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QUESTIONARIO 1 E 2 COMUNICACAO E EXPRESSAO, Provas de Comunicação

QUESTIONARIO 1 E 2 COMUNICACAO E EXPRESSAO

Tipologia: Provas

2022
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Compartilhado em 25/09/2022

matheus-famosinho
matheus-famosinho 🇧🇷

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bg1
QUEST I O N A R I O 1
PERG U N T A 1
1. Considere os versos da música de Chico César e analise as afirmativas a seguir.
“Respeitem meus cabelos, brancos
Chegou a hora de falar
Vamos ser francos
Pois quando um preto fala
O branco cala ou deixa a sala
Com veludo nos tamancos
Cabelo veio da África
Junto com meus santos”
I. A presença, ou a ausência, da vírgula altera o sentido do primeiro verso.
II. Com a vírgula no primeiro verso, “brancos” torna-se vocativo.
III. Se a vírgula do primeiro verso fosse retirada, haveria referência à idade do eu-lírico,
e não à etnia.
É correto o que se afirma em:
a
.I, II e III.
b
.I e II.
c
.II e III.
d
.I e III.
e
.II,
apenas.
A 0,5 pontos 
PERG U N T A 2
1. Considere a ilustração do artista Escher e analise as asserções e a relação
proposta entre elas.
Fonte: Fuvest, 2004.
I. Na gravura, observa-se a função metalinguística da linguagem.
PORQUE
II. Na gravura, o artista trabalha a forma estética da mensagem.
Assinale a alternativa correta.
a
.As asserções I e II são verdadeiras, e a II
justifica a I.
b
.As asserções I e II são verdadeiras, e a II não
justifica a I.
c
.A asserção I é verdadeira.
d
.A asserção I é falsa.
e
.As duas asserções são falsas.
0,5 pontos 
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Q U E S T I O N A R I O 1

P E R G U N T A 1

  1. Considere os versos da música de Chico César e analise as afirmativas a seguir. “Respeitem meus cabelos, brancos Chegou a hora de falar Vamos ser francos Pois quando um preto fala O branco cala ou deixa a sala Com veludo nos tamancos Cabelo veio da África Junto com meus santos” I. A presença, ou a ausência, da vírgula altera o sentido do primeiro verso. II. Com a vírgula no primeiro verso, “brancos” torna-se vocativo. III. Se a vírgula do primeiro verso fosse retirada, haveria referência à idade do eu-lírico, e não à etnia. É correto o que se afirma em: a . I, II e III. b . I e II. c . II e III. d . I e III. e .

II,

apenas. A 0,5 pontos

P E R G U N T A 2

  1. Considere a ilustração do artista Escher e analise as asserções e a relação proposta entre elas. Fonte: Fuvest, 2004. I. Na gravura, observa-se a função metalinguística da linguagem. PORQUE II. Na gravura, o artista trabalha a forma estética da mensagem. Assinale a alternativa correta. a . As asserções I e II são verdadeiras, e a II justifica a I. b . As asserções I e II são verdadeiras, e a II não justifica a I. c . A asserção I é verdadeira. d . A asserção I é falsa. e . As duas asserções são falsas. 0,5 pontos

B

P E R G U N T A 3

  1. Considere o título jornalístico e analise as afirmativas. “Apresentador assume ter medo de morrer em entrevista” I. Há ambiguidade no título, pois entende-se que ele tem medo de morrer durante uma entrevista. II. Se a locução “em entrevista” fosse colocada após o verbo “assume”, o problema do enunciado seria resolvido. III. A ambiguidade do título ocorre devido à polissemia da palavra “entrevista”. É correto o que se afirma em: a . I, II e III. b . I e II. c . II e III. d . I e III. e .

I,

apenas. B 0,5 pontos

P E R G U N T A 4

1. Considere o texto publicado na imprensa e analise as

afirmativas.

Texto: Em vez de ser morta há facadas, personagem central

mata agressor a tiros no final do espetáculo para se

“modernizar”

I. A expressão “em vez de” é incorreta, deveria ser substituída

por “ao invés de”.

II. O correto é “a facadas”.

III. O correto é “à facadas”.

IV. O correto é “à tiros”.

É correto o que se afirma apenas em:

a .

I e II.

b .

II.

c .

I e III.

d .

III e

IV.

e .

III.

B 0,5 pontos

0,5 pontos

E

P E R G U N T A 7

  1. Considere o período e analise as afirmativas. “Ana estava muito cansada, por isso resolveu arrumar a casa inteira.” I. O uso da conjunção inadequada provoca incoerência no enunciado apresentado. II. A conjunção que une as orações do período deveria ser substituída por outra, como “entretanto”. III. Para unir as duas orações do período, deveria ser usado o pronome “onde”. É correto o que se afirma em: a . I, II e III. b . II e III. c . I e II. d . I e III. e .

I,

apenas. E 0,5 pontos

P E R G U N T A 8

  1. Observe a peça publicitária a seguir e analise as asserções e a relação proposta entre elas. I. O objetivo do anúncio é mostrar que quem bebe comete, sem perceber, erros ortográficos. PORQUE II. A troca de letras nas palavras da peça publicitária alerta para o fato de que o álcool altera a percepção do consumidor. Assinale a alternativa correta. a . As asserções I e II são verdadeiras, e a II justifica a I. b . As asserções I e II são verdadeiras, e a II não justifica a I. c . A asserção I é verdadeira. d . A asserção I é falsa.

e . As duas asserções são falsas. 0,5 pontos

D

P E R G U N T A 9

1. Considere o texto e analise as afirmativas.

“O desenvolvimento de tecnologias de comunicação permitem que uma pessoa converse com outra em um país distante, na qual ocorre intercâmbio cultural, podendo aprender novos idiomas e costumes.” I. Na primeira oração, há um erro de concordância verbal: o correto é “permite”. II. O uso do elemento coesivo “na qual” está correto. III. Em “podendo aprender novos idiomas e costumes”, há problema na construção sintática, pois falta o sujeito correto da oração. É correto o que se afirma em: a .

I, II e III.

b .

I e II.

c .

II e III.

d .

I e III.

e .

II,

apenas.

D 0,5 pontos

P E R G U N T A 1 0

1. Considere o trecho, publicado em um jornal há alguns anos e

analise as afirmativas.

“Amantes dos antigos bolachões penam não só para encontrar

os discos, que ficam a cada dia mais raros. A dificuldade

aparece também na hora de trocar a agulha ou levar o toca-

discos para o concerto.”

I. O primeiro período encontra-se fragmentado, pois não há

continuidade da oração.

II. Há um erro ortográfico na palavra “concerto”.

III. O texto é claro, coeso e bem estruturado.

É correto o que se afirma somente em:

a .

I.

b .

II.

QUESTIONARIO 2

P E R G U N T A 1

  1. Leia o texto. Justiça ou vingança? Maria Rita Kehl “Sou obrigada a concordar com Friedrich Nietzsche: na origem da demanda por justiça está o desejo de vingança. Nem por isso as duas coisas se equivalem. O que distingue civilização de barbárie é o empenho em produzir dispositivos que separem um de outro. Essa é uma das questões que devemos responder a cada vez que nos indignamos com as consequências da tradicional violência social em nosso país. Escrevo ‘tradicional’ sem ironia. O Brasil foi o último país livre no Ocidente a abolir a prática bárbara do trabalho escravo. Durante três séculos, a elite brasileira capturou, traficou, explorou e torturou africanos e seus descendentes sem causar muito escândalo. Joaquim Nabuco percebeu que a exploração do trabalho escravo perverteria a sociedade brasileira – a começar pela própria elite escravocrata. Ele tinha razão. Ainda vivemos sérias consequências desse crime prolongado que só terminou porque se tornou economicamente inviável. Assim como pagamos o preço, em violência social disseminada, pelas duas ditaduras – a de Vargas e a militar (1964 a 1985) – que se extinguiram sem que os crimes de lesa-humanidade praticados por agentes de Estado contra civis capturados e indefesos fossem apurados, julgados, punidos. Hoje, três décadas depois de nossa tímida anistia ‘ampla, geral e irrestrita’, temos uma polícia ainda militarizada, que comete mais crimes contra cidadãos rendidos e desarmados do que o fez durante a ditadura militar. Por que escrevo sobre esse passado supostamente distante ao me incluir no debate sobre a redução da maioridade penal? Porque a meu ver, os argumentos em defesa do encarceramento de crianças no mesmo regime dos adultos advêm dessa mesma triste ‘tradição’ de violência social. É muito evidente que os que conduzem a defesa da mudança na legislação estão pensando em colocar na cadeia, sob a influência e a ameaça de bandidos adultos já muito bem formados na escola do crime, somente os ‘filhos dos outros’. Quem acredita que o filho de um deputado, evangélico ou não, homofóbico ou não, será julgado e encarcerado aos 16 anos por ter queimado um índio adormecido, espancado prostitutas ou fugido depois de atropelar e matar um ciclista? Sabemos, sem mencioná-lo publicamente, que essa alteração na lei visa apenas os filhos dos ‘outros’. Estes outros são os mesmos, há 500 anos. Os expulsos da terra e ‘incluídos’ nas favelas. Os submetidos a trabalhos forçados. São os encarcerados que furtaram para matar a fome e esperam anos sem julgamento,

expostos à violência de criminosos periculosos. São os militantes desaparecidos durante a ditadura militar de 1964-85, que a Comissão da Verdade não conseguiu localizar porque os agentes da repressão se recusaram a revelar seu paradeiro. Este é o Brasil que queremos tornar menos violento sem mexer em nada além de reduzir a idade em que as crianças devem ser encarceradas junto de criminosos adultos. Alguém acredita que a medida há de amenizar a violência de que somos (todos, sem exceção) vítimas? As crianças arregimentadas pelo crime são evidências de nosso fracasso em cuidar, educar, alimentar e oferecer futuro a um grande número de brasileiros. Esconder nossa vergonha atrás das grades não vai resolver o problema. Vamos vencer nosso conformismo, nossa baixa estima, nossa vontade de apostar no pior – em uma frase, vamos curar nossa depressão social. Inventemos medidas socioeducativas que funcionem: sabemos que os presídios são escolas de bandidos. Vamos criar dispositivos que criem cidadãos, mesmo entre os miseráveis – aqueles de quem não se espera nada.” Fonte: . Acesso em 20 jun. 2015 Com base na leitura, analise as afirmativas: I. Infere-se que, para a autora, a criminalidade tem causa nos problemas sociais e o desejo de vingança fundamenta a ideia da redução da maioridade penal, que não resolveria o problema da violência no Brasil. II. Na argumentação, a autora vale-se do apelo à autoridade e da apresentação de fatos históricos. III. O texto é um artigo de opinião, com estrutura argumentativa. É correto o que se afirma em: a . I, II e III. b . I e II. c . II e III. d . I e III. e .

II,

apenas. A 0,5 pontos

P E R G U N T A 2

1. Leia o texto e analise as afirmativas.

Extra, extra. Este macaco é humano.

Não somos tão especiais

“Todas as características tidas como exclusivas dos humanos

são compartilhadas por outros animais, ainda que em menor

grau.

INTELIGÊNCIA

A ideia de que somos animais racionais tem sido destruída

desde os anos 40. A maioria das aves e mamíferos tem algum

tipo de raciocínio.

AMOR

O amor, tido como o mais elevado dos sentimentos, é parecido

em várias espécies, como os corvos, que também criam laços

duradouros, se preocupam com o ente querido e ficam de luto

depois de sua morte.

CONSCIÊNCIA

1. João, gerente de uma agência bancária, escreveu o seguinte e-

mail a um cliente.

Prezado Sr. Marco Antônio,

Foi observado uma movimentação incomum na sua conta

corrente na última semana, onde houveram saques de alto

valor. Solicitamos que verifique seu extrato a fim de identificar

possíveis FRAUDES.

I. Há dois erros de concordância no e-mail.

II. O uso de letras maiúsculas, como em FRAUDES, sugere que o

enunciador está falando mais alto.

III. No e-mail , faltam a despedida e a assinatura.

É correto o que se afirma em:

a .

I, II e III.

b .

I e II.

c .

II e III.

d .

I e III.

e .

III,

apenas.

A 0,5 pontos

P E R G U N T A 5

  1. Leia o texto, de autoria de Luiz Ruffato. Nossa democracia em xeque O cenário de intolerância e incapacidade de diálogo que constatamos hoje na sociedade brasileira é um sério sinal de debilidade do nosso sistema político “Se pensarmos que estamos há 34 anos do fim da ditadura militar e há 29 anos da primeira eleição direta para a Presidência da República, é preocupante observarmos que a nossa democracia já aparenta cansaço e desmotivação. O exercício da democracia pressupõe participação efetiva, ou seja, cidadãos livres que se engajam no debate público, alinhando-se a este ou aquele partido político, que tentará colocar em prática suas ideias ao alcançar o poder. Para isso, são necessários cidadãos livres, partidos políticos, ideias... Não são cidadãos livres aqueles que não possuem as condições mínimas de sobrevivência: moradia e alimentação. Calcula-se que o déficit habitacional no Brasil chegue a mais de 6 milhões de famílias — e a insegurança alimentar atinge cerca de 52 milhões de brasileiros. Também é muito difícil ser um cidadão livre quem não teve acesso à educação formal, chave que abre as portas de um conhecimento mais sofisticado do mundo. Segundo o Instituto Paulo Montenegro, 27% da população brasileira é analfabeta funcional. Partidos políticos, ou seja, agremiações que possuem um programa com o qual os eleitores se identificam e que, portanto, os representam ideologicamente, na prática inexistem no Brasil. Segundo recente pesquisa CNI/Ibope, metade dos entrevistados não demonstra simpatia por nenhum partido existente — 19% citaram o PT, 7% o MDB e 6% o PSDB. Para 72% dos entrevistados, o voto é dado ao candidato, independentemente da sigla à qual ele esteja filiado. Ideias, ninguém as tem. Os políticos brasileiros defendem interesses, não ideias. Segundo resultado da pesquisa CNI/Ibope, mais importante de tudo é

que o candidato de predileção acredite em Deus — fato importante para oito em cada dez eleitores... Nesse sentido, a retórica, sempre vazia, tornou-se uma espécie de roupa que os políticos vestem para se apresentar nos palanques. Dependendo do público, usam um ou outro discurso — que serve, apenas, para iludir as massas. A falta de partidos fortes, que defendam ideias claras, oferecendo soluções racionais para problemas objetivos, empurra nossa política para o colo de líderes personalistas. O grande perigo para a existência da democracia é o ressentimento, a humilhação, a desesperança — sobre esse tripé alicerçaram-se os fascismos de direita e de esquerda que varreram o mundo na primeira metade do século XX. E o cenário de intolerância e incapacidade de diálogo que constatamos hoje na sociedade brasileira é um sério sinal de debilidade do nosso sistema político.” Fonte: https://brasil.elpais.com/brasil/2018/03/15/opinion/1521073446_ 21.html>. Acesso em 20 jun. 2018 (com adaptações). Com base na leitura, analise as afirmativas: I. A tese do texto é que a desmotivação e o cansaço apresentados pela democracia brasileira advêm do grande número de partidos políticos, pois o excesso de siglas provoca indiferença no eleitor. II. O texto tem estrutura narrativa, pois remete à história do Brasil. III. O autor vale-se de dados estatísticos na sua argumentação. É correto o que se afirma em: a . I, II e III. b . II e III. c . I e III. d . I e II. e .

III,

apenas. E 0,5 pontos

P E R G U N T A 6

  1. Considere o texto a seguir e analise as asserções e a relação entre elas. Fonte: . Acesso em 17 mai. 2019. I. A combinação da linguagem verbal com a não verbal é uma característica dos memes. PORQUE II. Os memes utilizam nível de linguagem informal, por isso o desvio em relação à colocação pronominal do texto apresentado é aceitável. Assinale a alternativa correta. a . As asserções I e II são verdadeiras, e a II justifica a I. b . As asserções I e II são verdadeiras, e a II não justifica a I. c . A asserção I é verdadeira. d . A asserção I é falsa.

alternativas.

I. As facilidades de propagação de informações na sociedade

em rede possibilitam a divulgação de textos sem a correta

referência, o que invalida a internet como fonte de pesquisa

para trabalhos acadêmicos.

II. As redes sociais permitem o compartilhamento de textos sem

a checagem de fontes, o que provoca, muitas vezes, a

disseminação de informações incorretas.

III. A referência correta a fontes e a redação autoral são duas

características essenciais dos textos acadêmicos.

É correto o que se afirma em:

a .

I, II e III.

b .

II e III.

c .

I e III.

d .

I e II.

e .

III,

apenas.

B 0,5 pontos

P E R G U N T A 9

  1. Leia a fábula e analise as afirmativas. O sapo e o escorpião “Era uma vez um sapo e um escorpião que estavam parados à margem de um rio.
  • Você me carrega nas costas para eu poder atravessar o rio? - Perguntou o escorpião ao sapo.
  • De jeito nenhum. Você é a mais traiçoeira das criaturas. Se eu te ajudar, você me mata em vez de me agradecer.
  • Mas, se eu te picar com meu veneno - respondeu o escorpião com uma voz terna e doce -, morro também. Me dê uma carona. Prometo ser bom, meu amigo sapo. O sapo concordou. Durante a travessia do rio, porém, o sapo sentiu a picada mortal do escorpião.
  • Por que você fez isso, escorpião? Agora nós dois morreremos afogados! - disse o sapo. E o escorpião simplesmente respondeu:
  • Porque esta é a minha natureza, meu amigo sapo. E eu não posso mudá- la.” Fonte: . Acesso em 20 abr. 2019. I. Trata-se de um texto com estrutura argumentativa, que defende a tese de as pessoas não se livram da sua natureza. II. O texto é predominantemente figurativo, pois prevalecem os elementos concretos. III. O tema do texto é “O sapo e o escorpião”. É correto o que se afirma em: a . I, II e III.

b . II e III. c . I e II. d . I e III. e .

II,

apenas. E 0,5 pontos

P E R G U N T A 1 0

1. Leia os quadrinhos e analise as afirmativas.

Fonte: . Acesso em 20 abr. 2019.

I. O objetivo dos quadrinhos é denunciar o plágio, prática que,

embora comum em trabalhos escolares, é crime.

II. Infere-se que o professor solicitou a Calvin uma paráfrase das

Leis de Newton.

III. O personagem valeu-se da ambiguidade da expressão “suas

palavras” para livrar-se da lição.

É correto o que se afirma em:

a .

I, II e III.

b .

I e II.

c .

II e III.

d .

I e III.

e .

III,

apenas.

C

1A 2B 3B 4A 5E 6B 7B 8B 9E 10C

COMUNICACAO E EXPRESSAO