = Qlago. BEGE aquesaneeraes emita atra irens entar a 0 É VIII — Alterações 3 Hino da Independência (pequeno resumo histórico) ..iciccceiioo 131 É IX — Semitom cromático e diatônico (formação do tom) d Dados biográjicos de D. Pedro 1... ii is E o á 15 Hino da Proclameção da Repúblice (pequeno re: 132 X — Fermata — Linha de 8º — Legato e Staccato 4 SC pinmráricos do T a 132 y Dados biográjicos de Leopoldo Mi H XI — Sincope — Contratempo .. cics ds ” ” ” Medeiros e Albuguera 132 : , : . E a Hino é Músi ' no históri ; CO x Intersaios (simples e compostos — harmônico e melódico — o pira A desta foecueno cara Etta : ascend: ) é Tac! e mn Lyra a csgpranss ema rireara : são dos calos) ) ” " ” Olegário Mariano ...iii . . 134 Ê XIII — Modos de ia: maior e menor (graus modais — graus ) F sai escala do modo HINOS (músicas) relativas — es . À us das as maiores e menores — inter- | ) Hino Nacional Bra; RR . . . 135 : cromáticos) ” :35 ) 13 XIV — o tom de um ireCÃO Lili go E REDEMEEIEEO OO STESSE uuiio oiii issu is ii iuris 137 Ev — ) 138 Ho) 139 EvI — — Sinais de abreviatura ii 0) ——— XVII — ) 104) 140 — Andamentos — Metrônomo — Sinais de intensidade ..... =. 08 Céu psi a ; tá ) : azul da minha terra 142 ) Osolea lua. 142 8 MARIA LUÍSA DE MATTOS PRIOLLI As linhas, bem como os espaços da pauta, são contadas de baixo para cima. tinhas espaços chamadas suplementares superiores ou suplementares Intestmios, quan- do são colocadas, respectivamente, acima ou abaixo” da pauta, Usa-se também escrever notas nos espaços formados por essas suplementares superiores ou inferiores). inhas (espaços As linhas e espaços suplementares contam-se de baixo para cima quando superiores e de (cima para baixo quando inferiores. O número de linhas ou espaços suplementares não é lUmitado, contudo, não é comum empregar-se mais de 5. e ELE sa Linhas e espeços Eee —— = suplementares superiores Linhas e espaços suplementares inferiores O SSElss = os = QUESTIONÁRIO 1 1 — Que é notação musical? 2 — Como se chamam es notas? 3 — Que é pauta? 4 — Que é pentagrama? 5 — Como devem ser contados os espaços e &s linhas de pauta? 6 — Para que servem as linhas suplementares superiores ou feriores? 7 — Como são contados os espaços e &s linhas supiementares supe- ores? 8 — E as suplementares inferiores? 9 — Quantas linhas e espaços supie- mentares podemos empregar? :0 — Que é escala? PRINCIPIOS BASICOS DA MÚSICA 9 2 — Claves i Para , determinar o nome da. nota e a sua altura n na escala coloca-se | no princípio da pauta um sinal chamado clave. Hé três sinais de clave: Clave de sol” i Clave de tá O: Clave de dó 2 A clave de sol é escrita na 2.º linha. A clave de fã é escrita na 32 e 42 linha. A clave de dó é escrita na 1.2, na 2.º, na 32e na 4º linha. Também foi usada, antigamente, uma clave de sol na 1.º linha; contudo, deixou de ser empregads porque suas notas ficavam exata- mente iguais às notas da clave de fá na 4º linha (embora, nesta última clave as notas fôssem entoadas duas 8.2s abaixo). Notes na clave de ) 5 sol na 12 linha A ez et (desusada) DR La J Notas na clave de dra T E fá na 42 linha Sr Ts a a (muito usada) ZÉ Tz o Observa-se que os dois pontinhos colocados ao lado das claves de fá e de dó servem para indicar a linha em que se acha assinada a clave. o o GS 6EE* 7 E) cia rá Na clave de sol deixaram de ser usados êsses dois pontinhos, uma vez que, desaparecendo o seu emprêgo na 1.º linha, usa-se apenas uma clave de sol, assinada exclusivamente na 2.º linha, Cada clave dá seu nome à nota escrita em sua linha. Nos espaços e nas linhas subsegúentes, ascendentes ou descen- dentes, as notas vão sendo nomeadas sucessivamente, de acôrdo com a ordem já referida. ”” og mm F PRINCÍPIOS BÁSICOS DA MUSICA NH Notas na clave-de fá na 34 linha - 4 = Po po REM Ea sol la si po RE gelo TI ato 1 z CAM RE po gi É & de Sol As duas claves mais usadas são a de sol e a de fá na 4? linha, São essas as claves empregadas para tôdas as vozes, bem como para a' maior parte dos instrumentos, inclusive o mais comum dentre todos —jo piano, QUESTIONÁRIO II 1 — Que é clave? 2 — Quantas formas têm as claves? 3 — Em qué linha dapauta se escreve 2 clave de sol? 4 — Ea de fá? 5 — E a de dó? 6 — Quantas são as claves? 7 — Porque deixou de ser usada a clave de sol escrita na 1.2 linha? 8 — Para que servem os pontos colocados ao lado de cada clave? 9 — Qual a clave que dispensa os pontos? Porque? 10 — Quais são as claves mais usadas? EXERCICIOS 1 — Escrever o nome das seguintes notas: Z o) = i Es Z5 E q— oro) > [Ae a ro) is de 9— z ZF — REL i ) 12 MARIA LUÍSA DE MATTOS PRIOLLI 2 — Escrever o nome das notas e assinalar as que estiverem escritas em linhas ) e espaços suplementares, DT 5 7 E a z Po (e , Í = Ig Z EA al (5) 3 — Escrever o nome das notas. ' Ea mi SE eo = sa Fo [6 Ec = E í SG—E Fi z ) 4 — Escrever o nome Cas notas e assinalar as que estiverem escritas em linhas e espaços supiementares. uam 2 o s RE = — z ZI o 2 9 & : + ) a) = 2 mes E: Ur nda o MARIA LUISA DE MATTOS PRIOLLI » q Há ainda uma figura empregada com menos frequência que demais; é a quartifusa (também chamada tremifusa) 3 ú Figura de som e pausa da quartifusa Havia antigamente 3 figuras que pouco a pouco, foram deixando de ser usadas, até desaparecerem completam a máxima, a longa e a breve. te da grafia musical: Figuras de som e pausas da máxima longa Essas figuras só aparecem em trechos de autores antigos, pois os modernos não as usam mais. QUESTIONARIO III 1 — Todas as notas têm a mesma duração? 2 — Que são fi Que outro nome têm as figuras? 5 — Que escre 4 — Como se chamem as figuras m O figuras de som? 6 — Que são passas? 7 — Em que, m es pausas ce semib usa? 9 — Quantas e q es e de mínima? 9 — Que outro nome tem a is são as figuras que não se usem mais? quari e ade etc pd ed mei 15 III DIVISÃO PROPORCIONAL. DOS VALORES A semibreve é a figura de maior duração e tomada como unidade na divisão proporcional dos valores; assim sendo, a semibreve é à única figura que compreende tôdas as demais. Vejamos: o op Sp var “ri io 2. 1 A P. o: E: Pd. Ao 8. Quando se escrevem duas ou mais colcheias, semicolcneias, fusas ou semifusas consecutivas, usa-se também substit os colchetes por barras horizontais, ficando as notas unidas em grupos. NoARIDAN ADE 13 MARIA SA DE MATTOS PRIOLLI No exemplo abaixo à mínima pontuada está valendo uma mínima e mais uma semínima (metade da mínima), uma vez que o ponto serve para aumentar a metade do valor da figura. Logo, Dois cu mais pontos podem ser colocados à direita da nota ou pausa, tendo neste caso, o primeiro, o valor já conhecido e os seguinte cada qual a metade do valor do antecedente. Os valores positivos pontuados podem ser substituídos por valores ligados, como vimos nos exemplos precedentes. e e a icq om a ; PRINCÍPIOS BÁSICOS DA MÚSICA QUESTIONÁRIO V 1 — Que é ligadura? 2 — Qual a função da ligadura se vier colocada sôbre sons da mesma entoação? 3 — Para que serve a ligadura se vier colocada sôbre sons de entoação diferente? 4 — Para que serve o ponto de aumento? 5 — Onde se coloca o ponto de aumento? 6 — As pausas também podem ser pontuadas? 7— É possivel colocar na mesma nota mais de um ponto de aumento? 8 — Qual o valor do 2.º ponto? 9 — Qual o valor do 3º ponto? 10 —: Hã diferença de Guração entre a minima pontuada e a mínima ligada a uma semínima? EXERCÍCIOS Substituir as figuras pontuadas por figuras ligadas e as figuras figuras pontuadas : RE T + tm p= x ra o N A dt == a + E hà — a t 1F a t ! ii ! E ] SS. E» Da: = erre Es t 2H [5 IR É 1 y “ ' N 4 À spo = PR UV [ET NO NA NINA NO NA dd COMPASSOS Vide fra r GENERALIDADES — COMPASSOS SIMPLES 1 — Generalidades q As figuras que representam o valor das notas têm duração inde- a terminada, isto é, não têm valor fixo. pt Para que as figuras tenham um valor determinado na duração e do som êsse valor é prêviamente convencionado, e é a êsse espaço w de duração que se dá o nome de tempo. Assim, se esteiidiiemos | que a semínima y “tem a duração de 1 o > tempo, veremos que a mínima ()) valerá 2 tempos, visto o seu valor ser o dobro do da seminima; a semibreve ( O ) valerá 4 tempos, uma vez que precisamos de quatro semínimas para formar uma semibreve; a colcheia (4) valerá apenas meio tempo, pois são precisas duas colcheias para a = formação de uma semínima; e assim por diante. Os tempos são agrupados em porções iguais, de dois em dois, de três em três ou de quatro em quatro, constituindo unidades métricas às quais se dá o nome de compasso. Os compassos de 2 tempos são chamados binários. = » »3 » - » ternários 2 »” » a = » » quaternários. . Cada grupo de tempos, isto é, cada compasso, é separado do seguinte por uma linha vertical travessão. E=2= 1 o NING NI NONO NO NL NO NS NS O NS a A A GS NS NS A a ia ad a 22 A LUISA DE MATTOS PRIOLEI Unidade de tempo Unidade de tempo j j Cl LA J até x Analisemos os térmos das frações que representam os compassos simples. , O numerador determina o número de tempos do compasso. Os algarismes que servem para numerador dos compassos simples são: 2 (para o binário), 3 (para o temário) e 4 (para o quaternário) . O denominador indica a figura que representa a unidade de tempo. Os números que servem como denominador 'são os seguintes: 1 — representando a semibreve (considerada como unidade) 2 — ” ” mínima (metade da semibreve) 4— » ” semin: ( £º parte de semibreve) 8 — ” coicheia ( 82 parte da semibreve) 16 — a ” semicolcheia (16.2 parte da semibreve) 32 — . * usa (32.2 parte da semibreve) 64 — ” semiiusa (642 parte da semibreve 2 Vejamos um compasso indicado da seguinte forma: ——. 4 Deduz-se o seguinte: — nesta fração 2/4 o numerador (2) indica O número de tempos, logo, trata-se de um compasso de 2 tempos, isto é. binário. O denominador (4) determina para unidade de tempo a figu que representa a 4? narte da . ou seja, a seminima (; = IF FEECE EA 7 | E ) PRINCÍPIOS BÁSICOS DA MUSICA 23 E ) QUADRO DE TODOS OS COMPASSOS SIMPLES ) , COM SUaS UNIDADES DE TEMPO E COMPASSO . COMPASSOS BINÁRIOS ) Unid. de tempo Unid. de comp. - Unic. de tempo Unid. de comp. , P, vsAso A ), EEE EE ) DO E - ) E ) PP ) ) ) == 5 7 E ) / ; Ê 4 ) Y ) ) ) EEE ) a E = ) ] ) - ) rem ) A ) 2 Set N , =— Me to Saad PRINCÍPIOS BÁSICOS DA MUSICA 25 24 MARIA LUÍSA DE MATTOS PRIOLLI ) Do COMPASSOS QUATERNÁRIOS ) ) unid. de tempo Unid. de comp. Unid. de tempo Unid. de comp ) , COMPASSOS TERNÁRIOS ) ) ba ) 5 > h — Unid. de tempo Unid. de comp. Unid. ce terapo Unid. de comp. 9 + j. Pp, = 9, ) | ; É z E be a [ + TS ) a: ) ) Os compassos ) É T ERA a DES oa E + o Z f TS entados: E e Ra is li + y 1 dB ) ) 4 8. ) A Bm ) í p ) Atualmente se encontra, em trechos de autores modernos, a indi . F ) ação dos compassos da seguinte forma: Do, A ) cf ] ) + 2 2 ) 4 representando —— 2 MARIA LUISA DE MATTOS PRIOLLI 2 — Completar os seguintes compassos com figuras de som e pausas TONS E SEMITONS NATURAIS AESA e B E p I ] o) — f [ I . . ee a ” i É ADE E SS ESEA | ESCALA DIATÔNICA DE DÓ — SUA FORMAÇÃO E SEUS GRAUS) | d á E ) Semitom é menor intervalo, entre dois sons, que o ouvido pode ) jerceber e classificar. = FE P E ) Tom é o intervalo, entre dois sons, formado por dois semitons. ; + Z : aa ' ) = EE mc +. pa + + ) Escala diatônica é a sucessão de 8 sons conjuntos guardando de Ed um para outro intervalo de tom ou de semitom. ) J ) Escala ascendente Escaia.descen 4 IS 4 ) ES j — E ) te rara [ra a 1—$ = Ra me ) a: — E = FS E === =: ad o Ta ) ) f a o Iisesmito > a rá A+ í D» 1 ) Os tons e semitons contidos na escala diatônica são chamados Er e su Ra 1 f —3 , Jaturais. po da fe Eh ã A Zona í + e: A cada uma das notas da escala, de acórdo com a sua função na o cad | arópria escala, dá-se o nome de grau. & — Determinar as seguintes figuras ) Tem a escala diatônica, por conseguinte, 8 graus, sendo o VIII grau 2» & unidade de tempo do compasso 3/2; & + repetição do 1. 5 ) peilç d) o valor de dj o valor & e) o valor di o valor à 5 — Completar 2% e? o valor de meio tempo no compasso C; 3t 1 te “e Í tempo € meio no compasso 3/8; o valor ce 21 os seguintes compassos com tempos no compasso 4/8; empos no compasso 4/15; empo e meio no compasso 2/ ) Os graus da escala são assim denominados. ) I.grau — tônica ; II grau — supertônica NI grau — mediante ) IV grau — subdominante ) V grau — dominante ) VI grau — superdominante | VII grau — sensível , ' VII grau — tônica. 30 MARIA LUÍSA DE MATTOS PRIOLLI A escala diatônica é formada por 5 tons e 2 semitons. Os semitens são encontrados: Do II grau para o IV. Do VII para o VIII. Os tons são encontrados: Do I grau para o II. Do II grau para o IH Do IV grau para o V Do V grau para o VI Do VI grau para o VII. s — —— Xi Tt [gi O 1 grau (tônica) é É ol grau (tônica) que dá seu nome à escala é que a termina de um modo completo, sem nada deixar a desejar. Vejamos a segi Escala ascendente Escala descendente WU LL TE 9 & L os + LM S Ea t ÉRiças Cica Temos aí a nota Dó em ação de tônica. Esta escala, é, portanto, chamada escala de Dó, ou ainda escala no tom de Dó. Depois da tônica, as notas de maior importância são a dominante (V grau) e a subdominante (LV grau). Os graus da escala também se classificam como conjuntos ou disjuntos. PRINCIPIOS BÁSICOS DA MUSICA 31 São conjuntos quando sucessivos, de acôrdo com sua relação de altura. H j + Ea São disjuntos quando entre ambos: vem intercalado um ou mais graus. ) = Hi EA = | &” a QUESTIONÁRIO VII 1 — Que é semitom? 2 — Que é tom? 3 — Que é escala diatônica? 4 — Como se chamam os tons e semitons da escala diatônica? 5 — Que é gran? 8 — Quantos graus tem uma escala? 7 — Como se chamam os graus da escala? 8 — Quantos tons e semitons contém a escala diatônica? 9 — Quais os graus separados por tons? 10 — Quais os graus separados por semitom? 1! — Qual o grau mais importante? 12 — Porque? 13 — Depois dêsie, quais os graus mais importantes? 14 —. Que são graus conjuntos? 15 — Que são graus disjuntos? EXERCICIOS 1 — Dizer como se cnamam e qual o número correspondente a êstes graus, na escala de Dó: js Di ano 1f Esteio AE SSEAESA )