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Preparos cavitários, isolamento, matrizes e cunhas
Tipologia: Esquemas
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Conteúdo P Cimento de Ionômero de Vidro ● O civ é um material que serve para selantes, forramento, restaurações provisórias e definitivas. ● Tem propriedades importantes como liberação de flúor, ser biocompatível e adere a estrutura dental; ● Tem comportamento semelhante ao da dentina. ● O cimento funciona como reservatório de flúor, permitindo sua liberação constante; ● Possui um ácido fraco, favorecendo sua biocompatibilidade (ácido poliacrílico). COMPOSIÇÃO QUÍMICA Pó(Vidros)- Composição ● Silica (SIO2) -- 29,0% ● Alumina (AL203) -- 16,4% ● Fluoreto de Sódio-Alumínio (NA2 AFL4) -- 2,6% ● Fluoreto de Cálcio (CAF2) -- 34,3% ● Fluoreto de Alumínio (AFL4) -- 3,7% ● Fosfato de Alumínio (AIPO4)-- 10,0% Líquido - Composição % ● Ácido Alquenalco (Poliacrílico)-- 30,0% - É um ácido fraco ● Ácido Itacônico-- 15,0% ● Ácido Tartárico - 10,0% ● Água -- 45,0% Segundo Tay e Lynch (1989): ● Tipo I - Indicado para cimentação de próteses e dispositivos ortodônticos; ● Tipo II - Restaurações que recebem esforço mastigatório; ● * Tipo III - Indicado para o forramento ou base e selamento de fóssulas e fissuras; ● * Tipo IV - Cimento de ionômero de vidro modificado por resina, indicado para cimentação e restauração;
Reação de presa 1° FASE: Deslocamento de íons
Tempo de Manipulação ● 40 a 60 segundos; Proporção Pó/Líquido ● 1 concha dosadora para 1 gota de líquido. Divisão do Pó ● 2 partes iguais. A primeira deverá ser aglutinada por 10-15 segundos. A segunda porção deverá ser aglutinada até alcançar uma massa com aspecto brilhante. ○ Nunca deve ser espatulado e sim aglutinado (espatulação quebra a cadeia polimérica do CIV). ○ Sempre dosar o civ e usar imediatamente pois este tem incorporação de água. ○ Durante 4-8 min. o material é muito suscetível a sinérese/embebição.
Depende da quantidade de dentina remanescente presente: ● <0,5 mm: forrador + base + selador. ● 0.5 a 1. mm: base + selador. ● Acima de 1,5 mm: apenas selador.
Biocompatibilidade e técnicas de proteção do complexo dentino- pulpar
● Dentina e tecido pulpar são mais apropriadamente abordados como uma estrutura integrada, denominada de complexo dentino pulpar; ● Os fatores mais comumente associados à injúria do tecido pulpar são: ○ Presença de microrganismos no complexo dentinopulpar; ○ Exposição de túbulos dentinários não selados; ○ Preparos cavitários profundos; ○ Desidratação da dentina; ○ Geração de calor; ● Os materiais odontológicos aplicados sobre o complexo dentino-pulpar podem representar um fator agressivo relacionado principalmente aos seus componentes químicos.
● Uma adequada proteção do complexo dentino/pulpar pode ser obtida com os selantes, forradores, capeadores, bases protetoras e/ou bases cavitárias. ● Um material protetor poderá ser considerado ideal se for capaz de: ○ Proteger o complexo dentino-pulpar de choques térmicos e elétricos; ○ Ser útil como agente bactericida ou inibir a atividade bacteriana; ○ Aderir e liberar flúor à estrutura dentária; ○ Remineralizar parte da dentina descalcificada e/ou afetada remanescente nas lesões de rápida evolução; ○ Ser biocompatível, manter a vitalidade pulpar e estimular a formação de nova dentina (barreira mineralizada); ○ Inibir a penetração de íons metálicos das restaurações de amálgama para a dentina subjacente, prevenindo assim a descoloração (escurecimento) do dente; ○ Evitar a infiltração de elementos tóxicos ou irritantes constituintes dos materiais restauradores e dos agentes cimentantes para o interior dos canalículos dentinários e polpa; ○ Estimular a formação de dentina terciária ou reparadora nas lesões profundas ou exposições pulpares;
● Varnal ● Existe no mercado 2 tipos de amálgama, um com grande quantidade de cobre e outro com pequena quantidade de cobre. ○ Amálgama com grande quantidade de cobre: corrosão/oxidação mais demorada; ○ Amálgama com baixa quantidade de cobre: corrosão/oxidação imediata. ("O que vai definir se eu vou passar verniz ou não em amálgama é se a composição desse amálgama tem alto conteúdo de cobre ou baixo. O cobre é adicionado ao amálgama para evitar que o material oxide (Esverdeamento - oxigênio). Se tem alto conteúdo de cobre ele oxida pouco, se tem baixo conteúdo de cobre oxida muito. Mas se eu aplicar amálgama com baixo conteúdo de cobre eu preciso aplicar o verniz previamente? Não, pois mesmo que ele oxide muito, ele acaba impermeabilizando. Os com muito cobre demoram a criar essa camada e pode acabar infiltrando alguma coisa e corre o risco de contaminar a polpa. Porém superficialmente o ideal é passar em todos .")
● São materiais forradores: ○ Hidróxido De Cálcio PA (pró-análise) em pó; ○ Hidróxido De Cálcio PA (pró-análise) em pasta; ○ Hidróxido De Cálcio em solução = Água de Cal; ○ Cimento de hidróxido de cálcio pasta/pasta; ○ Cimento de hidróxido de cálcio fotopolimerizável. Cimento de Hidróxido de Cálcio ● Possui comprovada propriedade de estimular a formação de dentina esclerosada, reparadora/reacional e proteger a polpa contra os estímulos termoelétricos e a ação dos agentes tóxicos de alguns materiais restauradores. Mecanismo de ação ● Morte e inativação bacteriana (+ ph destrói membrana bacteriana); ● Formação de dentina reacional/reparadora. Propriedades do Hidróxido de Cálcio: ● Em contato com a água se dissocia em cálcio e hidroxila; ● Possui Ph em torno de 12 a 14; ● Baixa resistência a compressão, necessita ser coberto por CIV; ● Altamente solúvel (íons hidroxila age por necrose iniciando processo reparador) ● Umidade acelera a presa do material; ● Tempo de espatulação = de 10 a 15 segundos; ● Tempo de trabalho = de 1 a 1,5 minutos (até 90 segundos posso espatular); ● Tempo de presa = de 5 a 7 minutos. ○ Espátula utilizada: n° 22.
Formas de Utilização: ● O hidróxido de cálcio pode ser utilizado pelo profissional em diferentes formas de apresentação tais como: ○ Soluçāo de Hidróxido de Cálcio; ■ A quantidade de 10 a 20 gramas de hidróxido de cálcio P. A. em 200ml de água destilada. Esta mistura deverá ser mantida em repouso; ■ Agente bacteriostático importante na limpeza de cavidades; ■ Estanca sangramento. ○ Hidróxido de cálcio pró análise puro; ■ Utilizado em exposição acidental durante o preparo cavitário, induzindo assim a formação de barreira dentinária formada por dentina reparadora. ■ Aplicados em cavidades bastante profundas exposição pulpar ○ Pastas de Hidróxido de Cálcio; ■ Basicamente de hidróxido de cálcio pró-análise dissolvido em água destilada; ■ Capacidade de estimular a formação de dentina reparadora quando colocadas próximo à polpa; ■ Estas pastas são principalmente indicados nos casos de proteção direta; ■ Aplicados em cavidades bastante profundas****. ○ Cimentos de Hidróxido de Cálcio; ■ Apresenta-se sob a forma de duas pastas, uma base e outra catalisadora. A pasta base é constituída por dióxido de titânio (56,7%) em glicol salicilato, com um pigmento (pH 8,6). A catalisadora é composta de hidróxido de cálcio (63,5%), óxido de zinco (9,7%) em etil tolueno sulfonamida, cujo pH é 11,3. ■ Aplicados em cavidades profundas. Composição : ● BASE : Ester Glicol Salicilato, Fosfato de Cálcio,Tungstato de Cálcio, Óxido de Zinco e Corantes Minerais. ● CATALIZADOR : Etil Tolueno Sulfonamida, Hidróxido De Cálcio, Óxido de Zinco, Dióxido de Titânio, Estearato de Zinco e Corantes Minerais. Manipulação : ● Misturar pasta base com catalisadora em proporções iguais; CIMENTO DE HIDRÓXIDO DE CÁLCIO FOTO ATIVÁVEL: ● A reação de presa ocorre através da aplicação de luz sobre a pasta do hidróxido de cálcio; ● Menos solúvel que os quimicamente ativos (porque tem polímero em sua composição); ● Monômeros de alto peso molecular (UCDM, Bis-GMA e outros dimetacrilatos). ● Maior resistência à compressão; ● Piores propriedades terapêuticas em função da liberação diminuída de íons hidroxila;
Instrumentos Empregados em Dentística Restauradora
● Instrumentos que proporcionam o acesso à lesão que afeta a estrutura dentária, possibilitando diferentes abordagens e função do tipo de procedimento realizado; ● Também devem ser instrumentos suficientemente resistentes para cortar ou desgastar com eficiência o esmalte ou a dentina, visto que a estrutura dentária, em especial o esmalte, é elemento de grande dureza; ● A estrutura dental, principalmente o esmalte é um elemento de grande dureza, o que implica na necessidade de instrumentos suficientemente resistentes para cortar ou desgastar com eficiência esmalte e dentina; ● Os instrumentos operatórios utilizados para o preparo cavitário são: ○ Instrumentos cortantes manuais; ○ Instrumentos rotatórios; ○ Laser; ○ Sistemas sônicos e ultrassônicos; ○ Abrasão a ar; OBS : os três últimos são alternativos aos rotatórios.
● São instrumentos empregados para cortar, clivar e planificar a estrutura dentária, ou complementar a ação dos instrumentos rotatórios, durante o preparo das cavidades. São constituídos por algumas partes: cabo, a haste e ponta ativa. Normalmente no cabo tem a numeração do instrumento, caso não venha nós temos que saber. ● Ex.: Recortadores de margem cervical 28 e 29.Os instrumentos manuais podem ser simples (uma parte ativa) ou duplo (duas partes ativas). ● Os instrumentos manuais são obtidos através de cabo, intermediário e lâmina ou ponta ativa; ● A Fórmula do Instrumento vem em 3 numerações: ○ A primeira indica a largura da lâmina; ○ A segunda indica o comprimento da ponta ativa em milímetros; ○ A terceira indica a angulação formada entre a lâmina e o eixo longitudinal do cabo em graus centesimais; ○
Tipos de Instrumentos Cortantes Cinzel : ● Função : clivar (remover esmalte sem suporte dentinário). Acertar o ângulo entre um prisma e outro) e planificar (deixar lisinho) esmalte. Clivar é cortar sem deixar pedaços, acertando o centro gravitacional, no caso do dente, para clivar é necessário atingir os espaços entre um prisma e outro, que é a região mais fraca do dente; ● Reto; ● Angulado; ● Weldstaed; Enxada : ● Função : determinar o contorno interno das cavidades e planificar as paredes de esmalte, sempre de distal para a mesial. Ela tem lâmina na extremidade e nas laterais planificando a face circundante e pulpar da cavidade. ● A nossa enxada 8-9 é monoangulada! ● Monoangulada; ● Biangulada; ● Triangulada. ● As enxadas devem ser usadas de distal para mesial porque o bisel está para dentro (caso da nossa), então, o movimento sempre serå no sentido do bisel. Algumas enxadas tem o bisel para fora, o movimento será para fora! Como a enxada tem corte nas extremidades e nas laterais, ela planifica tanto paredes de fundo quando laterais, se empunhada perto do ângulo diedro. Machado : ● Movimento ocluso cervical. ● Função : clivar e planificar esmalte em paredes vestibular e lingual de cavidades de Classe II. ● Não tem segredo, é só observar o lado do bisel e fazer movimentos de cima para baixo. Recortador de margem gengival: ● Função : regularizar ângulo cavo superficial na parede gengival da caixa proximal 27 mesial e 26 distal - quando o ângulo é menor vai para a mesial e quando o ângulo é maior vai para a distal. A direção dos prismas de esmalte das região mesial e distal do ängulo cavo superficial é 20°C, os recortadores de margem gengival só servem para deixar os prismas de esmalte dessa região em 20°C. Evita infiltrações nas restaurações. Outra função dos recortadores é a eliminação de ângulo vivo entre as paredes pulpar e axial; Colher de dentina (cureta) : ● Função : Serve para remoção de tecido cariado. Deve se utilizar a cureta sempre do centro para a lateral: do centro para distal, vira, do centro para mesial. Esse movimento permite retirar somente o tecido cariado, preservando as adjacências; ● Black;
● Tronco-cônica: utilizadas para dar forma e contorno em cavidades com paredes circundantes expulsivas e para determinar sulcos ou canaletas em cavidades para restaurações metálicas fundidas. Também para determinar retenções nas caixas proximais, em cavidades para amálgama; ● Cone invertido: utilizadas especialmente para determinar retenções adicionais, planificar paredes pulpares e eventualmente, avivar ângulos diedros; ● Roda: utilizada para determinar retenções, especialmente em cavidades de Classe V. Classificação das rotações : ● PA velocidade do giro do instrumento recebe a denominação de rotação por minuto (rpm): ○ Baixa-menos de 6.000 rpm; ○ Média-de 6000 a 100.000 rpm; ○ Alta rotação mais de 100.000 rpm; Emprego dessas rotaçöes : ● Baixa Velocidade - profilaxia, remoção de cárie, acabamento do preparo e polimento. Há menos geração de calor; ● Média Velocidade - preparo cavitário, é menos eficiente que a alta rotação. Preparos em dentes anteriores, sulcos de retenção e bisel; ● Alta Velocidade - remoção de restauração antiga, preparo para prótese (redução de cúspide), forma de contorno da cavidade. Cuidado! ● Pressão excessiva: pode gerar calor e provocar reações pulpares; ● Vibração e ruído excessivo: ruído traz prejuízo auditivo ao profissional, e vibração excessiva prejuízo pulpar ao paciente. Quanto menor a rotação, maior a vibração; ● Rugosidade da parede cavitária: quanto maior a rotação, mais rugoso. Cuidado com blocos metálicos! ● Contaminação da broca - sempre lavar e esterilizar.
● Apreensão De Escrita: fulcro na ponta e apoio de dedos polegar, indicador e médio; ● Apreensão Digito-palmar: raramente se usa, quando precisamos exercer muita força. ● Apoio dos instrumentos: ○ Posição de escrita : dois dedos apoiados em tecidos duros próximo a região; ○ Posição de escrita invertida - Ex. raspagem de dentes superiores da região palatina; ○ Posição dígito-palmar - Ex. para cálculos muito resistentes - raro de se usar;
Matrizes e Cunhas O que são? ● São dispositivos usados para substituir as paredes ausentes da cavidade, manter e dar forma aos materiais restauradores, possibilitando assim a restauração dos caracteres anatômicos da coroa dental.
● Em dentes posteriores usamos matriz de metal; ● Em dentes anteriores usamos matriz de poliéster (tira de poliéster). Objetivos : ● Fornecer proteção ao dente vizinho; ● Dar ponto de contato na restauração; ● Proporcionar ligeiro afastamento da gengiva e dique de borracha durante a restauração; ● Permitir a colocação do material na cavidade sem que ocorra extravasamento deste para a região gengiva; ● Substituir as paredes ausentes da cavidade; ● Permitir a reconstrução do contorno ou da superfície (palatina, vestibular ou lingual) do dente, através da restauração. Matrizes metálicas são utilizadas em: ● Cavidades composta e complexas; ● Mésio-oclusal (MO); ● Mésio-ocluso-distal (MOD); ● Disto-oclusal (DO) --- Ocluso-palatina ou Ocluso-vestibular (OP ou OV). Requisitos necessários que uma matriz deve apresentar: ● Ser de fácil colocação e remoção, sem comprometer o contorno a ser obtido na restauração; ● Ser de fåcil adaptação e fixação ao dente; ● Ser resistente à pressão usada durante a condensação; ● Estender-se ligeiramente abaixo da parede gengival e cerca de 2mm acima da superfície oclusal, ou na altura da cúspide mais alta; ● Apresentar superfície lisa e polida; ● Possibilitar reforço de godiva ou outro material; ● Ter espessura mínima para năo impedir a formação do ponto de contato proximal. Matrizes Universais São aquelas utilizadas com o auxílio de um porta matriz. Os Porta Matrizes podem ser de sete tipos:
b. Indicada para separar o dente a ser restaurado do dente vizinho; c. Mantém ponto de contato em dentes anteriores.
● As cunhas de madeiras são dispositivos auxiliares na restauração de cavidades que envolvam a superfície proximal dos dentes; ● Objetivos da colocação de cunhas de madeira: ○ Permitir correto ajuste da matriz na região cervical; ○ Promover discreto afastamento dos dentes para compensar a espessura da lâmina/matriz; ○ Evitar extravasamento do amálgama no momento da condensação. ● Base maior para a gengival e base menor para a oclusal; ● Tipos de Cunha: ○ De Madeira de Laranjeira (absorve mais água); ○ De Pinho Mole (absorve menos água). ● Sentido de aplicação: ○ De lingual para a vestibular (ameia lingual + ampla); ○ Exceção: primeiro molar superior deve ser de vestibular para palatina por causa da forma anatomia do dente, pois este apresenta a face palatina maior que a vestibular.
● Cunha mal posicionada ou não colocaçāo da cunha; ● Falta aperto da matriz em tomo do dente; ● Matriz e cunha apertadas de forma excessiva.
Conteúdo P NOMENCLATURA E CLASSIFICAÇÃO DAS CAVIDADES ● Na odontologia o conhecimento de nomenclatura das cavidades é fundamental para a compreensão dos preparos em dentística restauradora. Existem várias classificações que veremos a seguir: Classificação de acordo com o número de faces: ● Simples - uma só face; ● Composta - duas faces; ● Complexa - três ou mais faces; Classificação de acordo com as faces envolvidas:
○ Plano Vestibulolingual : É paralelo ao eixo longitudinal. Divide o dente em duas porções: mesial e distal; ○ Plano Mesiodistal : É vertical e paralelo ao eixo longitudinal. Divide o dente em duas porções: vestibular e lingual.
● As partes constituintes são: ○ Paredes - Podem ser circundantes ou de fundo; A: Parede Axial B: Parede Pulpar C: Parede Circundante ○ Ângulos Diedros - Ainda podem ser de 1°, 2°, ou 3° grupos; ○ Ângulos Triedros - Não se enquadram em grupos;
D: Diedro T: Triedro ○ Ângulos cavo superficiais ; ● Obs : os ângulos são regiões onde ocorrem a união das paredes. Paredes : ● Circundantes: Paredes laterais das cavidades que recebem o nome da face do dente a qual correspondem ou onde estão mais próximas - Todas as paredes exceto axial e pulpar ● De fundo: correspondem ao assoalho das cavidades - axial e pulpar. Ângulos Diedros : ● São ângulos formados pela uniäo de duas paredes e são denominados de acordo com a combinação dos respectivos nomes. Esses ângulos segundo Black podem ser: ● 1° Grupo: Formados pela junção de duas paredes circundantes. ○ Ex: ângulo gengivolingual, ângulo vestibulolingual, ângulo distovestibular; ● 2° Grupo: Formado pelo encontro de uma parede circundante com uma parede de fundo. ○ Ex: ângulo gengivoaxial, ângulo linguopulpar, ângulo vestibuloaxial; ● 3° Grupo: Formado pela uniäo de paredes de fundo de cavidade. ○ Ex: ângulo axiopulpar, ângulo axioaxial. Ângulos Triedros: ● São ângulos formados encontro de três paredes e são denominados de acordo com a combinações das paredes que os formam. ○ Ex: ângulo vestibulopulpoaxial, ângulo linguogengivoaxial; ● Obs : A exceção ocorre nas cavidades de Classe III, denominamos os ângulos diedros e triedros de incisais, não recebendo portanto a nomenclatura das paredes que os formam. Ângulo Cavo Superficial: ● É o ângulo formado pela junção da parede da cavidade com a superfície externa do dente.