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Relatório 3 - LL, LP, LC, Manuais, Projetos, Pesquisas de Mecânica dos Solos

Relatório 3 - LL, LP, LC para obtenção dos paramêtros de consistência de um solo

Tipologia: Manuais, Projetos, Pesquisas

2020

Compartilhado em 27/03/2020

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natalino-miranda-3 🇧🇷

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UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUC
CENTRO DE TECNOLOGIAS E GEOCIENCIAS
DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA CIVIL
RELATÓRIO:
ENSAIOS DE LL, LP E LC
RECIFE
2018
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UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUC

CENTRO DE TECNOLOGIAS E GEOCIENCIAS

DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA CIVIL

RELATÓRIO:

ENSAIOS DE LL, LP E LC

RECIFE

UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUC

CENTRO DE TECNOLOGIAS E GEOCIENCIAS

DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA CIVIL

Natalino José de Miranda

RELATÓRIO:

ENSAIOS DE LL, LP E LC

RECIFE

Relatório, de laboratório e pesquisa

bibliográfica sobre Ensaio de LL, LP e LC

do Solo, da disciplina: Ensaios de Solos-

Instrumentação do Curso de Engenharia

Civil da UFPE.

Professora: Analice França Lima Amorim

  1. Ensaio Limite de Liquidez

1.1. Introdução O limite de Liquidez é o teor de umidade do solo com que se unem, em um centímetro de comprimento, as bordas inferiores de uma canelura feita em uma massa de solo colocada na concha de um aparelho normalizado (Aparelho de Casagrande), sob a ação de 25 golpes da concha sobre a base desse aparelho. O Limite de liquidez marca a transição do estado plástico ao estado líquido. É representado por LL, e expresso em porcentagem.

A Curva de Fluidez é a curva resultante da representação gráfica da relação dos teores de umidade, marcados em abscissas, com os números de golpes correspondentes, marcados em ordenadas. Emprega-se nas abscissas uma escala aritmética e nas ordenadas uma escala logarítmica. Utilizando-se essa representação tem-se uma reta.

1.2. Objetivo Determinar o limite entre o estado líquido e o estado plástico do solo.

1.3. Materiais a) Ensaio de do Limite de Liquidez; b) Estufa; c) Cápsula de porcelana; d) Espátula; e) Cinzel com gabarito de 1 cm; f) Balança de precisão 0,01 g; g) Gabarito para verificação de altura de queda da concha; h) Aparelho de Casagrande. 1.4. Ensaio Utiliza-se 70g do material passado na peneira 40 (0,425 mm). a) Calibração da altura de queda com gabarito de 1 cm;

b) Coloca-se o material numa cápsula. Acrescenta-se de 15 a 20 cm³ de água destilada. Mistura-se até resultar em uma massa plástica;

c) Transfere-se a massa plástica para a concha do aparelho. A massa é moldada de tal forma que, a parte central da concha, apresente uma espessura de aproximadamente 1 cm; d) Com o emprego do cinzel, divide-se a massa do solo em duas partes, abrindo-se uma ranhura no centro, perpendicularmente à articulação da concha;

e) Gira-se a manivela, procede-se ao golpeamento da concha contra a base do aparelho, à razão de duas voltas por segundo até que as bordas inferiores da ranhura se unam em 1,3 cm de comprimento, sendo registrado então o número de golpes;

  1. Ensaio Limite de Plasticidade

2.1. Introdução O limite de Plasticidade é definido como o menor teor de umidade com o qual se consegue moldar um cilindro com 3 mm de diâmetro, rolando-se o solo com a palma da mão. O Limite de liquidez marca a transição do estado semi-plástico ao estado plástico. É representado por LP, e expresso em porcentagem.

O Limite de Plasticidade (LP) é um parâmetro necessário ao cálculo do Índice de Plasticidade dos solos.

2.2. Objetivo Determinar o limite entre o estado plástico e o estado semi-plástico do solo, o limite de plasticidade.

2.3. Materiais a) Peneira de 0,425 mm (Nº 40); b) Estufa capaz de manter a temperatura entre 105o e 110o c) Balança com capacidade de 200 g, sensível a 0,01 g; d) Placa de vidro esmerilhado; e) Cápsula de porcelana com 12 cm de comprimento e 5 cm de altura; f) Cilindro de comparação (gabarito); g) Espátula de aço; h) Pinça metálica.

2.4. Ensaio Utiliza-se 50g do material passado na peneira 40 (0,425 mm). a) Coloca-se a amostra na cápsula de porcelana, mistura-se água destilada até obter uma massa plástica e uniforme; b) Com a massa obtida forma-se uma pequena bola;

c) A bola obtida deve ser amassada/moldada sobre placa de vidro até que seja obtida uma “chapa do material”;

d) Com a espátula é realizada a apara das laterais;

e) Com a espátula é feito o corte de uma faixa de material

f) A faixa cortada é rolada sobre a placa de vidro esmerilhado, com pressão suficiente da mão para que a massa tome a forma de um cilindro de 3 mm de diâmetro por 10 cm de comprimento (não havia gabarito, mas o laboratorista possui experiência e a inspeção visual mostrou-se suficiente);

g) Amassa-se o material e procede-se como anteriormente. Continua-se a operação até que, por perda da umidade, o cilindro se fragmente ao atingir as medidas desejadas;

  1. Ensaio Limite de Contração

3.1. Introdução O limite de contração representa o menor teor de umidade abaixo do qual o solo argiloso não irá mais reduzir o seu volume, isto é, o solo não mais se contrai, mesmo que ainda continue perdendo peso.

O limite de contração expressa a fronteira entre os estados de consistência sólido e semi-plástico. A partir do limite de contração, o solo para de contrair.

3.2. Objetivo Determinação do limite de contração do solo.

3.3. Materiais 3.4. Ensaio a) Obter 50g de amostra; b) Umedecer a amostra até que esteja saturada até o ponto de massa fluida;

c) Lubrificar a capsula de contração com vaselina;

d) Preencher o volume da capsula de contração com a amostra;

e) Deixar o solo secar ao ar até alterar a cor e depois leva-lo para a estufa;

f) Obter o peso de solo seco contido na capsula;

g) Determinar o volume da pastilha de solo seco inserido mercúrio cuba, rasando o excesso com a chapa de vidro e depois removê-lo, posicionando a pastilha sobre o mercúrio faz se força para submergir a pastilha e assim transbordar mercúrio que será utilizado para obter o volume inserindo-o na proveta.

3.5. Resultados Com o ensaio obtemos: 𝑃𝑠𝑒𝑐𝑜 = 20 , 31 𝑔 𝑉𝑠𝑒𝑐𝑜,𝑝𝑟𝑜𝑣𝑒𝑡𝑎 = 11 , 7 𝑐𝑚^3

𝛿 = 2 , 62 𝑔/𝑐𝑚^3

3.6. Conclusões Tomando os valores obtidos no ensaio, temos:

𝐿𝐶 = (

) × 100% = (

11 , 7 𝑐𝑚^3

2 , 62 𝑔/𝑐𝑚^3

) × 100% = 17 ,77%