Docsity
Docsity

Prepare-se para as provas
Prepare-se para as provas

Estude fácil! Tem muito documento disponível na Docsity


Ganhe pontos para baixar
Ganhe pontos para baixar

Ganhe pontos ajudando outros esrudantes ou compre um plano Premium


Guias e Dicas
Guias e Dicas


Relatório Controle Aeropêndulo, Trabalhos de Sistemas de Controle Lineares

Contem passo a passo para determinação do controlador para o aeropêdulo.

Tipologia: Trabalhos

2023

Compartilhado em 31/01/2023

Alisson12935
Alisson12935 🇧🇷

5 documentos

1 / 24

Toggle sidebar

Esta página não é visível na pré-visualização

Não perca as partes importantes!

bg1
UNIVERSIDADE FEDERAL DE UBERLÂNDIA
FACULDADE DE ENGENHARIA MECÂNICA
ENGENHARIA MECATRÔNICA
PROF. PEDRO AUGUSTO
CONTROLE DE SISTEMAS LINEARES - PROJETO FINAL
Alisson Carvalho Vasconcelos 11511EMT016
José Augusto Machado de Sá - 11811EMT023
Saint Clair Alves Naves - 11821EMT010
Uberlândia, 19 de janeiro de 2023
pf3
pf4
pf5
pf8
pf9
pfa
pfd
pfe
pff
pf12
pf13
pf14
pf15
pf16
pf17
pf18

Pré-visualização parcial do texto

Baixe Relatório Controle Aeropêndulo e outras Trabalhos em PDF para Sistemas de Controle Lineares, somente na Docsity!

UNIVERSIDADE FEDERAL DE UBERLÂNDIA

FACULDADE DE ENGENHARIA MECÂNICA

ENGENHARIA MECATRÔNICA

PROF. PEDRO AUGUSTO

CONTROLE DE SISTEMAS LINEARES - PROJETO FINAL

Alisson Carvalho Vasconcelos – 11511EMT

José Augusto Machado de Sá - 11811EMT

Saint Clair Alves Naves - 11821EMT

Uberlândia, 19 de janeiro de 2023

Sumário

  1. Descrição do sistema e dos objetivos do projeto ............................ 2
  2. Linearização ................................................................................... 3
  3. Análise do comportamento em malha aberta a partir do modelo

linearizado: 5

  1. Requisitos de Engenharia para o Projeto ....................................... 8
  2. Projeto de Controlador.................................................................... 9
  3. Simulação com o modelo não linear ............................................. 12
  4. Projeto de Controlador PID (Proporcional, Integrativo e Derivativo)
  1. Simulação com o modelo não linear ............................................. 15

Anexo A .................................................................................................. I

Anexos B ............................................................................................... V

2. Linearização

Com o modelo não linearizado é possível determinar a velocidade

angular do projeto. Assim, para o ponto de equilíbrio nosso sistema deve

permanecer inercialmente com rotação constante, ou seja, as derivadas para

variações pequenas são nulas. Portanto, aplicando 𝜃

(𝑡) = 0 na equação

2

2

(

)

𝑠𝑖𝑛(𝜃(𝑡)) Eq. 02

Substituindo 𝜃 = 0 , 4363 𝑟𝑎𝑑, 𝑘 = 2 , 12829 × 10

− 9

e 𝑚 = 0 , 3182 𝑘𝑔 na

equação 02:

2 , 12829 × 10

− 9

𝝎(𝒕) = 𝟐𝟒𝟖, 𝟗𝟔 [

]

De fato, agora pode-se dar início ao processo de linearização onde para

a determinação de cada um dos valores que serão encontrados posteriormente

necessita-se do ômega anteriormente encontrado. Assim, utiliza-se da Série de

Taylor (Equação 03) para determinação das constantes 𝐶

1

2

e 𝐶

3

.

𝑛

𝑛

𝑥=𝑥 0

0

𝑛

Eq. 03

Onde:

𝜔(𝑡)=𝜔̅

𝜃

̇

( 𝑡

) =𝜃

̇

Substituindo os valores obtidos na equação 03, temos:

(𝑡) Eq. 04

Observando a equação 04, percebemos que a equação não está

linearizada. Aplicando mudança de variável, temos:

Sendo:

1

2

3

Visto isso, observa-se que a equação acima apresenta uma dada

entrada u(t) e uma saída y(t), a fim de obter a função transferência do nosso

sistema deve ser aplicada a Transformada de Laplace passando a equação do

domínio do tempo para o domínio dos complexos.

De forma geral, a Transformada de Laplace de uma derivada é dada pela

equação abaixo:

( 𝑛

)

𝑛

( 𝑛

)

𝑛− 1

𝑛− 2

( 𝑛− 1

)

Então, aplicando Transformada de Laplace na equação 05 , temos:

2

(𝑠)

[

3

2

1

2

] + 𝑦̇

[

2

1

2

] + 𝑦( 0 ) [

1

2

1

2

] 𝐸𝑞. 07

Como o sistema partira de condições iniciais nulas (𝑦̇ ( 0 ) = 𝑦( 0 ) = 0 ), e

dividindo a equação 07 pela entrada da planta U(s), resulta-se na função

transferência (FTMA) do modelo linearizado:

𝟑

𝟐

𝟏

𝟐

2

Como os polos da planta estão situados na parte real negativa, podemos

concluir que em malha aberta o sistema é estável.

O respectivo diagrama de Bode sem atraso da nossa FTMA, está

representado na figura 3.3, Como a função em malha aberta não corta o eixo de

magnitude em zero, a frequência de corte “𝜔 𝑐

” não pode ser obtida com exatidão,

somente aproximando ela da frequência natural “𝜔

𝑛

= 6 , 04 𝑟𝑎𝑑/𝑠”. A margem de

ganho e a margem de fase são infinitas, uma vez que tais valores são obtidos

com base no corte em zero do gráfico da magnitude.

Figura 3. 3 : Bode sem o atraso.

Já o Bode com atraso de 𝑇. 𝑑. = 0 , 005 𝑠 na figura 3.4, para a função

transferência com atraso, percebe-se que existe uma frequência de fase que é

decorrente do atraso, o que ocasiona em uma margem de ganho para a

frequência 5. 85 𝑟𝑎𝑑/𝑠: 𝐺𝑀 = 52. 1 𝑑𝐵.

Figura 3. 4 : Bode com o atraso.

5. Projeto de Controlador

O controlador adotado para o projeto foi o controlador compensador de

segunda ordem. Diagrama de bloco do controlador e planta se encontra no

Anexo B.

Como a planta 𝐺(𝑠) é estável, o controlador para atender os requisitos

determinados no capítulo anterior (𝑀𝑆 < 20%, 𝑡

𝑝

< 2 𝑠 e 𝑒

𝑠𝑠

= 0 ) devemos:

1º Passo. Matar os polos da planta; (𝑀𝑆 < 20% e 𝑡

𝑝

Para eliminar a dominância dos polos da planta, podemos posicionar os

zeros do controlador próximo aos polos da planta.

2

2º Passo. Um polo na origem (Tipo 1); (𝑒

𝑠𝑠

2

3º Passo. Determinar o segundo polo; (𝑀𝑆 < 20% e 𝑡

𝑝

Como a implementação do controlador foi feita para eliminar o

denominador da planta. Temos um sistema de segunda ordem para análise no

LGR.

Regra 1. Determinação do número de zeros no infinito;

𝑧 ∞

𝑝

𝑧

𝑧

Regra 2. Desenho dos polos e zeros de MA e ramos do LGR;

Inicialmente podemos determinar somente o ramo no eixo real do

sistema.

Figura 5. 1 : Polos, zeros e ramo na parte real.

Regra 3. Determinação dos ângulos das assíntotas;

𝑖

𝑧

0

1

Regra 4. Determinação do ponto de saída das assíntotas;

𝐴

𝑧

𝜎

𝐴

=

−𝑐 + (− 0 , 1298 + 5 , 8545 𝑗) + (− 0 , 1298 − 5 , 8545 𝑗) + 0 − [(− 0 , 1298 + 5 , 8545 𝑗) + (− 0 , 1298 − 5 , 8545 𝑗)]

2

𝐴

Figura 5. 2 : Angulo e ponto de saída da Assíntota.

Para atender ao ponto desejado, a assíntota deve ser uma reta que

passa por 𝜔 𝑛

. Ou seja, a posição onde a assíntota parte do eixo real, é o valor

real do ponto 𝜔

𝑛

. Então, 𝑐 = 2 𝜔

𝑛

6. Simulação com o modelo não linear

Após a obtenção do controlador nosso grupo realizou o seguinte teste

da planta (figura 6.1).

1º Caso. Impulso na Planta de − 0 , 0873 𝑟𝑎𝑑 (−5°);

2º Caso. Degrau na Planta de 0 , 1745 𝑟𝑎𝑑 (10°);

3º Caso. Degrau na Planta de − 0. 3491 𝑟𝑎𝑑 (−20°).

Figura 6. 1 : Entrada ou perturbação da planta.

Para as entradas indicada na imagem acima, foi possível verificar a

estabilidade do sistema para o controlador definido (Figura 6.2).

Figura 6. 2 : Simulação da entrada corrigida pelo controlador compensador.

Verificando o comportamento da planta com o controlador, podemos

observar que o controlador atendeu os requisitos de projeto, porém após várias

simulações percebemos que o controlador possui limitações de mudança de

entrada ou perturbações na planta. Para o controlador especificado no projeto

temos que a variação angular ficou entre −20° ≤ 𝜑 ≤ 10° (5° ≤ 𝜃 ≤ 35°).

7. Projeto de Controlador PID (Proporcional, Integrativo e Derivativo)

Diagrama de bloco PID e planta se encontra no Anexo B.

𝑃𝐼𝐷

𝑝

𝑖

𝑑

A implementação do controlador PID foi feita pelo método de Ziegler-

Nichols para ganho crítico e período crítico.

1º Passo. Realimentar a planta e com um proporcional. (𝑘

𝑝

𝑖

∞ e 𝑇

𝑑

2º Passo. Variar o 𝑘

𝑝

até o ganho crítico (𝐾

𝑐𝑟

𝑝

), ponto onde a

planta oscila.

Figura 7. 1 : Ganho crítico para o sistema oscilar (Ziegler-Nichols).

𝑐𝑟

3º Passo. Através do gráfico medição do período de oscilação (𝑃

𝑐𝑟

8. Simulação com o modelo não linear

Após a obtenção do controlador nosso grupo realizou o seguinte teste

do sistema figura 8.1.

1º Caso. Impulso na Planta de − 0 , 0873 𝑟𝑎𝑑 (−5°);

2º Caso. Degrau na Planta de 0 , 1745 𝑟𝑎𝑑 (10°);

3º Caso. Degrau na Planta de 0. 3491 𝑟𝑎𝑑 (20°).

4º Caso. Degrau na Planta de 0. 6981 𝑟𝑎𝑑 (40°).

5º Caso. Degrau na Planta de 1. 0472 𝑟𝑎𝑑 (60°).

6º Caso. Degrau na Planta de − 0. 3491 𝑟𝑎𝑑 (−20°).

Figura 8. 1 : Entrada ou perturbação da planta.

Para as entradas indicada na imagem acima, foi possível verificar a

estabilidade do sistema para o controlador PID (Figura 8.2).

Figura 8. 2 : Simulação da entrada corrigida pelo controlador PID.

Verificando o comportamento da planta com o controlador, podemos

observar que o controlador atendeu os requisitos de projeto, com limitações de

mudança de entrada ou perturbações na planta entre −20° ≤ 𝜑 ≤ 60° ( 5 ≤ 𝜃 ≤

Anexo A