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Resumo do Conteudo de Contabilidade.
Tipologia: Notas de estudo
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A Contabilidade é um instrumento da função administrativa que tem por finalidade controlar o patrimô- nio apurar o resultado e prestar in- formações sobre o patrimônio das empresas. P A T R I M Ô N I O Conjunto de elementos necessários à existência de uma entidade, ou seja, é o conjunto de bens, direitos e obrigações. É o objeto da contabilidade. E N T I D A D E / E M P R E S A É qualquer pessoa física ou jurídi- ca detentorade um patrimônio. Re- sulta na combinação de três fato- res de produção: Natureza , Capi- tal e Trabalho. P R I N C Í P I O S C O N T Á B E I S PRINCÍPIO DA ENTIDADE : reco- nhece o patrimônio como objeto da contabilidade e afirma a autono- mia patrimonial, onde não se pode confundir o patrimônio da entidade com o patrimônio de seus proprietários. São os preceitos fundamentais em que se baseiam a doutrina e a téc- nica contábil. PRINCÍPIO DA CONTINUIDADE: diz que a contabilidade deve cons- iderar que a entidade continuará suas operações indefinidamente no futuro. Isto é necessário para ga- rantir a utilidade de aluguns ativos que, caso a empresa encerrasse suas atividades, teruam seu valor econômico anulado, o que geraria insegurança jurídica e tributária. PRINCÍPIO DA OPORTUNIDADE: se refere ao registro dos fatos con- tábeis de maneira tempestiva e ín- tegra, ou seja, no momento opor- tuno, mais próximo possível de quando ele foi gerado, e com as informações completas e fidedig- nas, sem omissões ou excessos. PRINCÍPIO DO REGISTRO PELO VALOR ORIGINAL: diz que os componentes do patrimônio devem ser registrados pelos valores originais das transações, expressos na moeda do país. PRINCÍPIO DA COMPETÊNCIA: diz que os registros de receitas e despesas devem ser incuídos na apuração dos resultados do exercício (DRE) quando o fato gerador ocorre, independente de quando acontece o pagamento ou recebimento. PRINCÍIO DA PRUDÊNCIA: trata- se de considerar o menor valor na mensuração de ativos e o maior
valor na mensuração de passivos. Desta maneira evitam-se possíveis equívocos no levantamento das informações e descontrole finan- ceiro ao subestimar ou super- estimar valores. É o espaço de tempo (12 meses), findo o qual as pessoas jurídicas a- puram seus resultados; ele pode coincindir, ou não, com o ano- calendário, de acordo com o que dispuser o estatuto ou o contrato social. E X E R C Í C I O S O C I A L
É o conjunto de BENS , DIREITOS e OBRIGAÇÕES. BENS : tudo que pode ser avaliado economicamente e que satisfaça as necessidades humanas. Tangíveis : têm existência física, existe como coisa ou ojeto. Intangíveis : não são palpáveis. DIREITOS : são bens de nossa propriedade que se encontram em poder de terceiros (valores a rece- ber) OBRIGAÇÕES : são bens de propriedade de terceiros que se encontram em nosso poder (valores a pagar) I T E N S P A T R I M O N I A I S ATIVO : conjunto de bens e direitos (parte positiva). Chamado de Patrimônio Bruto. PASSIVO : conjunto de obrigações (parte negativa). Também cha- mado de Capital de Terceiros ou Passivo Exigível. PATRIMÔNIO LÍQUIDO : diferen- ça entre o ATIVO e o PASSIVO. Representa as OBRIGAÇÕES da entidade para com os sócios ou acionistas. É a parte do patrimônio que vai medir ou avaliar a situação ou condição da entidade. Também chamado de Passivo Não-Exigível; E Q U A Ç Ã O P A T R I M O N I A L PATRIMÔNIO LÍQUIDO=ATIVO-PASSIVO S I T U A Ç Õ E S P A T R I M O N I A I S Situação favorável ➜ PL+ Ocorre quando os bens e direitos (ativo) excedem o valor das obrigações com terceitos (passivo exigível) ATIVO>PASSIVO ➜ Patrimônio Líquido é POSITIVO/SUPERAVI- TÁRIO. Situação desfavorável ➜ PL- ATIVO<PASSIVO ➜ Patrimônio Líquido é NEGATIVO/DEFICITÁ- RIO.
CAPITAL PRÓPRIO ➜ são os recursos originários dos sócios ou acionists da entidade ou decorren- tes de suas operações. CAPITAL DE TERCEIROS ➜ re- presentam os recursos originários de terceiros utilizados para a aqui- sição de ativos de propriedade da entidade. Corresponde ao PE CAPITAL REALIZADO ➜ corres- ponde ao valor dos recursos entre- gues pelos sócios e à disposição da entidade. CAPITAL A REALIZAR ➜ é o ca- pital com que a entidade foi regis- trada mas que por algum motivo ainda não foi colocado totalmente à disposição da entidade. Com o desenrolar dos negócios, este capi- tal será posto à disposição da entidade, seja através de dinheiro ou outros bens. CAPITAL TOTAL A DISPOSI- ÇÃO DA EMPRESA ➜ correspon- de à soma do capital próprio com o capital de terceiros. É também igual ao total do ativo da entidade PATRIMÔNIO: é o conjunto que compreende os bens da empresa, seus direitos e suas obrigações.
ção da empresa para com os sócios originário da entrega de recursos para a formação do capital da entidade. Corresponde ao PL. D I F E E R E N Ç A E N T R E C A P I T A L E P A T R I M Ô N I O CAPITAL: é o conjunto de elementos que o proprietário da empresa possui para iniciar suas atividades. contábil D É B I T O E C R É D I T O DÉBITO➜ é uma situação de dívida ou de responsabilidade da conta para com a entidade. Aumenta o valor de uma conta do ativo e/ou diminui uma conta do passivo. Nas contas de Resultado, aumentar o valor das despesas CRÉDITO➜ é uma situação de direito ou de haver da conta em relação à entidade. Aumenta o valor de uma conta do passivo ou do PL, ou diminui uma conta do ativo. Nas contas de Resultado, aumenta a conta das receitas.
C O N T A S C O N T Á B E I S devedor: quando a soma dos débitos for maior que a soma dos créditos. SALDO➜ é a diferença entre o total dos débitos e o total dos créditos efetuados em uma conta. O saldo pode ser: credor: quando a soma dos débitos for menor que a soma dos créditos. nulo: quando a soma dos débitos for igual a soma dos créditos. RAZONETE➜ no lado esquerdo do razonete são lançados os débitos (saldos devedores) e no la- do direito são lançados os créditos (saldos credores), ficando o nome da conta na parte de cima do T. (débito) (crédito) CONTAS➜ são denominações contábeis que identificam e controlam os elementos contábeis de natureza semelhante. P L A N O D E C O N T A S É constituído pelo conjunto de normas e procedimentos sobre a utilização das contas integrantes do sistema contábil da entidade. É constituído pelas seguintes par- tes: Elenco das Contas, Codificação das Contas, Função das Contas e Funcionamento das Contas. ELENCO DE CONTAS➜ conhe- cido como estrutura do plano de contas, consiste na relação ordenada de todas as contas utilizadas para o registro dos fatos contábeis de uma entidade. CODIFICAÇÃO DAS CONTAS➜ a codificação tem por objetivo simplificar a classificação das contas nos respectivos grupos e subgrupos. FUNÇÃO DAS CONTAS➜ tem como finalidade explicar a razão da existência da conta, para que serve, onde se aplica, como se trabalha com ela. FUNCIONAMENTO DO PLANO DE CONTAS➜ é a parte do Plano de Contas que demonstra o relacionamento de uma contacom as demais, assim como a sua abertura, movimentação e encerramento. M É T O D O S D E E S C R I T U R A Ç Ã O MÉTODO DAS PARTIDAS DOBRADAS➜ é o método pelo qual cada débitoefetuado em uma ou mais contadas, deve correspon-
RECEITAS: são ingressos patrimo- niais decorrentes da utilização dos recursos da empresa e que geram gastos para a mesma. As receitas aumentam a riqueza da própria do patrimônio. e DESPESAS: são gastos executados com a finalidade de gerar receitas. As despess podem diminuir o ativo ou aumentar o passivo, mas sempre provocam diminuições no PL. As despesas reduzem a riqueza própria do patrimônio. R E S U T A D O = R E C E I T A S - D E S P E S A S Depreciação dos Bens materiais do Ativo Imobilizado corresponde à diminuição do valor dos elementos ali classificáveis, resultante do desgaste pelo uso, ação da natureza ou obsolescência normal. Exemplos de bens que aparecem no Ativo Imobilizado e estão sujeitos à depreciação: Computadores, Imóveis, Móveis, Veículos... A depreciação é feita por que quando a empresa compra bens ela efetua um gasto. Esse gasto, por ser considerado investimento, não pode ser contabilizado como despesa. Mas conforme estes bens são utilizados, eles se desgastam e perdem o valor. Através dela, a empresa pode considerar como despesa o valor gasto na aquisição dos seus bens de uso. É evidente que para se depreciar o valor gasto na aquisição do bem é preciso atender a algumas exigências legais, tendo em vista, principalmente, o tempo de vida útil do bem. Os bens não duram eternamente; eles têm um tempo de vida útil o qual, desgastados pelo uso em função da natureza ou mesmo pela obsolescência, deixam de ser convenientes para a empresa. Desgaste pelo uso Ação do tempo Obsolescência
exemplo Benfeitorias em Imóveis de Terceiros, Marcas e Patentes, Despesas de Organização etc. C O N T A B I L I Z A R A D E P R E C I A Ç Ã O O primeiro passo é estimar o tempo de vida útil para o bem e, consequentemente, fixar a taxa anual de depreciação. Depois de estabelecidos o tem- po de vida útil e a respectiva taxa anual de depreciação, verifica-se qual o método de depreciação será utilizado. Existem vários métodos, como método linear ou em linha reta, método da soma dos digitos, método do saldo drecrescente etc. A depreciação pode ser anual ou mensal. A depreciação pode ser, ainda, normal ou acelerada, diferenci- ando-se tãosomente em relação à taxa aplicada, que poderá variar conforme o número de turnos de utilização do bem a ser depreciado. É a diminuição do valor dos Bens imaterias em razão do tempo. Por C O N T A B I L I Z A R A A M O R T I Z A Ç Ã O Como ocorre com a depreciação, a contabilização da amortização poderá ser efetuada debitando-se a conta Amortização e creditando-se a conta Amortização Acumu- lada, englobando as amortiza- ções efetuadas, ou creditando- se contas específicas correspon- dentes a cada bem amortizado.
D I F E E R E N Ç A E N T R E C A P I T A L E P A T R I M Ô N I O PATRIMÔNIO: é o conjunto que compreende os bens da empresa, seus direitos e suas obrigações.