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RELATORIO DE ESTAGIO DROGARIA
Tipologia: Provas
1 / 31
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3.8. Controle da Portaria 344/98 ………………………………………………………………………..
3.9. Controle da Água u�lizada e limpeza …………………………………………………………..
O estágio supervisionado em farmácia, coordenado pela docente Professor Sergio Mengardo, da UNG – Universidade Guarulhos,foi realizado na Drogaria GUI-FARMA DROGARIA LTDA ME, no período de 14/09/2009 a 24/10/2009 , cumprindo a carga horária prevista pela universidade de 170 hs. No campo de estágio, a supervisora foi a farmacêu�ca Ana Clara de Lima, farmacêu�ca responsável da ins�tuição concedente, que durante todo o período, instruiu, acompanhou e orientou as a�vidades exercidas pelo estagiário.
O estágio supervisionado em farmácia, coordenado pela docente Professor Sergio
Mengardo, da UNG – Universidade Guarulhos,foi realizado na Drogaria GUI-FARMA
DROGARIA LTDA ME, no período de 14/09/2009 a 24/10/2009 , cumprindo a carga
horária prevista pela universidade de 170 hs.
No campo de estágio, a supervisora foi a farmacêu�ca Ana Clara de Lima,
farmacêu�ca responsável da ins�tuição concedente, que durante todo o período,
instruiu, acompanhou e orientou as a�vidades exercidas pelo estagiário.
injetáveis, onde que os funcionários possuem o curso de aplicação de injetáveis
estando habilitados para efetuar as aplicações e supervisionados pelo farmacêu�co
para que não ocorra nenhum problema com os pacientes.
O procedimento quando um cliente chega com uma receita de medicamento
injetável é pegar o produto na prateleira e ques�onar se o paciente deseja que seja
aplicado naquele momento. Caso o cliente queira aplicar, nós o acompanhamos até a
sala de aplicação, anotamos a data da aplicação, os dados do paciente, o nome e CRM
do médico solicitante, o nome do funcionário que irá fazer a aplicação e por fim,
quando terminar a aplicação, a assinatura do farmacêu�co no livro de aplicação de
injetáveis.
A farmácia Gui-Farma optou não dispensar os medicamentos de controle especial da
portaria 344/98.
O estagiário foi supervisionado pela farmacêu�ca durante todo o período, pelo
fato que o estagiário necessita do farmacêu�co presente para que possa receber todas
as informações e orientações necessárias no seu estágio.
A farmacêu�ca Ana Clara de Lima me apresentou todos funcionários da loja e
todos os planos de carreira, tanto para farmacêu�co como para funcionários. Ela
também me mostrou as instalações da loja, a forma como os produtos estão
distribuídos, os pontos estratégicos, os principais clientes, a média da faixa etária dos
clientes, a sala de aplicação de injetáveis, materiais para consulta como DEF –
Dicionário de Especialidades Farmacêu�cas e Guia de medicamentos, a geladeira com
os produtos sob refrigeração, o armário de medicamentos controlados e disposição de
medicamentos tarjados na prateleira.
Assim que foi conhecida toda a estrutura da loja e a integração com os
funcionários, me mostrou a sua metodologia de trabalho quanto as principais
caracterís�cas de atendimento no balcão, o modo de como me comportar diante o
cliente, indiferente ele sendo paciente ou profissional da área da saúde e todas regras
que seguem os funcionários da Drogaria Gui-Farma apresentou-me toda a
informa�zação da loja, como pesquisar preços ou descrição dos produtos e como são
feitas as reposições.
1.1 N O Responsável Técnico está presente?
1.2 R As áreas internas e externas estão em boas condições �sico- estruturais?
1.3 N O acesso ao estabelecimento é independente de forma a não permi�r comunicação com residências ou qualquer outro local dis�nto do estabelecimento?
1.4 R 2Existem sanitários?
1.5 N Estão limpos e possuem pia com água corrente?
1.6 R Os esgotos e encanamentos estão em bom estado de conservação?
1.7 R Existe um programa de sani�zação (desra�zação, desinse�zação, etc.) bem como registros de sua execução?
2.1 INF Existe local para o armazenamento de produtos?
2.2 R O piso, paredes e teto estão em boas condições de conservação e higiene?
2.3 R A ven�lação e a iluminação são suficientes?
2.4 R As instalações elétricas estão em bom estado de conservação segurança e uso?
2.5 N Os medicamentos estão devidamente armazenados?
2.6 N Existem condições de segurança adequada para o armazenamento de produtos inflamáveis?
2.7 R Existem procedimentos escritos (ro�nas) quanto a estocagem/ armazenamento e dispensação de produtos?
2.7.1 R Estes procedimentos são divulgados?
2.7.2 R São cumpridos?
2.8 N Os produtos estão protegidos da ação direta da luz solar, umidade e temperatura?
2.9 R Os produtos estão armazenados em prateleiras e afastados do piso e da parede?
2.10 I Todos os produtos expostos à venda possuem registro no órgão competente do Ministério da Saúde?
2.11 I Todos os produtos apresentam número de lote, data de fabricação e prazo de validade?
2.12 N Todos os produtos estão dentro do prazo de validade?
2.13 N Os produtos que apresentam comprovadamente irregularidade, bem como os produtos vencidos estão fora da área de venda e iden�ficados como tal?
2.14 INF Qual o des�no dos produtos com o prazo de validade vencido?
2.15 INF Qual a polí�ca da empresa em relação aos produtos com o prazo de validade próximo ao vencimento?
2.16 N O estabelecimento cumpre com a determinação de não expor a venda produtos estranhos ao comércio farmacêutico?
2.17 N O estabelecimento cumpre com a determinação de não prestar serviços tais como: coletas de materiais biológicos, xerox, etc,?
2.18 I É respeitada a proibição de não u�lizar aparelhos de uso médico- ambulatorial?
2.19 INF Os funcionários estão uniformizados?
R Os uniformes estão limpos? X
2.20 N São vendidas ervas medicinais em suas embalagens originais?
2.21 I A rotulagem das ervas medicinais está de acordo com o disposto na Legislação Sanitária (iden�ficação botânica, prazo de validade, lote, nome da empresa, endereço, responsável técnico e CRF)?
2.33 N Os balanços são enviados regularmente à Vigilância Sanitária, obedecendo os períodos estabelecidos pela legislação em vigor?
N Os registros con�dos nos balanços correspondem com a escrituração dos livros específicos?
2.34 N Os estoque �sicos correspondem aos escriturados?
2.35 N A Autoridade Sanitária é no�ficada quando da existência de medicamentos sujeitos a controle especial vencidos?
3.1 INF 3Existe área de aplicação de injeção?
3.2 N 4O local é separado e adequado para aplicação de injeção?
3.3 N As instalações possuem condições higiênico-sanitárias sa�sfatórias e estão em bom estado de conservação?
3.4 N Possui pia, água corrente, sabão líquido e toalhas descartáveis?
3.5 N O acesso à sala de aplicação de injeção é independente?
3.6 N Possui profissional habilitado e/ou capacitado para aplicação de injetáveis?
3.7 R Existe lixeira com tampa, pedal e saco plástico?
3.8 N Possui os equipamentos e materiais necessários para os procedimentos realizados?
3.9 INF Existe livro de registro do receituário de aplicação de injetáveis?
3.10 N Todos os procedimentos são realizados mediante prescrição médica?
3.11 N Existe recipiente rígido adequado para o descarte de perfuro- cortantes?
3.12 I Os materiais u�lizados são descartáveis e encontram-se dentro do prazo de validade?
3.13 R Existe coleta sele�va dos resíduos resultantes da aplicação de injeções?
3.14 N Possui ro�nas escritas com os técnicas de an�sepsia das mãos e local de aplicação, bem como de cuidados na aplicação de injetáveis?
Como um grupo, os antagonistas H2 são bem e rapidamente absorvidos após administração oral; os picos de concentração plasmá�ca são ob�dos após1a 2 horas. A duração de ação situa- se em 4,5 e 7 horas respec�vamente quando administrado durante o dia e a noite. A meia-vida de eliminação da Cime�dina é de 2 a 3 horas. Tal fármaco é excretado na urina sem ser metabolizado. Absorção : Biodisponibilidade de 65 a 80% com o segundo pico de absorção após 2 a 4 horas. A taxa, mas não a extensão da absorção, é retardada pela alimentação.
Des�no: Concentração do líquor de 25% da concentração sérica, 20% de ligação a proteínas plasmá�cas. Caracteriza- se por atravessar a barreira placentária e ser excretada no leite materno de 2 a 10 vezes mais do que no soro.
Excreção : Tempo de meia- vida de 2 horas. 70% excretados inalterados na urina, por filtração glomerular e secreção tubular. O restante é biotransformado em sulfóxido ina�vo. Exis�ndo alteração nesses parâmetros em pacientes com insuficiência renal ou hepá�ca.
Efeitos adversos:
Mecanismo de ação : O mecanismo de açao da me�ormina ainda é incerto, apesar de meio século de uso e bene�cios terapêu�cos bem caracterizados. A principal responsável pela a�vidade hipoglicemiante da me�ormina parece ser uma redução da produção de glicose no �gado (neoglicogênese), além de diminuição da absorção de glicose no trato gastrointes�nal e aumento na sensibilidade à insulina, devido ao maior uso da glicose pelos músculos. [15]^ A taxa de neoglicogênese de uma pessoa "média" com diabetes pode ser três vezes maior que a de uma pessoa sem a doença; a me�ormina é capaz de cortá-la em mais de 30%.[23]
Um estudo publicado em 2001 demonstrou que a me�ormina es�mula a função de uma enzima denominada AMPK, que desempenha um importante papel no metabolismo de lipídeos e da glicose. [24]^ Os alvos moleculares com os quais a me�ormina interage diretamente ainda são desconhecidos.
O CLORIDRATO DE METFORMINA é absorvido no intes�no delgado (cerca de 50% a 60%). Liga-se muito pouco às proteínas e sua fração livre representa cerca de 90% de sua concentração plasmá�ca. É eliminado sem qualquer metabolização hepá�ca, por via renal (cerca de 90% é eliminado em 12 horas; clearance de F 0 B 1
F 0 440 ml/min). A concentração sanguínea máxima é a�ngida em 2,25 (^) 2 00,44 horas. A meia Tolerância a insulina. [6]
Efeitos adversos:
Mecanismo de ação : A insulina age como hipoglicemiante no metabolismo dos carboidratos e exerce efeito direto no metabolismo das gorduras e proteínas. Aplicada regularmente, mantém a glicemia e os níveis de glicose e corpos cetônicos na urina em níveis normais em portadores de diabetes. Também previne a cetoacidose e o coma diabé�cos.
Farmacociné�ca : a insulina tem uma meia-vida de poucos minutos, mas processo de absorção é influenciado por vários fatores (por exemplo, dose de insulina, via e local de administração), razão pela qual são observadas variações intra e inter paciente. O início da ação ocorre em aproximadamente 1 hora após a administração subcutânea, a�nge o pico entre 4 e 6 horas após a administração e tem uma duração de 12 a 20 horas. [4], [5]
Efeitos adversos:
A me�ormina é um dos medicamento indicados no caso de diabetes do �po II pois controla os níveis glicêmicos. O uso concomitante com a Cime�dina pode diminuir o clearance da me�ormina, isso pode explicar um aumento da glicemia do paciente após o início do tratamento. A me�ormina pode apresentar distúrbios gastrointes�nais como reação adversa, assim como a cime�dina, isso pode resultar em dificuldades do paciente na adesão ao tratamento, portanto o uso desses medicamentos juntos não é indicado. Para diminuir os efeitos da Me�ormina, pode-se aumentar a dose lentamente e ingerir o fármaco com alimento. Além disso, seria recomendável ao paciente que conversasse com o gastroenterologista sobre a subs�tuição da Cime�dina por outro fármaco que possa ser u�lizado no tratamento de úlcera, a fim de não ocorrer interação. O tratamento do DM pode ser medicamentoso ou não medicamentoso. O tratamento não medicamentoso compreende mudanças no es�lo vida, como alimentação saudável e prá�ca de a�vidade �sica. Com relação ao tratamento acompanhado de medicações, existem duas opções, os an�diabé�cos ou hipoglicemiantes orais e as insulinas.A manutenção dos níveis de glicemia e do peso corporal ideal,a ingestão de dieta com baixo teor de gorduras saturadas,carboidratos e colesterol,a pra�ca regular de exercícios �sicos cons�tuem uma boa base para o tratamento da Diabetes. [1] [2] [3]
detectados na urina de forma inalterada (não metabolizada). O restante é excretado nas fezes na forma metabolizada. Portanto, a farmacociné�ca do nifedipino não é significa�vamente influenciada pelo Oxcord_BU_01 comprome�mento renal. Não existem relatos de alterações significa�vas na farmacociné�ca do nifedipino nos pacientes em hemodiálise ou diálise peritoneal ambulatorial. Porém, uma vez que a biotransformação hepá�ca está diretamente envolvida no processo, a farmacociné�ca do nifedipino pode estar alterada em pacientes com insuficiência hepá�ca crônica. [13]
Efeitos adversos:
Mecanismo de ação : A hidrocloro�azida é um diuré�co �azídico. Inibe a reabsorção de sódio e de cloreto no túbulo distal. A excreção renal aumentada destes íons é acompanhada pelo aumento do débito urinário (devido à ligação osmó�ca da água). Ocorre aumento da excreção de potássio e magnésio e diminuição da excreção de ácido úrico. Altas doses resultam em aumento da excreção de bicarbonatos e em caso de tratamentos prolongados há diminuição da excreção de cálcio. Os possíveis mecanismos de ação an�-hipertensiva da hidrocloro�azida podem ser: o balanço sódico modificado, redução do volume aquoso extracelular e do volume plasmá�co, alteração na resistência vascular renal, bem como resposta reduzida a norepinefrina e angiotensina II. Metabolismo : Aproximadamente 70% da hidrocloro�azida é absorvida após administração oral,apresentando biodisponibilidade de aproximadamente 70%. A concentração máxima de 70 ng/mL foi alcançada de 1,5 a 4 horas após administração oral de 12,5 mg de hidrocloro�azida, a concentração máxima de 142 ng/mL é alcançada de 2 a 5 horas após a administração oral de 25 mg de hidrocloro�azida e a concentração máxima de 260 ng/mL é a�ngida de 2 a 4 horas após a administração oral de 50 mg de hidrocloro�azida. Aproximadamente 40% da hidrocloro�azida é ligada às proteínas plasmá�cas. A hidrocloro�azida é quase que totalmente excretada (mais de 95%) pela via renal na forma inalterada. Após administração de dose oral única, 50 a 70% é excretada dentro de 24 horas. É possível detectar na urina quan�dades da substância em menos de 60 minutos de sua administração. Meia-vida : Sua meia-vida de eliminação é de 5 a 6 horas. No caso de insuficiência renal, a excreção é reduzida e a meia-vida prolongada. O clearance renal da hidrocloro�azida é in�mamente correlacionado ao clearance de crea�nina. Em pacientes com taxa de filtração glomerular menor do que 10 mL/min, apenas 10% da dose administrada foi encontrada na urina. Estudos mais recentes indicam que parte do fármaco é excretada por via não-renal (bile). A hidrocloro�azida passa em pequenas quan�dades para o leite materno.
Efeitos adversos:
O uso de medicação em idosos apresenta peculiaridades, pois, com a idade, diminui a massa muscular e a água corporal. O metabolismo hepá�co, os mecanismos homeostá�cos,assim como a capacidade de filtração e de excreção renal podem ficar comprome�dos. O que leva à dificuldade de eliminação de metabólitos, acúmulo de substâncias tóxicas no organismo e produção de reações adversas. A hidrocloro�azida é um diuré�co �azídico, que pode ser u�lizado isoladamente ou associado a outro an�-hipertensivo. Pode apresentar reações adversas, como: desconforto epigástrico,naúseas,vômitos, hipotensão, cefaléia, distúrbios hidroeletrolí�cos, dentre outros. Por se tratar de um diuré�co, deve ser repassado ao idoso que haverá aumento da eliminação urinária e a importância de seguir o horário prescrito. O captopril é a medicação mais usada pelos idosos do estudo, principalmente, em associação com outras drogas. É classificada como inibidora da Enzima Conversora da Angiotensina (ECA). Tem indicação formal para hipertensos portadores de diabetes mellitus. Os pacientes em uso de captopril podem apresentar efeitos adversos, como: tosse, prurido, hipotensão, distúrbios gastro-intes�nais, dentre outros. A introdução do an�-hipertensivo deve ser feita em doses baixas e com aumento gradual, porém sem perder de vista o alvo de PA desejado. Os pacientes devem ser educados em relação à doença durante as consultas médicas, sempre que possível em grupos com assistência mul�profissional No início do tratamento e nos ajustes de dose, pode-se conseguir melhor controle e aderência com a realização de retornos ambulatoriais freqüentes a cada 2 a 4 semanas. A não-adesão ao tratamento medicamentoso pode ser uma das razões pelas quais medicamentos reconhecidamente eficazes sob condições controladas resultam inefe�vos quando u�lizados na prá�ca clínica habitual. Estudos realizados em diversos países indicam que 50% a 60% dos pacientes que recebem uma prescrição não cumprem o tratamento estabelecido pelo médico, e muitos o interrompem quando se sentem melhores.São modificações de es�lo de vida de comprovado valor na redução da pressão arterial: a redução do peso, a redução da ingestão de sódio, maior ingestão de potássio, uma dieta rica em frutas e vegetais e alimentos com pouco teor de gordura, a diminuição ou abolição do álcool e a a�vidade �sica. Alimentos ricos em cálcio atualmente são preconizados em conjunto com toda a série de medidas dieté�cas já citadas, que juntas são benéficas para a redução da PA. A ingestão de magnésio, de derivados do ácido ecosanóico e aumento da ingesta de proteínas entre outros, não possuem até o momento evidências de valor comprovado, que indiquem sua u�lização. A interrupção do fumo não interfere diretamente sobre a