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projeto integrador 2° sem logistica, Manuais, Projetos, Pesquisas de Logística

Projeto integrador gerado nos processos de uma empresa real

Tipologia: Manuais, Projetos, Pesquisas

Antes de 2010

Compartilhado em 14/06/2010

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Introdução
Este projeto tem por finalidade apresentar os estudos realizados junto a empresa
Sunnyvale Com. e Rep. Ltda para levantamento de falhas ou pontos possíveis de melhoria em
seu sistema. Para isto foram feitas algumas visitas do local, e contou-se com o acompanhante
e orientação de gestores da empresa, onde foi explanada toda a sua estrutura funcional, e
física, que posteriormente passou por uma avaliação com base em conhecimentos acadêmicos
onde se pode analisar todo o processo existente e com auxilio das disciplinas cabíveis
buscar as melhorias possíveis. Tudo em forma de sugestão, ficando a critério de a empresa
acatá-las ou não.
2. A empresa
Razão Social: Sunnyvale Comércio e Representações LTDA.
Nome Fantasia: Sunnyvale Desenvolvendo Soluções.
Endereço(Filial): Rua Radium, 100 Bairro: Jd. Nascente - Itaquaquecetuba-SP
CEP: 08586-470
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Introdução

Este projeto tem por finalidade apresentar os estudos realizados junto a empresa Sunnyvale Com. e Rep. Ltda para levantamento de falhas ou pontos possíveis de melhoria em seu sistema. Para isto foram feitas algumas visitas do local, e contou-se com o acompanhante e orientação de gestores da empresa, onde foi explanada toda a sua estrutura funcional, e física, que posteriormente passou por uma avaliação com base em conhecimentos acadêmicos onde se pode analisar todo o processo já existente e com auxilio das disciplinas cabíveis buscar as melhorias possíveis. Tudo em forma de sugestão, ficando a critério de a empresa acatá-las ou não.

2. A empresa

Razão Social: Sunnyvale Comércio e Representações LTDA.

Nome Fantasia: Sunnyvale Desenvolvendo Soluções.

Endereço(Filial): Rua Radium, 100 Bairro: Jd. Nascente - Itaquaquecetuba-SP

CEP: 08586-

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CNPJ: 49.467.293/0002-

Web site: www.sunnyvale.com.br

2.1 História da Empresa

A Sunnyvale iniciou suas atividades em 1978, concentrando-se na comercialização de equipamentos para processamento de borracha e plástico, colocando à disposição da indústria brasileira as mais modernas tecnologias desenvolvidas na Europa, Estados Unidos e Japão. Na década de oitenta, diversificou suas atividades com a fundação de uma fábrica para produção de embalagens plásticas termoformadas e de equipamentos para embalagem, como máquinas seladoras e túneis de encolhimento.

Hoje, a Sunnyvale representa cerca de 40 marcas de ponta em tecnologia para a área de embalagem, como Domino, Loma, Webomatic, Tecnovac, Espera, Foxjet, Sic, Electrox, Anritsu entre outras, distribuindo e representando mais de 90 equipamentos, divididos em quatro áreas: automação industrial, inspeção e controle de qualidade, equipamentos e materiais para embalagem e equipamentos especiais.

A divisão de automação industrial compreende de: codificadoras ink Jet e laser, impressoras ink Jet de alta definição para códigos de barras em caixas de embarque, termoimpressoras, codificadoras por micropuncionamento, codificadoras laser YAG e aplicadores de rótulos e etiquetas.

Em inspeção e controle de qualidade encontramos: detectores de metais, verificadores de peso, raios-X, máquinas para pesagem e etiquetagem automática, sistema de inspeção de produtos em tempo real e analisadores de gases.

Na divisão de equipamentos para embalagem comercializamos: seladoras a vácuo com ou sem atmosfera modificada, túneis de encolhimento, seladoras manuais, semi- automáticas e automáticas, tanques de encolhimento, máquinas shrink e bundling, aplicadores de fechos, termoformadoras a vácuo, embaladoras automáticas com filme esticável e filmes especiais.

Por último, na divisão de equipamentos especiais encontramos: injetoras para silicone líquido, injetoras para borracha, cortadeiras automáticas para perfis, linha completa para

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3. o mercado

3.1 Os clientes

Abaixo segue alguns dos principais clientes da Sunnyvale:

  • Sadia S/A
  • Perdigão
  • JBS S/A (Friboi)

3.2 Concorrentes

Abaixo alguns dos concorrentes da empresa no setor de embaladoras a vácuo:

  • Selovac soluções para embalagens
  • TecMaq®

3.3 Fornecedores

Abaixo alguns dos principais fornecedores:

  • Busch do Brasil LTDA
  • Metalúrgica Braskinto LTDA
  • GFS Ind. Metalúrgica LTDA

4. processos da empresa

4.1 Visão geral

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A estrutura da empresa é um galpão espaçoso, as entradas e saídas são feitas por um lado só, as máquinas para serem despachadas ficam próximas a porta da empresa. (anexo 1)

As máquinas são bem embaladas em palete de madeira e filme strech , identificadas com o nome do cliente numero de série e modelo da máquina, só que são embaladas manualmente. (anexo 2-5)

Seguindo a frente fica a produção de maquinas para embalagem, na mesma direção fica o almoxarifado, ( anexo 6) modelo de como se fosse uma gaiola, ali o responsável tem a obrigação de conferir todas as mercadorias que entram e conferir nota fiscal com pedido de compras, estando tudo certo, deixa a mercadoria que acabou de chegar num espaço reservado, fazendo assim a identificação do item, toda mercadoria que chega é identificada com o código do sistema e o número de lote a que se destina para se fazer o processo de rastreabilidade que está sendo implantado na empresa e assim fazendo a sua reposição, a mercadoria não pode ser retirada sem a requisição ao almoxarifado, existe um relatório de solicitação de materiais na porta do almoxarifado para ser identificado o que saiu, se é material de consumo, ou incluir na ordem de produção, ou se é para reforma de máquina na ordem de serviço (anexo 7). Neste local contém materiais miúdos, peças comerciais, eletrônicos, materiais consumível, as paredes tem identificação das ruas (anexo 8) os materiais com defeito também tem identificação (anexo 9)

Em frente ao almoxarifado tem uma seção que contem só porcas, parafusos e os kits das máquinas que irão entrar na linha de produção posteriormente no caso uma fila de espera, ou picking ( anexo 10-11)ao lado dessa seção, debaixo da escada ficam os materiais usados para as embalagens das máquinas como: plástico bolha, filme strech, papel Kraft, arqueadeiras(fita) resumindo o cantinho da bagunça, (anexo 12-13) em outro local nos fundos ficam as embalagens de madeira (anexo 14) o lado fica o estoque de máquinas acabadas (anexo 15) Neste estoque ficam mercadorias prontas, (anexo 15) com a marcação amarela no chão e todas ficam em cima de paletes de madeira ou plástico devido a enchentes que o local já sofreu ( anexo 16-17) neste local também ficam produtos semi-acabado, próximo a porta fica os porta paletes a maioria de plástico, não que esteja desarrumado, mas com um aspecto de fora de ordem para quem vê pela primeira vez, neste local também estão armazenados os kits de caldeiraria que seria a estrutura de metal das máquinas em prateleiras reforçadas, (anexo 18) uma cantilever com os tubos e uma prateleira sem identificação nenhuma e muito desarruma ( anexo 19-20) ali percebe-se uma falta de organização. As máquinas não conformes ficam ali também, mas com as devidas identificações ( anexo 21-23)

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  1. Fluxo armazenagem

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  1. Fluxo recebimento

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Estoque de segurança ou mínimo: São as quantidades guardadas para garantir o andamento do processo produtivo caso ocorram aumento na demanda do item por parte do processo ou atraso no abastecimento futuro

Os estoques de segurança impedem que ocorram problemas inesperados em alguma fase produtiva interrompendo as atividades sucessivas de atendimento da demanda. A existência de estoques de segurança em uma unidade fabril, evita que o processo produtivo pare em caso de uma avaria, alimentando as máquinas subsequentes durante a reparação. São ainda utilizados para salvaguardar uma empresa de incertezas nas suas operações logísticas. Lead-time (tempo entre colocar e receber um pedido), procura dos clientes, e quantidades recebidas são exemplos de fatores que podem apresentar variações não esperadas.

5.2-Ferramentas para o controle do estoque

Segundo Moura(1989, pag.11), temos varias ferramentas para o controle dos estoques, abaixo segue o mais importante deles:

5.2.1- Kanban

Sistema de controle do piso da fábrica, que transmite informações da produção aos postos de trabalho interligados. A tradução literal é “ registro visível” de controle da produção e inventário no piso da fábrica. O kanban geralmente é visto na forma de um cartão; contudo, ele pode ser qualquer sinal.

5.2.1.1 Objetivos do sistema Kanban

Como objetivos básicos do sistema kanban pode-se salientar os seguintes:

  • Minimizar o inventário em processo e os estoques de produtos acabados;
  • Minimizar a flutuação dos materiais em processo, visando simplificar o seu controle;
  • Reduzir o "lead time" de produção,

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  • Evitar a transmissão de flutuações ampliadas de demanda ou do volume de produção entre processos;
  • Descentralizar o controle da fábrica, fornecendo aos operadores e supervisares de área tarefas no controle de produção e de estoque;
  • Permitir uma maior capacidade reativa do setor produtivo à mudança da demanda;
  • Reduzir os defeitos através da diminuição dos lotes de fabricação;
  • Permitir o controle visual ao longo das etapas de fabricação;
  • Fornecer os materiais sincronizadamente, em tempo e quantidade, conforme sua necessidade, no local certo.

De acordo com Moura (l 989), "no sistema ideal de puxar, o inventário entre cada estágio de uma linha perfeitamente equilibrada deve ser zero e o inventário máximo de qualquer sistema de puxar não deve ultrapassar a uma unidade em cada estágio. Com uma condição estável, quando a demanda é gerada da estação de trabalho seguinte para a anterior, a unidade de inventário da estação anterior é transferida para a estação seguinte, para o processamento subseqüente. A remoção da unidade de inventário da estação anterior aciona a manufatura de outra unidade nessa estação, para repor a que acabou de ser retirada". Por este método, os almoxarifados de peças acabadas são substituídos por pequenos "supermercados" de abastecimento, próximos aos locais de consumo. À medida que os cartões kanban são trocados por peças nos supermercados, inicia-se seqüencialmente sua reposição pelos setores de fabricação. Como resultado, cada estação de trabalho produz "just-in-time", quando houver demanda da estação seguinte. É considerado aceitável um pequeno estoque nos supermercados de peças, para que seja possível alguma flexibilidade quando se troca a seqüência de operações ou. o mix de produtos. Isto permite que a fábrica respeite o programa, sem sacrificar o suprimento e interromper a linha. Desta forma, o kanban controla a produção no chão de fábrica, podendo também regular o fluxo de materiais de fornecedores externos, quando estes são incorporados a este sistema.

Quando o aviso de kanban não é dado, por não haver demanda ou por algum problema, os processos seguintes não devem continuar a serem abastecidos. Um sistema que somente utiliza cartões não é um sistema kanban, pois não é parte de um sistema de puxar. O kanban não é somente a informação para ser dada para cada processo. É um tipo de informação

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A administração do sistema de armazenagem deve propiciar a integração do fluxo de materiais e informações em todas as suas atividades operacionais, atividades que no geral se agrupam em receber, estocar, separar e expedir. O ponto estocar é que trata das questões de endereçamento e localização dos materiais, e essa decisão possui uma influência vital sobre o espaço efetivamente deve ser utilizado.

Armazenagem, segundo Moura (1997 p. 4) é a denominação genérica e ampla que inclui todas as atividades de um ponto destinado á guarda temporária e a distribuição de materiais (depósitos, almoxarifados, centros de distribuição etc.).

Para ser eficiente nessas funções, as metodologias especificas empregados receber, estocar, retirar, expedir as mercadorias naturalmente dependem do ambiente em que a armazenagem está inserida. Contudo, a habilidade para lidar com os problemas oriundos da armazenagem seria bem mais direcionada para a solução dos problemas se foram levados em consideração os objetos gerais do processo de armazenagem.

O objetivo básico é maximizar o uso efetivo dos recursos, enquanto são satisfeitas as necessidades do usuário. Todos os armazéns têm três recursos escassos: (1) espaço; (2) equipamentos; (3) pessoas. Os usuários de um armazém têm duas exigências no lugar certo e no tempo certo e (2) que o produto seja recebido em condições. Com base nestes recursos e nas necessidades do usuário, os objetivos primários de um armazém são definidos mais claramente por:

  1. Maximizar a utilização da mão-de-obra;
  2. Maximizar a utilização do equipamento;
  3. Maximizar a utilização de espaço;
  4. Maximizar a utilização da energia;
  5. Maximizar o giro de estoque;
  6. Maximizar o acesso a todas as mercadorias;
  7. Maximizar proteção a todos os itens;
  8. Maximizar o controle de perdas;

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  1. Maximizar o serviço aos consumidores;
  2. Maximizar a produtividade;
  3. Minimizar os custos;

Nenhum projeto atinge totalmente estes objetivos. Por exemplo, as decisões para aumentar a utilização do espaço podem causar um efeito contrário sobre a movimentação efetiva e vice-versa.

6.1-Técnicas controle de Estoque

Com o crescente competitividade no mercado em todos os segmentos da economia, algumas questões torna-se fator primordial para as empresas, a distribuição e disposição dos produtos em local acessível ao cliente, sem contar a boa qualidade de serviços a ser oferecido, sempre obedecendo aos desejos e necessidades do cliente. A logística hoje representa um fator chave para a sobrevivência das empresas no mercado. Os canais de distribuição estratégicos direcionadas. Através de um bom planejamento nesta direção é possível haver maior agilidade, redução de custos e maior satisfação do cliente.

6.1.1-Giro de estoque

O giro indica o número de vezes que os itens em estoque giram, em um determinado intervalo de tempo. Conforme Martins e Campos Alt. (2003, p. 159), “o giro de estoques mede quantas vezes, por unidade de tempo, o estoque se renovou ou girou”. A fórmula é a seguinte:

Giro de Estoque = Custo da mercadoria vendida / Estoque médio

Quanto maior o giro dos estoques, menor será o prazo que as mercadorias permanecem estocadas, em conseqüência, maiores serão suas vendas. Um prazo maior de estocagem forçará uma necessidade de maiores investimentos no ativo.

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respostas, mediante compra no mercado. Com relação aos produtos em processo acabados; o valor de mercado representa o preço liquido de realização mediante venda no mercado, deduzidos os impostos incidentes e respectivas despesas para a realização das vendas e a margem de lucro.

A legislação do imposto de renda determina que quando a empresa não possuir contabilidade de custos, os estoques deverão ser avaliados da seguinte forma:

Produto acabados: 80% do preço da venda

Produto em processo: 70% do valor atribuído ao produto acabado.

6.3.1-Custos da compra e manutenção do estoque

Todas as compras e mercadorias paradas em estoque acarretam custos fixos e custos variáveis para a empresa. Em uma empresa existem três categorias diferentes de custos na administração de inventário: custos da compra, custos da manutenção e custos da falta de estoques.

Dias (2005) identifica o custo do pedido pela fórmula: CP = CTP / N => CP=60.300/90 => CP = R$ 670,00/m.

Para o cálculo do custo de aquisição é preciso identificar o preço unitário das mercadorias, que é calculado pelo valor de aquisição.

6.4- Análise dos estoques de segurança.

Quanto menor a probabilidade de falta de mercadorias em estoque, maior deverá ser o volume dos estoques de segurança. Principalmente em se tratando de produtos importados, onde os prazos de entrega são maiores que os nacionais.

7-embalagens

A padronização dos elementos da cadeia de distribuição, sobretudo o palete e as carrocerias dos caminhões, é uma tendência importante e a atualização dessas informações se faz imprescindível. Um sistema automático que foi desenvolvido graças à padronização das

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embalagens. Com a tecnologia hoje disponível, a simulação dos meios de transporte em laboratório é um fato, trazendo a seus usuários uma economia de tempo e recursos humanos e financeiros, padronizando a forma de teste e a análise da carga.

7.1-Materiais e tipos de embalagens

Embora se fale indistintamente sobre embalagens, a matéria-prima utilizada na sua fabricação é um elemento individualizado. Matérias primas definem tecnologias, custos, estruturas de mercado, finalidade de uso, etc. Todos estes elementos são dinâmicos e, periodicamente, embalagens produzidas a partir de novas matérias-primas tomam o lugar de outras longamente estabelecidas. Segue abaixo a descrição de algumas características físicas e econômicas das matérias-primas utilizadas na fabricação de embalagem.

O material utilizado para a embalagem é um filme esticável ( Strech ), ele é produzido por um processo avançado e utilizam matérias-primas nobres, portanto possui qualidade superior e propicia muito mais benefícios como:

Maior alongamento e resistência;

Maior transparência;

Maior adesão inicial (tack) e acabamento final mais limpo.

A embalagem é projetada para dar maior proteção ao filme e isso protegeria com maior segurança o produto.

7.2- Custos da embalagem

O custo da própria embalagem e os custos associados á mesma, somados, podem atingir valores muito significativos. A relação entre tais valores e o valor do produto embalado é muito variável, dependendo de muitos fatores.

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É importante, para o projeto da embalagem a consideração dos esforços que a mesma vai suportar durante a movimentação.

7.4-CB-23 - Normas técnicas

A Normalização está presente na fabricação dos produtos, na transferência de tecnologia, na melhoria da qualidade de vida através de normas relativas à saúde, à segurança e à preservação do meio ambiente.

A normalização proporciona a redução da crescente variedade de produtos e procedimentos, meios mais eficientes na troca de informação entre o fabricante e o cliente, melhorando a confiabilidade das relações comerciais e de serviços, proteger a vida humana e a saúde; cria padrões de qualidade e evitar a existência de regulamentos conflitantes sobre produtos e serviços em diferentes países, facilitando assim, o intercâmbio comercial.

A ABNT – Associação Brasileira de Normas Técnicas é o único Foro Normativo no Brasil responsável por elaborar normas técnicas para todo o setor industrial do nosso país.

Entre os diversos Comitês que a compõem, cada um representando um nicho da nossa economia, encontra-se o CB-23 – Comitê Brasileiro de Embalagem e Acondicionamento que desde a sua criação, em 1982, é sediado pela ABRE, o qual congrega diversas Comissões de Estudos, cada uma representando um segmento do setor de embalagem.

As Comissões de Estudo se formam devido a uma necessidade do setor de padronizar as embalagens, matérias-primas e ensaios empregados para garantir a qualidade destas.

As reuniões das Comissões de Estudo devem contar com a presença de representantes das empresas que fornecem matéria-prima, das que fabricam e das que utilizam a embalagem em questão, além de laboratórios de ensaios e, instituições governamentais e de defesa do consumidor.

Uma vez elaborado o texto da norma pela Comissão de Estudo, este será encaminhado à ABNT para Consulta Nacional e não havendo reprovação, enviado para Homologação

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O CB-23 acumula em seu portfólio mais de 100 normas já elaboradas. Estas assessoram a indústria nacional e é base para regulamentos técnicos do INMETRO e para a Legislação Brasileira.

NORMAS EM VIGOR - ABNT/CB-23 Embalagem e Acondicionamento

NORMAS HOMOLOGADAS EM 2008

NORMAS HOMOLOGADAS EM 2009

NORMAS HOMOLOGADAS EM 2010

As Comissões de Estudo do CB-23 e seus respectivos projetos em andamento são os seguintes:

SCB-23:001 - Geral (Terminologia, Simbologia, Desempenho, Outros) SCB-23:002 - Embalagens de Papel, Papelão, Cartão e Cartolina SCB-23:003 - Embalagens Metálicas SCB-23:004 - Embalagens de Vidro SCB-23:006 - Embalagens Flexíveis Compostas SCB-23:007 - Embalagens de Madeira SCB-23:009 - Acessórios de Embalagem

A Sunnyvale investe em ótimas embalagens para suas máquinas, todas são envolvidas em plástico bolha, filme strech, palete de madeira com gaiola de madeira, a madeira é reforçada, pois as máquinas são pesadas, todas saem com identificação do tipo de máquinas, cliente e numero de série, é um investimento com custo alto, mas que garante aos cliente o recebimento de suas máquinas em perfeito estado, dificilmente sofrerá avarias. Fotos em anexo.

8- SISTEMAS DE TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO

LOGÍSTICA

Segundo Rodrigues, (2008 p19) Conceitos de Sistemas: A palavra sistema envolve, de fato, amplo espectro de idéias. Pode-se pensar em sistema solar ou no corpo humano como um sistema. Diariamente depara-se com sistemas de transporte, sistemas de comunicação, sistema biológicos, sistemas econômicos etc.

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