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Relatorio de dilatação linear
Tipologia: Provas
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Anápolis, 2009.
Acadêmicos: Leandro Godoy Lucas Rodrigues Ferreira Geniara Campos Ediane Morais Luiz Fernando Pêssoa Orientador : Professor Breytney D Disciplina : Física Geral e Experimental I J
Anápolis, 2009.
Podemos definir uma fórmula que é conseqüência direta de
Lembramos que , assim:
A equação acima é uma função do 1º grau que terá um termo geral como o representado abaixo na figura 01. [2]
Figura 01: Gráfico de representação da dilatação linear. Fonte: http://www.infoescola.com/fisica/dilatacao-linear/
Determinar o coeficiente de dilatação linear do cobre, alumínio e latão.
Iniciamos o experimento com a barra de cobre, como mostra a figura 02 abaixo. Antes de começá-lo zeramos o ganiômetro.
Figura 02: Experimento de dilatação linear. Fonte: própria.
O L 0 (comprimento inicial) da barra de cobre era de 516 mm ± 0,5 mm e a T 0 (temperatura inicial) de 27° C. Colocamos a fonte de calor embaixo do balão, após alguns minutos a água presente no balão de fundo redondo começou a entrar em ebulição, sendo registrado (no termômetro acoplado ao balão) 98°C a temperatura de ebulição daquela.
∆L = α.L0. ∆T
(L – L 0 ) = α.516.10-3m.(T – T 0 ) (516,68 – 516).10-3^ m = α.516.10-3^ m.(98 – 27)°C 0,68.10-3^ / 516.10-3^ = α.72°C
α = 0,68 /37152.°C α = 0,0000183/°C α = 1,83.10-5/°C
O coeficiente de dilatação linear calculado (α = 1,83.10-5/°C), com dados obtidos na aula experimental, se aproximou do valor encontrado na literatura, como é mostrado na tabela acima (α = 1,7.10-5/°C). A discrepância dos valores teórico e experimental ocorreu devido à imprecisão dos aparelhos utilizados e à altitude a qual o experimento foi feito, aproximadamente 1000 m acima do nível do mar, o que influencia na variação de temperatura e consequentemente no coeficiente de dilatação linear da barra de cobre.
2° → Cálculo do coeficiente linear da barra de alumínio.
Para L = 520,75.10-3^ m; L 0 = 520.10-3^ m; T 0 = 26°C; T = 98°C, temos:
∆L = α.L0. ∆T
(L – L 0 ) = α.520.10-3m.(T – T 0 ) (520,75 – 520).10-3^ m = α.520.10-3^ m.(98 – 26)°C 0,75.10-3^ / 520.10-3^ = α.72°C
α = 0,75 /37440.°C α = 0,0000183/°C α = 2,0.10-5/°C
O coeficiente de dilatação linear calculado (α = 2,0.10-5/°C), com dados obtidos na aula experimental, se aproximou do valor encontrado na literatura, como é mostrado na tabela acima (α = 2,4.10-5/°C). A discrepância dos valores teórico e experimental ocorreu devido à imprecisão dos aparelhos utilizados e à altitude a qual o experimento foi feito, aproximadamente 1000 m acima do nível do mar, o que influencia na variação de temperatura e consequentemente no coeficiente de dilatação linear da barra de alumínio.
3° → Cálculo do coeficiente linear da barra de latão.
Para L = 514,73.10-3^ m; L 0 = 514.10-3^ m; T 0 = 26°C; T = 98°C, temos:
∆L = α.L0. ∆T (L – L 0 ) = α.514.10-3m.(T – T 0 )
(514.73 – 514).10-3^ m = α.514.10-3^ m.(98 – 26)°C 0,73.10-3^ / 514.10-3^ = α.72°C α = 0,73 /37008.°C
α = 0,0000197/°C α = 1,97.10-5/°C
O coeficiente de dilatação linear calculado (α = 1,97.10-5/°C), com dados obtidos na aula experimental, se aproximou do valor encontrado na literatura, como é mostrado na tabela acima (α = 2,0.10-5/°C). A discrepância dos valores teórico e experimental ocorreram devido à imprecisão dos aparelhos utilizados e à altitude a qual o experimento foi feito, aproximadamente 1000 m acima do nível do mar, o que influencia na variação de temperatura e consequentemente no coeficiente de dilatação linear da barra de latão.
Em suma, o procedimento foi bem sucedido, pois foi possível a observação do experimento em suas diferentes etapas, possibilitando as análises necessárias e aplanando os conhecimentos a cerca das técnicas e teorias utilizadas.