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Proteção de barramentos, Trabalhos de Eletrotécnica

Proteção de barramentos utilizando proteção diferencial de baixa impedância com lógicas adicionais 1-de-1 e 2-de-2

Tipologia: Trabalhos

2019

Compartilhado em 17/08/2019

bruno-carlos-5
bruno-carlos-5 🇧🇷

4.8

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bg1
19/05/2019
1
Fundamentos da Proteção
Diferencial de Barramentos
Universidade de Brasília UnB
Departamento de Engenharia Elétrica ENE
Prof. Kleber Melo e Silva
Prof. Kleber Melo e Silva -UnB
Introdução
Barramentos proporcionam a interligação de vários elementos
do sistema elétrico, de modo que um defeito nesses
componentes ocasionará muitos desligamentos.
A depender do tipo (transmissão ou distribuição), nível de
tensão, quantidade de vãos e importância da SE para o
sistema o seu barramento pode possuir diferentes arranjos:
Barra simples.
Barra simples seccionada.
Barra principal e de transferência.
Barra dupla com disjuntor simples a 5 chaves.
Barra dupla com disjuntor simples a 4 chaves.
Barra disjuntor e meio.
Barra dupla disjuntor duplo.
Anel simples seccionado.
Etc.
2
Prof. Kleber Melo e Silva -UnB
Introdução
Curtos-circuitos em barramentos correspondem de 6% a 7% do
total de curtos-circuitos no sistema.
3
Causa doDefeito Tipo e Número de Defeitos Número Total
de Defeitos
Porcentagem Total
de Defeitos
1-T 2-T 3-T 3Desconhecido
Flashover 20 6 1 - - 27 21,0%
Defeito no Disjuntor 16 2 2 - - 20 15,5%
Defeito na Secionadora 19 2 - - 1 22 17,0%
OutrasFalhas de
Isolação 4 1 1 3 - 9 7,0%
Defeito no TC 3 - - - - 3 2,3%
Erro de Manobra 8 1 5 1 - 15 11,6%
Esquecimento do
Aterramento Temporário 6 1 8 - - 15 11,6%
Contato Acidental 5 - 2 - - 7 5,4%
Desmoronamento ou
Queda da Estrutura 4 1 - 1 - 6 4,7%
Desconhecida 2 1 - 1 1 5 3,9%
Total por Tipo de Falta 87 15 19 6 2 129 -
Porcentagem por Tipo de
Falta 67,4% 11,6% 14,7% 4,7% 1,6% - 100,0%
1
2
3
pf3
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pfa
pfd
pfe
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pf12
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pf17
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pf1a
pf1b
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pf1e
pf1f
pf20
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pf2b
pf2c

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Fundamentos da Proteção

Diferencial de Barramentos

Universidade de Brasília – UnB

Departamento de Engenharia Elétrica – ENE

Prof. Kleber Melo e Silva

Prof. Kleber Melo e Silva - UnB

Introdução

• Barramentos proporcionam a interligação de vários elementos

do sistema elétrico, de modo que um defeito nesses

componentes ocasionará muitos desligamentos.

• A depender do tipo (transmissão ou distribuição), nível de

tensão, quantidade de vãos e importância da SE para o

sistema o seu barramento pode possuir diferentes arranjos:

  • Barra simples.
  • Barra simples seccionada.
  • Barra principal e de transferência.
  • Barra dupla com disjuntor simples a 5 chaves.
  • Barra dupla com disjuntor simples a 4 chaves.
  • Barra disjuntor e meio.
  • Barra dupla disjuntor duplo.
  • Anel simples seccionado.
  • Etc.

2

Prof. Kleber Melo e Silva - UnB

Introdução

• Curtos-circuitos em barramentos correspondem de 6% a 7% do

total de curtos-circuitos no sistema.

3

Causa do Defeito

Tipo e Número de Defeitos (^) Número Total de Defeitos

Porcentagem Total 1- T 2- T 3- T 3Desconhecido^ de Defeitos

Flashover 20 6 1 - - 27 21,0% Defeito no Disjuntor 16 2 2 - - 20 15,5%

Defeito na Secionadora 19 2 - - 1 22 17,0% Outras Falhas de Isolação 4 1 1 3 - 9 7,0%

Defeito no TC 3 - - - - 3 2,3% Erro de Manobra 8 1 5 1 - 15 11,6%

Esquecimento do Aterramento Temporário 6 1 8 - - 15 11,6%

Contato Acidental 5 - 2 - - 7 5,4% Desmoronamento ou Queda da Estrutura 4 1 - 1 - 6 4,7%

Desconhecida 2 1 - 1 1 5 3,9% Total por Tipo de Falta 87 15 19 6 2 129 -

Porcentagem por Tipo de Falta 67,4% 11,6% 14,7% 4,7% 1,6% - 100,0%

Prof. Kleber Melo e Silva - UnB

Diferencial de Alta Impedância

  • Pode ser implementada com relés eletromecânicos,

estáticos e numéricos.

  • Recebe essa denominação pois o relé impõe uma alta

impedância ao secundário dos TCs.

  • O sinal de entrada para o relé é obtido pela conexão em

paralelo dos secundários dos TCs:

  • Preferencialmente, os TCs devem ser idênticos.
  • Se os TCs forem diferentes (não é muito recomendável):
    • Empregam-se TCs auxiliares para compensar as diferenças das relações.
    • O TC com a menor classe de exatidão deve ainda suportar uma tensão

maior que a tensão de ajuste em seu secundário sem saturar.

  • Requer TCs dedicados à proteção da barra.
  • Usar o máximo TAP disponível nos TCs.
  • Opera a partir da tensão sobre um resistor de estabilização

(tipicamente de 1000 a 2000 ).

4

Prof. Kleber Melo e Silva - UnB

Diferencial de Alta Impedância

  • Para evitar uma tensão muito elevada no relé, utiliza-se um

MOV em paralelo com o resistor de estabilização.

  • Historicamente, é empregada em barras de configuração fixa

(TCs em paralelo fisicamente). Sendo muito complexa sua

utilização em barramentos com a topologia variável, pois seria

necessário chaveamento dos circuitos secundários dos TCs.

  • Proporciona uma proteção rápida e segura:
    • Não deve atuar para o curto-circuito externo mais severo, considerando

a saturação total do TC do circuito sobre defeito.

  • Os relés numéricos disponibilizam funções adicionais como

monitoramento, oscilografia e proteção por falha do disjuntor.

Além de proteções de retaguarda como 50/51, 50/51Q, etc.

5

Prof. Kleber Melo e Silva - UnB

Diferencial de Alta Impedância

  • Esquema Básico – Relés Estáticos

6

4

5

6

Prof. Kleber Melo e Silva - UnB

Diferencial de Alta Impedância

  • Curto-Circuito Externo com Saturação Total do TC

10

Prof. Kleber Melo e Silva - UnB

Diferencial de Alta Impedância

  • Curto-Circuito Externo com Saturação Total do TC

11

( ) ( ) R CT L

V  I + I + I  R + kR

1 2 3

Nessa situação, a corrente resultante do paralelo dos TCs 1, 2 e 3 flui pelo TC4, podendo levar o seu núcleo à saturação. A tensão sobre o relé será, basicamente, a queda de tensão na soma de RL com RTC. Assim, deve-se escolher o ajuste Vset de tal forma que o relé não opere para essa situação. Além disso, vale ressaltar que nessa situação o MOV praticamente não conduz, pois a tensão sob ele será bem menor que a sua tensão nominal.

k = 1

k = 2

Curto-Circuito 3

Curto-Circuito 1

Prof. Kleber Melo e Silva - UnB

Diferencial de Alta Impedância

  • Curto-Circuito na Barra

12

10

11

12

Prof. Kleber Melo e Silva - UnB

Diferencial de Alta Impedância

  • Curto-Circuito na Barra

13

V R  Vset

VR ,max  Vnom , MOV

Nessa situação, a corrente resultante do paralelo dos TCs é a que vai ser aplicada ao relé. Caso o MOV não fosse instalado, a tensão nos terminais do relé seria muito alta, a ponto de ocasionar a perda de isolamento no seus terminais. Contudo, o MOV passará a conduzir e limitará a tensão sobre o relé em sua tensão nominal. Nesse caso, o sinal de tensão é não senoidal. Tipicamente, escolhem-se MOVs com tensões nominais de 1 a 2kV. No caso de relé numéricos, a atuação é avaliada a partir do módulo do fasor tensão estimado para o 60Hz sob o resistor de estabilização. Assim, o valor obtido da tensão será bem inferior ao valor máximo do sinal de tensão.

Prof. Kleber Melo e Silva - UnB

Diferencial de Alta Impedância

  • Exemplo 1 : Considere o sistema da Figura abaixo,

cujos dados de curto-circuito são apresentados na

tabela a seguir. Realize o ajuste do relé 87Z, com base

nas informações dos TCs e de R

s

apresentados.

14

Prof. Kleber Melo e Silva - UnB

Diferencial de Alta Impedância

15

Curto-Circuito Circuito 1 Circuito 2 Circuito 3 Circuito 4

10512 , 0 − 84 , 0 A

Correntes de Contribuição para Curto-Circuitos na Barra

Dados dos TCs:

RTC = 240

Dados do Relé 87Z:

MOV 1 , 3 kV

5 A

2 ,

nTC

I

9247 , 7 − 84 , 6 A 8885 , 0 − 84 , 6 A 10407 , 2 − 84 , 0 A

9030 , 6 − 80 , 8 A 8077 , 7 − 81 , 6 A 7715 , 5 − 81 , 6 A 8925 , 9 − 80 , 8 A

Rs = 2000 

R sec, TC = 0 , 75 

RL = 1 , 5 

C 800

13

14

15

Prof. Kleber Melo e Silva - UnB

Diferencial de Alta Impedância

  • Curto-Circuito 1na Linha 3 – Imediatamente à Frente do TC

19

VrVset

RESTRIÇÃO

0 20 40 60 80 100 120

0

200

400

Tempo (ms)

Tensão(V)

(^) vr - Fase A Vr - Fase A Vset

0 20 40 60 80 100 120

0

200

400

Tempo (ms)

Tensão(V)

vr - Fase B Vr - Fase B Vset

0 20 40 60 80 100 120

0

200

400

Tempo (ms)

Tensão(V)

vr - Fase C Vr - Fase C Vset

Prof. Kleber Melo e Silva - UnB

Diferencial de Alta Impedância

  • Curto-Circuito 3na Barra

20

VrbVset

Forma de onda não senoidal devido à atuação do MOV. Deverá ser praticamente igual para qualquer curto que elevar a tensão até a V nom do MOV.

TRIP

0 20 40 60 80 100 120

0

1000

2000

Tempo (ms)

Tensão(V)

vr - Fase A Vr - Fase A Vset

0 20 40 60 80 100 120

0

1000

2000

Tempo (ms)

Tensão(V)

vr - Fase B Vr - Fase B Vset

0 20 40 60 80 100 120

0

1000

2000

Tempo (ms)

Tensão(V)

vr - Fase C Vr - Fase C Vset

Após 8,33 ms :

Prof. Kleber Melo e Silva - UnB

Diferencial de Alta Impedância

  • Curto-Circuito 1na Barra

21

ra set

V  V

Forma de onda não senoidal devido à atuação

do MOV. Deverá ser praticamente igual para qualquer curto que elevar a tensão até a Vnom do MOV.

TRIP

Após 21 ms :

0 20 40 60 80 100 120

0

1000

2000

Tempo (ms)

Tensão(V)

vr - Fase A Vr - Fase A Vset

0 20 40 60 80 100 120

0

200

400

Tempo (ms)

Tensão(V)

vr - Fase B Vr - Fase B Vset

0 20 40 60 80 100 120

0

200

400

Tempo (ms)

Tensão(V)

(^) vr - Fase C Vr - Fase C Vset

19

20

21

Prof. Kleber Melo e Silva - UnB

Diferencial de Baixa Impedância

  • Implementada com relés numéricos.
  • Recebe essa denominação pois o relé numérico impõe uma

baixa impedância ao secundário dos TCs.

  • Correntes são amostradas individualmente e somadas

digitalmente:

  • Correções de diferenças de relações de TCs feita internamente

(dispensa uso de TCs auxiliares).

  • Não há necessidade de TCs dedicados e de conectar em paralelo

fisicamente seus secundários.

  • Algoritmos numéricos aumentam a segurança para curtos-

circuitos externos com saturação de TC.

  • Lógicas sofisticadas de identificação de zonas:
    • Não é necessário chaveamentos de circuitos secundários de TCs.
    • Lógica digital baseada no estado de seccionadoras e disjuntores incluem

ou removem correntes do cálculo diferencial.

22

Prof. Kleber Melo e Silva - UnB

Diferencial de Baixa Impedância

  • Historicamente, é principalmente empregada em barras cuja

configuração permita uma grande combinação de topologias.

  • Como ela mede individualmente cada corrente dos circuitos

conectados à barra, permite a implementação da proteção de

barra distribuída.

  • Atualmente, tem sido empregada para todos os tipos de

configuração.

  • Disponibiliza funções adicionais:
    • Monitoramento e oscilografia digital para cada circuito conectado à

barra.

  • Registro de eventos com sincronização GPS.
  • Proteção de falha de disjuntor.

23

Prof. Kleber Melo e Silva - UnB

Diferencial de Baixa Impedância

24

N

k

Iop Ik 1

N

k

Ires Ik 1

N

k

res Ik N

I

1

N

N

k

res k

I I

1

Ires =max( I ˆ 1 , I ˆ 2 ,, I ˆ N )

IopSLPIres IopImin

Corrente de Operação

Corrente de Restrição

Lógica de Trip

22

23

24

Prof. Kleber Melo e Silva - UnB

Diferencial de Baixa Impedância

  • Exemplo 1: Seja o sistema ilustrado na figura abaixo.

Verifique a operação do relé 87B para o caso de um curto-

circuito monofásico na barra, cujos valores de correntes

vistas nos secundários dos TCs são apresentados na tabela

a seguir.

28

Prof. Kleber Melo e Silva - UnB

Diferencial de Baixa Impedância

29

Corrente Relé R1 Relé R2 Relé R3 Relé R

Ia

Ib

Ic

2 , 774 − 69 , 1 A

0 , 448 − 116 , 4 A

0 , 455  125 , 6 A 0 , 069 − 40 , 5 A

0 , 068  80 , 9 A

0 , 546 − 85 , 9 A

0 , 013  173 , 4 A

0 , 014 − 69 , 2 A

0 , 417 − 77 , 7 A

0171 , − 63 , 2 A

0 , 187  52 , 4 A

2 , 652 − 83 , 3 A

Correntes nos Secundários dos TCs

Dados dos TCs:

RTC 1 = 240

RTC 2 = 1200

RTC 3 = 1500

RTC 4 = 240

Ajustes do Relé 87B:

I min = 0 , 3 pu

SLP = 0 , 5

N

k

op k

I I

1

N

k

res Ik N

I

1

I 2 n , TC 1 = 5 A

I 2 n , TC 2 = 1 A

1 A 2 , 3

nTC

I

I 2 n , TC 4 = 5 A

Prof. Kleber Melo e Silva - UnB

Diferencial de Baixa Impedância

30

TC1:

RTC 1 = 240 6 ,^25 A

max 2 , max 1 =

RTC

RTC I

I

nTC norm

TC2:

RTC 2 = 1200 1 , 25 A

max 2 , max 2 =

RTC

RTC I

I

nTC norm

TC3:

RTC 3 = 1500 1 ,^0 A

max 2 , max 3

RTC

RTC I

I

nTC norm

TC4:

RTC 4 = 240 6 , 25 A

max 2 , max 4 =

RTC

RTC I

I

nTC norm

Cálculo das Correntes de Normalização

28

29

30

Prof. Kleber Melo e Silva - UnB

Diferencial de Baixa Impedância

31

87B – Fase A:

0 , 444 69 , 1 pu 6 , 25

1

1 ,sec 1 , = − 

norm

Ra R anorm I

I

I

0 , 437 85 , 9 pu 1 , 25

2

2 ,sec 2 , = − 

norm

Ra R anorm I

I

I

0 , 417 77 , 7 pu 1 , 0

3

3 ,sec 3 , = − 

norm

Ra R anorm I

I

I

0 , 424 83 , 3 pu 6 , 25

4

4 ,sec 4 , = − 

norm

Ra R anorm I

I

I

1 , 711 pu

IopA = IR 1 a , norm + IR 2 a , norm + IR 3 a , norm + IR 4 a , norm =

( ) 0 , 431 pu

IresA = IR 1 a , norm + IR 2 a , norm + IR 3 a , norm + IR 4 a , norm =

IopAI min

IopASLPIresA

TRIP

Prof. Kleber Melo e Silva - UnB

Diferencial de Baixa Impedância

32

87B – Fase B:

0 , 072 116 , 4 pu 6 , 25

1

1 sec, 1 , = − 

norm

Rb R bnorm I

I

I

0 , 05480 , 9 pu 1 , 25

2

2 ,sec 2 , =  

norm

Rb R bnorm I

I

I

0 , 014 69 , 2 pu 1 , 0

3

3 ,sec 3 , = − 

norm

Rb R bnorm I

I

I

0 , 03052 , 4 pu 6 , 25

4

4 ,sec 4 , =  

norm

Rb R bnorm I

I

I

0 , 0005 pu

IopB = IR 1 b , norm + IR 2 b , norm + IR 3 b , norm + IR 4 b , norm =

( ˆ ˆ ˆ ˆ ) 0 , 170 pu 4

IresB = IR 1 b , norm + IR 2 b , norm + IR 3 b , norm + IR 4 b , norm =

IopBI min

I (^) opBSLPIresB

RESTRIÇÃO

Prof. Kleber Melo e Silva - UnB

Diferencial de Baixa Impedância

33

87B – Fase C:

0 , 073123 , 6 pu 6 , 25

4

1 ,sec 1 , =  

norm

Rc R cnorm I

I

I

0 , 055 40 , 5 pu 1 , 25

2

2 ,sec 2 , = − 

norm

Rc R cnorm I

I

I

0 , 013173 , 4 pu 1 , 0

3

3 ,sec 3 , =  

norm

Rc R cnorm I

I

I

0 , 027 63 , 2 pu 6 , 25

4

4 ,sec 4 , = − 

norm

Rc R cnorm I

I

I

ˆ ˆ ˆ ˆ 0 , 0003 pu 1 , 2 , 3 , 4 ,

opC Rcnorm Rcnorm Rcnorm Rcnorm

I I I I I

( ) 0 , 168 pu

IresC = IR 1 c , norm + IR 2 c , norm + IR 3 c , norm + IR 4 c , norm =

IopCI min

opC resC

I  SLP  I

RESTRIÇÃO

31

32

33

Prof. Kleber Melo e Silva - UnB

0 0.3 0.6 0.9 1.2 1.

0

Corrente de Restrição (pu)

Corrente de Operação (pu)

87B - Fase A 87B - Fase B 87B - Fase C

Diferencial de Baixa Impedância

  • Curto-Circuito 3EXTERNO COM SATURAÇÃO DO TC

37

TRIP

Prof. Kleber Melo e Silva - UnB

0 0.3 0.6 0.9 1.2 1.

0

Corrente de Restrição (pu)

Corrente de Operação (pu)

87B - Fase A 87B - Fase B 87B - Fase C

Diferencial de Baixa Impedância

38

  • Curto-Circuito 3EXTERNO COM SATURAÇÃO DO TC

SLP1 = 0,

SLP2 = 0,

Prof. Kleber Melo e Silva - UnB

Diferencial de Baixa Impedância

39

  • Elemento Diferencial Instantâneo

SLP = 0,3 (Relé mais sensível) SLP = 0,7 (Relé menos sensível )

A proteção opera quando:

37

38

39

Prof. Kleber Melo e Silva - UnB

Diferencial de Baixa Impedância

40

  • Elemento Diferencial Instantâneo

Corrente de restrição suavizada (ires)

Prof. Kleber Melo e Silva - UnB

Diferencial de Baixa Impedância

41

  • Elemento Diferencial Instantâneo

Início falta Interna

Corrente

( p

u

)

2-

1-

2-

1-

0

5

10

15

70 80 90 100 110 120 130 140

Tempo (ms)

20

Operação 1-de-

JT 1

Operação 2-de- 25

SL P.

t≤JT 12

JT 2

i * op i r es

Curto interno

Prof. Kleber Melo e Silva - UnB

FE

2-

1-

Corrente

(

p

u

)

0

5

10

15

Início Falta Externa

70 80 90 100 120 130 140

SL P.

i * op i r es

Diferencial de Baixa Impedância

42

  • Elemento Diferencial Instantâneo

Curto externo

40

41

42

Prof. Kleber Melo e Silva - UnB

Proteção Distribuída

  • Concebida mediante uso de relés numéricos.
  • Tipicamente, instala-se uma unidade distribuída para

monitorar cada vão ligado ao barramento.

  • As unidades distribuídas são conectadas à unidade

central utilizando cabos de fibra óptica e fazendo-se uso

de protocolos de comunicação, a exemplo do IEC 61850.

  • Utilizada em novas instalações com barramentos com

vários vãos conectados.

  • Soluções modernas disponibilizadas pelos fabricantes.
  • Apresenta uma grande flexibilidade para expansão do

barramento.

  • Aumenta-se a segurança na instalação central, uma vez

que a mesma não mais irá concentrar as conexões de

todos os secundários dos TCs.

46

Prof. Kleber Melo e Silva - UnB

Proteção Distribuída

47

  • Exemplo de Solução

Unidade Central

Unidade Distribuída

Unidade Distribuída

Unidade Distribuída

Unidade Distribuída

Unidade Distribuída

Prof. Kleber Melo e Silva - UnB

Proteção Distribuída

48

  • Exemplo de Solução Comercial

46

47

48

Prof. Kleber Melo e Silva - UnB

Arranjos Típicos de Barramentos

  • Barra simples.
  • Barra simples seccionada.
  • Barra principal e de transferência.
  • Barra dupla com disjuntor simples a 5 chaves.
  • Barra dupla com disjuntor simples a 4 chaves.
  • Barra disjuntor e meio.
  • Barra dupla disjuntor duplo.
  • Anel simples seccionado.
  • Etc.

49

Prof. Kleber Melo e Silva - UnB

Barra Simples

  • Usada em SEs de distribuição.
  • Baixa flexibilidade de operação.
  • Falta no barramento irá desconectar todos os vãos.
  • Tipos de proteção tipicamente empregadas: remota (barra

remotas ou utilizando a proteção dos transformadores ligados á

barra), local com intertravamento lógico ou diferencial.

50

TCs Distintos TCs Com Mais de Um Núcleo (Pedestal)

Prof. Kleber Melo e Silva - UnB

Barra Simples Seccionada

  • Características
    • Usada normalmente em SEs de distribuição e de transmissão de

mais baixa tensão.

  • Limitação da flexibilidade de operação.
  • Seccionamento por disjuntor ou seccionadora.
  • Falta no barramento poderá desconectar todos os vãos, a

depender de como as seções das barras são interligadas.

51

49

50

51

Prof. Kleber Melo e Silva - UnB

Barra Simples Seccionada

  • Exemplo de Manobra – Liberação do Disjuntor D

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Configuração Normal de Operação da SE

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Barra Simples Seccionada

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  • Exemplo de Manobra – Liberação do Disjuntor D

1. Fechamento da seccionadora de bypass do disjuntor D3.

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Barra Simples Seccionada

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  • Exemplo de Manobra – Liberação do Disjuntor D

1. Abrir o disjuntor D3 e suas seccionadoras.

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Barra Simples Seccionada

  • Exemplo de Manobra – Liberação do Disjuntor D

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  • Operação após a liberação do disjuntor D3:
    • A PL3 continuará monitorando a corrente e a tensão da LT3.
    • A PL3 não terá um disjuntor específico para enviar um trip , uma vez

que o disjuntor D3 está com bypass fechado e nesse arranjo de

barramento não há um disjuntor de transferência.

  • Um curto-circuito na LT3 poderia ser extinto pelo uso da proteção

de falha do disjuntor da zona B (BFB), mesmo sem ser de fato

identificada a falha, acarretando o desligamento dos disjuntores D

e DT.

  • De acordo com o esquema de proteção BFB, um comando de TDD

poderia ser enviado diretamente para o terminal remoto da LT3, a

fim de garantir a extinção do curto-circuito.

  • Essa situação não é comum em sistemas de AT e EAT, sendo

recomendado a utilização de outro tipo de arranjo para o

barramento.

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Barra Principal e de Transferência

  • Características
    • Empregada em SEs de distribuição e de transmissão, tipicamente

até 230 kV.

  • A barra de transferência (BT) opera normalmente sem potencial

(ou seja, desconectada da barra principal).

  • Aumento significativo da flexibilidade de manobras.
  • Permite a liberação do disjuntor de cada vão para manutenção,

mantendo o vão respectivo alimentado pela BT.

  • A proteção de cada vão deve poder atuar tanto no disjuntor do

seu vão quanto no disjuntor de interligação de barras (ou de

transferência) DT.

  • Falta na barra principal (BP) provocará o desligamento de todos

os vãos.

  • Falta na BT deverá desconectar apenas o vão transferido.

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Barra Principal e de Transferência

  • Arranjo Típico

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