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relatório de geral experimental
Tipologia: Notas de estudo
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O principal objetivo dessas atividades foi a introdução dos alunos para dentro de um laboratório de química. Levando-se em consideração que estes alunos não haviam tido um contato anterior com equipamentos ou técnicas laboratoriais. Este primeiro contato se fez necessário para que não ocorram erros ou acidentes durante a execução de futuros experimentos.
para um combustão completa. Isso acarreta em uma queima de gás parcial, produzindo menor quantidade de calor e fuligem. Chama não luminosa: é obtida quando o gás tem uma combustão total, quando as janelas do bico estão abertas e fornecem oxigênio suficiente para combustão completa do gás. A chama se torna sem fuligem e com maior temperatura.
Para aquecer líquidos não inflamáveis em tubos de ensaio no bico de Bunsen é necessário o auxilio de uma pinça de madeira. O tubo deve ser agitado suavemente e colocado levemente inclinado sobre a chama. Também é necessário tomar cuidado pois o liquido pode atingir outra pessoa.
Para aquecer líquidos não inflamáveis em béqueres é necessário um tripé, existem outros instrumentos, mas esse é o mais seguro. A velocidade do aquecimento pode ser controlada pela distancia da chama à tela de amianto e também pela intensidade da chama.
Filtração
A filtração serve para separar um sólido de um liquido e pode se feita de duas maneiras. A primeira é a filtração simples, feita com um filtro de papel de forma circular e com um funil. A segunda é a filtração à pressão reduzida, esse processo é mais rápido, pois é feita a vácuo utilizando um funil especial e o kitassato.
Técnicas de medição de líquidos, sólidos. Usaram-se instrumentos de medida de volume, que podem ser classificados em dois grupos principais: aparelhos pra conter certo volume de liquido; por exemplo, a pipetas volumétricas, e os balões volumétricos; e; aparelhos para dispensar ou dar escoamento a um certo volume de líquidos: por exemplo, as pipetas graduadas, as buretas e as provetas.
Também se utilizou técnicas de medidas de massa. A massa é determinada por meio de equipamentos chamados balança. Para se obter um resultado mais preciso do que se quer pesar é necessário a utilização da balança apropriada com as unidades desejadas.
Aula Prática 01)
Experimento 01
Materiais:
Experimento 02
Materiais:
Experimento 05
Materiais:
Reagentes:
Experimento 06
Materiais:
Reagentes:
Experimento 07
Materiais:
Reagentes:
Aula Prática 02)
Experimento 01
Materiais:
Reagentes:
Experimento 02
Materiais:
Experimento 06
Materiais:
Reagentes:
Experimento 07
Materiais:
Experimento 08
Materiais:
Reagentes:
Experimento 09
Materiais:
Reagentes:
Experimento 10
Materiais:
Reagentes:
Experimento 11
Aula Prática 01)
Experimento 01)
O bico de Bunsen, que se encontrava instalado na bancada, foi analisado minuciosamente, para depois descrever cada elemento que forma este equipamento. Observou-se o resultado.
Experimento 02)
Primeiro fechou-se a janela do Bico de Bunsen então acendeu-se o fósforo e abriu-se a válvula de gás. Obteve-se então a chama amarela.
Com a chama ainda acesa, colocou-se um tripé com um triângulo de porcelana sobre o bico de Bunsen. Em cima desse tripé colocou-se uma cápsula de porcelana. Esta ficou por alguns minutos sobre a chama amarela do bico de Bunsen, depois se retirou ela com o auxilio de uma tenaz. Observou-se o resultado.
Depois abriu-se a janela do bico de Bunsen para enfim obter-se uma chama azulada. Observou-se o resultado. Após colocou-se um palito de fósforo na zona redutora da chama azulada e observou-se o resultado. Em seguida fez-se a mesma coisa mas dessa vez o palito colocou-se na zona oxidante da chama e observou-se o resultado.
Experimento 03)
Adicionou-se em um tubo de ensaio água da torneira até atingir-se ¼ da capacidade do frasco. Prendeu-se o tubo de ensaio em uma pinça de madeira e depois aqueceu-se o tubo no bico de Bunsen, fazendo sempre movimentos leves para agitação
do líquido e mantendo-se a vidraria sempre numa posição inclinada até a fervura da água. Observou-se o resultado.
Experimento 04)
Adicionou-se em um tubo de ensaio água da torneira até atingir-se mais da metade de sua capacidade. Prendeu-se o tubo de ensaio em uma pinça de madeira e depois aqueceu-se o tubo no bico de Bunsen, fazendo sempre movimentos leves para agitação do líquido e mantendo-se a vidraria sempre numa posição inclinada até a fervura da água. Observou-se o resultado.
Experimento 05)
Colocou-se água da torneira até atingir-se mais da metade da capacidade de um béquer. Sobrepôs-se o béquer sobre um conjunto de tripé e tela de amianto, e sob isso se acendeu o bico de Bunsen com uma chama oxidante. Observou-se todo o resultado até a fervura da água.
Experimento 06)
De um béquer com água transferiu-se através de um bastão de vidro todo o líquido para outro béquer, o bastão deve ser colocado sobre o béquer e depois despeja- se calmamente o líquido para o outro frasco. Da proveta para o béquer, utilizou-se o bastão, este foi posicionado de pé na vertical, derramou-se todo o líquido através dele para dentro do béquer. Observou-se os resultados.
Utilizando-se de uma espátula, retirou-se um pouco de areia do frasco, bateu-se na espátula até que caísse sobre o vidro relógio a quantidade de areia que se deseja. Observou-se o resultado.
Experimento 07)
Fez-se uma mistura de água e areia dentro de dois béqueres com a ajuda de um bastão de vidro para homogeneizar a mistura. Depois se instalou em um suporte universal a argola de metal e o funil de vidro. Sob o funil colocou-se um béquer. Ajeitou-se o papel filtro dentro do funil, então se despejou a mistura de um dos béqueres dentro do funil. Observou-se o resultado.
Depois foi pego o kitassato e instalou-se o funil de Büchner nele. Ajeitou-se o papel filtro dentro do funil de maneira que este não se encostasse às paredes internas do
Experimento 06)
Instalou-se em um suporte universal um agarrador e acomodou-se a bureta entre ele de uma forma que facilitasse a transferência de 25mL de água destilada utilizando-se de uma pisseta depois ajeitou-se novamente a bureta agora de uma forma para facilitar- se o processo de transferência e abriu-se a torneira para ocorrer o escoamento do líquido para a proveta de 25mL. Depois realizou-se novamente este mesmo procedimento só que transferiu-se 4 vezes de 25mL para dentro de um balão volumétrico de 100mL.Observaram-se os resultados.
Experimento 07)
Pegou-se uma proveta de 10mL, um balão volumétrico de 50mL e um béquer de 10mL para então determinar o peso de cada um. O peso dos seguintes frascos foi determinado utilizando-se de uma balança digital. Observou-se o resultado.
Experimento 08)
Utilizando-se das informações do experimento anterior, pesou-se novamente cada uma das vidrarias dessa vez com 10mL de água cada. O peso dos seguintes frascos, e seus líquidos, foi determinado utilizando-se de uma balança digital. Depois também calculou-se a massa, o volume e a densidade da água utilizada. Observaram-se os resultados.
Experimento 09)
Utilizando-se de uma pipeta adicionou-se 50ml e depois mais 40mL de água destilada em uma proveta de 100mL.Depois adicionou-se mais 1mL de água dentro da proveta. Observou-se os resultados.
Experimento 10)
Encheu-se uma bureta com 25mL de água, inclinou-se ela na horizontal e fez-se movimentos circulares para umedecer ela. Depois abriu-se a torneira para realizar o escoamento da água, que encontrava-se dentro da bureta, dentro de uma proveta. Depois verificou-se o volume obtido dentro da proveta.
Experimento 11)
Em um béquer foi adicionado água utilizando-se de uma torneira. Depois colocou-se um termômetro dentro do béquer, sempre lembrando-se de não tocar o bulbo nas paredes internas do béquer e deixando-o sempre submerso na água. Mediu-se então a temperatura da água.
Experimento 12)
Utilizando-se de uma balança digital, pesou-se uma proveta de 10mL.Depois com uma pipeta adicionou-se 100 gotas de água destilada para dentro da proveta e leu- se novamente o peso na balança e o volume da água. Depois determinou-se a massa e o volume de uma gota de água de depois de 1mL de água. Com um termômetro verificou-se a temperatura da água na proveta. Este procedimento foi repetido 3 vezes.
Medidas de volume Realizando-se todas estas técnicas de medidas, foi possível observar uma leve variação na hora de transferir de buretas e pipetas para dentro de outro recipiente como proveta , béqueres. Isso não aplica-se somente ao balão volumétrico que em todos os experimentos obteve resultado exato, ou seja o nível da água ficou exatamente no menisco. No final de todos os experimentos constatou-se que a ordem de precisão das vidrarias é a seguinte: bureta, pipeta volumétrica, balão volumétrico, pipeta graduada, proveta e béquer.
Medidas de massa Experimento 07 e 08)
Vidraria Massa vidraria seca(g)
Massa vidraria + 10mL de H (^) 2O
Mas de H (^) 2O (g)
Densidade da água g/mL
Densidade da água g/mL
Proveta 25mL 49,8302 59,7445 9,9143 10 0,
Balão 5mL 13,8239 18,4199 4,596 5 0,
Béquer 10 mL
Experimento 09, 10 e 11) Realizando-se todas estas técnicas de medidas, foi possível observar uma leve variação na hora de conferir o resultado da transferência de um recipiente para outro. No final de todos os experimentos constatou-se que a ordem de precisão das vidrarias é a seguinte: bureta, pipeta volumétrica, balão volumétrico, pipeta graduada, proveta e béquer. Experiemento 12)
Proveta vazia Proveta com 100 gotas(g)
Massa de uma gota(g)
Volume por uma gota(mL)
Massa de 1mL(g)
(g)
20,4738 26,3740 0,059002 0,059 1