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resumos macroeconomia, Resumos de Macroeconomia

resumos com as noções e princípios básicos da macroeconomia

Tipologia: Resumos

2024

À venda por 30/03/2026

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Macroeconomia
Economia: estuda as formas de como as sociedades utilizam os recursos escassos para
produzir bens com valor e como os distribuem entre pessoas.
Ideias Chave
-Bens são escassos;
-Sociedade deve utilizar os recursos de forma eficiente.
Os desejos são ilimitados, por isso, é importante que uma economia faça o melhor uso dos seus
recursos limitados. - leva-nos à noção de eficiência.
Eficiência: utilização mais racional dos recursos de uma sociedade na satisfação dos desejos e
das necessidades da população.
A economia está a produzir eficientemente quando não pode aumentar o bem-estar
económico de um indivíduo sem prejudicar o de um outro indivíduo qualquer.
A essência da economia é compreender a realidade da escassez e, de seguida, prescrever
como deve a sociedade organizar-se de um modo que corresponda ao uso mais eficiente dos
recursos.
Microeconomia: ramo da economia que estuda o comportamento de entidades individuais
como os mercados, as empresas e as famílias.
Macroeconomia: ramo da economia que estuda o desempenho global da economia.
Os dois ramos convergem de forma a formar o cerne da moderna ciência económica
Dada a complexidade das relações económicas, cometem-se alguns erros.
Algumas falácias mais comuns do raciocínio económico:
1. Falácia do post hoc: quando, pelo facto de um acontecimento ocorrer antes de outro,
admitimos que o primeiro acontecimento é a causa do segundo.
2. Falha em manter o resto constante: esquecimento de manter o resto constante
quando se pensa numa questão;
3. Falácia da agregação: admitir que o que é verdadeiro para uma parte é também verdade
para o todo.
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Macroeconomia

Economia: estuda as formas de como as sociedades utilizam os recursos escassos para produzir bens com valor e como os distribuem entre pessoas. Ideias Chave

  • Bens são escassos;
  • Sociedade deve utilizar os recursos de forma eficiente. Os desejos são ilimitados, por isso, é importante que uma economia faça o melhor uso dos seus recursos limitados. - leva-nos à noção de eficiência. Eficiência : utilização mais racional dos recursos de uma sociedade na satisfação dos desejos e das necessidades da população. A economia está a produzir eficientemente quando não pode aumentar o bem-estar económico de um indivíduo sem prejudicar o de um outro indivíduo qualquer. A essência da economia é compreender a realidade da escassez e, de seguida, prescrever como deve a sociedade organizar-se de um modo que corresponda ao uso mais eficiente dos recursos. Microeconomia : ramo da economia que estuda o comportamento de entidades individuais como os mercados, as empresas e as famílias. Macroeconomia: ramo da economia que estuda o desempenho global da economia. Os dois ramos convergem de forma a formar o cerne da moderna ciência económica Dada a complexidade das relações económicas, cometem-se alguns erros. Algumas falácias mais comuns do raciocínio económico:
    1. Falácia do post hoc : quando, pelo facto de um acontecimento ocorrer antes de outro, admitimos que o primeiro acontecimento é a causa do segundo.
    2. Falha em manter o resto constante : esquecimento de manter o resto constante quando se pensa numa questão;
    3. Falácia da agregação : admitir que o que é verdadeiro para uma parte é também verdade para o todo.

O objetivo final da ciência económica é melhorar as condições de vida da sociedade.

  • Rendimentos mais elevados significam melhores condições de vida;
  • Países com rendimentos mais elevados têm maiores capacidades para investir em diferentes áreas e assegurar melhores condições de vida;
  • Com o crescimento económico, geram-se recursos libertando o indivíduo para outras atividades como as de lazer;
  • A distribuição do rendimento deve ser socialmente aceitável, o que nem sempre acontece, mesmo num mercado livre e eficiente;
  • Os programas sociais dos governos são mais importantes, mas devem ser geridos com cuidado. Os 3 problemas económicos : ➢ O QUÊ? Quais os bens a produzir e em que quantidade? Uma sociedade tem de determinar os bens e serviços a produzir, em que quantidade e quando deverão ser produzidos. ➢ COMO? Como são produzidos os bens? Qualquer sociedade tem de determinar quem irá produzir, com que recursos e de que forma. ➢ PARA QUE? Para quem são produzidos os bens? A sociedade deve preocupar-se com a distribuição do rendimento e da riqueza. Economia Positiva: Descreve os factos de uma economia. Ex: Em 2020, a taxa de desemprego em Portugal era de 6,8%. Economia Normativa: Envolve juízos de valor, princípios éticos, valores e normas de equidade. Ex: Em 2020, a taxa de desemprego em Portugal era demasiado alta. Economia de Mercado : os indivíduos e as empresas privadas tomam as decisões mais importantes sobre a produção, distribuição e consumo. A resposta às questões “o quê”, “como” e “para quem” é dada através do sistema de preços, do funcionamento do mercado, e dos resultados das empresas (lucros ou prejuízos).

A máx: todos os recursos são afetados à produção do bem A; B máx: todos os recursos são afetados à produção do bem B; Combinações: (A1;B1), (A2;B2); (A3;B3). Deslocações da Fronteira das Possibilidades de Produção ➢ O acréscimo dos recursos disponíveis ou uma melhoria da tecnologia utilizada na produção de ambos os bens aumenta a capacidade produtiva de ambos os bens – A f.p.p desloca-se para fora e direita de igual forma para os dois eixos. ➢ O acréscimo dos recursos disponíveis ou uma melhoria da tecnologia utilizada na produção apenas do bem B aumenta a capacidade produtiva do bem B. - A fpp desloca-se para fora e direita mas apenas no eixo do bem B. ➢ O acréscimo dos recursos disponíveis ou uma melhoria da tecnologia utilizada na produção de apenas do bem A aumenta a capacidade produtiva do bem A. - A fpp desloca-se para fora e direitacmas apenas no eixo do bem A. A Fronteira das Possibilidades de Produção e o Custo de Oportunidade Lei dos Custos de Oportunidade Crescentes: Lei que decorre da lei dos rendimentos decrescentes que diz: “À medida que aumentamos a produção de um dos bens, temos de sacrificar de quantidades cada vez maiores de produção de outro bem” Como consequência deste princípio, a f.p.p. é uma curva e não uma reta.

À medida que aumentamos a produção do bem B, temos de sacrificar a produção de quantidades crescentes do bem A. À medida que aumentamos a produção do bem B, temos de sacrificar aa produção de quantidades decrescentes do bem A.

Mercados e Estado

Mercado - é o mecanismo pelo qual os compradores e vendedores interagem para determinar os preços e trocas bens ou serviços. Num sistema de mercado, tudo tem um preço que é o valor desse bem em termos monetários. Os preços coordenam as decisões dos produtores e dos consumidores num mercado:

  • Preços mais elevados – reduzir as compras dos consumidores e estimulam a produção;
  • Preços mais baixos – estimulam o consumo e retraem a produção. O mercado estabelece o preço de equilíbrio que satisfaz simultaneamente os desejos dos vendedores e dos compradores. Os preços aos quais os compradores desejam adquirir exatamente a quantidade que os vendedores desejam proporcionar um equilíbrio entre a oferta e a procura.

A mão invisível e a Concorrência Perfeita

Concorrência Perfeita – mercado em que nenhuma empresa ou consumidor é suficientemente forte para afetar o preço de mercado. Mão Invisível - em concorrência perfeita e não existindo falhas no mercado, cada indivíduo, é levado por uma mão invisível a promover eficiência do mercado, não sendo necessária a intervenção do Estado.

A Análise Custo-Benefício Os economistas resolvem os problemas de escolha recorrendo à análise custo-benefício, que se baseia no princípio de que se deve fazer uma coisa se e só se os seus benefícios excederem os seus custos (princípio do custo-benefício). A diferença entre o benefício e o custo de uma ação é designada por excedente económico. Logo, apenas se deve desenvolver ações quando há excedente económico positivo. Benefício de uma ação : preço de reserva por realizar essa ação, ou seja, o valor máximo que estaria disposto a pagar a alguém por fazê-la. Custo de uma ação: valor do que é sacrificado para se poder realizar essa ação. O princípio do custo-benefício aplica-se não só a decisões do tipo “tudo ou nada”, mas também a decisões que envolvam a avalização do momento a partir do qual não compensa desenvolver a ação. A regra é desenvolver a ação enquanto o benefício marginal for superior ao custo marginal. Benefício nas Decisões Armadilhas/erros comuns na tomada de decisões: ➢ Ignorar Custos de Oportunidade : os decisores não devem ignorar os custos das oportunidades perdidas; ➢ Não ignorar Custos Afundados : ao decidirmos fazer uma ação devemos ignorar os custos que não podem ser evitados mesmo que não se concretize a ação; ➢ Medir Custos e Benefícios em Proporção em vez de Valor Absoluto : os custos e os benefícios devem ser expressos em valores absolutos e não em valores percentuais;

Usar Custos e Benefícios em vez de Custos e Benefícios Marginais : os custos e os benefícios devem ser expressos em valores marginais e não em valores médios.

Políticas Macroeconómicas

Quais os principais objetivos e instrumentos da política Macroeconómica? Principais objetivos:

  • Produto - nível elevado e crescimento rápido do produto;
  • Emprego - nível elevado de emprego e desemprego involuntário reduzido;
  • Estabilidade do nível dos preços Principais Instrumentos:
  • Política Monetária - controlo da oferta de moeda para determinar as taxas de juro;
  • Política Orçamental - despesa pública e impostos. A Despesa Pública - compras do Estado e transferências do Estado que ampliam os rendimentos de determinados grupos (desempregados, idosos, ...) Impostos – influenciam o rendimento disponível das famílias, com impacto no consumo e na poupança privada, afetam os preços dos bens e dos fatores de produção e, por isso, influenciam os incentivos dos consumidores e das empresas. A Política Monetária é efetuada através da gestão da moeda, do crédito e do sistema bancário. A oferta de moeda influencia várias variáveis financeiras e económicas, como taxas de juro, preço das ações, preço da habitação e taxas de câmbio. A restrição da oferta de moeda leva a taxas de juro mais elevadas e à redução do investimento e do consumo que, por seu turno, causam uma redução do PIB e uma menor inflação. A expansão da oferta de moeda conduz a taxas de juro mais baixas o que permite estimular o crescimento do produto.

Dificuldades associadas à definição de políticas

  1. Escassez de instrumentos, acentuada pela união monetária e pacto de estabilidade;
  2. Conflito entre objetivos;
  3. Incerteza relativamente aos efeitos das políticas, potenciada pelo intervalo de tempo entre intervenção e consequências.

No Lado Esquerdo: estão as principais variáveis que determinam a oferta e a procura agregadas. Nelas incluem se as variáveis de política económica, como as políticas monetárias e orçamental, bem como a quantidade disponível de capital e trabalho. No Centro: a oferta e a procura agregadas interagem quando o nível da procura se encontra com os recursos disponíveis. No Lado Direito: são apresentados nos hexágonos os principais resultados – produto, emprego, nível de preços e comércio externo.

Modelos Macroeconómicos

Permitem abstração e simplificação da realidade complexa Visam : transformar a realidade complexa em relações de simples apreensão, estabelecendo relações de causalidade. Exigem: abstração e pressupostos de simplificação são necessários para “assimilar” a realidade. São : ferramentas necessárias para compreender a realidade complexa. Utilizam dois tipos de variáveis...

  • Endógena s - variáveis cujo comportamento se pretende explicar através de um modelo económico;
  • Exógenas - variáveis que são um dado do problema ou que não conseguimos explicar ou modelizar num dado momento (ex: condições económicas no exterior, condições meteorológicas,...); Nota: Uma variável pode ser endógena num modelo e exógena noutro! O desenvolvimento da teoria económica baseia-se nas seguintes etapas :
  1. Observação e Caracterização: obtenção e manipulação de dados estatísticos relevantes para o problema em causa;
  2. Formulação de hipóteses e modelos: construção de representações simplificadas da realidade;
  3. Validação empírica: comparação entre resultados empíricos e predições baseadas nas hipóteses e modelos a testar. Capítulo 3

Produto Interno Bruto

PIB

→ Quantifica o valor total dos bens e serviços produzidos num país; → Determinar o nível de desenvolvimento económico de um país. O PIB pode ser medido ou como um fluxo de produtos ou como uma soma de rendimentos

Produto Potencial e Produto Efetivo

A Curva do Produto Potencial corresponde ao Pleno Emprego (plena utilização) dos recursos produtivos (fatores de produção) Pleno Emprego significa a utilização eficiente dos fatores de produção. Portanto, em pleno emprego do fator trabalho pode haver mesmo indivíduos desempregados. PIB (real) efetivo – Valor da atividade produtiva efetivamente realizada num dado espaço geográfico, contabilizado período a período. ( ex: o PIB de 2016, em Portugal, é a quantificação do valor de mercado de todos os bens e serviços finais - pão, cerveja, automóveis, viagens, etc, - produzidos em Portugal durante 2 016 )

Medição do Produto - é fundamental, porque a quantidade dos bens e serviços à disposição da sociedade determinam a qualidade de vida dos cidadãos. i) Ótica da Produção PIB : valor dos bens e serviços finais produzidos num país líquidos da sua componente importada Bens e Serviços Finais : destinam-se a ser consumidos, investidos ou exportados, e não a ser consumidos na produção de outros produtos O PIB pode ser valorizado: A custos de Fatores (cf) - inclui a renumeração dos fatores de produção A Preços de Mercado (pm) - acrescenta os impostos líquidos de subsídios Impostos Indiretos: Impostos sobre o património; Impostos sobre o consumo/despesa PIBcf = ΣVABcf PIBpm = PIBcf + Impostos indiretos líquidos de subsídios ( - subsídios) PNBpm= PIBpm + (RRRM-RPRM) PILpm = PIBpm - Amortizações PNLpm = PNBpm - Amortizações ii) Ótica da Despesa Despesa feita em bens e serviços finais produzidos internamente Procura Interna: despesa feita pelos residentes quer em produtos internos quer em importados Consumo Privado : é a despesa nos produtos consumidos e pagos diretamente pelos residentes; Consumo Público : é a despesa feita pelas Administrações Públicas em produtos que fornecem gratuitamente como educação, politicamente, recolha do lixo, ... Investimento : este divide-se em formação bruta de capital fixo, em variação de existências e em aquisição líquida de valor; Exportações: despesa feita pelos não residentes em bens e serviços vendidos por residentes;

Importações: despesa feita pelos residentes em bens e serviços vendidos por não residentes Procura Interna = C + G + I Procura Externa = X (importações) Procura Global = Procura Interna + Procura Externa = C + G + I + X Despesa Interna = Procura Global – M = C + G + I + X – M PIBpm = DI = C + G + I + X – M = C + G + (FBCF + Δe + Aq. Líq. Obj. Valor) + X – M Despesa Nacional = DI + (RRRM – RPRM) = DI + Saldo RRM PNBpm = DN iii) Ótica do Rendimento O PIB pode também ser obtido da soma dos rendimentos auferidos pelos trabalhadores e detentores dos restantes fatores de produção do país. PIBcf = Renumerações + EBE (excedente Bruto de Exploração) PIBpm = Renumerações + EBE + Impostos Indiretos Líquidos de Subsídios RNBpm = PNBpm = PIBpm + Saldo RRM Resumindo... O PIB pode ter 3 Óticas distintas: i) Ótica da Produção PIBpm = ΣVABcf + Impostos indiretos Líquidos de Subsídios ii) Ótica do Rendimento PIBpm = Renumerações + EBE + Impostos Indiretos Líquidos de Subsídios iii) Ótica da Despesa PIBpm = C + G + I + X - M Índice de Preços: medida do nível médio de preços; Inflação : aumento do nível geral dos preços; Deflação: oposto de inflação - ocorre quando o nível geral de preços diminui; Desinflação: redução do ritmo de alta dos preços num processo inflacionário;

→ Oligopólio O Estado deve intervir sobre o mercado, sujeitando-se a uma regulamentação exigente que evite comportamentos abusivos destas empresas, protegendo deste modo os consumidores. ii) Bens Públicos

  • Não rivalidade no consumo: o consumo de um bem público por um dado indivíduo em nada interfere na quantidade que fica disponível para os restantes indivíduos consumirem;
  • Dificuldade/impossibilidade de exclusão: não havendo rivalidade no consumo, o custo adicional de se ter um consumidor adicional a consumidor o bem é nulo. Logo, qualquer forma de exclusão é ineficiente pois diminui-se o consumo sem que daí resulte algum benefício. Ex: defesa nacional, iluminação pública. O Estado tem então a responsabilidade de produzir estes bens tão importantes para a sociedade. iii) Externalidades
  • Positiva – quando a atividade de um agente proporciona um benefício ou vantagem a outro, mas não recebe nenhuma recompensa por tal ato. Ex: um produtor agrícola efetua uma pulverização aérea no seu terreno com insecticida. O vento espalha parte do produto para o terreno de um aricultor vizinho que, deste modo, acaba por beneficiar indiretamente desta operação.
  • Negativa – quando a atividade de um agente proporciona um custo ou desvantagem a outro, mas não compensa o outro pelo dano que lhe causou. Ex: uma fábrica produtora de plásticos deixa escapar elevadas quantidades de fumo que se propagam por toda a região, poluindo o ar que é respirado pela população. Constata-se que a fábrica nunca compensou as vítimas pelo prejuízo causado. O Estado pode intervir no caso das externalidades positivas (atribuindo recompensas ou subsídios) mas é no caso das externalidades negativas que a intervenção do Estado é mais importante. O Estado deve reprimir as externalidades negativas, impondo regras, multas e impostos. iv) Mercados Incompletos Sempre que os mercados falham no fornecimento de um bem ou serviço (mesmo quando do custo de fornecimento é inferior ao valor que as pessoas estão dispostas a pagar) estão estamos perante mercados incompletos.

A intervenção do Estado é fundamental, sobretudo nos mercados complementares. v) Falhas de informação As falhas de informação consistem essencialmente no facto da informação sobre os bens/serviços/transações/agentes envolvidos não ser completa ou simétrica. Ex: no mercado de carros usados, o vendedor tem mais informações sobre o bem do que o potencial comprador – garantias, pagamento após verificação de qualidade,... No mercado dos seguros de saúde, o consumidor tem mais informações sobre o seu estado de saúde do que o vendedor de seguros. No mercado dos bens alimentares, o produtor tem sempre mais informações do que o potencial consumidor - rótulos informativos mais completos. O Estado ter um papel crucial quer na adoção de medidas de proteção do consumidor, mas também na provisão de informação que o mercado não fornece.

  • O Estado intervém para promover uma redistribuição do rendimento mais justa de modo a promover uma sociedade menos desigual, com uma distribuição do rendimento mais justa, em que todos têm acesso às mesmas oportunidades. Neste contexto, destaca-se o papel da Segurança Social, fundamental numa redistribuição mais justa do rendimento.
  • O Estado intervém para resolver problemas macroeconómicos como o desemprego , quer através da atribuição do subsídio de desemprego que através de políticas ativas de emprego ( formação,...)
  • O Estado intervém para reduzir a inflação de modo a reduzir que o conflito social qie lhe está associado que o risco de um crescimento descontrolado de preços sob a forma de hiperinflação.
  • Quando um país não cresce nem se desenvolve então o Estado deve intervir ativando todos os instrumentos e ferramentas que dispõe para promover o crescimento e o desenvolvimento da nação. 3 principais funções económicas do Estado: ✓ Promover a eficiência - corrigir as falhas de mercado;
  • Taxas, impostos, contribuições para a Segurança Social, multas, coimas, ... Impostos – principal receita do Estado Classificação dos impostos Quanto à incidência redistributiva :
  • Progressivos : a taxa média aumenta com o rendimento dos contribuintes;
  • Regressivos : a taxa média diminui com o rendimento dos contribuidores;
  • Proporcionais : a taxa média não se altera com o rendimento dos contribuidores Quanto à base de incidência :
  • Diretos : incidem diretamente sobre o rendimento ou património (o IRS ou IRC)
  • Indiretos : incidem sobre os bens e serviços transacionados no mercado (IVA) Saldo orçamental Avalia o impacto do orçamento na economia; Receitas e despesas orçamentais inscreverem-se na densa teia de fluxos económico- financeiro que se estabelecem no seio da atividade produtiva desenvolvida num país e, desse modo, contribuírem para a definição das grandezas económicas. → Saldo Corrente; → Saldo Global; → Saldo Operacional; → Saldo Primário; → Saldo Estrutural; Tipos de Saldo Orçamental:Excedente Orçamental - ocorre quando, num ano, o valor de todos os impostos e outras receitas são superiores às despesas do Estado (R>D)Défice Orçamental - verifica-se quando, num ano, o valor das despesas ultrapassa o valor das receitas do Estado (D>R) ➢ Equilíbrio Orçamental : quando, num ano, o valor das despesas é igual ao valor das receitas

Défice vs Dívida Défice Orçamental: O governo tem de pedir emprestado no mercado para pagar as suas despesas. Para obter este empréstimo, o governo emite obrigações, que são dívidas pelas quais se compromete ao pagamento futuro. Dívida Pública: Consiste na dívida total acumulada, devida à emissão das obrigações destinadas a financiar os défices orçamentais ocorridos nos anos anteriores. Consumo, Poupança e Investimento Famílias - agente económico mais importante C – Consumo Privado (comer na cantina, ir às compras, ...) S - Poupança (o que sobra) Nota: O consumo privado tem aumentado a sua % no PIB porque as famílias poupam mais e não gastam Rendimento - salário, mesada,... ≠ Riqueza – bens que possuímos Quanto maior o rendimento – Maior o consumo Endividamento - dívidas, juros e amortizações Outros fatores: idade, profissão, educação, marketing, alteração nos preços, ... A Função Consumo Keynesiana Yd – Rendimento depois do pagamento de impostos C = C (Yd) - O consumo corresponde ao rendimento disponível C = C (Yd) > 0 – o consumo é positivo ∆𝐶 ∆𝑌𝑑

  • Quando varia o consumo disponível varia o consumo - Relação direta ΔC - consequência ΔYd - causa