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Relatorio isolamento termico, Notas de estudo de Engenharia Mecânica

relatório isolamento térmico (transferencia de calor

Tipologia: Notas de estudo

Antes de 2010

Compartilhado em 19/11/2009

fernando-flavio-5
fernando-flavio-5 🇧🇷

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ISOLAMENTO TÉRMICO
1. Introdução
Nesse experimento estudaremos o isolamento térmico em cilindros sem geração
de energia térmica.
Aprenderemos a olhar a função de resistência térmica, paredes cilíndricas,
compostas e espessura critica de isolamento.
1.1-Condução em Cilindros:
Sistemas cilíndricos e esféricos muitas vezes apresentam o gradiente de
temperatura apenas na direção radial e podem ser tratados como unidimensionais.
Além disso, em condições de regime estacionário e sem a geração interna de calor,
o sistema cilíndrico é analisado através do método padrão, que começa com a forma
apropriada da equação do calor.
Em um cilindro oco, cujas superfícies internas e externas encontram-se expostas
a fluidos a diferentes temperaturas e considerando regime estacionário sem geração
interna de calor, a equação de calor é representada por:
1 d (kr dT/dr) = 0
r dr
O resultado físico desse resultado se torna evidente se também pudermos
considerar a forma apropriada da lei de Fourier. A taxa na qual a energia é conduzida
através de uma superfície cilíndrica qualquer no sólido pode ser expressa como:
qr = -kA dT
dr
Onde, A = área normal à direção da transferência de calor.
Resistência Térmica:
Para a condução radial em uma parede cilíndrica, a resistência térmica é
dada por:
R cond = ln (r2/r1)
2пLk
Espessura crítica de isolamento:
Uma espessura ótima para o isolamento seria associada ao valor de r que
minimizasse o q’ ou maximizasse o R’tot. Tal valor poderia ser obtido a partir da
exigência que:
dR’tot = 0; Logo: 1___ - __1__ = 0 ou r = k
dr 2пkr 2пr^2h h
Para determinar se o resultado anterior maximiza ou minimiza a resistência
total, a segunda derivada deve ser avaliada. Assim sendo:
d^2 R’tot = - ___1___ + ___1___
dr^2 2пkr^2 пr^3h
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ISOLAMENTO TÉRMICO

1. Introdução

Nesse experimento estudaremos o isolamento térmico em cilindros sem geração de energia térmica. Aprenderemos a olhar a função de resistência térmica, paredes cilíndricas, compostas e espessura critica de isolamento.

1.1-Condução em Cilindros:

Sistemas cilíndricos e esféricos muitas vezes apresentam o gradiente de temperatura apenas na direção radial e podem ser tratados como unidimensionais. Além disso, em condições de regime estacionário e sem a geração interna de calor, o sistema cilíndrico é analisado através do método padrão, que começa com a forma apropriada da equação do calor. Em um cilindro oco, cujas superfícies internas e externas encontram-se expostas a fluidos a diferentes temperaturas e considerando regime estacionário sem geração interna de calor, a equação de calor é representada por:

1 d (kr dT/dr) = 0 r dr

O resultado físico desse resultado se torna evidente se também pudermos considerar a forma apropriada da lei de Fourier. A taxa na qual a energia é conduzida através de uma superfície cilíndrica qualquer no sólido pode ser expressa como:

qr = -kA dT dr

Onde, A = área normal à direção da transferência de calor.

Resistência Térmica:

Para a condução radial em uma parede cilíndrica, a resistência térmica é dada por:

R cond = ln (r2/r1) 2 пLk

Espessura crítica de isolamento:

Uma espessura ótima para o isolamento seria associada ao valor de r que minimizasse o q’ ou maximizasse o R’tot. Tal valor poderia ser obtido a partir da exigência que:

dR’tot = 0; Logo: 1___ - 1 = 0 ou r = k dr 2 пkr 2 пr^2h h

Para determinar se o resultado anterior maximiza ou minimiza a resistência total, a segunda derivada deve ser avaliada. Assim sendo:

d^2 R’tot = - 1 + 1 dr^2 2 пkr^2 пr^3h

Uma vez que esse resultado é sempre positivo, segue que r = k/h é o raio do isolamento para a qual a resistência total é um mínimo, não um máximo. Logo, a espessura ótima do isolamento não existe. Do resultado acima, faz mais sentido pensar em termos de um raio crítico de isolamento.

R crítico = k h

Portanto, R crítico < que o raio do sistema, qualquer quantidade de isolante instalada reduzirá a taxa de transferência de calor.

2. Objetivos

Determinar experimentalmente a condutividade térmica do polietileno expandido, o coeficiente de transferência de calor entre a superfície externa do isolante e o ambiente e o raio crítico do isolamento.

3. Materiais

Tubo de cobre com diâmetro externo de 28 mm e comprimento de 1000 mm, no interior do qual está inserida uma resistência elétrica. Isotubo de polietileno expandido com espessura de 10 mm, sobreposto ao tubo de cobre. Termopares tipo T fixados nas superfícies interna e externa do polietileno. Voltímetro, amperímetro, milivoltímetro, chave seletora.

4. Procedimento Experimental

Verificar a posição dos termopares. Ligar o aquecimento elétrico. Medir a temperatura ambiente: Tamb = 29,60ºC. Aguardar o sistema entrar em regime permanente e efetuar as medidas constantes nas tabelas 1 e 2. Isso pode levar algumas horas.

Tabela 1 – Temperaturas do isolante

Posição dos termopares Força eletromotriz (mV) Temperatura ( oC)

(externo)1 0,37 38, (externo)2 0,34 37, (externo)3 0,36 38, (interno)4 0,80 48, (interno)5 0,91 51, (interno)6 0,82 49,

Tabela 2 – Potência Elétrica

Diferença de potencial(V) Corrente elétrica (A) Potência elétrica (W)

Figura 1 – Propriedades do Polietileno

Figura 2 – Ilustração da Prática

7. Bibliografia

  • INCROPERA, P.Frank, Fundamentos de Transferência de Calor e Massa, Rio de Janeiro 2003
    • http://www.multinova.ind.br/pt_popup_tabelas.htm (5º tabela)