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Relatório: Aula de Secagem , Notas de estudo de Química Industrial

Secagem de uma amostra de pripioca

Tipologia: Notas de estudo

2014

Compartilhado em 10/02/2014

christiene-matos-6
christiene-matos-6 🇧🇷

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Serviço Público Federal
Universidade Federal do Pará
Instituto de Ciências Exatas e Naturais
Curso de Graduação em Química Industrial
Disciplina: Física Industrial II
Professora: Euzely
Relatório de aula sobre
“Secagem
Belém – Pará
Novembro
2010
Serviço Público Federal
Universidade Federal do Pará
Instituto de Ciências Exatas e Naturais
Curso de Graduação em Química Industrial
Disciplina: Física Industrial II
Professora: Euzely
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Serviço Público Federal Universidade Federal do Pará Instituto de Ciências Exatas e Naturais Curso de Graduação em Química Industrial Disciplina: Física Industrial II Professora: Euzely

Relatório de aula sobre

“Secagem

Belém – Pará Novembro 2010

Serviço Público Federal Universidade Federal do Pará Instituto de Ciências Exatas e Naturais Curso de Graduação em Química Industrial Disciplina: Física Industrial II Professora: Euzely

Equipe: Ana Carolina Albuquerque – 08056001401 Ana Carolina Maués – 08056000301 Ana Paula Bastos – 08056000701 Arthur Abnader Vasconcelos – 08056000201 Christiene Matos – 08056000901 Flávio Marcelo da Silva – 06056002401 Geise Erica Araújo – 08056001201 Júlio Guerra Neto – 08056000101 Larissa de Souza Santos – 08056001101 Lindete Rodrigues dos Santos - 08056000401

Belém – Pará Novembro 2010 INTRODUÇÃO A secagem é tradicionalmente definida como a operação unitária que consiste em reduzir ou eliminar, por mudança de estado (evaporação ou sublimação), o conteúdo de umidade (água ou qualquer outra substância volátil) contida num material. Esta etapa se destina a conservar os alimentos livres da proliferação de microrganismos e de outras reações químicas e bioquímicas indesejáveis. A particularidade da secagem em relação às outras técnicas de separação, é que a retirada das moléculas é efetuada por uma movimentação da água, graças a uma diferença de pressão parcial de vapor d’água entre a superfície do produto a ser secado e o ar que o envolve. A importância da secagem está relacionada à redução do peso e do volume, redução nos custos de transporte e armazenamento. Além disso, há um aumento na vida de prateleira do produto. Esta operação pode ser utilizada como única operação de conservação de um determinado produto ou estar associada a outras em um processamento.

Existem diversos métodos de secagem e devem ser u�lizados de acordo com o produto a ser processado. Dentre eles pode-se citar: secagem com ar quente, secagem por contato direto com uma super�cie quente, secagem por radiação de microondas e liofilização. Para produtos líquidos ou pastosos, pode-se u�lizar a secagem por spray, ou spray-drying. A priprioca ou piripirioca ( Cyperus articulatus L. ), é uma espécie ciperácea, aromática e medicinal, que ocorre natural na Amazônia. Da mesma família do junco e

PARTE EXPERIMENTAL

  1. Dados do equipamento: Tipo de secador: Secagem dielétrica Tipo de aquecimento: Sem circulação de ar

Dimensões do secador: 38 de lar., 27 decomp., 45 alt. (cm) Modo de alimentação: batelada Instrumentação: termômetro Operação: descontínua

  1. Material Tipo: Pripioca ( Acyperos articulatos L.) Procedência: Comunidade de Boa Vista Condições de acondicionamento: Sacolas plásticas Tipo de pré-tratamento: Secagem natural, trituragem e umidificação artificial, respectivamente. Temperatura inicial: 48,5°C Temperatura final: 57,3 °C Massa inicial: 121,3g Massa final: 88,3g Massa do sólido seco: 86,67g Quantidade de água evaporada: 34,63g

RESULTADOS Corridas experimentais O material foi inicialmente pesado obtendo-se um valor de 121,3g de amostra de priprioca. Em seguida o material foi levado à estufa dielétrica sem circulação de ar. Os intervalos de tempo e as pesagens feitas estão na tabela abaixo:

N° Massa (g) Tempo (min)

Temp. ( 0 C) X (%bu) X (%bs) Xr (adim) 1 121,3 0 48,5 30,1 43,1 1 2 116,4 5 49,5 27,2 37,3 0, 3 112,5 10 49,5 24,7 32,7 0, 4 105,4 15 49,0 19,6 24,4 0,

Os teores de umidade do material em base seca X (%bs) e úmida X (%bu) foram calculados com os valores do decréscimo da massa do sólido úmido com o tempo, durante o processo em condições constantes, de acordo com as fórmulas:

onde: m é a variação média da massa de sólidos durante o processo, g; m (^) ss é a massa de sólido seco, obtida posteriormente por método direto de análise, g; m (^) i é a massa média dos sólidos no início da operação, kg; X (^) bs é o teor de umidade em base seca, g/g (^) ss ; X (^) bu é o teor de umidade em base úmida, g/gsu;

Tabela SEQ Tabela * ARABIC 1 Curva de secagem do processo (Xr x t)

Cálculo dos teores de umidade X (^) livre = X (^) inicial - Xequilibrio = 121,3 – 88,3 = 33,0g X (^) superficial = X (^) inicial - Xcritico X (^) pós-critico = Xcritico - Xequilibrio Os valores para X (^) superficial e X (^) pós-critico não puderam ser calculados, pois a corrida experimental não teve um período de taxa constante. Quan�dade de água evaporada = Massa inicial - Massa do sólido seco = 121,3 – 86, = 34,63g CONCLUSÃO A estufa sem circulação de ar evaporou 34, 63g de água, enquanto que a estufa com circulação de ar evaporou 37, 88g de água, foram valores bem próximos, mas