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Relatório Estágio II, Provas de Matemática

Relatório de docência observatória.

Tipologia: Provas

2011
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Compartilhado em 13/10/2011

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INTRODUÇÃO
Este é um relatório integrado de ação da Vivência e Prática em educação
Matemática II é somente o conhecimento teórico não basta para um professor. O
estágio supervisionado é um processo de grande aprendizagem, preenchendo
assim uma lacuna em nosso curso superior.
Nele encontram-se algumas informações sobre a escola, os professores e
o educando, feitas nas observações da 7ª Série (8º ano) e 8ª Série (9º ano) no
Instituto Cultural Amendoeira, com o qual observei a postura do professor Jorge
Santos, os métodos de ensino, seus objetivos, conteúdos, tudo para melhorar o
ensino da matemática, além de estar presente na sala de aula e vendo a
verdadeira realidade de ser professor.
Neste Relatório estarão relatadas tudo que aprendi durante as minhas
observações.
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INTRODUÇÃO

Este é um relatório integrado de ação da Vivência e Prática em educação Matemática II é somente o conhecimento teórico não basta para um professor. O estágio supervisionado é um processo de grande aprendizagem, preenchendo assim uma lacuna em nosso curso superior. Nele encontram-se algumas informações sobre a escola, os professores e o educando, feitas nas observações da 7ª Série (8º ano) e 8ª Série (9º ano) no Instituto Cultural Amendoeira, com o qual observei a postura do professor Jorge Santos, os métodos de ensino, seus objetivos, conteúdos, tudo para melhorar o ensino da matemática, além de estar presente na sala de aula e vendo a verdadeira realidade de ser professor. Neste Relatório estarão relatadas tudo que aprendi durante as minhas observações.

JUSTIFICATIVA

Pretendo com as observações conhecer melhor a minha futura profissão, e também a Matemática como área do conhecimento humano, que é fundamental na formação do ser e do cidadão, por isso a importância de investir no professor. Sabe-se que uma educação é exercício indispensável à sociedade que estamos inseridos, portanto se faz necessário profissionais competentes, dinâmicos, inovadores, comprometidos, além de uma política educacional que favoreça a reconstrução significativa do conhecimento. Em nossa sociedade, o conhecimento matemático é necessário em uma grande diversidade de situações, como apoio a outras áreas do conhecimento, como instrumentos para lidar com situações da vida cotidiana. Aprender matemática de forma contextualizada, integrada e relacionada a outros conhecimentos traz em si o desenvolvimento de competências e habilidades que garantirão ao aluno plena inserção no contexto escolar e, conseqüentemente, na vida social.

THIAGO BORGES FONSECA

PLANO DE AÇÃO

Vivência e Prática em Matemática II

APRESENTAÇÃO

O presente Plano de Ação refere-se às atividades de Vivência e Prática em Matemática II, a serem realizadas no Instituto Cultural Amendoeira , situado no

município de São Gonçalo, e pretende orientar as atividades de observação e também apresentar uma visão reflexiva e crítica da prática pedagógica do processo ensino aprendizagem de Matemática, nas turmas de 8° e 9° ano da unidade escolar em questão.

JUSTIFICATIVA

A Vivência e Prática em Matemática II têm como relevância central à apreciação por parte dos futuros docentes de matemática das metodologias de ensino-aprendizagem utilizadas pelos docentes da área. Através da observação busca-se a melhor visão em relação à matemática como fonte de construção do saber, onde possa integrar o seu cotidiano com as

OBJETIVO GERAL

  • (^) Compreender a função social da escola e o papel do professor como elemento dinamizador do processo educativo;

OBJETIVOS ESPECÍFICOS

  • (^) Observar atentamente as aulas nas turmas 8B e 9A seguindo o roteiro do anexo 5.
  • Caracterizar o campo de estágio;
  • Participar atentamente das tarefas designadas pelo professor das turmas;
  • Proporcionar novas situações de aprendizado e experiências de aprendizagem, possibilitando a nós alunos uma nova formação intelectual relevantes para interpretá-las e avaliá-las criticamente.

CONCLUSÃO

Esta atividade de observação nos levará a adquirir, principalmente, experiência em atuação em sala de aula e fazer identificarmos a função social da escola e o papel do professor como elemento dinamizador do processo educativo, minimizando a dificuldade de aprendizagem, principalmente na área da Matemática, que é uma realidade e é de fundamental importância prestar auxílio educativo.

PROFESSORES

Os professores da Educação Infantil só possuem o 2ª grau (normal), já os professores do Ensino Fundamental possuem nível superior completo.

PROJETO POLÍTICO PEDAGÓGICO

OBS.: A escola não disponibilizou o Projeto Político Pedagógico (PPP), por ser um documento que contém informações que só diz respeito aos funcionários da escola.

MÉTODOS AVALIATIVOS

No Instituto Cultural Amendoeira o aluno é avaliado através de trabalhos, testes e provas. Serão aprovados os alunos que obtiverem média igual ou superior a 50% e freqüência igual ou superior a 75% em todo o ano letivo.

UNIVERSIDADE SALGADO DE OLIVEIRA

DIÁRIO DE BORDO

Professora regente: Jorge Santos Instituto Cultural Amendoeira Série: 7ª (8º ano) e 8ª (9º ano)

Data: 03/09/ Hora: 2 h Série: 8º ano

Hoje observei a Organização da matéria no quadro negro, o professor Jorge iniciou aula e fui apresentado à turma, que por sinal me recebeu com “curiosidade” e queria saber qual o tempo de permanência tanto na aula quanto na duração total, expliquei que eu tinha que completar minha carga horária.

Data: 08/09/ Hora: 2 h Série: 8º ano

A turma é bastante agitada e para que os alunos possam compreender melhor o conteúdo, o professor Jorge utiliza músicas curtas, algumas criadas por ele mesmo, para fixar as fórmulas. Segundo Carlos Henrique Carrilho Cruz, “optamos pelo processo participativo entendido como construção conjunta da realidade nova que se deseja.” (p. 13-14)

Data: 22/09/

Série: 9º ano

O professor Jorge começou a aula corrigindo os exercícios do livro que deixou para os alunos fazerem em casa e deu continuidade na matéria. No final da aula provou as fórmulas que utilizou na matéria e motivou aos alunos a sempre questionar o “porque” de um resultado ou fórmula.

Data: 10/09/ Hora: 2 h Série: 9º ano

Na aula de hoje o professor Jorge iniciou a aula dando continuação na aula anterior. Apesar de a turma possuir em média 50 alunos, o professor os conhece a cada um por nome e sobrenome fazendo com que acha um contato interpessoal melhor.

Data: 15/09/ Hora: 2 h Série: 9º ano

Na aula de hoje o professor iniciou a aula corrigindo os exercícios que deixou para casa e começou a explicar um novo conteúdo, mas os alunos tiveram muita dificuldade em associar o conteúdo, sendo assim, o professor buscou um jogo para que eles utilizassem e pudessem compreender melhor o novo conteúdo.

Data: 16/09/ Hora: 2 h Série: 9º ano

Antes de começar a aula de hoje o professor Jorge separou os alunos “bagunceiros” para que não tivesse problemas de conversas paralelas, brigas, atrapalhando assim o bom andamento da aula. Foi questionado sobre o conteúdo que estava sendo aplicado e como a pergunta não cabia pro momento, disse que explicava no final da aula e assim o fez separando alguns minutos antes do término para essa explicação.

Data: 17/09/ Hora: 2 h Série: 9º ano

Iniciando a aula dando continuação na aula anterior, tirou as dúvidas e começou um conteúdo novo e em seguida passou exercício e fui passando em cada mesa para ajudá-los tirando as dúvidas em quanto o professor Jorge escolhia um desafio para resolver em casa. Assim que os alunos terminaram o exercício, o professor corrigiu no quadro e passou o desafio valendo (0,5) ponto por grupo de no máximo sete alunos. Fez também alguns comentários sobre o noticiário quebrando um pouco a formalidade.

CONSIDERAÇÕES FINAIS

O professor de Matemática deve fazer com que o conhecimento matemático seja construído juntamente com o aluno e o professor será um mediador do processo de construção do conhecimento e não um mero passador de informações. A escola deve estar preparada para suprir as dificuldades dos alunos, para assim melhorar o ensino da matemática, estimulando o raciocínio dos alunos e seu aprendizado. O professor deve estar sempre buscando novos conhecimentos que enriqueçam sua prática pedagógica. Em suma, com essas observações, pude perceber que não é uma tarefa fácil a do professor de matemática, porém muito importante no qual deve-se ter muita responsabilidade para saber passar todo o conhecimento obtido para os seus alunos e não cair em um roteiro pré-escrito onde não contribuirá para formação desses alunos quebrando assim esse estigma negativo com a disciplina e faz com que a compreensão seja pouca.

Bibliografia: ANTUNES, Celso. Como transformar informações em conhecimento. Vozes, 2001.

CRUZ, Carlos Henrique Carrilho. Competências e habilidades: da proposta à prática. Coleção Fazer e transformar.V. 2. 3ª,edição.São Paulo:Loyola, 2002.

GIL-PEREZ, Daniel; CARVALHO, Anna Maria Pessoa de. Formação de professor de Ciências: tendências e inovações. São Paulo: Cortez, 2000.

DOCUMENTOS: MATEMÁTICA/ Relatório SAEB 2001: Sistema nacional de avaliação de educação básica. Brasília:MEC, 2001 MEC. Parâmetros Curriculares Nacionais. V. 3.Matemática MEC. Parâmetros Curriculares do Ensino Médio. Brasília:DP&A, 2000