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Tipologia: Slides
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Equipe 02:Equipe 02:
Claudia Clarisse
Claudio Babiton
Wesphalya Maia
Lissandro Moreira
Maria das Dores
Meiryllane Oliveira
Rachel Queiroz
Introdução
Princípios da
Qualidade
Ferramentas
5 S’s
Normas ISO
Implantação
Conclusão
Agenda
Linha de montagem e
o início do Controle
Estatístico da
Qualidade.
II Guerra Mundial e
consolidação do
Controle Estatístico da
Qualidade
192
0
1940
1950
1960
1980
Século
XXI
Introdução
Linha do tempo
O Controle da
Qualidade chega ao
Japão, através de
William E. Deming
A Qualidade Total de
Armand Feigenbaum e
as Ferramentas de
Kaoru Ishikawa
Normas ISO e a
Garantia da
Qualidade
A qualidade como
estratégia de
negócios
Gurus da Qualidade
Philip B. Crosby
Crosby definiu a política de
qualidade como o estado de
espírito dos funcionários de
uma organização sobre a
forma como devem fazer o
trabalho. Se não existir uma
política formal estabelecida
pela gestão da qualidade,
cada um estabelece a sua.
Armand
Feigenbaum
Total das
características de
um produto ou
serviço referentes
a marketing,
engenharia,
manufatura e
manutenção.
Edwards Deming
A qualidade deve
ter como objetivo as
necessidades do
usuário, presentes
e futuras
Philip B. Crosby
Conformidade com
as exigências
Introdução
Joseph M. Juran
Adequação à
finalidade ou ao uso
Histórico
Fontes de inspiração: Normas Militares (2° Guerra Mundial) e Normas de
Qualidade existentes em vários países como: Canadá – Série Z 299, França –
AFNOR X 50-110, Alemanha – DIN 55-355, etc e OTAN – Série AQAP.
Nas décadas de 60 e 70, a Grã-Bretanha em sua indústria sofreu uma onda de
baixa produtividade e baixa qualidade de seus produtos. Para tentar fugir desta
situação estava a primeira tentativa de estabelecer um modelo de sistema de
qualidade.
Com a Globalização, as empresas multinacionais tinham que atender várias
normas de diferentes países, logo em 1985, a Comunidade Européia reconheceu
várias regulamentos técnicos e normas nacionais e buscou padronizados.
A partir de tal necessidade, em 1987, fundou-se o Comitê Técnico ISO/TC 176,
em Genebra, na Suíça, que lançou a primeira versão das Normas da série ISO
9000 sobre sistemas de qualidade.
Em 1994 sofreu sua primeira revisão e posteriormente em 2000 e atualmente
em 2007.
Normas ISO
Organização ISO
A ISO (International Organization for Standardization), é uma federação mundial dos organismos
nacionais de normalização. Teve seu início no campo da eletrotécnica e seu antecessor foi a IEC
(International Electrotechnical Commission) que foi criada em 1906.
Teve sua base com a fusão da ISA (International Federation of the National Standardizing
Associations) e a UNSCC (United Nations UNSCC (United Nations).
Na cidade de Londres em outubro de 1946 realizou-se uma conferência no Instituto de
Engenheiros Civis, com os 65 representantes de 26 países ligados a ISA e a UNSCC, ponto de
partida na fundação da ISO, em 23 de fevereiro de 1947.
Hoje a ISO integra mais de 140 países, possui sede em Genebra, na Suíça.
Em 1979, foi criado o Comitê Técnico –TC-176 da ISO, para tratar da Qualidade.
ABNT representa a ISO no Brasil e o INMETRO é o organismo de acreditação , no país,
intergilado a ABNT.
INMETRO diretrizes para OCCs (Organismos Credenciados de Certificação).
OCCs são encarregados e responsáveis pela interpretação da norma ISO 9001, avaliando suas
aplicações e conformidades para o negócio da companhia e estando sua implantação correta para
posterior certificação.
Normas ISO
ISO 9001
ISO 9001
Requisitos para
Certificação
ISO 9000
ISO 9000
ISO 9004
ISO 9004
Guia de melhoria e desempenhos.
SCENE
Fundamentos e
vocabulário
No ano de 2000 existiam a ISO 9001 (Indústrias) e a ISO 9002 (Serviços),
foram fundias em ISO 9001:2000.
Revisionada mais a frente a família ISO 9000:2007 distribuida em:
Normas ISO
SCENE
Normas ISO
EMPRESA
EMPRESA SOCIEDADE
SOCIEDADE CLIENTES
CLIENTES COLABORADORES
COLABORADORES
Redução de
perdas de produção;
Menor numero de
reposições;
Produtividade;
Maior
organização;
Credibilidade junto
ao mercado;
Prestígio;
Segurança;
Tem segurança
da fonte
proveniente
Evitam danos
de saúde
Evita a poluição
Redução de
custos
Menos conflitos no
trabalho e maior
integração entre
setores;
Maiores
oportunidades de
treinamento;
Melhores
condições para
acompanhar e
controlar processos;
Melhoria da
qualidade e da
produtividade,
gerando
possibilidades de
recompensas;
Maior
desenvolvimento
pessoal em cada
tarefa, possibilitando
melhoria de
desempenho
Diagrama
Diagrama
de pareto
de pareto
Diagrama de
Diagrama de
causa e efeito
causa e efeito
Macrofluxo
Macrofluxo
Fluxograma
Fluxograma
Ferramentas
Baseia-se no princípio que a maioria das perdas tem poucas causas, que 20% das causas
são responsáveis pela existência de 80% dos problemas.
O diagrama diz que a maior parte das perdas, em muitos casos, ocorrem devido a um
pequeno numero de defeitos, que segundo Juran são vitais. Os outros defeitos, a maioria,
são triviais, não causando maiores problemas.
O grande trunfo do diagrama de Pareto é a identificação desses problemas vitais, facilitando
assim a resolução de problemas que são responsáveis pela maioria das perdas.
Ferramentas
Diagrama de Causa e Efeito
Ferramentas
PLANPLAN
ACT
ACT
CHECK
CHECK DO
DO
PLANEJAR:PLANEJAR: estabelecer
os objetivos e processos
necessários para
entregar resultados de
acordo com os requisitos
e políticas da
organização;
FAZERFAZER : implementar os
processos
CHECAR
CHECAR : monitorizar e medir
processos e produtos contra as
políticas, objetivos e requisitos
para o produto e relatar os
resultados;
AGIR
AGIR : tomar ações
para promover
continuamente a
melhoria do
desempenho do
processo
PDCA
Metodologia conhecida como "Plan-Do-Check-Act" (PDCA) para todos os processos
É um formulário para execução e
controle de tarefas que atribui
responsabilidades e determina as
circunstâncias em que o trabalho
deverá ser realizado.
Recebeu esse nome devido a
primeira letra das palavras
inglesas: what (o que), who
(quem), when (quando), where
(onde), why (por que), e das
palavras iniciadas pela letra H,
how (como), how much (quanto
custa).
Ferramentas
5w
5w
2h
2h
É um diagrama de
blocos que apresenta
de forma resumida
todas as etapas do
processo de
produção, que vai
desde o recebimento
da matéria-prima até
a obtenção e venda
do bem ou prestação
do serviço. Permite
visualizar o processo
como um todo, sua
abrangência e limites.
Ferramentas