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psicologia da educaçao, Trabalhos de Psicologia Social

descreve a vivencia humana, observando o mundo a sua volta

Tipologia: Trabalhos

2020

Compartilhado em 08/11/2020

gleida-martins
gleida-martins 🇧🇷

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R2 FORMAÇÃO PEDAGÓGICA
ELTON SILVA BRASIL
GLEIDA MARTINS DINIZ
PSICOLOGIA DA EDUCAÇÃO
Varginha
2020
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R2 FORMAÇÃO PEDAGÓGICA

ELTON SILVA BRASIL

GLEIDA MARTINS DINIZ

PSICOLOGIA DA EDUCAÇÃO

Varginha

R2 FORMAÇÃO PEDAGÓGICA

ELTON SILVA BRASIL

GLEIDA MARTINS DINIZ

PSICOLOGIA DA EDUCAÇÃO

Varginha

Trabalho final apresentado à disciplina Psicologia da Educação como exigência parcial para a obtenção do curso de Programa Especial de Formação Pedagógica R2 – Turma 138, sob a supervisão do Professor Roberto de Sousa. Pólo: Varginha

Introdução

Este trabalho traz uma reflexão da psicologia da educação, enfocando o desenvolvimento do ser humano e sua aprendizagem, visando à análise global e crítica do ser humano de uma visão completa. Tal abordagem se justifica ao valor que atribuo à psicologia, pois é através dela que pode se conhecer um ser humano, analisando seu desenvolvimento, seu processo de aprendizagem e a sua trajetória de vida, visto que ela estuda o ser humano de uma maneira global. Esta pesquisa tem sua importância devido ao tema que se refere e ao fato de que, no contexto atual, a psicologia que é considerada uma área de conhecimento a qual entendemos como corpus sistemático e organizado de saberes científicos, produzidos de acordo com procedimentos definidos, referentes a determinados fenômenos ou conjunto de fenômenos constituintes da realidade, fundamentado em questões ontológicas, epistemológicas, metodológicas e éticas determinadas. É importante considerarmos as diversas concepções, abordagens e teorias que constituem esta área de conhecimento. O objetivo deste trabalho é problematizar a relação entre teoria e prática no campo da Psicologia da Educação e suas implicações para a formação do educador, analisando o desenvolvimento e aprendizagem de uma pessoa de forma global. Este propósito será conseguido mediante a pesquisa bibliográficas intensa em livros, revistas especializadas, artigos e sites de pesquisas.

PSICOLOGIA DA EDUCAÇÃO

De acordo com Azevedo (2014, p. 2) a psicologia assim como as demais ciências é composta por diversas correntes de pensamento, as quais têm por base em seu processo investigativo práticas e princípios metodológicos de específicos. Para Azevedo (2014, p. 2) os fundamentos científicos que determinaram o objeto de estudo e o método de pesquisa da Psicologia foram criados por Wilhen Wundt, em meados do século XIX. As pesquisas de Wundt possibilitaram o surgimento de outras correntes: o Behaviorismo, teoria que analisa o comportamento na perspectiva dos condicionamentos sociais, a qual tem como principal expoente Skinner. O Gestaltismo, corrente que se opõe a visão comportamentalista, pois defende que os fenômenos da percepção, da memória e da afetividade eram vivenciados sob a forma de estruturas. A Psicologia Cognitiva, em que os estudos de Jean Piaget, concluíram que a aprendizagem se faz por etapas. Outras tantas teorias da psicologia se sucederam aos estudos de Wundt, como a Psicologia sócio histórica, proposta por Lev Vygotsky, para quem o contexto social tem significativa influência no processo de aprendizagem. E a psicanálise, postulada por Freud que tem como objeto de investigação o inconsciente, seja das palavras ou das ações do sujeito. Sendo assim, essas principais correntes da psicologia, possibilitam a compreensão do desenvolvimento de pressupostos necessários ao processo de aprendizagem da criança (AZEVEDO, 2014, p. 2). Segundo Azevedo (2014, p. 2) a psicologia educacional oferece ao professor o embasamento necessário - aliado aos demais conhecimentos inerentes à formação profissional - para a compreensão das relações que se estabelecem no contexto escolar. Coll (2004 apud AZEVEDO 2014, p. 2) entende-se que a psicologia da educação contribui para a compreensão dos processos de mudança que atravessa o sujeito no percurso das atividades educacionais, englobando o desenvolvimento e a aprendizagem.

  • Incentivar os educadores para tomada de posições políticas em relação aos problemas sociais que afligem a todos, na busca de uma solução sócio/política;
  • Estimular a escolha consciente de uma atuação profissional sustentada por teorias psicológicas, cuja visão contemple o homem em suas múltiplas determinações e relações histórico-sociais;
  • Assessorar a escola, como um todo, no desenvolvimento de uma concepção de educação, na compreensão e amplitude de seu papel, em seus limites e possibilidades, utilizando os conhecimentos da psicologia;
  • Desenvolver uma concepção de psicologia voltada a um compromisso social e propor uma concepção do fracasso escolar não como um processo individual, mas como um emergente do processo da não aprendizagem. Efetuar propostas e afiançar a construção de novas alternativas sociais para auxiliar na administração de possíveis deficiências escolares;
  • Compreender e elucidar os processos de desenvolvimento bio-psico- social dos envolvidos com a escola. Assim como clarificar a construção da subjetividade (do Eu) em cada ambiente educacional; assessorando a unidade escolar na busca da humanização do sujeito, através do encontro da cognição com a motricidade, os afetos e as emoções na educação;
  • Mediar os processos de reflexão sobre as ações educativas a partir da atuação com os diversos profissionais da educação e buscar ser o mediador do processo reflexivo e não o solucionador de problemas;
  • Compreender e elucidar os processos diferenciados de desenvolvimento da aprendizagem (aprender a aprender) de cada aluno e de cada professor;
  • Desenvolver e cultivar o enfoque preventivo: trabalhar as relações interpessoais na escola, visando à reflexão e conscientização de funções, papéis e responsabilidades dos envolvidos;
  • Conscientizar a todos os envolvidos no processo educacional, sobre a importância de sua participação e responsabilidade nos grupos em que

está inserido, como a família, a escola, o trabalho e a comunidade (SANTOS & GONÇALVES, 2016, p. 14). Para Cunha (2018, p. §) a Psicologia da Aprendizagem acredita na interação proporcionada pela educação e valoriza esta troca de saber, de cultura e de experiência entre aluno e professor. Quando o educador entende os funcionamentos das emoções, ele compreende melhor o aluno e pode contribuir socialmente e propor interações saudáveis. Segundo Cunha (2018, p. §) operações cognitivas são processos de natureza intelectual, como a percepção, raciocínio, memória e etc., que são construídas na interação com outras pessoas. Assim, a Psicologia da Aprendizagem estuda o processo das formas e dos conhecimentos sociais existentes adequados para as crianças. Contudo, a aprendizagem reconhece a natureza social e a aquisição de conhecimento em todas as fases da vida. Cunha (2018, p. §) ressalta que estudar o desenvolvimento humano significa conhecer as características comuns de uma faixa etária, permitindo-nos reconhecer as individualidades, o que nos torna mais aptos para a observação e interpretação dos comportamentos. É descobrir que ele é determinado pela interação de vários fatores: São eles: Hereditariedade – A carga genética estabelecer o potencial de individual, que pode ou não desenvolver-se. A inteligência pode desenvolver-se aquém ou além do potencia, dependendo das condições do meio que encontra. Crescimento orgânico – Refere-se ao aspecto físico. O aumento de altura e a estabilização do esqueleto permitem ao individuo comportamento e um domínio do mund0o que antes não existiam. Maturação neurofisiológica – É o que torna possível determinado padrão de comportamento. Ex. A alfabetização das Crianças, como elas seguram os objetos. Meio – O conjunto de influência e estimulações ambientais altera os padrões de comportamento do individuo (CUNHA, 2018, p. §). Para Cunha (2018, p. §) o desenvolvimento humano, para efeito de estudo, tem sido abordado a partir de quatro aspectos básicos.

No aspecto afetivo surgem os sentimentos interindividuais, sendo que um dos mais relevantes é o respeito que a criança nutre pelos indivíduos que julga superiores a ela. 3º Período: Operações Concretas (7 a 11 ou 12 anos) O desenvolvimento mental, caracterizado no período anterior pelo egocentrismo intelectual e social, é superado este período pelo inicio da construção lógica, isto é, a capacidade da criança de estabelecer relações que permitam a coordenação de pontos de vista diferentes. No plano afetivo, isto significa que os outros, de trabalhar em grupo e, ao mesmo tempo, de ter autonomia pessoal. 4º Período: Operações Formais (11 ou 12 anos em diante) Neste período, ocorre a passagem do pensamento concreto para o pensamento formal, abstrato, isto é, o adolescente realiza as operações no plano das ideias, sem necessitar de manipulação ou referencias concretas, como no período anterior. De acordo com Cunha (2018, p. §) a assimilação envolve o relacionamento da pessoa com o ambiente em termos de suas estruturas, enquanto a acomodação compreende as transformações de suas estruturas em resposta ao ambiente. A assimilação e a acomodação são mantidas em equilíbrio dinâmico por meio das atividades autorreguladora do organismo, ou seja, do equilíbrio. Segundo Cunha (2018, p. §) o desequilíbrio ocorre quando um organismo não dispõe de estruturas de conhecimento a um nível que permita a assimilação direta de um evento. Do ponto de vista biológico… a organização é inseparável da adaptação: são dois processos complementares de um mecanismo único sendo o primeiro aspecto interno do ciclo, do qual a adaptação constitui o aspecto exterior. A organização nos seres vivos depende, do início das estruturas físicas hereditárias que como dissemos estabelecer possibilidades e limitações, definem formas e níveis de reação do organismo aos estímulos exteriores.

A organização é uma função invariante de todos os seres vivos e se refere à tendência dos organismos coordenaram as estruturas em um sistema necessário à sobrevivência. A inteligência não apareceu de modo algum, num determinado momento de desenvolvimento do mental como um mecanismo inteiramente montado em todas as suas peças, e radicalmente distinto dos que o procederam. Pelo contrário, apresenta uma notável continuidade com o processo adquiridos ou mesmo provenientes da associação habitual e do reflexo, processo esse em que a inteligência se baseia ao mesmo tempo em que os utiliza. A assimilação generalizadora refere-se à aplicação do reflexo a objetos cada vez mais variados. A assimilação recognitiva, por sua vez revela uma discriminação dos objetos de sua ação, levando ainda um reconhecimento prático e motor, pois, não há na recém-nascida diferenciação entre i seu universo e o externo, e nem o conceito do objeto permanente.

Referências bibliográficas

AZEVEDO, Luis Carlos. Contribuições da psicologia á educação. Disponível em: . Acessado em: 20 jan. 2020. Santos, Jeovane Vieira dos; Gonçalves, Charlisson Mendes. Psicologia educacional: importância do psicólogo na escola. 2016. Disponível em: . Acessado em: 20 jan. 2020.