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Conceitos importantes em Contabilidade Geral, como aplicação financeira, empréstimos bancários, financiamento, leasing, receitas e despesas financeiras, duplicatas descontadas e principais demonstrações contábeis. As demonstrações contábeis são documentos obrigatórios para empresas de sociedade por ações e incluem o Balanço Patrimonial, Demonstração do Resultado do Exercício, Demonstração dos Fluxos de Caixa, Demonstração das Mutações do Patrimônio Líquido e Demonstração do Valor Adicionado, além de Notas Explicativas. útil para estudantes de Contabilidade e áreas afins.
Tipologia: Resumos
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uma aplicação financeira o interessado compra um
ativo ou título oferecido por uma instituição com o
objetivo de obter uma remuneração para os
recursos aplicados. é a compra de um ativo
financeiro na expectativa de que, com o tempo, ele
produza um retorno financeiro. Ou sejaː espera-se
não só obter de volta o capital investido, como
também um excedente, a título de juros ou
dividendos.
pode ser pedido por qualquer cliente de uma
instituição financeira. A operação consiste na
transferência de um valor que deve ser pago em
parcelas. Quanto maior o número destas parcelas,
maior será a taxa de juros cobrada. Os empréstimos
bancários são feitos com o dinheiro que outras
pessoas depositam nas instituições financeiras —
como por exemplo, quando um cliente deixa uma
quantia para render na poupança. É um serviço pelo
qual uma instituição financeira “empresta” dinheiro
para que o cliente utilize conforme desejar, sem uma
finalidade específica. E, em troca, o cliente paga juros
pelo serviço.
diferença de que tem uma finalidade específica e
necessita dos dados do bem ou do serviço financiado
para servir de garantia para a instituição. Os mais
usuais são os de imóveis e de veículos.
o direito de utilizar um produto e que, no final do
contrato, ele pode optar por renovar o contrato ou comprar ou não o bem. Os leasings mais comuns são os leasings de veículos.
descontos obtidos, o lucro na operação de reporte, o prêmio de resgate de títulos ou debêntures e os rendimentos nominais relativos a aplicações financeiras de renda fixa, auferidos pela empresa no período de apuração, compõem as receitas financeiras e como tal deverão ser incluídas no lucro operacional. Tais receitas, quando derivados de operações ou títulos com vencimento posterior ao encerramento do período de apuração, poderão ser rateados pelos períodos a que competirem. Para fins tributários, existem muitas contas que são consideradas como receitas financeiras. Veja os exemplos de itens que as compõem e que devem ser incluídos no lucro operacional do negócio:
os juros recebidos sobre o capital próprio; os descontos obtidos; o lucro na operação de reporte; o prêmio de resgate de títulos ou de debêntures; os rendimentos nominais relativos a aplicações financeiras de renda fixa, auferidos pela companhia na época de apuração.
representam o preço a ser pago por um empreendimento aos seus credores e são relativas aos juros provenientes de empréstimos contraídos pelo negócio, independentemente de qual seja, de fato, o intuito dessa dívida.
documento emitido junto da nota fiscal por uma empresa que vende uma mercadoria ou presta um serviço a outra. Ela funciona como prova do contrato de compra e venda entre as partes, na qual consta o valor a ser pago e o vencimento do título. A duplicata funciona como um título de crédito. Não se trata de um documento de cobrança, porque deve estar sempre vinculada a uma transação comercial. Nesse sentido, ela é mais complexa que um simples boleto bancário, por exemplo. A empresa que vendeu seu produto ou serviço tem em mãos, então, um documento que representa o compromisso do comprador (sacado) em pagar o vendedor (sacador). E aqui chegamos ao próximo conceito. Duplicatas descontadas são os títulos de crédito ou promessas de recebimento a partir de contratos assinados usadas por uma empresa como garantia para obter crédito bancário.
demonstrações contábeis são documentos que uma empresa elabora e divulga, com o objetivo de representar seu fluxo contábil e financeiro em um certo período.A divulgação destes demonstrativos é obrigatória segundo a lei 6404/76 para empresas de sociedade por ações, apresentadas ao público que tenham interesse, como os acionistas ou sócios.
Apesar de obrigatórias para algumas empresas, é importante elaborar as demonstrações contábeis para que se tornem uma espécie de "mapa" para os administradores, auxiliando nas tomadas de decisões em comparação com os períodos anteriores ao atual. Além disso, com a divulgação destes demonstrativos é que sócios e acionistas podem analisar o crescimento da organização e exibirem o interesse em investir.
A elaboração das demonstrações contábeis (financeiras) acontecem ao fim do período do
exercício pelo setor administrativo e contabilístico da empresa. A divulgação de demonstrações contábeis é obrigatório pela legislação brasileira para empresas de capital aberto, onde em um documento com a seguinte estrutura: (^) Balanço Patrimonial; (^) Demonstração do Resultado do Exercício - DRE; (^) Demonstração dos Fluxos de Caixa - DFC; (^) Demonstração das Mutações do Patrimônio Líquido - DMPL; (^) Demonstração do Valor Adicionado - DVA; (^) Notas Explicativas.
O Balanço tem como função demonstrar a situação financeira e patrimonial da empresa, detalhando o que a empresa possui entre bens, direitos e obrigações. Este documento oferece uma visão geral das atividades da empresa, como por exemplo, o quanto tem a pagar a fornecedores e a receber de clientes.
A Demonstração do Resultado do Exercício é elaborado para que se demonstre as operações realizadas dentro do período que agregaram rendimentos ou gastos para a empresa. A DRE serve também para o apuramento dos impostos, principalmente o Imposto de Renda, além de saber se a empresa obteve lucro ou prejuízo no período.
A Demonstração dos Fluxos de Caixa é responsável pelas entradas e saídas de dinheiro, durante o período, no caixa da empresa. A conta caixa já deve aparecer no Balanço Patrimonial, porém apenas com o seu valor final. Aqui ele será detalhado entre pagamentos e recebimentos operacionais, em investimentos e em financiamentos.
Demonstração das Mutações do Patrimônio Líquido (DMPL) Este demonstrativo tem como função apresentar as alterações no patrimônio líquido, ou seja, o quanto aumentou ou diminuiu a "riqueza" da organização durante o período.
Ativo imobilizado é o conjunto de bens relacionados com a manutenção da empresa. São bens tangíveis, ou seja, físicos. Ele é uma parte que geralmente é utilizada para gerar renda.
Para a Receita Federal o seu conceito é conjunto de bens e que abrangem os custos de benfeitorias.
No Balanço Patrimonial ele vem logo abaixo do ativo circulante e também é de muita importância.
Não se pretende transformá-los em dinheiro dentro de um período de 1 ano. São também conhecidos como propriedade e equipamentos.
Também se referem a ele como ativos de capital ou bens de capital. Temos ainda a nomenclatura imobilizado técnico que nada mais é que os bens móveis e imóveis
O ativo imobilizado serve para serem mantidos por uma companhia para uso na produção ou na venda de mercadorias e prestação de serviços.
É esperado seu uso por mais de 12 meses e de se conseguir benefícios econômicos com a sua utilização.
O seu valor registrado na contabilidade é o chamado contábil. Isto é, retirando a depreciação - valor que os bens perdem ao longo do tempo pelo desgaste, uso.
São os bens utilizados para a manutenção da atividade da empresa. Um exemplo disso são os
imóveis. São bens que servem para a estrutura da companhia.
As contas do ativo imobilizado compõem bens em operação e são exemplos desse tipo:
Instalações;
Edificações;
Móveis e Utensílios;
Ferramentas;
Máquinas e equipamentos;
Veículos;
Terrenos;
Demais que seguirem esta ordem.
O pronunciamento contábil que trata de ativo imobilizado é o CPC 27 e traz entre outros assuntos alguns termos que são usados e tem significado especificado:
reconhecido após a dedução da depreciação acumulada e das perdas por desvalorização.
construção, ou ainda, se for o caso, o valor atribuído ao ativo quando inicialmente reconhecido de acordo com as disposições específicas.
valor que substitua o custo, menos o seu valor residual.
ou obsolescência de um bem em relação a sua vida útil econômico ou fiscal.
dos fluxos de caixa que uma entidade espera obter com o uso contínuo de um ativo.
negociado entre partes interessadas, conhecedoras do negócio e independentes entre si. Não é valor de
compra, não é valor de venda e sim um valor que atribuímos que seja ideal, o verdadeiro.
contábil de um bem ou de uma unidade geradora de caixa excede seu valor recuperável.
uma entidade obteria com a venda do ativo, após deduzir as despesas estimadas de venda, caso o ativo já tivesse a idade e a condição esperadas para o fim de sua vida útil.
entidade espera utilizar um ativo; ou o número de unidades de produção ou de unidades semelhantes que a entidade espera obter pela utilização do ativo
A retenção de impostos é uma maneira que o Governo Federal tem para antecipar uma parte dos valores que devem ser pagos pelas empresas e combater a sonegação. É algo que vai depender da atividade da empresa e seu regime tributário. Ela existe principalmente para assegurar que os impostos serão recolhidos, mesmo de maneira antecipada e com valor menor do que o devido, sendo este pago na data estipulada em Lei. Outra razão é evitar o máximo possível de sonegação de valores perante o fisco, já que o tomador de serviço também é responsável por esta retenção. São diversos os tipos de impostos que sofrem retenção. Os mais comuns são os relacionados às retenções federais: IRPJ, CSLL, PIS-PASEP, INSS. Das retenções municipais, é o ISS.
A taxa de depreciação depende do desgaste que o bem sofre com o uso. Por exemplo, as correias transportadoras e de transmissão feitas de borracha, que precisam ser trocadas com alguma frequência, têm taxas de depreciação anual de 50%.
A existência de uma tabela da Receita Federal não impede a empresa de computar uma quota diferente, que seja mais compatível às condições efetivas de depreciação de seus bens. No entanto, se usar uma taxa baseada em uma expectativa diferente de vida útil, será necessário comprovar essa adequação.
A vida útil estimada não significa necessariamente que o bem não terá nenhum valor após seu término, mas sim que ele esgotou o tempo de sua utilização econômica. O valor do bem no fim de sua vida útil é chamado de valor residual ou valor sucata. No caso dos bens que são comprados usados, a taxa
anual de depreciação deverá considerar a metade da vida útil admissível para o bem adquirido novo ou o restante da vida útil (considerando a data da primeira instalação do bem pelo antigo proprietário). A taxa aplicada deverá considerar o prazo que for maior entre essas duas fórmulas. Segundo a legislação, nem todos os bens podem ser depreciados. As principais exceções são os terrenos e os prédios e construções que não estão alugados nem são utilizados na produção. O mesmo vale para os bens que costumam aumentar de valor com o tempo, como as obras de arte e as antiguidades.
A partir dessa expectativa de vida útil podemos calcular a depreciação anual de um bem. O método empregado deve refletir o padrão de consumo pela entidade dos benefícios econômicos futuros proporcionados pelo ativo imobilizado e os métodos mais usados são:
1 – método das quotas constantes, A depreciação por esse método é calculada dividindo- se o valor depreciável pelo tempo de vida útil do bem, e é representada peça fórmula. Depreciação =( valor de custo – valor residual / vida útil)
2 – método de horas de trabalho Baseia-se na estimativa de vida útil do bem representada em horas de trabalho e é expresso pela formula:
Entre outras;
Depois de se ter achado o valor da depreciação precisamos fazer o lançamento: D - depreciação ( Resultado ) C – Depreciação acumulada ( Ativo Imobilizado )