Docsity
Docsity

Prepare-se para as provas
Prepare-se para as provas

Estude fácil! Tem muito documento disponível na Docsity


Ganhe pontos para baixar
Ganhe pontos para baixar

Ganhe pontos ajudando outros esrudantes ou compre um plano Premium


Guias e Dicas
Guias e Dicas


Relatorio de estagio drogaria 1, Provas de Bioquímica

RELATORIO DE ESTAGIO DROGARIA

Tipologia: Provas

2011

Compartilhado em 07/01/2011

davis-munhoz-9
davis-munhoz-9 🇧🇷

4.3

(7)

23 documentos

1 / 31

Toggle sidebar

Esta página não é visível na pré-visualização

Não perca as partes importantes!

bg1
UNIVERSIDADE GUARULHOS
CURSO DE FARMACIA E BIOQUIMICA
DAVIS MUNHOZ
RA: 2006111161
RELATÓRIO DE ESTÁGIO EM DROGARIA
Guarulhos
2009
UNIVERSIDADE GUARULHOS
CURSO DE FARMACIA E BIOQUIMICA
pf3
pf4
pf5
pf8
pf9
pfa
pfd
pfe
pff
pf12
pf13
pf14
pf15
pf16
pf17
pf18
pf19
pf1a
pf1b
pf1c
pf1d
pf1e
pf1f

Pré-visualização parcial do texto

Baixe Relatorio de estagio drogaria 1 e outras Provas em PDF para Bioquímica, somente na Docsity!

UNIVERSIDADE GUARULHOS

CURSO DE FARMACIA E BIOQUIMICA

DAVIS MUNHOZ

RA: 2006111161

RELATÓRIO DE ESTÁGIO EM DROGARIA

Guarulhos

UNIVERSIDADE GUARULHOS

CURSO DE FARMACIA E BIOQUIMICA

DAVIS MUNHOZ

RA: 2006111161

RELATÓRIO DE ESTÁGIO EM DROGARIA

Relatório de estagio Supervisionado

Apresentado ao curso de

Farmácia e Bioquímica da UNG

Realizado na drogaria Gui-Farma

Dia 14/10/09 até 24/11/

Guarulhos

DADOS PESSOAIS

Estagiário: Davis Munhoz

CPF:

RA:

Endereço:

Bairro:

Cidade/UF: Guarulhos-SP

Curso: Farmácia

Período le�vo:

3.8. Controle da Portaria 344/98 ………………………………………………………………………..

3.9. Controle da Água u�lizada e limpeza …………………………………………………………..

4. DESCRIÇOES DAS ATIVIDADADES …………………………………………………………………

5. ROTEIRO DE INSPEÇÃO PARA DROGARIAS …………………………………………………..

6. ESTUDO CRITICO …………………………………………………………………………………………..

7. ANEXO DOS HORARIOS E DIAS DO ESTÁGIO …………………………………………………

8. BIBLIOGRAFIA

1- INTRODUÇÃO

O estágio supervisionado em farmácia, coordenado pela docente Professor Sergio Mengardo, da UNG – Universidade Guarulhos,foi realizado na Drogaria GUI-FARMA DROGARIA LTDA ME, no período de 14/09/2009 a 24/10/2009 , cumprindo a carga horária prevista pela universidade de 170 hs. No campo de estágio, a supervisora foi a farmacêu�ca Ana Clara de Lima, farmacêu�ca responsável da ins�tuição concedente, que durante todo o período, instruiu, acompanhou e orientou as a�vidades exercidas pelo estagiário.

2- OBJETIVO

O estágio supervisionado em farmácia, coordenado pela docente Professor Sergio

Mengardo, da UNG – Universidade Guarulhos,foi realizado na Drogaria GUI-FARMA

DROGARIA LTDA ME, no período de 14/09/2009 a 24/10/2009 , cumprindo a carga

horária prevista pela universidade de 170 hs.

No campo de estágio, a supervisora foi a farmacêu�ca Ana Clara de Lima,

farmacêu�ca responsável da ins�tuição concedente, que durante todo o período,

instruiu, acompanhou e orientou as a�vidades exercidas pelo estagiário.

3 – CARACTERISTICAS DA EMPRESA CONCEDENTE

3.1 – HISTÓRICO.

3.2 - ORGANOGRAMA DA EMPRESA

3.3 – LAY OUT.

3.4 - FLUXOGRAMA DE TRABALHO

injetáveis, onde que os funcionários possuem o curso de aplicação de injetáveis

estando habilitados para efetuar as aplicações e supervisionados pelo farmacêu�co

para que não ocorra nenhum problema com os pacientes.

O procedimento quando um cliente chega com uma receita de medicamento

injetável é pegar o produto na prateleira e ques�onar se o paciente deseja que seja

aplicado naquele momento. Caso o cliente queira aplicar, nós o acompanhamos até a

sala de aplicação, anotamos a data da aplicação, os dados do paciente, o nome e CRM

do médico solicitante, o nome do funcionário que irá fazer a aplicação e por fim,

quando terminar a aplicação, a assinatura do farmacêu�co no livro de aplicação de

injetáveis.

3.8 - CONTROLE DA PORTARIA 344/

A farmácia Gui-Farma optou não dispensar os medicamentos de controle especial da

portaria 344/98.

3.9 - CONTROLE DA ÁGUA ULTILIZADA E LIMPEZA.

4-DESCRIÇOES DE ATIVIDADES

O estagiário foi supervisionado pela farmacêu�ca durante todo o período, pelo

fato que o estagiário necessita do farmacêu�co presente para que possa receber todas

as informações e orientações necessárias no seu estágio.

A farmacêu�ca Ana Clara de Lima me apresentou todos funcionários da loja e

todos os planos de carreira, tanto para farmacêu�co como para funcionários. Ela

também me mostrou as instalações da loja, a forma como os produtos estão

distribuídos, os pontos estratégicos, os principais clientes, a média da faixa etária dos

clientes, a sala de aplicação de injetáveis, materiais para consulta como DEF –

Dicionário de Especialidades Farmacêu�cas e Guia de medicamentos, a geladeira com

os produtos sob refrigeração, o armário de medicamentos controlados e disposição de

medicamentos tarjados na prateleira.

Assim que foi conhecida toda a estrutura da loja e a integração com os

funcionários, me mostrou a sua metodologia de trabalho quanto as principais

caracterís�cas de atendimento no balcão, o modo de como me comportar diante o

cliente, indiferente ele sendo paciente ou profissional da área da saúde e todas regras

que seguem os funcionários da Drogaria Gui-Farma apresentou-me toda a

informa�zação da loja, como pesquisar preços ou descrição dos produtos e como são

feitas as reposições.

5 – ROTEIRO DE INSPEÇÃO PARA DROGARIAS.

1. ADMINISTRAÇÃO E INFORMAÇÕES GERAIS:

S N N/A

1.1 N O Responsável Técnico está presente?

X

1.2 R As áreas internas e externas estão em boas condições �sico- estruturais?

X

1.3 N O acesso ao estabelecimento é independente de forma a não permi�r comunicação com residências ou qualquer outro local dis�nto do estabelecimento?

X

1.4 R 2Existem sanitários?

X

1.5 N Estão limpos e possuem pia com água corrente?

X

1.6 R Os esgotos e encanamentos estão em bom estado de conservação?

X

1.7 R Existe um programa de sani�zação (desra�zação, desinse�zação, etc.) bem como registros de sua execução?

X

2.1 INF Existe local para o armazenamento de produtos?

X

2.2 R O piso, paredes e teto estão em boas condições de conservação e higiene?

X

2.3 R A ven�lação e a iluminação são suficientes?

X

2.4 R As instalações elétricas estão em bom estado de conservação segurança e uso?

X

2.5 N Os medicamentos estão devidamente armazenados?

X

2.6 N Existem condições de segurança adequada para o armazenamento de produtos inflamáveis?

X

2.7 R Existem procedimentos escritos (ro�nas) quanto a estocagem/ armazenamento e dispensação de produtos?

X

2.7.1 R Estes procedimentos são divulgados?

X

2.7.2 R São cumpridos?

2.8 N Os produtos estão protegidos da ação direta da luz solar, umidade e temperatura?

X

2.9 R Os produtos estão armazenados em prateleiras e afastados do piso e da parede?

X

2.10 I Todos os produtos expostos à venda possuem registro no órgão competente do Ministério da Saúde?

X

2.11 I Todos os produtos apresentam número de lote, data de fabricação e prazo de validade?

X

2.12 N Todos os produtos estão dentro do prazo de validade?

X

2.13 N Os produtos que apresentam comprovadamente irregularidade, bem como os produtos vencidos estão fora da área de venda e iden�ficados como tal?

X

2.14 INF Qual o des�no dos produtos com o prazo de validade vencido?


S N N/A

2.15 INF Qual a polí�ca da empresa em relação aos produtos com o prazo de validade próximo ao vencimento?


2.16 N O estabelecimento cumpre com a determinação de não expor a venda produtos estranhos ao comércio farmacêutico?

X

2.17 N O estabelecimento cumpre com a determinação de não prestar serviços tais como: coletas de materiais biológicos, xerox, etc,?

X

2.18 I É respeitada a proibição de não u�lizar aparelhos de uso médico- ambulatorial?

X

2.19 INF Os funcionários estão uniformizados?

X

R Os uniformes estão limpos? X

2.20 N São vendidas ervas medicinais em suas embalagens originais?

X

2.21 I A rotulagem das ervas medicinais está de acordo com o disposto na Legislação Sanitária (iden�ficação botânica, prazo de validade, lote, nome da empresa, endereço, responsável técnico e CRF)?

X

2.33 N Os balanços são enviados regularmente à Vigilância Sanitária, obedecendo os períodos estabelecidos pela legislação em vigor?

X

N Os registros con�dos nos balanços correspondem com a escrituração dos livros específicos?

X

2.34 N Os estoque �sicos correspondem aos escriturados?

X

2.35 N A Autoridade Sanitária é no�ficada quando da existência de medicamentos sujeitos a controle especial vencidos?

X

3. APLICAÇÃO DE INJEÇÃO:

S N N/A

3.1 INF 3Existe área de aplicação de injeção?

X

3.2 N 4O local é separado e adequado para aplicação de injeção?

X

3.3 N As instalações possuem condições higiênico-sanitárias sa�sfatórias e estão em bom estado de conservação?

X

3.4 N Possui pia, água corrente, sabão líquido e toalhas descartáveis?

X

3.5 N O acesso à sala de aplicação de injeção é independente?

X

3.6 N Possui profissional habilitado e/ou capacitado para aplicação de injetáveis?

X

3.7 R Existe lixeira com tampa, pedal e saco plástico?

X

3.8 N Possui os equipamentos e materiais necessários para os procedimentos realizados?

X

3.9 INF Existe livro de registro do receituário de aplicação de injetáveis?

X

3.10 N Todos os procedimentos são realizados mediante prescrição médica?

X

3.11 N Existe recipiente rígido adequado para o descarte de perfuro- cortantes?

X

3.12 I Os materiais u�lizados são descartáveis e encontram-se dentro do prazo de validade?

X

3.13 R Existe coleta sele�va dos resíduos resultantes da aplicação de injeções?

X

3.14 N Possui ro�nas escritas com os técnicas de an�sepsia das mãos e local de aplicação, bem como de cuidados na aplicação de injetáveis?

X

CLASSIFICAÇÃO E CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO PARA OS ITENS DO ROTEIRO DE INSPEÇÃO

PARA DISPENSAÇÃO EM FARMÁCIAS E DROGARIAS.

Como um grupo, os antagonistas H2 são bem e rapidamente absorvidos após administração oral; os picos de concentração plasmá�ca são ob�dos após1a 2 horas. A duração de ação situa- se em 4,5 e 7 horas respec�vamente quando administrado durante o dia e a noite. A meia-vida de eliminação da Cime�dina é de 2 a 3 horas. Tal fármaco é excretado na urina sem ser metabolizado. Absorção : Biodisponibilidade de 65 a 80% com o segundo pico de absorção após 2 a 4 horas. A taxa, mas não a extensão da absorção, é retardada pela alimentação.

Des�no: Concentração do líquor de 25% da concentração sérica, 20% de ligação a proteínas plasmá�cas. Caracteriza- se por atravessar a barreira placentária e ser excretada no leite materno de 2 a 10 vezes mais do que no soro.

Excreção : Tempo de meia- vida de 2 horas. 70% excretados inalterados na urina, por filtração glomerular e secreção tubular. O restante é biotransformado em sulfóxido ina�vo. Exis�ndo alteração nesses parâmetros em pacientes com insuficiência renal ou hepá�ca.

Efeitos adversos:

  • Cardivasculares: Bradicardia, arritmias.
  • SNC: Tonteira, confusão, desorientação, convulsão.
  • TGI: Diarréia
  • (^) Dermatológicos: Rash
  • Músculo-esquelé�cos: Artralgia
  • Endócrinos: Ginecomas�a
  • Hematológicos: Agranulocitose,anemia aplás�ca,trombocitopenia.
  • Renais: Elevação reversível de Crea�nina.

2. Me�ormina.

Mecanismo de ação : O mecanismo de açao da me�ormina ainda é incerto, apesar de meio século de uso e bene�cios terapêu�cos bem caracterizados. A principal responsável pela a�vidade hipoglicemiante da me�ormina parece ser uma redução da produção de glicose no �gado (neoglicogênese), além de diminuição da absorção de glicose no trato gastrointes�nal e aumento na sensibilidade à insulina, devido ao maior uso da glicose pelos músculos. [15]^ A taxa de neoglicogênese de uma pessoa "média" com diabetes pode ser três vezes maior que a de uma pessoa sem a doença; a me�ormina é capaz de cortá-la em mais de 30%.[23]

Um estudo publicado em 2001 demonstrou que a me�ormina es�mula a função de uma enzima denominada AMPK, que desempenha um importante papel no metabolismo de lipídeos e da glicose. [24]^ Os alvos moleculares com os quais a me�ormina interage diretamente ainda são desconhecidos.

O CLORIDRATO DE METFORMINA é absorvido no intes�no delgado (cerca de 50% a 60%). Liga-se muito pouco às proteínas e sua fração livre representa cerca de 90% de sua concentração plasmá�ca. É eliminado sem qualquer metabolização hepá�ca, por via renal (cerca de 90% é eliminado em 12 horas; clearance de F 0 B 1

F 0 440 ml/min). A concentração sanguínea máxima é a�ngida em 2,25 (^) 2 00,44 horas. A meia Tolerância a insulina. [6]

Efeitos adversos:

  • Gastrointes�nal
  • Nauseas
  • (^) Vomitos
  • Diarreias
  • Perda do ape�te
  • Má absorçao da vitamina B

3. Insulina NPH

Mecanismo de ação : A insulina age como hipoglicemiante no metabolismo dos carboidratos e exerce efeito direto no metabolismo das gorduras e proteínas. Aplicada regularmente, mantém a glicemia e os níveis de glicose e corpos cetônicos na urina em níveis normais em portadores de diabetes. Também previne a cetoacidose e o coma diabé�cos.

Farmacociné�ca : a insulina tem uma meia-vida de poucos minutos, mas processo de absorção é influenciado por vários fatores (por exemplo, dose de insulina, via e local de administração), razão pela qual são observadas variações intra e inter paciente. O início da ação ocorre em aproximadamente 1 hora após a administração subcutânea, a�nge o pico entre 4 e 6 horas após a administração e tem uma duração de 12 a 20 horas. [4], [5]

Efeitos adversos:

  • Hipoglicemia
  • Diarréia e vômitos
  • (^) Redução da capacidade intelectual
  • Tolerância a insulina

• DISCUSSÃO.

A me�ormina é um dos medicamento indicados no caso de diabetes do �po II pois controla os níveis glicêmicos. O uso concomitante com a Cime�dina pode diminuir o clearance da me�ormina, isso pode explicar um aumento da glicemia do paciente após o início do tratamento. A me�ormina pode apresentar distúrbios gastrointes�nais como reação adversa, assim como a cime�dina, isso pode resultar em dificuldades do paciente na adesão ao tratamento, portanto o uso desses medicamentos juntos não é indicado. Para diminuir os efeitos da Me�ormina, pode-se aumentar a dose lentamente e ingerir o fármaco com alimento. Além disso, seria recomendável ao paciente que conversasse com o gastroenterologista sobre a subs�tuição da Cime�dina por outro fármaco que possa ser u�lizado no tratamento de úlcera, a fim de não ocorrer interação. O tratamento do DM pode ser medicamentoso ou não medicamentoso. O tratamento não medicamentoso compreende mudanças no es�lo vida, como alimentação saudável e prá�ca de a�vidade �sica. Com relação ao tratamento acompanhado de medicações, existem duas opções, os an�diabé�cos ou hipoglicemiantes orais e as insulinas.A manutenção dos níveis de glicemia e do peso corporal ideal,a ingestão de dieta com baixo teor de gorduras saturadas,carboidratos e colesterol,a pra�ca regular de exercícios �sicos cons�tuem uma boa base para o tratamento da Diabetes. [1] [2] [3]

detectados na urina de forma inalterada (não metabolizada). O restante é excretado nas fezes na forma metabolizada. Portanto, a farmacociné�ca do nifedipino não é significa�vamente influenciada pelo Oxcord_BU_01 comprome�mento renal. Não existem relatos de alterações significa�vas na farmacociné�ca do nifedipino nos pacientes em hemodiálise ou diálise peritoneal ambulatorial. Porém, uma vez que a biotransformação hepá�ca está diretamente envolvida no processo, a farmacociné�ca do nifedipino pode estar alterada em pacientes com insuficiência hepá�ca crônica. [13]

Efeitos adversos:

  • Cardiovasculares: Hipotensão, palpitação, edema periférico.
  • SNC: Cefaléia, tonteira, irritabilidade.
  • (^) TGI: Náuseas, diarréia, cons�pação.
  • Músculo-esquelé�cos: Inflamação, diminuição da mobilidade nas ar�culações, edema periférico.
  • Dermatológicos: Prurido, ur�cária.
  • Outros: Febre, sudorese,calafrios [12]

3. Hidrocloro�azida.

Mecanismo de ação : A hidrocloro�azida é um diuré�co �azídico. Inibe a reabsorção de sódio e de cloreto no túbulo distal. A excreção renal aumentada destes íons é acompanhada pelo aumento do débito urinário (devido à ligação osmó�ca da água). Ocorre aumento da excreção de potássio e magnésio e diminuição da excreção de ácido úrico. Altas doses resultam em aumento da excreção de bicarbonatos e em caso de tratamentos prolongados há diminuição da excreção de cálcio. Os possíveis mecanismos de ação an�-hipertensiva da hidrocloro�azida podem ser: o balanço sódico modificado, redução do volume aquoso extracelular e do volume plasmá�co, alteração na resistência vascular renal, bem como resposta reduzida a norepinefrina e angiotensina II. Metabolismo : Aproximadamente 70% da hidrocloro�azida é absorvida após administração oral,apresentando biodisponibilidade de aproximadamente 70%. A concentração máxima de 70 ng/mL foi alcançada de 1,5 a 4 horas após administração oral de 12,5 mg de hidrocloro�azida, a concentração máxima de 142 ng/mL é alcançada de 2 a 5 horas após a administração oral de 25 mg de hidrocloro�azida e a concentração máxima de 260 ng/mL é a�ngida de 2 a 4 horas após a administração oral de 50 mg de hidrocloro�azida. Aproximadamente 40% da hidrocloro�azida é ligada às proteínas plasmá�cas. A hidrocloro�azida é quase que totalmente excretada (mais de 95%) pela via renal na forma inalterada. Após administração de dose oral única, 50 a 70% é excretada dentro de 24 horas. É possível detectar na urina quan�dades da substância em menos de 60 minutos de sua administração. Meia-vida : Sua meia-vida de eliminação é de 5 a 6 horas. No caso de insuficiência renal, a excreção é reduzida e a meia-vida prolongada. O clearance renal da hidrocloro�azida é in�mamente correlacionado ao clearance de crea�nina. Em pacientes com taxa de filtração glomerular menor do que 10 mL/min, apenas 10% da dose administrada foi encontrada na urina. Estudos mais recentes indicam que parte do fármaco é excretada por via não-renal (bile). A hidrocloro�azida passa em pequenas quan�dades para o leite materno.

Efeitos adversos:

  • Ver�gem
  • Tremores
  • (^) Cefaléias
  • Náuseas
  • Vômitos
  • Anorexia
  • Hipotensão
  • Glicosuria
  • Hiperuricemia
  • Glicosuria [13]

• DISCUSSÃO.

O uso de medicação em idosos apresenta peculiaridades, pois, com a idade, diminui a massa muscular e a água corporal. O metabolismo hepá�co, os mecanismos homeostá�cos,assim como a capacidade de filtração e de excreção renal podem ficar comprome�dos. O que leva à dificuldade de eliminação de metabólitos, acúmulo de substâncias tóxicas no organismo e produção de reações adversas. A hidrocloro�azida é um diuré�co �azídico, que pode ser u�lizado isoladamente ou associado a outro an�-hipertensivo. Pode apresentar reações adversas, como: desconforto epigástrico,naúseas,vômitos, hipotensão, cefaléia, distúrbios hidroeletrolí�cos, dentre outros. Por se tratar de um diuré�co, deve ser repassado ao idoso que haverá aumento da eliminação urinária e a importância de seguir o horário prescrito. O captopril é a medicação mais usada pelos idosos do estudo, principalmente, em associação com outras drogas. É classificada como inibidora da Enzima Conversora da Angiotensina (ECA). Tem indicação formal para hipertensos portadores de diabetes mellitus. Os pacientes em uso de captopril podem apresentar efeitos adversos, como: tosse, prurido, hipotensão, distúrbios gastro-intes�nais, dentre outros. A introdução do an�-hipertensivo deve ser feita em doses baixas e com aumento gradual, porém sem perder de vista o alvo de PA desejado. Os pacientes devem ser educados em relação à doença durante as consultas médicas, sempre que possível em grupos com assistência mul�profissional No início do tratamento e nos ajustes de dose, pode-se conseguir melhor controle e aderência com a realização de retornos ambulatoriais freqüentes a cada 2 a 4 semanas. A não-adesão ao tratamento medicamentoso pode ser uma das razões pelas quais medicamentos reconhecidamente eficazes sob condições controladas resultam inefe�vos quando u�lizados na prá�ca clínica habitual. Estudos realizados em diversos países indicam que 50% a 60% dos pacientes que recebem uma prescrição não cumprem o tratamento estabelecido pelo médico, e muitos o interrompem quando se sentem melhores.São modificações de es�lo de vida de comprovado valor na redução da pressão arterial: a redução do peso, a redução da ingestão de sódio, maior ingestão de potássio, uma dieta rica em frutas e vegetais e alimentos com pouco teor de gordura, a diminuição ou abolição do álcool e a a�vidade �sica. Alimentos ricos em cálcio atualmente são preconizados em conjunto com toda a série de medidas dieté�cas já citadas, que juntas são benéficas para a redução da PA. A ingestão de magnésio, de derivados do ácido ecosanóico e aumento da ingesta de proteínas entre outros, não possuem até o momento evidências de valor comprovado, que indiquem sua u�lização. A interrupção do fumo não interfere diretamente sobre a