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Uma lição sobre a renovação da mente, enfatizando o conceito de serviço rational, ou seja, o sacrifício vivo, santo e agradável que devemos oferecer a deus. O texto aborda a definição do culto racial, a importância do sacrifício vivo, a santidade necessária para agradar a deus, e o contrastes entre o culto formal e o culto tradicional. Além disso, o documento oferece reflexões para aplicar esses conceitos em nossas vidas.
Tipologia: Notas de estudo
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a. Apresentar-se: viver na presença de Deus. b. Sacrifício: atitude de oferecer-se a Deus por meio de Cristo. i.Sacerdote: eu mesmo — “vós sois... sacerdócio real” (1Pe 2.9). ii.Oferta: eu mesmo — “os vossos corpos como sacrifício” (Rm 12.1). iii.Instrumento: “a palavra de Deus é... mais cortante do que [adaga]” (Hb 4.12). iv.Objetivo: agradar a Deus, viver a vida cristã — santificação.
[2] SACRIFÍCIO VIVO, SANTO E AGRADÁVEL a. Sacrifício: é vivo pela vida de Cristo, santo pela santidade de Cristo e aceitável pela perfeição de Cristo. b. Sacrifício: os sacrifícios no AT eram chamados de aceitáveis; a lei ensinava como oferecer sacrifícios aceitáveis e quais sacrifícios eram inaceitáveis (Lv 22.17). c. “Vivo, santo e agradável”: qualifica o tipo de sacrifício que agrada a Deus — o culto de coração e não de ritos: “Fazer justiça e juízo é mais aceitável ao SENHOR do que sacrifício” (Pv 21.3; Sl 69.30,31). d. Dois tipos de sacrifício: i.Expiatório: o sacrifício pelos pecados foi oferecido voluntariamente por Cristo a Deus; ele era o único qualificado para oferecer o sacrifício, mas também o único não obrigado a prestar qualquer sacrifício pelo pecado, porque é santo; o sacrifício expiatório é entre Deus Pai e Deus Filho, do Santo para o Santo; nenhum ser humano se qualificaria para oferecer este sacrifício pelos pecados. ii.Voluntário: sacrifício oferecido a Deus em louvor por alguma bênção. iii.Conclusão: as misericórdias de Deus se expressaram concretamente pelo sacrifício expiatório de Cristo e nos tornou completamente aceitáveis a Deus; agora, o que nos resta? Apenas nos oferecermos a nós mesmos a Deus.
[3] SACRIFÍCIO VIVO a. Sacrifício vivo: uma aparente contradição de termos; contraste com sacrifício de animais mortos do AT; oferecer a própria vida em adoração a Deus; b. Comunhão: viver em Cristo pela fé (Gl 2.20). c. Sacrifício ambulante: sacrifício vivo pode ser entendido como “viver o sacrifício” — estilo de vida do novo homem.
i.“Por meio de Jesus, pois, ofereçamos a Deus, sempre, sacrifício de louvor, que é o fruto dos lábios que confessam o seu nome” (Hb 13.15). ii.“a fim de oferecerdes sacrifícios espirituais, agradáveis a Deus” (1Pe 2.5). d. Vida/Morte: o contraste expresso por “sacrifício vivo” pode ser visto na proposição de Cristo sobre o impulso de viver que resulta em morte e a disposição de morrer que resulta em vida. i.“quem quiser salvar a sua vida, perde-a; mas quem perder a sua vida, salva-a” (citação livre de Mc 8.34-38); ii.“Se o grão de trigo, lançado à terra, não morrer, fica ele só; mas, se morrer, dá muito fruto” (Jo 12.24).
a. Sacrifício santo: sacrofacere (latim) ou ‘fazer santo’; o corpo oferecido em sacrifício santo é o templo do Espírito Santo (1Co 6.19; Ef 2.21; 1Ts 4.4). i.“Vocês não sabem que são templo de Deus e que o Espírito de Deus habita em vocês? Se alguém destrói o templo de Deus, Deus o destruirá. Pois o templo de Deus é santo, e essetemplo são vocês” (! Co 3.16-17). ii.A vontade de Deus é que vivam consagrados a ele ..., que cada um saiba usar o próprio corpo na santidade e no respeito” (1Ts 4.4, Edição Pastoral). b. Santidade alheia: o cristão é declarado santo por sua posição em Cristo, pela habitação do Espírito Santo; é a santidade de outro que nos torna santos. i.Pelo contrário, assim como é santo o Deus que os chamou, também vocês tornem-se santos em todo o comportamento, porque a Escritura diz: sejam santos porque eu sou santo (1Pe 1.15-16) ii.“... amados por Deus e chamados à santidade” (Rm 1.7). iii.“Deus não nos chamou para a imoralidade, mas para a santidade” (1Ts 4.7). c. Fogo estranho: os judeus eram proibidos de trazer ao Senhor fogo estranho; (ver Nm 3.3); somente o que é santificado por Deus pode ser oferecido a ele. i.“São vocês que desprezam o meu nome! Trazendo comida impura ao meu altar! Na hora de trazerem animais cegos para sacrificar... Na hora de trazerem animais aleijados e doentes como oferta...Não tenho prazer em vocês” (Ml 1.6-10) d. Conclusão: nós fomos colocados em uma posição de santidade em Cristo diante de Deus; agora devemos nos oferecer a ele como santos, para sermos santificados plenamente até o último dia.
i.Culto: latreia (grego), mesma palavra usada para se referir ao serviço dos sacerdotes no templo; "adoração oferecida pela razão, ou pela alma” (Thayer); traduzida como ‘culto’ (Jo 16:2; Rm 9:4; 12:1) e ‘serviço sagrado’ (Hb 9:1,6); não se refere estritamente ao culto litúrgico, mas a todo ato de obediência a Deus. ii.Racional: refere-se ao papel da mente renovada do cristão em contraste com os ritos e sacrifícios de animais; traduzido como espiritual em 1 Pe 2:2; sentido de integral, com entendimento e apropriado.
[8] PARA REFLETIR a. Deus: “Anda na minha presença e sê perfeito” (Gn 17.1). b. Sacrifício: adote o hábito de oferecer-se a si mesmo a Deus diariamente; ofereça seu tempo, seus talentos, oportunidades, relacionamentos e o que mais servir para agradar a vontade de Deus. i.“E tudo o que fizerdes, seja em palavra, seja em ação, fazei-o em nome do Senhor Jesus, dando por ele graças a Deus Pai” (Cl 3.17). ii.“Pois o amor de Cristo nos constrange, julgando nós isto: um morreu por todos; logo, todos morreram. E ele morreu por todos, para que os que vivem não vivam mais para si mesmos, mas para aquele que por eles morreu e ressuscitou... E, assim, se alguém está em Cristo, é nova criatura; {criatura; ou criação} as coisas antigas já passaram; eis que se fizeram novas” (2Co 5.14-17)
c. Culto Racional: exercite o conceito de oficiar como sacerdote- sacrifício diante de Deus, oferecendo a si mesmo ao Senhor em todo tempo e todo lugar. i.“E tudo o que fizerdes, seja em palavra, seja em ação, fazei-o em nome do Senhor Jesus, dando por ele graças a Deus Pai” (Cl 3.17). ii.“Portanto, quer comais, quer bebais ou façais outra coisa qualquer, fazei tudo para a glória de Deus” (1Co 10.31). d. Oração: experimente orar a Deus oferecendo-se para agradá-lo e pedindo sabedoria para saber agradá-lo em tudo: i.“Agrada-me fazer a tua vontade, ó Deus meu” (Sl 40.8). ii.“Aqui estou; vim para fazer a tua vontade” (Hb 10.9).