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Retas e Planos exercicios, Slides de Matemática

Exercícios de matemática sobre retas e planos geometria analítica

Tipologia: Slides

2026

Compartilhado em 22/04/2026

matilde-vieira-6
matilde-vieira-6 🇵🇹

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bg1
Geometria (11.ºano)
Equa¸oes de retas e planos
Exerc´ıcios de Provas Nacionais e Testes Interm´edios - Propostas de resolu¸c˜ao
1.
1.1. Sobre um ponto da reta CD sabemos que:
pertence ao plano que cont´em a base [ABC D], e este ´e definido pela equa¸ao x= 3, ent˜ao,
como qualquer ponto desta reta, tem abcissa 3;
pertence ao plano CDE, pelo que verifica a equa¸ao 5y+ 2z62 = 0.
Assim, de entre as op¸oes apresentadas, a ´unica que representa um ponto que verifica cumulativa-
mente as duas condi¸oes ´e (3,4,21), porque a abcissa ´e 3 e 5(4) + 2(21) 62 = 0 .
Resposta: Op¸ao A
1.2. Como a reta EF ´e perpendicular ao plano CDE o vetor normal do plano, v(0,5,2), tamb´em ´e um
vetor diretor da reta, e uma equa¸ao da reta EF ´e:
(x,y,z)=(9,0,2) + k(0,5,2), k R
E assim, um ponto gen´erico desta reta, tem coordenadas: (9,5k,2+2k), k R
Como o ponto E´e a interse¸ao da reta E F com o plano CD E, substituindo as coordenadas
do ponto gen´erico da reta EF na equa¸ao do plano CDE , obtemos o valor de k, correspondente ao
ponto F:
5(5k) + 2(2 + 2k)62 = 0 25k+ 4 + 4k62 = 0 29k= 62 4k=58
29 k= 2
Desta forma, temos que as coordenadas do ponto Eao 9,5(2),2 + 2(2)= (9,10,6), e o
comprimento da aresta da base ´e:
EF =p(9(9))2+ (10 0)2+ (6 2)2=0 + 100 + 16 = 116
Como os planos que contˆem as bases do prima ao paralelas. Como a base [AB C D] est´a contida no
plano de equa¸ao x= 3 e o ponto Etem abcissa 9, ent˜ao a base [EF GH ] est´a contida no plano
de equa¸ao x=9, pelo que a altura do prima ´e:
AF = 3 (9) = 12
E assim temos que o volume do prisma ´e:
V=EF 2×AF =1162×12 = 1392
Exame 2025, ´
Ep. especial
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Geometria (11.º ano)

Equa¸c˜oes de retas e planos

Exerc´ıcios de Provas Nacionais e Testes Interm´edios - Propostas de resolu¸c˜ao

1.1. Sobre um ponto da reta CD sabemos que:

  • pertence ao plano que cont´em a base [ABCD], e este ´e definido pela equa¸c˜ao x = 3, ent˜ao,

como qualquer ponto desta reta, tem abcissa 3;

  • pertence ao plano CDE, pelo que verifica a equa¸c˜ao 5y + 2z − 62 = 0.

Assim, de entre as op¸c˜oes apresentadas, a ´unica que representa um ponto que verifica cumulativa-

mente as duas condi¸c˜oes ´e (3, 4 ,21), porque a abcissa ´e 3 e 5(4) + 2(21) − 62 = 0.

Resposta: Op¸c˜ao A

1.2. Como a reta EF ´e perpendicular ao plano CDE o vetor normal do plano,v⃗ (0, 5 ,2), tamb´em ´e um

vetor diretor da reta, e uma equa¸c˜ao da reta EF ´e:

(x,y,z) = (− 9 , 0 ,2) + k(0, 5 ,2), k ∈ R

E assim, um ponto gen´erico desta reta, tem coordenadas: (− 9 , 5 k,2 + 2k), k ∈ R

Como o ponto E ´e a interse¸c˜ao da reta EF com o plano CDE, substituindo as coordenadas

do ponto gen´erico da reta EF na equa¸c˜ao do plano CDE, obtemos o valor de k, correspondente ao

ponto F :

5(5k) + 2(2 + 2k) − 62 = 0 ⇔ 25 k + 4 + 4k − 62 = 0 ⇔ 29 k = 62 − 4 ⇔ k =

⇔ k = 2

Desta forma, temos que as coordenadas do ponto E s˜ao

= (− 9 , 10 ,6), e o

comprimento da aresta da base ´e:

EF =

p

2

  • (10 − 0)

2

  • (6 − 2)

2

Como os planos que contˆem as bases do prima s˜ao paralelas. Como a base [ABCD] est´a contida no

plano de equa¸c˜ao x = 3 e o ponto E tem abcissa −9, ent˜ao a base [EF GH] est´a contida no plano

de equa¸c˜ao x = −9, pelo que a altura do prima ´e:

AF = 3 − (−9) = 12

E assim temos que o volume do prisma ´e:

V = EF

2

× AF =

2

× 12 = 1392

Exame – 2025,

´ Ep. especial

  1. Como a base da pirˆamide ´e um quadrado de lado

6, e o volume ´e 4

6, podemos determinar a altura

M V da pirˆamide:

V[ABCDV ] =

× A[ABCD] × M V ⇔ 4

×

2

× M V ⇔ 4

× M V ⇔

= M V ⇔ M V = 2

Como a pirˆamide [ABCDV ] ´e regular, a reta perpendicular `a base que cont´em o v´ertice V tamb´em

cont´em o centro da base (M ). Assim, a reta M V , que cont´em ponto M ´e perpendicular ao plano ABC,

pelo que o vetor normal do plano ABC, (

u (2, − 1 ,1)), tamb´em ´e um vetor diretor da reta M V , e por

isso ´e definida pela equa¸c˜ao vetorial:

(x,y,z) = (2, − 1 ,3) + k(2, − 1 ,1), k ∈ R

Assim, um ponto gen´erico desta reta, tem coordenadas: (2 + 2k , − 1 − k , 3 + k) , pelo que o vetor

M V

´e da forma:

M V = V − M = (2 + 2k , − 1 − k , 3 + k) − (2, − 1 ,3) = (2k, − k,k), k ∈ R

E a respetiva norma ´e:

M V =

p

(2k)

2

  • (−k)

2

  • k

2 ⇔ 2

p

4 k

2

  • k

2

  • k

2 ⇒

2

6 k

2

2

⇔ 4 × 6 = 6k

2 ⇔

⇔ 24 = 6k

2 ⇔

= k

2 ⇔ 4 = k

2 ⇔ k = ±

4 ⇔ k = 2 ∨ k = − 2

Como o ponto V tem abcissa positiva, o valor de k correspondente ´e 2, e as suas coordenadas s˜ao:

(2 + 2k , − 1 − k , 3 + k) =

k=

Exame – 2025, 2.ª Fase

3.2. Como o ponto C pertence ao plano mediador do segmento de reta [AB], vamos determinar uma

equa¸c˜ao deste plano:

(x − 4)

2

  • (y − 2)

2

  • z

2 = (x − 2)

2

  • (y − 3)

2

  • (z + 3)

2 ⇔

⇔ x

2 − 8 x + 16 + y

2 − 4 y + 4 + z

2 = x

2 − 4 x + 4 + y

2 − 6 y + 9 + z

2

  • 6z + 9 ⇔

⇔ − 8 x + 16 − 4 y + 4 = − 4 x + 4 − 6 y + 9 + 6z + 9 ⇔ − 8 x − 4 y + 20 = − 4 x − 6 y + 6z + 22 ⇔

⇔ − 8 x + 4x − 4 y + 6y − 6 z + 20 − 22 = 0 ⇔ − 4 x + 2y − 6 z − 2 = 0 ⇔ − 2 x + y − 3 z − 1 = 0

Como as retas BC e DF s˜ao paralelas, o vetor diretor da reta DF tamb´em ´e um vetor diretor da

reta BC, que cont´em o ponto B, e por isso ´e definida pela equa¸c˜ao vetorial:

(x,y,z) = (2, 3 , − 3) + k(1, 1 , − 5), k ∈ R

E assim, um ponto gen´erico desta reta, tem coordenadas: (2 + k , 3 + k , − 3 − 5 k).

Como o ponto C ´e a interse¸c˜ao da reta BC com o plano mediador, substituindo as coordenadas

do ponto gen´erico da reta BC na equa¸c˜ao do plano mediador, obtemos o valor de k, correspondente

ao ponto C:

−2(2+k)+3+k−3(− 3 − 5 k)−1 = 0 ⇔ − 4 − 2 k+3+k+9+15k−1 = 0 ⇔ 14 k = − 7 ⇔ k = −

⇔ k = −

Desta forma, temos que as coordenadas do ponto C s˜ao:

Exame – 2025, 1.ª Fase

4.1. Como a equa¸c˜ao que define o plano que cont´em a base do cone ´e x + 2y − 8 = 0, o vetor normal deste

plano,u⃗ (1, 2 ,0), tamb´em ´e um vetor normal de qualquer plano paralelo ao plano da base do cone,

pelo que a equa¸c˜ao do plano que pretendemos definir ´e da forma:

x + 2y + d = 0

Como se pretende que o plano contenha o ponto de coordenadas (1, − 3 ,4),

podemos determinar o valor do parˆametro d, substituindo estas coordenadas,

na equa¸c˜ao anterior:

1 + 2(−3) + d = 0 ⇔ 1 − 6 + d = 0 ⇔ −5 + d = 0 ⇔ d = 5

u⃗

u⃗

E assim, uma equa¸c˜ao que define o plano paralelo ao plano que cont´em a base do cone e que passa

no ponto de coordenadas (1, − 3 , 5), ´e:

x + 2y + 5 = 0

Resposta: Op¸c˜ao C

4.2. Como os pontos A e B pertencem ambos ao plano definido pela equa¸c˜ao x − 2 y − 8 = 0, temos que:

  • o ponto A tem ordenada e cota nulas, porque pertence ao semieixo positivo Ox, ou seja a sua

abcissa ´e: x A

− 2(0) − 8 = 0 ⇔ x A

  • o ponto B tem abcissa e cota nulas, porque pertence ao semieixo positivo Oy, ou seja a sua

ordenada ´e: 0 − 2(y B

) − 8 = 0 ⇔ 2 y B

= 8 ⇔ y B

⇔ y B

Determinando as coordenadas do ponto M , ponto m´edio do segmento [AB], temos:

Como [AB] ´e um diˆametro da base do cone, e o cone ´e reto, o ponto m´edio do segmento de reta

pertence a reta M V , perpendiculara base do cone que cont´em o v´ertice. Assim, como o vetor

normal do plano que cont´em a base do cone,v⃗ (1, 2 ,0), tamb´em ´e um vetor diretor da reta M V , uma

equa¸c˜ao da reta M V ´e:

(x,y,z) = (4, 2 ,0) + k(1, 2 ,0), k ∈ R

Assim, as coordenadas do ponto V , s˜ao da forma (4 + k , 2 + 2k , 0) e como a sua abcissa tem menos

uma unidade do que a sua ordenada, obtemos o valor de k a que corresponde o ponto V , resolvendo

a equa¸c˜ao:

4 + k = 2 + 2k − 1 ⇔ 4 − 2 + 1 = 2k − k ⇔ 3 = k

Ou seja, as coordenadas do ponto V s˜ao

Exame – 2024,

´ Ep. especial

  1. Como a reta BC pertence ao plano que cont´em uma das bases do prisma, ´e

perpendicular aos planos que contˆem as faces laterais do prisma, em particular

ao plano ABF. Assim, o vetor diretor da reta BC tamb´em ´e um vetor normal

do plano ABF.

Assim, a equa¸c˜ao do plano ABF ´e da forma:

2 x + 3y + 6z + d = 0

E como o ponto A pertence ao plano, podemos determinar o valor do parˆametro d, substituindo as

coordenadas, na equa¸c˜ao anterior:

2(4)) + 3(−4) + 6(−3) + d = 0 ⇔ 8 − 12 − 18 + d = 0 ⇔ −22 + d = 0 ⇔ d = 22

E assim, a equa¸c˜ao do plano ABF , ´e 2x + 3y + 6z + 22 = 0.

Resposta: Op¸c˜ao A

Exame – 2024, 1.ª Fase

  1. Como o prisma ´e reto, as arestas laterais s˜ao perpendiculares `as bases do prisma, pelo que a reta EL

(que cont´em uma aresta lateral) ´e perpendicular ao plano ABF (que cont´em uma das bases). Assim,

observando que o vetor diretor da reta EL tamb´em ´e um vetor normal do plano ABF , temos que uma

equa¸c˜ao deste plano ´e da forma:

3 x + 4y + d = 0

E como o ponto A pertence ao plano, substituindo as suas coordenadas na equa¸c˜ao anterior, obtemos o

valor do parˆametro d:

3(4) + 4(0) + d = 0 ⇔ 12 + d = 0 ⇔ d = − 12

Ou seja, uma equa¸c˜ao do plano ABF ´e 3x + 4y − 12 = 0.

Como as retas EL e F G s˜ao paralelas (porque cont´em arestas laterais de um prisma reto), ent˜ao o vetor

diretor diretor do reta EL tamb´em ´e um vetor diretor da reta F G, pelo que, recorrendo ao ponto G,

obtemos uma equa¸c˜ao vetorial da reta F G:

(x,y,z) =

  • k(3, 4 ,0), k ∈ R

E assim, um ponto gen´erico desta reta, tem coordenadas:

12 + 3k ,

  • 4k , 2

Como o ponto F ´e a interse¸c˜ao da reta F G com o plano ABF , substituindo as coordenadas do ponto

gen´erico da reta F G na equa¸c˜ao do plano ABF , obtemos o valor de k, correspondente ao ponto F :

3(12 + 3k) + 4

  • 4k

− 12 = 0 ⇔ 36 + 9k + 26 + 16k − 12 = 0 ⇔ 25 k = − 50 ⇔ k = −

⇔ k = − 2

Desta forma, temos que as coordenadas do ponto F s˜ao:

Exame – 2023, 2.ª Fase

8.1. Como as retas OD e AC s˜ao paralelas porque contˆem arestas laterais de um prisma reto, os respetivos

vetores diretores s˜ao colineares. Desta forma, podemos verificar que o vetor

(0, 4 ,3), ou

seja, ´e colinear com um vetor diretor da reta AC, e por isso ´e um vetor diretor da reta OD.

Temos ainda que, uma equa¸c˜ao da reta OD ´e (x,y,z) = (0, 0 ,0)+k

, k ∈ R, pelo que podemos

verificar que o ponto de coordenadas (0, − 4 , − 3) pertence `a reta OD porque

Assim, (x,y,z) = (0, − 4 , − 3) + k

, k ∈ R ´e uma equa¸c˜ao vetorial que define a reta OD.

Resposta: Op¸c˜ao B

8.2. Como a base [ABC] do triˆangulo est´a inscrita numa semicircunferˆencia de diˆametro [AB], ent˜ao o

triˆangulo ´e retˆangulo em C, e por isso a reta AC ´e perpendicular ao plano CBE.

Assim, o vetor

u = (0, 4 ,3), vetor diretor da reta AC ´e tamb´em um vetor normal do plano CBE,

pelo que este pode ser definido por uma equa¸c˜ao da forma 0x + 4y + 3z + d = 0, d ∈ R. Como o

ponto E pertence ao eixo Oy e OE = 12,5, temos que as suas coordenadas s˜ao (0; 12,5; 0), pelo que

podemos determinar o valor do parˆametro d na equa¸c˜ao do plano CBE:

0 + 4(12,5) + 3(0) + d = 0 ⇔ 50 + 0 + d = 0 ⇔ d = − 50

Pelo que uma equa¸c˜ao do plano CBE ´e 4y + 3z − 50 = 0.

Assim, as coordenadas do ponto C, podem ser determinadas pela interse¸c˜ao da reta AC com o

plano CBE. Assim, temos que as coordenadas de um ponto da reta AC s˜ao da forma (x,y,z) =

(10, 0 ,0) + (0, 4 k, 3 k) = (10, 4 k, 3 k), k ∈ R, e substituindo as coordenadas na equa¸c˜ao do plano, temos:

4(4k) + 3(3k) − 50 = 0 ⇔ 16 k + 9k = 50 ⇔ 25 k = 50 ⇔ k =

⇔ k = 2

Desta forma, substituindo o valor de k nas coordenadas do ponto da reta AC, (10, 4 k, 3 k), obtemos

as coordenadas do ponto C:

Exame – 2023, 1.ª Fase

  1. Como o ponto E pertence ao plano ADE, e o vetor

AB ´e um vetor normal do plano, as coordenadas do

vetor

AB s˜ao:

AB = B − A = (1, − 1 ,2) − (− 2 , 5 ,0) = (1 − (−2), − 1 − 5 , 2 − 0) = (3, − 6 ,2)

Assim, temos que a equa¸c˜ao do plano ADE pode ser da forma 3x − 6 y + 2z + d = 0

Para determinar o valor de d, na equa¸c˜ao do anterior, substitu´ımos as coordenadas do ponto A, porque

as estas verificam a equa¸c˜ao do plano, porque o ponto pertence ao plano:

3(−2) − 6(5) + 2(0) + d = 0 ⇔ − 6 − 30 + 0 + d = 0 ⇔ d = 36

Pelo que, uma equa¸c˜ao cartesiana do plano ADE ´e

3 x − 6 y + 2z + 36 = 0

As coordenadas de todos os pontos da reta dada, e em particular o ponto de interse¸c˜ao da reta com o

plano ADE, ou seja, o ponto E, para k ∈ R, s˜ao da forma:

(x,y,z) = (0, 0 ,3) + k(1, − 1 , − 1) = (0 + kk , 0 − k , 3 − k) = (k , − k , 3 − k)

Como o ponto de interse¸c˜ao da pertence ao plano ADE podemos determinar o valor de k substituindo

as coordenadas gen´ericas do ponto, na equa¸c˜ao do plano:

3(k) − 6(−k) + 2(3 − k) + 36 = 0 ⇔ 3 k + 6k + 6 − 2 k + 36 = 0 ⇔

⇔ 7 k + 42 = 0 ⇔ k =

⇔ k = − 6

Desta forma temos que as coordenadas do ponto E, s˜ao:

Exame – 2021, 2.ª Fase

11.1. Como se pretende identificar um plano perpendicular ao plano que cont´em a base do cone, ent˜ao

os respetivos vetores normais devem ser perpendiculares, pelo que calculamos os produtos escalares

entre os vetores normais dos planos definidos em cada uma das hip´oteses o vetor normal do plano

que cont´em a base do cone para encontrar um produtos escalares nulos e assim identificar planos

perpendiculares:

• (0, 4 , − 3).(0, 4 , − 3) = 0 + 4 × 4 + (−3) × (−3) = 16 + 9 = 25

• (3, 4 ,1).(0, 4 , − 3) = 3 × 0 + 4 × 4 + 1 × (−3) = 0 + 16 − 3 = 13

• (0, 3 ,4).(0, 4 , − 3) = 0 + 3 × 4 + 4 × (−3) = 12 − 12 = 0

• (1, 3 ,4).(0, 4 , − 3) = 1 × 0 + 3 × 4 + 4 × (−3) = 0 + 12 − 12 = 0

Assim, temos que apenas as equa¸c˜oes apresentadas nas op¸c˜oes (C) e (D) representam planos per-

pendiculares ao plano que cont´em a base do cone, pelo que resta verificar qual das duas equa¸c˜oes ´e

verificada pelas coordenadas do ponto (1, 2 , − 1), substituindo as suas coordenadas em cada uma das

equa¸c˜oes:

  • 3(2) + 4(−1) = 18 ⇔ 6 − 4 = 18 ⇔ 2 = 18 (Proposi¸c˜ao falsa)
  • 1 + 3(2) + 4(−1) = 3 ⇔ 1 + 6 − 4 = 3 ⇔ 3 = 3 (Proposi¸c˜ao verdadeira)

Ou seja a equa¸c˜ao x + 3y + 4z = 3 define um plano perpendicular ao plano que cont´em a base do

cone e passa no ponto de coordenadas (1, 2 , − 1)

Resposta: Op¸c˜ao D

  1. Como [P QRS] ´e um trap´ezio de bases [P Q] e [RS], as retas P Q e RS s˜ao

paralelas. Assim, o plano perpendicular a reta RS tamb´em ´e perpendiculara

reta P Q, pelo que o vetor

P Q ´e um vetor normal do plano pretendido.

P Q = Q − P = (− 2 , 1 ,1) − (1, − 1 ,2) = (− 2 − 1 , 1 − (−1), 1 − 2) = (− 3 , 2 , − 1)

Logo a equa¸c˜ao do plano ´e da forma:

− 3 x + 2y − z + d = 0

P Q

SR

E como o ponto P pertence ao plano, podemos determinar o valor do parˆametro d, substituindo as

coordenadas, na equa¸c˜ao anterior:

−3(1) + 2(−1) − (2) + d = 0 ⇔ − 3 − 2 − 2 + d = 0 ⇔ −7 + d = 0 ⇔ d = 7

E assim, a equa¸c˜ao do plano perpendicular `a reta RS e que cont´em o ponto P , ´e:

− 3 x + 2y − z + 7 = 0

Exame – 2021, 2.ª Fase

14.1. Como se pretende identificar uma reta perpendicular `a reta EF , e os respetivos vetores diretores

s˜ao perpendiculares, calculamos os produtos escalares entre os vetores diretores das retas de cada

uma das hip´oteses o vetor diretor da reta EF para encontrar um produtos escalares nulos e assim

identificar dire¸c˜oes perpendiculares `a reta EF :

• (− 3 , − 2 ,2).(2, − 3 ,0) = − 3 × 2 + (−2) × (−3) + 2 × 0 = −6 + 6 + 0 = 0

• (− 3 , − 2 ,2).(0, 3 , − 3) = − 3 × 0 + (−2) × 3 + 2 × (−3) = 0 − 6 − 6 = − 12

• (− 3 , − 2 ,2).(0, 3 ,3) = − 3 × 0 + (−2) × 3 + 2 × 3 = 0 − 6 + 6 = 0

• (− 3 , − 2 ,2).(2, 0 , − 3) = − 3 × 2 + (−2) × 0 + 2 × (−3) = −6 + 0 − 6 = − 12

Assim, temos que apenas as retas cujas equa¸c˜oes s˜ao apresentadas nas op¸c˜oes (A) e (C) s˜ao perpen-

diculares `a reta EF , pelo que resta verificar a qual das duas retas pertence o ponto E, substituindo

as suas coordenadas em cada uma das equa¸c˜oes:

  • (7, 2 ,15) = (7, − 3 ,3) + k(2, − 3 ,0) ⇔

7 = 7 + 2k

2 = − 3 − 3 k

(condi¸c˜ao imposs´ıvel)

  • (7, 2 ,15) = (7, − 10 ,3) + k(0, 3 ,3) ⇔

2 = −10 + 3k

15 = 3 + 3k

12 = 3k

12 = 3k

4 = k

4 = k

Ou seja, (7, 2 ,15) = (7, − 10 ,3) + 4(0, 3 ,3), pelo que o ponto E pertence `a reta definida pela equa¸c˜ao

(x,y,z) = (7, − 10 ,3) + k(0, 3 ,3),k ∈ R

Resposta: Op¸c˜ao C

14.2. Como as diagonais de faces opostas de come¸camos por determinar a equa¸c˜ao do plano ABG, para

determinar a ordenada do ponto B:

Como [ABCDEF GH] ´e um paralelep´ıpedo retˆangulo e a reta EF ´e perpendicular ao plano ABG,

ent˜ao o vetor diretor da reta (u⃗ = (− 3 , − 2 ,2)), ´e tamb´em um vetor normal do plano, pelo que a

equa¸c˜ao do plano ABG ´e da forma:

− 3 x − 2 y + 2z + d = 0

Como s˜ao conhecidas as coordenadas do ponto G ((6, 10 ,13), podemos determinar o valor de d,

substituindo as coordenadas na equa¸c˜ao anterior:

−3(6) − 2(10) + 2(13) + d = 0 ⇔ − 18 − 20 + 26 + d = 0 ⇔ d = 12

Assim temos que a equa¸c˜ao do plano ABG ´e − 3 x − 2 y + 2z + 12 = 0 e como o ponto B pertence ao

eixo Oy tem abcissa e cota nulas, pelo que a sua ordenada pode ser obtida a partir da equa¸c˜ao do

plano ABG:

−3(0) − 2 y + 2(0) + 12 = 0 ⇔ − 2 y + 12 = 0 ⇔ 12 = 2y ⇔

= y ⇔ 6 = y

Como as arestas paralelas de faces opostas de um paralelep´ıpedo retˆangulo s˜ao congruentes, podemos

calcular a medida do raio da superf´ıcie esf´erica:

r = BD = GE =

p

2

  • (2 − 10)

2

  • (15 − 13)

2

p

2

  • (−8)

2

  • 2

2

Assim, temos que a equa¸c˜ao reduzida da superf´ıcie esf´erica de centro no ponto B(0, 6 ,0) e que passa

no ponto D, ´e:

(x − 0)

2

  • (y − 6)

2

  • (z − 0)

2

2

⇔ x

2

  • (y − 6)

2

  • z

2 = 69

Exame – 2021, 1.ª Fase

17.1. Determinando as coordenadas dos pontos A e B, com recurso `a equa¸c˜ao que define o plano ABC,

temos:

  • Como o ponto A pertence ao eixo Oy, tem abcissa e cota nulas, e assim, a sua ordenada ´e:

3(0) + 4y + 4(0) − 12 = 0 ⇔ 0 + 4y + 0 = 12 ⇔ y =

⇔ y = 3

  • Como o ponto B pertence ao eixo Ox, tem ordenada e cota nulas, e assim, a sua abcissa ´e:

3 x + 4(0) + 4(0) − 12 = 0 ⇔ 3 x + 0 + 0 = 12 ⇔ x =

⇔ x = 4

Assim, as coordenadas dos pontos A e B s˜ao, respetivamente, (0, 3 ,0) e (4, 0 ,0) e a distˆancia AB, ou

seja, a altura do cilindro, ´e:

AB =

p

2

  • (0 − 3)

2

  • (0 − 0)

2

p

2 − (−3)

2

Como o volume do cilindro (VC ) ´e igual a 10π podemos determinar BC, ou seja, a medida do raio

da base do cilindro:

VC = π × BC

2

× AB ⇔ 10 π = π × BC

2

× 5 ⇔

10 π

5 π

= BC

2

⇔ BC

2

BC> 0

BC =

17.2. Designado por Q o ponto do plano ABC que se encontra mais pr´oximo do

ponto P , ent˜ao a reta P Q ´e perpendicular ao plano ABC, pelo que o vetor

normal do plano ABC (

v = (3, 4 ,4))´e tamb´em um vetor diretor da reta P Q.

Assim, temos que uma equa¸c˜ao vetorial da reta P Q, ´e:

(x,y,z) = P + λ

v , λ ∈ R ⇔ (x,y,z) = (3, 5 ,6) + λ(3, 4 ,4), λ ∈ R

Assim, as coordenadas de todos os pontos da reta P Q, e em particular o ponto

do ponto Q, para λ ∈ R, s˜ao da forma:

v⃗

(x,y,z) = (3, 5 ,6) + λ(3, 4 ,4) = (3 + 3λ,5 + 4λ,6 + 4λ)

Como o ponto Q pertence ao plano ABC podemos determinar o valor de λ substituindo as coorde-

nadas gen´ericas do ponto, na equa¸c˜ao do plano:

3(3 + 3λ) + 4(5 + 4λ) + 4(6 + 4λ) − 12 = 0 ⇔ 9 + 9λ + 20 + 16λ + 24 + 16λ − 12 = 0 ⇔

⇔ 41 λ = 12 − 9 − 20 − 24 ⇔ 41 λ = − 41 ⇔ λ = −

⇔ λ = − 1

Desta forma temos que as coordenadas do ponto Q s˜ao:

Exame – 2020, 1.ª Fase

18.1. Substituindo o valor da ordenada do ponto A, y A

= 4 na equa¸c˜ao da reta r, podemos calcular o valor

de k, e depois, o valor da cota do ponto de interse¸c˜ao:

x = 1 + 0k

y = 2 + k

z = 1 + 5k

y=

x = 1

4 = 2 + k

z = 1 + 5k

x = 1

2 = k

z = 1 + 5 × 2

x = 1

k = 2

z = 1 + 10

x = 1

k = 2

z = 11

Ou seja, as coordenadas do ponto A s˜ao (1, 4 ,11)

Observando a equa¸c˜ao do plano α podemos verificar que u⃗ = (2, 3 , − 1)

´e um vetor normal do plano α, e tamb´em de todos os planos paralelos ao plano

α, cujas equa¸c˜oes s˜ao da forma:

2 x + 3y − z + d = 0

u⃗

u⃗

Como as coordenadas do ponto A s˜ao (1, 4 ,11), e este pertence ao plano pretendido, podemos deter-

minar o valor do parˆametro d, substituindo estas coordenadas, na equa¸c˜ao anterior:

2(1) + 3(4) − 11 + d = 0 ⇔ 2 + 12 − 11 + d = 0 ⇔ 3 + d = 0 ⇔ d = − 3

Logo, uma equa¸c˜ao do plano que ´e paralelo ao plano α e que passa pelo ponto A ´e:

2 x + 3y − z − 3 = 0

18.2. As coordenadas de todos os pontos da reta r, e em particular o ponto de interse¸c˜ao da reta r com o

plano α, para k ∈ R, s˜ao da forma:

(x,y,z) = (1, 2 ,1) + k(0, 1 ,5) = (1 + 0 × k , 2 + 1 × k , 1 + 5 × k) = (1 , 2 + k , 1 + 5k)

Como o ponto de interse¸c˜ao da pertence ao plano α podemos determinar o valor de k substituindo

as coordenadas gen´ericas do ponto, na equa¸c˜ao do plano:

2(1) + 3(2 + k) − (1 + 5k) − 9 = 0 ⇔ 2 + 6 + 3k − 1 − 5 k − 9 = 0 ⇔

⇔ 2 + 6 + 3k − 1 − 5 k − 9 = 0 ⇔ − 2 k − 2 = 0 ⇔ − 2 k = 2 ⇔ k =

⇔ k = − 1

Desta forma temos que as coordenadas do ponto de interse¸c˜ao da reta r com o plano α, ou seja as

coordenadas do ponto P , s˜ao:

Exame – 2019,

´ Ep. especial

  1. Como a pirˆamide ´e quadrangular regular, considerando M o ponto centro da base, ou seja o ponto m´edio

do segmento [AC], temos que o vetor

M V ´e perpendicular ao plano que cont´em a base, ou seja, ´e um

vetor normal do plano que cont´em a base da pirˆamide.

Determinando as coordenadas do ponto M , temos:

x A

  • x C

y A

  • y C

z A

  • z C

Calculando as coordenadas do vetor

M V , temos:

M V = V − M = (3, − 1 ,2) − (1, 0 ,1) = (2, − 1 ,1)

Desta forma, a equa¸c˜ao do plano ´e da forma:

2 x − y + z + d = 0

E como o ponto A pertence ao plano, podemos determinar o valor do

parˆametro d, substituindo as coordenadas, na equa¸c˜ao anterior: x

O

y

z

B

D

V

A

C

M

2(2) − 1 + 0 + d = 0 ⇔ 4 − 1 + d = 0 ⇔ 3 + d = 0 ⇔ d = − 3

E assim, a equa¸c˜ao do plano ´e:

2 x − y + z − 3 = 0

Exame – 2019, 1.ª Fase

  1. Como o ponto P tem abcissa 1 (xP = 1), e ordenada 3 (yP = 3), substituindo estas coordenadas na

equa¸c˜ao da superf´ıcie esf´erica, calculamos a cota (zP ):

(xP − 1)

2

  • (yP − 2)

2

  • (zP + 1)

2

= 10 ⇔ (1 − 1)

2

  • (3 − 2)

2

  • (zP + 1)

2

= 10 ⇔ 0

2

  • 1

2

  • (zP + 1)

2

= 10 ⇔

⇔ (zP + 1)

2

= 10 − 1 ⇔ zP + 1 = ±

9 ⇔ zP = − 1 ± 3 ⇔ zP = − 4 ∨ zP = 2

Como a cota do ponto P ´e negativa, as coordenadas do ponto P s˜ao (1, 3 , − 4)

Como o plano ´e perpendicular `a reta r, vetor diretor da reta (v⃗ = (4, 1 , − 2)) ´e um

vetor normal do plano, e assim a equa¸c˜ao do plano ´e da forma:

4 x + y − 2 z + d = 0

E como o ponto P pertence ao plano, podemos determinar o valor do parˆametro d,

substituindo as coordenadas, na equa¸c˜ao anterior:

4(1) + 3 − 2(−4) + d = 0 ⇔ 4 + 3 + 8 + d = 0 ⇔ 15 + d = 0 ⇔ d = − 15

v⃗

E assim, uma equa¸c˜ao do plano que passa no ponto P e ´e perpendicular `a reta r, ´e:

4 x + y − 2 z − 15 = 0

Exame – 2018, 2.ª Fase

  1. Como o plano P QR tem equa¸c˜ao 2x + 3y − z − 15 = 0, um vetor normal do plano ´e

u = (2, 3 , − 1)

Como o prisma ´e regular ent˜ao as arestas laterais s˜ao perpendiculares ao plano das bases, ou seja, a reta

P S ´e perpendicular ao plano P QR, e assim, o vetor normal do plano da base ´e tamb´em um vetor diretor

da reta P S, pelo que, considerando as coordenadas do ponto S(14, 5 ,0), temos que uma equa¸c˜ao vetorial

da reta P S ´e:

(x,y,z) = (14, 5 ,0) + λ(2, 3 , − 1), λ ∈ R

Assim, as coordenadas de todos os pontos da reta P S, e em particular o ponto P , para λ ∈ R, s˜ao da

forma:

(x,y,z) = P + λ⃗u = (14, 5 ,0) + λ(2, 3 , − 1) = (14 + 2λ,5 + 3λ, − λ)

Como o ponto P pertence ao plano P QR podemos determinar o valor de λ substituindo as coordenadas

gen´ericas do ponto, na equa¸c˜ao do plano:

2(14 + 2λ) + 3(5 + 3λ) − (−λ) − 15 = 0 ⇔ 28 + 4λ + 15 + 9λ + λ − 15 = 0 ⇔ 28 + 14λ = 0 ⇔

⇔ 14 λ = − 28 ⇔ λ =

⇔ λ = − 2

Desta forma temos que as coordenadas do ponto P s˜ao:

Assim, calculado a distˆancia entre os pontos P e S, temos:

P S =

p

2

  • (5 − (−1))

2

  • (0 − 2)

2

p

2

  • 6

2

  • (−2)

2

Assim, calculando a ´area lateral, ou seja, das 6 faces laterais, e arredondando o resultado `as d´ecimas,

temos:

Alateral = 6 × P Q × P S = 6 × 4 ×

Exame – 2018, 1.ª Fase

  1. Como a base inferior do cilindro est´a contida no plano xOy ent˜ao os centros das duas bases tˆem abcissas

e ordenadas iguais. Como a cota do centro A ´e zero e a altura ´e 3, ent˜ao as coordenadas do ponto C s˜ao

Assim, calculando as coordenadas do vetor

BC, temos:

BC = C − B = (1, 2 ,3) − (1, 3 ,0) = (0, − 1 ,3)

E assim, uma equa¸c˜ao vetorial da reta com a dire¸c˜ao do vetor

BC e que contenha o ponto B, ou seja, a

reta BC, ´e:

(x,y,z) = (1, 3 ,0) + k(0, − 1 ,3),k ∈ R

O ponto de intersec¸c˜ao da reta BC com o plano xOz ´e o ponto da reta BC que tem ordenada nula, como

todos os restantes pontos do plano xOz.

Assim, substituindo y = 0 na equa¸c˜ao da reta, podemos calcular de k, e depois, o valor da cota do ponto

de interse¸c˜ao: 

x = 1 + 0k

y = 3 − k

z = 0 + 3k

y=

x = 1

0 = 3 − k

z = 3k

x = 1

k = 3

z = 3 × 3

x = 1

k = 3

z = 9

Ou seja as coordenadas do ponto de interse¸c˜ao da reta BC com o plano xOz s˜ao (1, 0 ,9)

Exame – 2017,

´ Ep. especial