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relatório cafeina, Notas de estudo de Cultura

relatório cafeina orgãnica 1

Tipologia: Notas de estudo

2011

Compartilhado em 28/10/2011

daiene-santana-5
daiene-santana-5 🇧🇷

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1. Sumario
1. Introdução...................................................................................................................
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2.Objetivo...........................................................................................................................
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Metodologia......................................................................................................................7
4. Resultados e
discussões....................................................................................................8
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Conclusão..........................................................................................................................
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6. Referências
Bibliográficas..............................................................................................10
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1. Sumario

  1. Introdução................................................................................................................... 3,4,

2.Objetivo........................................................................................................................... ...

Metodologia......................................................................................................................

  1. Resultados e discussões....................................................................................................

Conclusão.......................................................................................................................... 9

  1. Referências Bibliográficas..............................................................................................

1. Introdução

Chamam-se alcaloides (de álcali e -oide ) àqueles metabolitos secundários das plantas sintetizados, geralmente, a partir de aminoácidos. Os alcaloides verdadeiros derivam de um aminoácido, são portanto nitrogenados. São base (química)|básicos]] (excepto colchicina), e possuem acção fisiológica intensa nos animais ainda a baixas doses com efeitos psicoactivos, pelo que são muito usados em medicina para tratar problemas da mente e acalmar a dor. Exemplos conhecidos são a cocaína, a morfina, a atropina, a colchicina, a quinina, e a estricnina.

Suas estruturas químicas são variadas. Considera-se que um alcaloide é, por definição, um composto químico que possui um nitrógeno heterocíclico procedente do metabolismo de aminoácidos; de proceder de outra via, define-se como pseudoalcaloide. Geralmente actuam sobre o sistema nervoso central, conquanto alguns afectam ao sistema nervoso parasimpático e outras ao sistema nervoso simpático, por exemplo, a cocaína actua impedindo a recaptación de dopamina do terminal sináptica, o que produz um maior efeito dos receptores dopaminérgicos.[1]

A actividade biológica dos alcaloides é muito diversa, a mais estudada é a acção euforizante que apresentam alguns como a cocaína, conquanto também existem alcaloides com efeitos depresores do sistema nervoso central como a morfina.

Os métodos de extracção são muito variados, mas ultimamente está a adquirir força a purificación por médio de fluídos supercríticos, concretamente com dióxido de carbono. Para obter os alcaloides dos vegetales, extraem-se das partes da planta que os contêm, com água se estão em forma de sais (solubles) ou com ácido clorhídrico diluido se estão em forma insoluble.

Quanto a seu detección, existem multidão de métodos: procedimentos cromatográficos , reacções coloridas (reacção de Mayer, de Dragendorff, de Bouchardat... conquanto não são específicas dos alcaloides: pode obter-se um resultado positivo em presença, por exemplo, de péptidos).[2]

Fig 1. Algumas estruturas de alcalóides.[3]

A Cafeína

A cafeína é um composto químico de fórmula C8H10N4O2 — classificado como alcalóide do grupo das xantinas e designado quimicamente como 1,3,7-trimetilxantina. É encontrado em certas plantas e usado para o consumo em bebidas, na forma de infusão, como estimulante.

Fig. 2 Estrutura da Cafeína.[4] A Cafeína é um alcalóide. Entre os vários alcalóides existentes na natureza, encontram-se as metilxantinas. Existem 3 metilxantinas particularmente importantes: a 1,3,7-trimetilxantina (cafeína), a 1,3-dimetilxantina (teofilina) e a 3,7-dimetilxantina (teobromina). Todos são derivados da purina (o grupo xantina é a 2,6-dioxopurina) e inibem a cAMP fosfodiesterase. Teobromina e teofilina são duas dimetilxantinas, com dois grupos metilas somentes, em contraste à cafeína, que possui três. Ambas têm efeitos similares à cafeína, porém bem menos acentuados. A teobromina é encontrada no chocolate, no chá, na noz moscada, mas não no café. No cacau, a concentração de teobromina é 7 vezes maior do que de cafeína! A teofilina possui mais efeitos no coração e

na respiração, sendo, por isso, mais empregada em medicamento para asma, bronquite e efisemas do que a cafeína. É encontrada, também, no café. No organismo, estes compostos são facilmente oxidados para o ácido úrico e outros derivados.[5]

A cafeína apresenta-se sob a forma de um pó branco ou pequenas agulhas, que derretem a 238°C e sublimam a 178°C, em condições normais de temperatura e pressão. É extremamente solúvel em água quente, não tem cheiro e apresenta sabor amargo. Entre o grupo das xantinas (que incluem a teofilina e a teobromina) a cafeína é a que mais actua sobre o sistema nervoso central. Actua ainda sobre o metabolismo basal e aumenta a produção de suco gástrico. Doses terapeuticas de cafeína estimulam o coração aumentando a sua capacidade de trabalho, produzindo também dilatação dos vasos.[6]

2. Objetivo

-Este experimento ilustra a técnica de extração sólido-líquido e extração líquido- líquido, muito utilizada para isolamento de produtos naturais.

-Isolar a cafeína do chá preto.

superior) da fase orgânica (camada inferior), sendo esta recolhida em um erlenmeyer. Repetiu-se a extração com mais 5 mL de hexano, recolhendo novamente a fase orgânica no erlenmeyer juntamente com a anterior. Adicionou-se uma pequena quantidade de sulfato de sódio para remover traços de água, em seguida filtrou-se em um funil com ajuda de um pequena quantidade de algodão, colocando o filtrado em um balão de 50 mL. O solvente do extrato foi eliminado através de destilação utilizando um sistema de destilação rotatória (rotoevaporador). Após eliminar totalmente o solvente, a cafeína e o hexano foi colocado em um vidro pequeno e foi pesado.

3. Resultados e Discussões

Após todo o processo feito, temos uma decantação onde houve a formação de duas fases, uma aquosa e outra orgânica, como mostra na figura 3, onde na primeira continha outros compostos que faziam parte do processo e na fase orgânica tínhamos a cafeína, descartamos a fase aquosa e adicionamos sulfato de sódio na fase orgânica para garantir que a água que ainda poderia haver na solução ficasse retido nele.

O rendimento do experimento foi de 00,87g ( peso total 17,70 – 16,93peso da vidraria ) de cafeína.

Fig. 3. Separação da fase orgânica.

4. Conclusão

5. Referências Bibliográficas

[1] Robinson T. 1981. The biochemistry of alkaloids. 2ª ed. Springer, Nova York. [2] Predefinição:Cita livro autor = Azcón-Bieto,J e Talón, M. [3] Cunha, C.J.; Química Nova. 2001, 24, 424. [4]SALDA A, M. D. A. Extração de Cafeína, Trigonelina e Ácido Clorogênico dos Grãos de Café com CO2 Supercrítico. Campinas, 1997. 185p.

[5] CAFEÍNA, Considerações sobre. Disponível em .http://labjeduardo.iq.unesp.br/ orgexp1/ consid cafeina.htm

[6] Pavia, D. L.; Lampman, G. M.; Kriz, G. S.; Engel, R. G. Introduction to Organic Laboratory Techniques: A Microscale Approach. 3rd ed.,