Docsity
Docsity

Prepare-se para as provas
Prepare-se para as provas

Estude fácil! Tem muito documento disponível na Docsity


Ganhe pontos para baixar
Ganhe pontos para baixar

Ganhe pontos ajudando outros esrudantes ou compre um plano Premium


Guias e Dicas
Guias e Dicas


resumo de matemática - EM, Resumos de Matemática

Resumo de matemática do ensino médio.

Tipologia: Resumos

2013

Compartilhado em 09/01/2013

leticia-parra-salvioni-5
leticia-parra-salvioni-5 🇧🇷

3

(1)

1 documento

1 / 22

Toggle sidebar

Esta página não é visível na pré-visualização

Não perca as partes importantes!

bg1
Álgebra
Porcentagem
Taxa percentual ou porcentagem de um número a sobre um número b, b 0é a razão
x
100 tal que: x
100 b
=a
, e se indica: xx%
100 =.
A palavra porcentagem deriva de por (dividido) e centagem (100). Quando se fala x % de
um número, significa multiplicar este número por x
100 .
Exemplo: 15 % de 200 = 15 . 200 30
100 =.
Potenciação
Definições
0
nn1
aR a 1
a R e n N a a . a
∀∈ =
∀∈ ∀∈ =
Propriedades
1. mn mn
a. a a+
=
2. mmn
n
aa,a
a=0
n
3. (am
)n
=am . n
4. (a . b)n
=an
. b
5. (a : b)n = an : bn , b
0
6. a – n = n
1 , a 0
a
Nota: Em geral
(
)
n
n
a
m
a
m
Em geral
()
nnn
a+ba+b
Radiciação
Propriedades
1. n
a . b =n
a . n
b
2. n
a : b =n
a : n
b , b 0
3.
(
)
mnm
na=a
4. m
na=n . m a
5. m
nmn
a=a
6. n . p a
m . p =na
m
1
pf3
pf4
pf5
pf8
pf9
pfa
pfd
pfe
pff
pf12
pf13
pf14
pf15
pf16

Pré-visualização parcial do texto

Baixe resumo de matemática - EM e outras Resumos em PDF para Matemática, somente na Docsity!

Álgebra

Porcentagem

Taxa percentual ou porcentagem de um número a sobre um número b , b ≠ 0 é a razão

x

tal que: x

100 b

= a^ , e se indica: x^ x%

A palavra porcentagem deriva de por (dividido) e centagem (100). Quando se fala x % de

um número, significa multiplicar este número por

x

Exemplo: 15 % de 200 = 15. 200 30

Potenciação

Definições

0 n n 1

a R a 1

a R e n N a a −^. a

Propriedades

1. a m^. a n^ =a m^ +n

m m n n

a

a , a

a

= −^ ≠ 0

n

3. (am^ )n^ = am. n

4. (a. b)n^ = an^. b

5. (a : b)n^ = an^ : bn^ , b ≠ 0

6. a – n^ = n

, a 0

a

Nota: Em geral ( )

n n

am^ ≠ am

Em geral ( a + b) n^ ≠ a n^ + bn

Radiciação

Propriedades

1. n^ a. b = n^ a. n^ b

2. n^ a : b = n^ a : n^ b , b ≠ 0

n m^ n^ m

a = a

4. m^ n^ a = n. m^ a

m

n a m = an

6. n. p^ am. p^ = n^ am

Produtos notáveis

(a + b) × (a – b) = a^2 - b^2

(a + b)^2 = a^2 + 2ab + b^2

(a – b) 2 = a^2 – 2ab + b^2

(a + b)^3 = a^3 + 3a^2 b + 3ab^2 + b^3

(a – b) 3 = a^3 – 3a^2 b + 3ab^2 – b 3

(a + b + c)^2 = a^2 + b^2 + c^2 + 2 × (ab + ac + bc)

Fatoração

ab + ac = a × (b + c)

ab + ac + db + dc = a × (b + c) + d × (b + c) = (b +c) × (a + d)

a^2 + 2ab + b^2 = (a + b)^2

a^2 – 2ab + b^2 = (a – b)^2

ax^2 + bx + c = a.(x – a 1 ) × (x – a 2 ), onde a 1 e a 2 são as raízes de ax^2 + bx + c = 0.

a^3 + 3a^2 b + 3ab^2 + b^3 = (a + b)^3

a^3 – 3a^2 b + 3ab^2 – b 3 = (a – b)^3

a^3 + b^3 = (a + b) × (a^2 – ab + b^2 )

a^3 – b 3 = (a – b) × (a^2 + ab + b^2 )

a^2 + b^2 +c^2 + 2 × (ab + ac + bc) = (a + b + c)^2

Números naturais

Números primos : Um número natural e maior que 1 é primo se ele tiver apenas dois divisores naturais distintos: 1 e ele mesmo.

Números primos entre si : Dois números naturais são primos entre si se o único divisor natural comum entre eles for 1.

Quantidade de divisores naturais de um número natural

Se n = ap.bq.cr.ds^ ..., então n tem (p+1) × (q+1) × (r+1)... divisores positivos, sendo n um número natural e a, b, c, d, ... fatores primos do número n.

Seqüências

Definições

Seqüência real é toda função f : I ® R, onde I = N* ou I = {1, 2, 3, ... ..., n} Se I = N*, a seqüência é chamada infinita. Se I = {1, 2, 3, ... ..., n} , a seqüência é chamada finita.

Progressão Geométrica (PG)

Definição

Progressão geométrica (PG) é toda seqüência em que cada termo, a partir do segundo, é igual ao produto do termo anterior por uma constante q, que é chamada razão da P.G.

Conseqüência da definição:

Se an ¹ 0, então q = a a

n 1 n

  • (^) ; ou seja, encontramos a razão da PG dividindo um termo

qualquer pelo seu antecessor.

Classificação das PG´s:

Uma PG pode ser:

I.Crescente: quando an+1 > an Exemplo: PG(1, 2, 4, 8, 16, ...), q = 2 II.Decrescente: quando an+1 < an Exemplo: PG(81, 27, 9, 3, 1, ...), q = 1/

III. Constante: quando an+1 = an Exemplo: PG(2, 2, 2, 2, 2, ...), q = 1

IV.Alternante: quando a 1 ¹ 0 e q < 0 Exemplo: PG(2, – 4, 8, – 16, 32, ...), a 1 = 2 e q = –

V. Não decrescente: quando a 1 < 0 e q = 0 Exemplo: PG(– 2, 0, 0, 0, 0, ...), a 1 = – 2 e q = 0

VI.Não crescente: quando a 1 > 0 e q = 0 Exemplo: PG(5, 0, 0, 0, 0, ...), a 1 = 5 e q = 0

Fórmula do termo geral da PG

Termos eqüidistantes em PG

Na PG genérica: PG(a 1 , a 2 , a 3 ,... ..., ap-1, ap, ap+1,... ...,an), então:

Produto dos n primeiros termos de uma PG (Pn)

Seja a PG genérica: PG(a 1 , a 2 , a 3 , a 4 , ......). Assim:

Conseqüência : Para obtermos um termo qualquer an, a partir de um termo de ordem p

(ap ), poderemos utilizar a regra:

an = a 1 × qn – 1^ , n Î N*

an = ap × qn – p^ , n,p Î N*

(ap ) 2 = (ap – k) × (ap + k ), p,k Î N*

Seja a PG(a 1 , a 2 , a 3 , ..., an , ..., .... ) indicaremos por P (^) n o produto de seus n primeiros

termos. Assim: P (^) n = a 1 n^ ×q

n(n 1) 2

× - ou Pn = (a 1 × an )

n 2

Soma dos n primeiros termos de uma PG (Sn)

Soma dos termos de uma PG infinita (S)

Seja a P.G. = (a 1 , a 2 , a 3 ,... , an,... ) de razão q e a soma de seus infinitos termos Sn = a 1 + a 2 + a 3 +... + an +... (série) Quando lim S = S n ®¥ n existe e é finito, dizemos que a série converge para S. Quando esse limite não existe ou não é finito dizemos que a série diverge (não se pode

determinar tal soma). Se – 1 < q < 1, pode-se demonstrar que: lim S = S n ®¥ n = a 1 q

1

Função Exponencial

f(x) = ax^ ; a > 0 e a (^) ¹ 1 Im (^) f = IR *+ Df = IR

Propriedades de potência

  1. am^. an^ = am + n
  2. am^ : an^ = am – n^ , a ¹ 0
  3. (am) n^ = am .n
  4. n^ a m= a m n^ , n Î IN / n >
  5. a– n^ =^1 a n^

, a ¹ 0

0

1

x

a > 1 função crescente

0 x

0 < a < 1 função decrescente

y y

Sn = a^ (q^ 1) q 1

1 × n-

Sn = n × a 1

Seja (a 1 , a 2 , a 3 , ..., an, ...) uma PG de razão q e indiquemos por Sn a soma de seus n primeiros termos. Assim:

Se a PG não for constante, ou seja q ¹ 1 teremos:

Se a PG for constante, ou seja q = 1 teremos:

Geometria Plana

Relações métricas no triângulo retângulo

Relações métricas no círculo

PA × PB = PC × PD PA × PB = PC × PD (PT) 2 = PA × PB

Lei dos

Lei dos cossenos

A B C

D

P

T

B

A

P

A

B

C

P D

h m n

a

b c

h^2 =m × n b × c=a × h b^2 =a × m a^2 =b^2 + c^2 (Pitágoras). c^2 =a × n

a sen

b sen

c sen

2R

a b g

a^2 = b^2 + c^2 – 2 × b × c ×cos a b^2 = a^2 + c^2 – 2 × a × c ×cos b c^2 = a^2 + b^2 – 2 × a × b ×cos g

Teorema de Tales

a 1 // a 2 // a 3 // .....

Teorema da bissetriz interna

Teorema da bissetriz externa

Semelhança de triângulos

a x

b y

c z

H

h

= = = = k Área^ ABC Área PQR

D k 2 D

AB

A' B'

BC

B' C'

CD

C' D'

AC

A' C'

AD

A' D'

x y

b c

S

A

b x

c y

c y

x

b c

C (^) B S

A

b x

c y

c^ b

A

B (^) a C

H (^) z y

P

Q (^) x R

h

Base média de trapézio

Baricentro de triângulo

Polígonos convexos

Sendo n = número de lados; d = número de diagonais; Si = soma dos ângulos internos e Se = soma dos ângulos externos,

temos: d = n(n – 3) 2

Si = (n – 2) × 180ºe Se = 360º

Áreas

Retângulo Quadrado Paralelogramo

Triângulo Trapézio

MN

// AB

MN = AB+ CD

Losango 1 Losango 2

Fórmulas especiais para área do triângulo

A 3

= l

2 A b c 2

= ×^ A = p(p – a) (p – b)(p – c)×

em que p a^ b^ c 2

= +^ +

A 1

= × a b sen× × a A = r p A a b c 4R

= ×^ ×

p a^ b^ c 2

= +^ +

Círculo

Setor circular

A R^

2 = a p×^ × 360º

A R^

2 = a× 2

A = l×R 2 a em radianos

C

B A (^) Los = (AC) (BD)× 2

R

A = p×R 2

Exemplo Contra-exemplo

Tipos de função

Função crescente e decrescente

· Uma função f é crescente em A Ì Df Û (x 1 < x 2 Þ f(x 1 ) < f(x 2 ), " x 1 , x 2 Î A). · Uma função f é decrescente em A Ì Df Û (x 1 < x 2 Þ f(x 1 ) > f(x 2 ), " x 1 , x 2 Î A).

Função injetora, sobrejetora e bijetora

· Uma f : A ® B é injetora se todos os elementos distintos em A têm imagens distintas em B (" x 1 , x 2 Î A, x 1 ¹ x 2 Þ f(x 1 ) ¹ f(x 2 )). · Uma f : A ® B é sobrejetora se todos os elementos de B são imagens de elementos de A (Im(f) = CD(f) ou " y Î B, $ x Î A / f(x) = y)

· Uma função de f : A ® B é bijetora se é injetora e sobrejetora.

Exemplos:

Função par e ímpar

· Uma função f : A ® B é par Û " x Î A, f(x) = f( – x).

· Uma função f : A ® B é ímpar Û " x Î A, f(x) = – f( – x).

Função periódica

· Uma função f : A ® B é periódica de período p Û " x Î A, f(x + p) = f(x), p > 0.

Função composta

· Dadas duas funções f e g, podemos obter uma outra função fog, tal que fog(x) = f(g(x)), chamada função composta de f com g.

1 2 3

4 5

A B f

f é sobrejetora e não é injetora

3 4 6

1 2 3

A B f

f é bijetora

1 2 3

4 5 6

A B f

f não é injetora e nem sobrejetora

1 3 5

4 3 2 1

A B f

f é injetora e não é sobrejetora

1 2 5

1 2 3

3 4 6

4 5 6

A B A B f g

f é função g não é função

· Domínio de f = D(f) = A = {1, 2, 5} · Conjunto Imagem de f = Im(f) = {3, 4} · Contradomínio = CD(f) = B = {3, 4, 6} · 4 é imagem de 5, isto é, 4 = f(5) · 4 é imagem de 2, isto é, 4 = f(2)

Função inversa

· Denomina-se inversa da função bijetora y = f(x), f : A ® B a função f– 1: B ® A, tal que f–1^ (y) = x. Observação: Para se obter a inversa de uma função f (bijetora) definida por uma sentença matemática y = f(x) a. troca-se x por y e y por x; b. coloca-se o novo y em função do novo x.

Matrizes, Determinantes e Sistemas Lineares

Propriedades dos determinantes

a. det(At^ ) = det(A). b. Se uma linha (ou coluna) é formada só de zeros, o determinante é igual a zero. c. Quando trocamos de lugar duas linhas (ou colunas) paralelas, o determinante fica multiplicado por –1. d. Se duas linhas (ou colunas) paralelas são iguais (ou proporcionais), o determinante é igual a zero. e. Se os elementos de uma linha (ou coluna) apresentam um fator comum k, este pode ser colocado em “evidência”. f. Se A é uma matriz quadrada de ordem n, então det(k.A) = kn.det(A) g. Teorema de Binet: det(A.B) = det(A).det(B) Atenção: em geral, det(A+B) ¹ det(A) + det(B) h. Teorema de Jacobi (importante para obtenção de zeros). O determinante de uma matriz não se altera quando somamos a uma linha (ou coluna) outra linha (ou coluna) paralela multiplicada por uma constante.

i. Matriz Triangular: A

= det(A) 1 4(–5) 8

é

ë

ê ê ê ê

ù

û

ú ú ú ú

Þ = × ×

Multiplicação de matrizes

a b c d

x y z w

ax + bz ay + bw cx + dz cy + dw

æ

è

çç ö ø

÷÷ ׿ è

çç ö ø

÷÷ æ è

çç ö ø

÷÷

a. Todo sistema de equações lineares apresenta apenas uma solução, ou seja, é um sistema possível e determinado (s. p. d.), quando D ¹ 0, onde D é o determinante da matriz dos coeficientes de tal sistema. b. Para os casos onde D = 0, para analisar o sistema, ou seja, dizer se o mesmo é impossível (s. i.) ou indeterminado (s. p. i.), deve-se escalonar tal sistema, eliminando ordenadamente as incógnitas das equações. A equação, na incógnita x, ax = b tem apenas uma solução para a ¹ 0; tem infinitas soluções para a = 0 e b = 0 e não tem solução para a = 0 e b ¹ 0.

Fórmulas de divisão

sen x 2

= 1– cos x 2

± cos x 2

= 1+ cos x 2

± tg x 2

= 1– cos x 1+ cos x

Fórmulas de transformação em produto

cos p+ cos q = 2 cos p+ q 2

cos p – q 2

cos p – cos q = –2 sen p+ q

× ×

×

sen p – q 2

sen p+ sen q = 2 sen p+ q 2

cos p – q 2

sen p – sen q =

×

× ×

2 sen p – q 2

cos p+ q 2

tg p+ tg q = sen(p+ q) cos p cos q

tg p

× ×

×

  • tg q = sen(p – q) cos p cos q×

Equações trigonométricas fundamentais

sen a = sen b Þ a = b+ 2kp ou a = (p – b) + 2kp cos a = cos b Þ a = ±b + 2kp tg a = tg b Þ a = b+ kp

Funções circulares inversas

y = arc senx Û seny = x e – p 2

£ y £ p 2

y = arc cosx Û cosy = x e 0 £ y £ p

y = arc tgx Û tgy = x e – p 2

< y < p 2

Geometria Espacial

· O volume de um prisma e o de um cilindro (retos ou oblíquos) é igual ao produto da área da base (B) pela altura (H). E o volume de uma pirâmide e o de um cone reto (ou oblíquo) é igual a 1/3 do produto da área da base pela altura.

· Planificando a superfície lateral de um cilindro reto de raio R e altura H obtemos um retângulo de lados 2pR e H. Então a área lateral (AL) do cilindro reto é:

· Planificando a superfície lateral de um cone reto de raio R e geratriz g obtemos um setor circular de raio g e arco 2 pR. Então a área lateral do cone reto é.

· O volume V e a área A de uma esfera de raio R são dados por:

B

H H

R

V = BH

B

H (^) H g

R

V = 1 BH

A (^) L = Asetor Þ A (^) L =^2 2

pR g× (^) Þ A L =^ pRg Sendo a a medida, em graus, do setor, temos: A (^) setor =^2 2

pR g× (^) = a 360º

pg 2 Þ R = a 360º

g

R (^) A = 4 pR 2 e V =^4 3

pR 3

Igualdade na forma algébrica

Representação no plano de Argand-Gauss

Propriedades

  1. | z | 2 = z. z
  2. |z. w | = | z |. | w |
  3. z w

z w

(w ¹0)

  1. | z n^ | = | z | n^ , n Î ZZ
  2. | z + w | £ | z | + | w |
  3. | z | = | z |

Forma trigonométrica de z Î C*

z = a + bi = | z | (cos q +isen q)

| z | = a 2 + b^2 e

cos = a z sen = b z

q

q

ì

í

ïï

î

ï ï

Igualdade na forma trigonométrica

|z|( cos + i sen

z

1 444 q 2 444 q ) 3 =^ |w|( cos^ + i sen w

1 444 a 2 444 a ) 3

a + bi = c + di Û a = c e b = d (a, b, c, d Î IR)

z = a + bi = (a, b) = P (a, b Î IR)

P = afixo de z dop = |z| = a 2 + b^2 = módulo de z q + k. 2p = arg(z) = argumento de z (0 £ q < 2p) q = argumento principal de z

0

z = w Û |z| = |w|^ e q = a + k. 2p k Î ZZ

Operações na forma trigonométrica

Sejam z = |z| (cos q +isen q) z 1 = |z 1 | (cos q 1 +isen q 1 ) z 2 = |z 2 | (cos q 2 +isen q 2 )

· Multiplicação z 1. z 2 = |z 1 |. |z 2 |. [cos (q 1 + q 2 ) + isen (q 1 + q 2 )] · Divisão z z

1 2

= |z |z

1 2

[cos (q 1 – q 2 ) + isen (q 1 – q 2 )]

· Potenciação zn^ = |z|n^. [cos (n q) + isen (nq)] · Radiciação

z = w = z cos n

  • k n

  • i sen n

  • k n

n C k n æq^ × p^ q^ p è ç ö ø ÷ æ × è ç ö ø

÷

é ëê

(^2 2) ù ûú^

, (k = 0, 1, 2,... , n – 1)

Propriedades

  1. w 0 + w 1 + w 2 +... + w (^) n – 1 = 0
  2. A raiz enésima de z divide a circunferência em n partes iguais.
  3. O raio dessa circunferência é n^ | z |.
  4. O “ponto de partida” (w (^) o) é o arco q n

e o “pulo’ de uma raiz para outra é de^2 p n

Equação binômia em C

axn^ + b = 0 (a ¹ 0)

axn^ = – b Þ xn^ = –b a

Þ x = –b a

n

C = w (^) k , (k = 0, 1, 2,... , n – 1)

Geometria Analítica

Distâncias

De dois pontos A e B

d (^) AB = (x (^) B – x (^) A ) 2 +(y (^) B – y (^) A )^2

Do ponto P à reta (r) ax + by + c = 0

d |ax^ + by^ + c| a + b

P P 2 2