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Técnicas usadas na area de microbiologia, culturas, doenças
Tipologia: Manuais, Projetos, Pesquisas
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Não perca as partes importantes!

















Relatório de estágio supervisionado em microbiologia apresentado a FAM – FACULDADE DE AMERICANA no curso de Biomedicina sob orientação do professora Profª Elaine Berro.
Houve crescimento significativo > que 100.000 UFC de bactérias. Contagem da amostra 2: Sugestivo a possível infecção. 2 MODIFICAÇÃO RUGAI 2.1 OBJETIVO O método de Rugai é utilizado para identificação de enterobactérias, víbrios e aeromonas. Este meio permite a leitura em um único tubo das seguintes reações: Motilidade, lisina, glicose, sacarose, H²S, urease, indol e L triptofano. Por se tratar de um meio de cultura seletivo, não há formas de realizar análises de sensibilidade e especificidade. (ARAÚJO e PESSOA, 2014) 2.2 MATERIAIS Para a confecção deste procedimento, foram necessários os seguintes materiais: Ágar CLED cultivado na urocultura, meio de cultura – Rugai Modificado, agulha bacteriológica e estufa. 2.3 PROCEDIMENTO O procedimento sempre é realizado com a chama do bico de Bunsen acesa. Com a agulha bacteriológica flambada e resfriada, recolheu-se uma colônia da amostra do paciente cultivada no ágar CLED e inseriu- se em uma única perfuração, até o fim no tubo de Rugai, ao retirar, em sua superfície foi realizado um estriamento. Em seguida foi armazenado na estufa por 48 horas.
Podemos dizer que existem diversos motivos para que o resultado do teste seja errôneo. Apesar deste procedimento não apresentar nenhum interferentes, os possíveis que acontecem são, contaminação do material, material não esterilizado, armazenamento incorreto, coleta de colônias não isoladas, entre outros. 2.5 CONCLUSÃO Através do crescimento e avaliação do teste de rugai modificado, concluímos que o resultado nos leva a bactéria Escherichia coli. INDOL POSITIVO SACAROSE NEGATIVO GÁS POSITIVO GLICOSE POSITIVO LISINA POSITIVO MOTILIDADE POSITIVO UREIA NEGATIVO L TRIPTOPOFANO POSITIVO H2S NEGATIVO TABELA 2: RESULTADO RUGAI MODIFICADO UROCULTURA 3 BACTERIOSCOPIA 3.1 OBJETIVO O exame bacterioscópico é utilizado de forma eficaz na descoberta de bactérias presente em qualquer tipo de material biológico. É realizado a partir do esfregaço corado com coloração de gram, onde é possível a visualização da morfologia das bactérias. Nesse processo podem ser observadas algumas estruturas como, cocos gram positivos ou negativos; coco gram em cadeias e bacilos positivos ou negativos. Apesar de possuir uma sensibilidade relativamente baixa, os resultados negativos não são descartados e por isso a cultura do material também é feita. (SANTOS, 2015).
coleta de colônias não isoladas, coloração de gram realizada de forma incorreta, entre outros. 3.6 CONCLUSÃO Observamos grandes quantidades de bacilos vermelhos, concluindo que a bactéria encontrada é um bacilo gram-negativo. 4 ANTIBIOGRAMA 4.1 OBJETIVO O antibiograma fundamenta-se na determinação “in vitro” da sensibilidade ou resistência de antibióticos diante da bactéria que está sendo cultivada. O teste normalmente é feito por difusão em ágar e a partir do crescimento é possível determinar o melhor antibiótico para tratar a bactéria. (VAZ, 2009). 4.2 MATERIAIS Para a confecção deste procedimento, foram necessários os seguintes materiais: Ágar Mueller Hinton, discos de antibióticos, tubo com salina, pinça, swab de algodão, ágar CLED cultivado na urocultura e estufa. 4.3 PROCEDIMENTOS O procedimento sempre é realizado com a chama do bico de Bunsen acesa. Foi diluído colônias de bactérias da urocultura crescidas no ágar CLED em um tubo com salina, e com o swab de algodão encharcado com a solução iniciou-se a semeadura no ágar Mueller Hinton através do método de Kirby Bauer. Em seguida foi posto os discos de antibióticos espalhados pela placa e foi levada para a estufa e aguardamos o crescimento por 72 horas para a identificação. 4.4 INTERFERÊNCIAS Neste teste não obtivemos nenhum interferente, mas podemos dizer que existem diversos motivos para que o resultado do teste seja errôneo como, contaminação do material, conservação do material, coleta de colônias não isoladas, colocação dos discos erradas, condições de incubação das placas, entre outros.
Os resultados do crescimento do antibiograma analisam-se abaixo: ANTIBIÓTICOS HALO (mm) RESISTENTE INTERMEDIÁRIO SENSÍVEL SUT 28mm - - X CAZ 34mm - - X CTX 30mm - - X NOR 29mm - - X IPM 29mm - - X AMC 19mm - - X GEN 22mm - - X CPM 35mm - - X TABELA 3: RESULTADO ANTIBIOGRAMA UROCULTURA Neste caso, todos os antibióticos são consideráveis sensíveis para a bactéria Escherichia coli. A confirmação é possível através dos valores de referência da tabela abaixo: ANTIBIOTICOS RESISTENTE INTERMEDIÁRIO SENSÍVEL AMC <13 14 - 17 > CPM <14 15 - 17 > CTX <22 23 - 25 > CAZ <17 18 - 20 > IPM <19 20 - 22 > MER <19 20 - 22 > GEN <12 13 - 14 > NOR <12 13 - 16 > SUT <12 13 - 16 > TABELA 4: VALORES DE REFERÊNCIA ANTIBIOGRAMA UROCULTURA
um diagnóstico com exatidão. (OLECI PEREIRA FROTA, ADRIANO MENIS FERREIRA, ET AL., 2014). 6.2 MATERIAIS Para a confecção deste procedimento, foram necessários os seguintes materiais: Amostra de secreção traqueal, luvas, ágar Sangue, alça bacteriológica, swab, cloreto de sódio, ágar Mueller Hinton para o antibiograma, Kit NF, discos de antibiótico, pinça bacteriológica, lâmina, rugai modificado, microscópio, bico de Bunsen e estufa. 6.3 PROCEDIMENTO O procedimento sempre é realizado com a chama do bico de Bunsen acesa. Realizamos a bacterioscopia juntamente com a coloração de gram, a semeadura em uma placa de ágar Sangue através do método quantitativo e aguardamos o crescimento bacteriano por 48 horas. Posterior ao crescimento das colônias de bactérias, efetuamos o método de Rugai Modificado e KIT NF. 6.4 INTERFERÊNCIAS Neste teste não obtivemos nenhum interferente, mas podemos dizer que existem diversos motivos para que o resultado do teste seja errôneo como, contaminação do material, conservação do material, coleta de colônias não isoladas, colocação dos discos erradas, realização dos procedimentos, condições de incubação das placas, entre outros. 6.5 CONCLUSÃO De acordo com as observações da amostra, chegamos aos determinados resultados abaixo: Bacterioscopia: Observação de bacilos gram negativos Rugai Modificado: Não houve crescimento, pois, a bactéria não é fermentadora de glicose.
Neste caso, todos os antibióticos são consideráveis sensíveis para a bactéria em análise. A confirmação é possível através dos valores de referência da tabela abaixo: A confirmação do tipo de bactéria deste teste só será possível através do resultado do KIT NF. 7 KIT NF 7.1 OBJETIVO O KIT NF é utilizado na rotina laboratorial com a finalidade de identificar os bacilos gram negativos não fermentadores de glicose. Ele é constituído pelos testes de oxidase, maltose, lactose e crescimento em ágar MacConkey (PROBAC, 2017).
Resultado: 342 Teste identificado como bactéria Pseudomonas spp. 8 COPROCULTURA 8.1 OBJETIVO A coprocultura é a pesquisa de microrganismos nas fezes que causam Diarreia aguda ou crônica. O teste engloba as análises macroscópicas, microscópicas e bioquímicas para a detecção da presença de fezes sanguinolentas, leucócitos, muco, pus e bactérias patogênicas e parasitas. Normalmente a pesquisa de fezes indica patologias relacionadas com Salmonella spp, Shigella spp, E. coli enteropatogênicas (PAULO, 2006). 8.2 MATERIAIS Para a confecção deste procedimento, foram necessários os seguintes materiais: Placa de ágar SS (salmonela/shiguela), placa de ágar Mueller Hinton para o antibiograma, discos de antibióticos, amostra de fezes, bico de Bunsen, luvas, estufa, coloração de gram, rugai modificado, pinça e alça bacteriológica, swab, cloreto de sódio e lâmina. 8.3 PROCEDIMENTO O procedimento sempre é realizado com a chama do bico de Bunsen acesa e com os materiais esterilizados. Foi realizado a bacterioscopia da amostra juntamente com a coloração de gram e semeado uma quantia de amostra de fezes diluída na salina na placa de ágar SS através do método de esgotamento. Aguardamos 48 horas
para o crescimento da bactéria na estufa e após isso efetuamos o antibiograma e o rugai modificado. 8.4 INTERFERÊNCIAS Neste teste não houve interferentes, mas poderia haver diversos motivos para que o resultado do teste fosse errôneo, como semeadura da placa de forma incorreta, má conservação do material, erro no procedimento, equipamentos descalibrados, entre outros. 8.5 CONCLUSÃO Através do crescimento e avaliação do teste de rugai modificado, concluímos que o resultado nos leva a bactéria Salmonela sp. RESULTADO RUGAI MODIFICADO: O teste de antibiograma nos apresentou os seguintes resultados:
o crescimento. Após o crescimento das colônias efetuamos a bacterioscopia, o teste de coagulase e o antibiograma. 9.4 TESTE DE COAGULASE Coagulase é uma proteína semelhante a protrombina que auxilia na coagulação normal do organismo. O teste de coagulase analisa a capacidade do microrganisco de reagir com o plasma e formar um coágulo. O teste tem sido utilizado para a diferenciação dos microrganismos do gênero Staphylococcus dotados de maior potencial patogênico (GERALDO MARCIO DA COSTA, ET AL, 2011). No teste de coagulase deve-se inocular a colônia da amostra no líquido contendo pool de plasma. Se o líquido coagular, tornando gelatinoso é coagulase positiva e se permanecer líquido é coagulase negativa. 9.5 INTERFERÊNCIAS Neste teste não obtivemos nenhum interferente, mas podemos dizer que existem diversos motivos para que o resultado do teste seja errôneo como, contaminação do material, conservação do material, coleta de colônias não isoladas, condições de armazenamento das placas, erro no procedimento, entre outros. 9.6 CONCLUSÃO De acordo com as observações da amostra, chegamos aos determinados resultados abaixo: Bacterioscopia: Observação de cocos gram positivo. Teste de Catalase: Positivo. Teste de Coagulase: Positivo. Resultado: A bactéria identificada foi Staphylococcus aureus. O teste de antibiograma nos apresentou os seguintes resultados:
Neste caso, as maiorias dos antibióticos são consideráveis resistentes para a bactéria Staphylococcus aureus, sendo apenas os antibióticos eritromicina e clindamicina sensíveis. Quando o antibiótico oxacilina é resistente, obrigatoriamente a penicilina também será resistente, mesmo possuindo halo sensível. A confirmação é possível através dos valores de referência da tabela abaixo: TABELA 12: VALORES DE REFERÊNCIA ANTIBIOGRAMA SECREÇÃO NASAL. 9.7 RESITÊNCIA INTRÍNSECA A resistência intrínseca está relacionada com a capacidade que o microrganismo tem de driblar a ação do antibiótico. Esta resistência desencadeia características genéticas do microrganismo. Os antibióticos atuam diretamente em fatores que estão correlacionados com componentes das membranas das bactérias, porém algumas bactérias não possuem esses fatores, desta forma o antibiótico não consegue destruí- la e a bactéria se torna insensível a ele. Um outro exemplo é o caso da penicilina que