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(FER do Universidade Federal do Acrs | AS Centro de Ciências da Saúde e do Desporto Jul Curso de Medicina aco Clínica e Terapêutica Cirúrgica Doenças do Diafragma Nilton Ghiotti de Siqueira Prof. Associado Cirurgia Geral Fev/26 Desnças do diafragres E ndieiaiogia Formação do diafragma (separação entre cavidade abdominal e cavidade torácica) “8 CT 2 E Doenças do Diatragma Fev/26 vídeo curto & (E) “Es o? O PSB Fr) E a EE Ê mo m E tah eres EE = º | A DA Corte transversal ici oa maduro - Visão inferior mm. “Boanças do Diatrogra Feitio cos DD ES 1 BO O Bs sr ) Doenças do diztragena ! Scamedwith | : [9 CamsScanner: E” Doenças do diarragma ri PPP PANIC UTIICI Insryação (3 Ca Expiração Inspiração ! Scamedwith | : [9 CamsScanner: Paralisia Diafragmática Paresias Diafragmáticas Fadiga diafragmática Distúrbios da motilidade Deslocamento do Diafragma Defeitos do desenvolvimento . ” 1 71 4 4 | á 4a ST) Val alisa DUE III LIC) * Elevação da hemicúpula diafragmática com movimento paradoxal à respiração. * Lesão do nervo frênico: * Neoplasia pulmonar ou mediastínica * Traumatismo cervical * Doenças neurológicas * Intervenções cirúrgicas torácicas ou abdominais * Poliomielite * Miastenia grave * Neuroviroses * Envenenamento Scamedwith | CamScann Paralisia Diafragmática * Fenômeno de Kienbôck (unilateral) * “Movim. em gangorra” Tipo respiratório inverso abdominal de Duchenne (bilateral) pe p e q E a Ena ' , 4 2" & Pareésias bs UCA QUINA TICLdIS * Alterações da posição e mobilidade do diafragma * Pneumonias basais * Pleurite diafragmática * Peritonite pParesias Abscesso subfrênico * Quadro clínico: dor local, febre irregular, sinais toxêmicos, leucocitose. * Diagnóstico: Rx, USG e TC » Rx tórax: elevação da cúpula comprometida, velamento do seio costofrênico, atelectasias de base de pulmão. x Rx abdome: nível hidroáreo no local do abscesso, fígado desviado para baixo (se à D), deslocamento do estômago (se à E) Fadiga diafragmática Fisiopatologia O diafragma é formado por fibras de contração lenta (resistentes à fadiga) e fibras de contração rápida (menos resistentes). Durante esforços respiratórios intensos (como em crises de DPOC, insuficiência respiratória ou ventilação mecânica prolongada), há recrutamento excessivo dessas fibras. Isso leva a: Acúmulo de metabólitos (ácido lático, íons Hº). Redução do fluxo sanguíneo local (quando a pressão intratorácica é muito negativa). Diminuição da capacidade de gerar força, caracterizando a fadiga.