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Produtividade e Inovação, Notas de estudo de Engenharia de Produção

Planejamento e Controle da Produção

Tipologia: Notas de estudo

Antes de 2010

Compartilhado em 24/03/2010

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fernanda-8 🇧🇷

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Manual formação pme
PRODUTIVIDADE E INOVAÇÃO
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Manual formação pme

PRODUTIVIDADE E INOVAÇÃO

Manual de Formação: Produtividade e Inovação – Programa Formação PME

    1. FUNDAMENTOS DA PRODUTIVIDADE Índice:
  • I NTRODUÇÃO
  • O IMPERATIVO DA COMPETITIVIDADE
  • F ACTORES DE COMPETITIVIDADE
  • S IGNIFICADO DA PRODUTIVIDADE
      1. GESTÃO DA PRODUTIVIDADE
  • I NTRODUÇÃO
  • M EDIDA DE PRODUTIVIDADE DA ORGANIZAÇÃO
    • P RODUTIVIDADE ENERGÉTICA
    • P RODUTIVIDADE EM SERVIÇOS
    • O UTROS I NDICADORES DE PRODUTIVIDADE
  • I NDICADOR DE PRODUTIVIDADE REAL
    • Í NDICES DE VARIAÇÃO DA P RODUTIVIDADE
      1. TECNOLOGIAS DE PRODUÇÃO
  • TECNOLOGIA DE PRODUÇÃO EM MASSA
  • TECNOLOGIA DE PRODUÇÃO EM LOTES
  • TECNOLOGIA DE PRODUÇÃO UNITÁRIA
    • PRINCIPAIS TIPOS DE FLUXO DE PRODUÇÃO
  • F LUXO DE PRODUÇÃO EM LINHA
  • F LUXO DE PRODUÇÃO EM LOTES
  • F LUXO DE PRODUÇÃO EM CÉLULAS DE FABRICO
  • CONCEPÇÃO DAS CÉLULAS
  • T IPOS DE ACTIVIDADES
    • OPERAÇÕES
      • C ONTROLO OU INSPECÇÃO
    • TRANSPORTES
    • A RMAZENAGEM TEMPORÁRIA OU ESPERA
  • A RMAZENAGEM PERMANENTE
      1. FACTORES DE PRODUTIVIDADE Manual de Formação: Produtividade e Inovação – Programa Formação PME
  • R ECURSOS HUMANOS
  • P LANEAMENTO
  • RECRUTAMENTO
    • A NÁLISE DE FUNÇÕES
    • F ORMAÇÃO
  • A VALIAÇÃO DE DESEMPENHO
    • REGISTO E MANUTENÇÃO DE INFORMAÇÕES
  • ROTAÇÃO DE PESSOAL
  • E RGONOMIA E ORGANIZAÇÃO DO PT
    • O TRABALHO E ERGONOMIA
    • P OSTO DE TRABALHO
    • P RINCÍPIOS DE ECONOMIA DE MOVIMENTOS
    • 1- USO DE MÚSCULOS ADEQUADOS
  • 2.- M ÃOS E BRAÇOS
  • 3 - M OVIMENTOS CURVOS
      1. LANÇAMENTOS
    1. RITMO
      1. ZONAS DE TRABALHO
      1. A LTURA DO POSTO DE TRABALHO
      1. UM LUGAR PARA CADA COISA
      1. OBJECTOS EM ORDEM
      1. USO DA FORÇA DA GRAVIDADE
      1. F ERRAMENTAS
      1. F ERRAMENTAS COMBINADAS
      1. A CESSÓRIOS INTELIGENTES
  • F ACTORES AMBIENTAIS
  • TRABALHO EM TEMPERATURAS ELEVADAS
    • TRABALHO EM BAIXAS TEMPERATURAS
    • AMBIENTE ACÚSTICO
    • D EFINIÇÕES
    • O RUÍDO
    • A I NFLUÊNCIA DO RUÍDO NA SAÚDE E NO DESEMPENHO DO TRABALHADOR
  • F ORMAS DE REDUZIR O RUÍDO NOS LOCAIS DE TRABALHO
    • ILUMINAÇÃO AMBIENTE
  • P RINCIPAIS G RANDEZAS DA ILUMINAÇÃO A MBIENTE
  • L UZ A MBIENTE
    • A LGUMAS RECOMENDAÇÕES PARA OS AMBIENTES DE TRABALHO
    • QUALIDADE DO AR Manual de Formação: Produtividade e Inovação – Programa Formação PME
    • C ONTAMINANTES A TMOSFÉRICOS
    • HIGIENE E SEGURANÇA
  • D EFINIÇÕES
    • A CIDENTES DE TRABALHO
  • FACTORES QUE AFECTAM A HIGIENE E S EGURANÇA
  • F ACTORES QUE AFECTAM A HIGIENE E SEGURANÇA
  • A S P ERDAS DE PRODUTIVIDADE E Q UALIDADE
    • ORGANIZAÇÃO DO TRABALHO
  • TRABALHO DO HOMEM
    • SIMPLIFICAÇÃO DE TAREFAS
    • M ÉTODO DE TRABALHO
  • O RGANIZAÇÃO DA PRODUÇÃO
    • EQUILÍBRIO DA CAPACIDADE E DO FLUXO
  • TAXA DE UTILIZAÇÃO DE UM POSTO DE NÃO ESTRANGULAMENTO
    • TAXA DE UTILIZAÇÃO DOS POSTOS DE ESTRANGULAMENTO E FUNCIONAMENTO DO SISTEMA PRODUTIVO
  • REGRAS I MPORTANTES A S EGUIR
    • A NÁLISE DE LAYOUT (A RRANJO FÍSICO )
    • P ROCEDIMENTOS PARA ANÁLISE DE LAYOUT
  • FATORES A SEREM ESTUDADOS NA ELABORAÇÃO DO ARRANJO FÍSICO
    1. PRODUTIVIDADE E PERDAS DE PRODUÇÃO
  • D ESPERDÍCIOS
  • R EFUGO
    • REPROCESSO
    • GESTÃO DE UTILIDADES
  • C ONCLUSÕES SOBRE AS PERDAS
    1. INOVAÇÃO
  • I NOVAÇÃO TECNOLÓGICA
  • I NOVAÇÃO NA GESTÃO DA P RODUÇÃO
    • P RODUÇÃO Á GIL ( A GILE M ANUFACTURING )
    • P RINCÍPIOS FUNDAMENTAIS NA AGILE MANUFACTURING
  • P RINCÍPIOS FUNDAMENTAIS NA AGILE MANUFACTURING
  • K AIZEN
    • INTRODUÇÃO
    • A S REGRAS DE OURO DO GEMBA
    • 5S -O BOM FUNCIONAMENTO DA EMPRESA
    • C OMO ELIMINAR O DESPERDÍCIO
    • O PAPEL DOS SUPERVISORES Manual de Formação: Produtividade e Inovação – Programa Formação PME
    • CONTROLE DA QUALIDADE TOTAL - TQC
  • C ONCEITO DO TQC
  • DIMENSÕES DA Q UALIDADE
    1. CONCLUSÕES

Manual de Formação: Produtividade e Inovação – Programa Formação PME

  • controlo de tempos de fabrico ;
  • manutenção preventiva;

Neste contexto , é dada grande importância ao conceito de produtividade , explicado como : 2. a procura incessante por melhores métodos de trabalho e processos de fabrico, com o objectivo de se obter a melhor e maior produção com o menor custo possível.

Esta procura ainda hoje é o tema central em todas as empresas, mudando-se apenas as técnicas utilizadas.

A análise da relação entre o que é produzido (carros , sapatos , livros , transportes , receitas , etc) e o que é consumido (matérias-primas, mão-de- obra, energia, capital, instalações, etc), corresponde á medida que permite quantificar a produtividade , que sempre foi o grande indicador do sucesso ou fracasso das empresas.

Consumo

Pr odutividade =Pr odução

A produção em série é responsável pelo grande aumento da produtividade e posteriormente da qualidade com a obtenção de produtos mais uniformes, devido á padronização e aplicação de técnicas de controle da qualidade.

O conceito de produção em massa e as técnicas produtivas dele decorrentes predominaram nas fábricas até meados da década de 60, quando surgiram novas técnicas produtivas , destinadas a aumentar a eficiência dos processos de fabrico e a sua flexibilidade , promovendo entre outros , os seguintes conceitos:

Manual de Formação: Produtividade e Inovação – Programa Formação PME

  • just-in-time
  • células de produção;
  • robotização
  • qualidade total
  • certificação

Ao longo desse processo de modernização da produção, cresce em importância a figura do consumidor, em nome do qual tudo se tem feito.

Pode-se dizer que a procura da satisfação do consumidor é que tem levado as empresas a se actualizar em com novas técnicas de produção, cada vez mais eficazes, eficientes e de alta produtividade.

É tão grande a atenção dispensada ao consumidor , que este, em muitos casos, já especifica em detalhes o "seu" produto, sem que isso atrapalhe os processos de produção do fornecedor, que para tal tem de melhorar a sua flexibilidade. Assim, estamos de novo a caminhar para a produção personalizada , que, sob certos aspectos, constitui um " retomo ao artesanato " sem a figura do artesão, que passa a ser substituído por fábricas e serviços sofisticados.

Actualmente é o sector de serviços que emprega mais pessoas e gera maior parcela do produto interno bruto na maioria das nações do mundo. Desta forma, passou-se a dar ao fornecimento de serviços uma abordagem semelhante à dada à fabricação industrial.

Uma empresa moderna e inserida na actual economia global , é a que está voltada para o cliente, sem perder a característica de empresa eficiente, com indicadores de produtividade que a colocam no topo entre seus concorrentes, em termos mundiais, objectivo só atingido com a procura incessante de melhorias.

Manual de Formação: Produtividade e Inovação – Programa Formação PME

decisório do consumidor. Não há dúvida que uma estratégia de redução de custos terá enorme impacto na vantagem competitiva.

  • Qualidade. A melhoria contínua da qualidade foi o grande trunfo das empresas japonesas na conquista de mercados cada vez maiores e mais sofisticados. A dedicação de esforços na área da qualidade dos produtos/serviços tem um duplo efeito no aumento da vantagem competitiva, pois está demonstrado que a melhoria da qualidade, ao contrário do que sempre se imaginou, resulta muitas vezes na redução de custos de produção.
  • Prazos de entrega , Quanto menor o prazo de entrega de um produto/serviço, tanto mais satisfeito ficará o consumidor. Além disso, quanto menor o prazo de entrega, tanto menores serão os Stocks intermédios , os espaços necessários e os seus custos relativos.
  • Flexibilidade. É a capacidade que a empresa deve ter para rapidamente se adaptar às mudanças do mercado devendo ser ágil na adaptação dos seus produtos às novas exigências do consumidor. Quanto mais flexível e rápida for, mais cedo chega ao mercado com uma solução ou inovação tirando partido de ser o primeiro no mercado.
  • Inovação. É a capacidade da empresa se antecipar às necessidades dos consumidores. A empresa americana 3M tem por característica sua capacidade inovadora, o que tem lhe dado grande vantagem competitiva em relação aos seus concorrentes.
  • Produtividade. É uma dimensão que deve estar presente em todas as acções da empresa, sob pena de perder competitividade e é resultado da combinação dos factores anteriores.

Manual de Formação: Produtividade e Inovação – Programa Formação PME

A produtividade de uma Empresa , é assim obtida a partir da sua capacidade de inovar, da sua flexibilidade, da qualidade obtida e da redução dos seus custos.

Em resumo a Produtividade é a resultado da melhor ou pior gestão dos recursos de uma qualquer actividade , pelo que a optimização dos mesmos deve ser uma prioridade de qualquer forma de gestão.

SIGNIFICADO DA PRODUTIVIDADE

A produtividade é tema importante para gerentes e supervisores, em qualquer nível da organização. Como se referiu antes o aumento da produtividade fornece os meios para a redução dos preços, aumento dos lucros, segurança do trabalho e maiores salários.

Na maior parte dos casos o aumento de produtividade requer mudanças na tecnologia, na qualidade ou na forma de organização do trabalho, ou em todos estes factores no seu conjunto.

Entre outros podem ser citados alguns factores que determinam ou influenciam a produtividade:

Relação capital-trabalho , ou seja, o nível de investimentos em relação à mão-de-obra empregada. A tendência cada vez maior é o de emprego de linhas automatizadas.

Escassez de alguns recursos , como por exemplo energia eléctrica: ocasiona o aumento deste custo de produção.

Mudanças na mão-de-obra , decorrentes de alterações de processos produtivos, onde é necessário pessoal com maior grau de formação e adaptabilidade.

Manual de Formação: Produtividade e Inovação – Programa Formação PME

Contudo uma análise cuidadosa leva a duas definições básicas:

Assim, a produtividade da mão-de-obra é uma medida de produtividade parcial. O mesmo é válido para a produtividade do capital

Deste modo o significado de produtividade reflecte o impacto conjunto de todos os factores na produção do output (Produto ou serviço final)

Determinar a PRODUTIVIDADE PARCIAL da mão-de-obra de uma empresa que facturou 73 milhões de Euros em certo ano fiscal no qual os 372 colaboradores trabalharam em média 180 horas/mês. Horas totais de trabalho = 372 funcionários x 180 horas = 66960 horas Produtividade = 73 000 000 € / 66960 = 1090 € / hora de trabalho

Determinar a PRODUTIVIDADE TOTAL da empresa do exemplo anterior sabendo-se que incorreu em custos de 71 milhões de Euros , referentes a todos os recursos utilizados na sua actividade. Produtividade = 73 000 000 € / 71 000 000€ = 1,

Produtividade parcial: é a relação entre o produzido, medido de alguma forma, e o meio de produção utilizado.

Produtividade total: é a relação entre o output total e a soma de todos os meios de produção (Input)

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3. GESTÃO DA PRODUTIVIDADE

INTRODUÇÃO

O estudo sistemático da produtividade já faz parte dos processos de gestão de várias empresa , como forma de medirem os seus desempenhos , detalhando por vezes esta medida, para as áreas de Serviços , Financeira e Produção.

Avaliar a produtividade e compará-la com a de outras empresas (benchmarking) , concorrentes ou não, tornou-se um igualmente um acto de gestão importante para os gerentes preocupados com o futuro da empresa e a sua posição no mercado.

A qualquer instante uma empresa envolvida num programa de melhoria da produtividade estará num dos quatro estágios ou fases:

  1. medida
  2. avaliação
  3. planeamento
  4. melhoria

A produtividade deve ser medida através da definição de métodos adequados, utilizando dados já existentes ou recolhendo dados novos para o efeito. Estes dados devem reproduzir e representar fielmente os factores de actividade da Empresa como :

Horas de trabalho , remunerações , Custos de materiais e matérias primas , valores facturados , valores recebidos , quantidades produzidas e vendidas etc

Estes valores devem estar associados a um mesmo período de avaliação (Semana , mês , Ano)

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em que a produtividade se mede pelo aumento da produção com o mesmo capital).

Em qualquer destes casos, estamos a referir a produtividade parcial em que se considera apenas um factor como input. Quando referimos todos os inputs(produtividade do trabalho e a de capital) temos a produtividade total dos factores.

Saídas ou Outputs

Constituem os resultados obtidos e podem ser aferidos pelas seguintes medidas:

Quantidade de produção

número de produtos produzidos por uma empresa ou o número de serviços prestados

Valor da produção

valor das vendas do produto ou serviço prestado, durante um dado período

Valor adicionado

traduz o resultado das vendas de uma empresa menos os valores pagos a fornecedores e/ou terceiros

Consumos ou Inputs

Recursos necessários para produzir mercadorias ou serviços. Podem ser:

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Quantidade de trabalho

reflecte o número de horas de trabalho ou o número de empregados número de

Quantidade de capital

reflecte o valor de utilização das máquinas e instalações ou aquilo que se gasta para produzir

Aumentar a produtividade NÃO SIGNIFICA que os trabalhadores tenham de trabalhar mais horas; uma alta produtividade passa por uma eficiente organização dos processos de produção e de trabalho e uma constante formação profissional dos trabalhadores

Os processo de medida da produtividade mais indicados utilizam indicadores que permitem avaliar as variações, ao longo do tempo, de uma grandeza não susceptível de medida directa.

Assim a produtividade na empresa pode ser avaliada através dos indicadores:

Produtividade total (PT): é a relação entre a medida do output gerado entre dois instantes i e j , a preços do instante inicial, e a medida do input consumido entre os dois instantes i e j , a preços do instante inicial. 1

I

I

C

PT = O

em que C = total de bens consumidos O = Total dos bens produzidos

(^1) Os preços devem ter a mesma base de referência, podendo ser tanto o instante i como j (ou qualquer outro). , reportando-se á totalidade dos recursos usados na actividade.

Manual de Formação: Produtividade e Inovação – Programa Formação PME

consumo de energia. Dado que a energia é a principal força motriz nos processos de produção, este índice mede o desempenho técnico destes processos.

CE Pr = Y

Y é a quantidade produzida do bem e CE – Consumo de Energia (Kwh)

No caso de actividades que utilizem outros tipos de energia (Gás , Fúel ,etc) de maneira predominante, deve-se substituir o consumo de energia eléctrica da equação pelo consumo da fonte de energia utilizada. Utilizando-se uma medida comum de energia, a tonelada equivalente de petróleo – tep, por exemplo, é possível se combinar o consumo energético de fontes diferentes. A esta medida poderemos igualmente chamar consumo especifico de energia

A Produtividade energética (Consumo especifico) , constitui uma das melhores medidas do desempenho de uma actividade , valor que pode ser comparado com os índices de regulamentados para a actividade em causa 2.

Taxa de Produção em quilogramas por hora:

Representa o peso médio (em Kg) produzido no intervalo de uma hora. O cálculo é feito dividindo-se o peso obtido em cada máquina pela diferença entre o horário final e o horário inicial de produção.

(^2) Consultar o Regulamento de Racionalização dos Consumos de Energia da Direcção Geral de Energia

Manual de Formação: Produtividade e Inovação – Programa Formação PME

No mês de janeiro de 1996 a empresa ABC produziu 1.330 unidades do produto Z, com a utilização de 818homens/hora. No mês de fevereiro, devido ao menor número de dias úteis, produziu 1.180 unidades, com a utilização de 780 homens/hora. Determinar a produtividade total nos meses de janeiro e fevereiro e sua variação. Pm Janeiro = 1330 peças / 880 homens = 1,511 peças / Hm Pm Fevereiro = 1180 peças / 780 homens = 1,513 peças / Hm Variação da Produtividade = PmFev – PmJan = 1,513 – 1,511 = 0,003un/Hm

Uma indústria de cartão ondulado produziu, em 1989, 240000 de toneladas com o emprego de 1570 empregados. Em 1994 produziu 290000 ton com o emprego de 1390. Determinar as produtividades em 1989 e 1994 Pm 1989 = 240000 ton /1570 homens = 153 ton / Hm Pm 1994 = 290000 ton / 1390 homens = 208 ton / Hm Variação da Produtividade = 208 – 153 = 55 ton/ hm

Produtividade parcial do capital(Pc) : é a relação entre o output total no período, a preços constantes, e o input de capital no mesmo período, a uma taxa de retorno constante

Produtividade parcial dos materiais (Pi): é a relação entre o output total no período, a preços constantes, e o input dos materiais intermediários comprados no período, a preços constantes

Uma industria utiliza água no seu processo industrial, e o consumo histórico tem sido de 0,88 litro por 1.000 unidades produzidas. Uma melhoria no processo industrial reduziu o consumo para 0,84 litro por 1.000 unidades. Determinar a produtividade antes e depois da alteração e sua variação Pi 1 = 1000 un / 0,88 L = 1136 un / L Pi 2 = 1000 un / 0,84 L = 1190 un / L Variação da Produtividade = 1190 – 1136 = 60 un/ L