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Guias e Dicas
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Revista BrOffice, Provas de Cultura

BrOffice.org para CONCURSOS

Tipologia: Provas

Antes de 2010

Compartilhado em 01/09/2010

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daniel-palin-2 🇧🇷

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| Revista BrOffice.org | www.broffice.org/revista 1Agosto | 2010
Revista BrOffice.org | www.broffice.org/revista Diagramado no BrOffice.org Draw
Ano 4 | N° 14 |Agosto 2010
Revista
Artigos | Dicas | Tutoriais | e muito mais...
Escritório aberto
Modelos de documentos
para fazer bonito na hora
de conseguir um
emprego
SpechOO
Não é ficção científica! Extensão em
desenvolvimento permitirá digitar textos
por comando de voz
BrOffice.org mais rápido
Saiba o que fazer para abrir e
fechar o aplicativo com mais
agilidade
Organize-se!
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armazenar a sua agenda de
contatos
Fique ligado! O sonho da construção de uma carreira no setor público pode passar pelo conhecimento
no aplicativo. Veja como se preparar!
Entrevista
Revista BrOffice.org
inspira criadores do site
PASL, portal gratuito de
oferta e busca de suporte
em software livre
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| Revista BrOffice.org | www.broffice.org/revista 1 Agosto | 2010

Revista BrOffice.org | www.broffice.org/revista Diagramado no BrOffice.org Draw

Ano 4 | N° 14 |Agosto 2010 Revista Artigos | Dicas | Tutoriais | e muito mais... Escritório aberto

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Entrevista

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| carta do leitor

Carta do leitor 04

| como nós ...

… fazemos a tradução da Revista

BrOffice.org

| reportagem

10 anos de projeto - Comemorações

começam no OOoCon, em Budapeste

| artigo

A co-autoria na era das redes

informacionais

| entrevista

As páginas amarelas do Software Livre 26

| cultura

Redblade Episódio 05 - Quatro num carro 46

Dica de filme - Invasor de Mentes 48

| dica

Abrir e salvar documentos BrOffice.org

mais rápido

Edição de duas ou mais seções de um

documento

| tutorial

Agenda de contatos usando assistente de

banco de dados

Gerenciamento Eletrônico de Documentos

Integração do BrOffice.org

| resumo do mês

Resumo do mês 49

| dica rápida

Dica rápida 31

índice |

BrOffice.org em Concursos Públicos 14

| escritório aberto

Concurso Público 20

Fisl11: Evento Comunitário BrOffice.org 21

| novas tecnologias

Reconhecimento de voz para BrOffice.org 23

carta do leitor |

Esta é a sua seção! Na “Carta do Leitor”, você pode tirar dúvidas

sobre o BrOffice.org, seja produto, comunidade ou desenvolvi-

mento, enviar críticas ou sugestões que possam enriquecer ainda

mais a nossa revista.

Envie um email para [email protected].

Participe!

Oi! Sem dúvida, um trabalho maravilhoso. Estou aproveitando que a maioria de meus clientes e colaboradores não se adaptaram à interface Ribbon do Office 2007 e estou "implantando" licenças do BrOffice.org. Sem pirataria para alguns e sem custo para outros. Mais uma vez, parabéns pelo trabalho da equipe! Reinaldo de Oliveira Pereira Olá! Parabéns! Tenho o orgulho de ser um participante do BrOffice.org. Obrigado! Dominique Silva Neves Opinião É maravilhoso poder participar junto com vocês, pois esta revista é sensacional. Faz com que as pessoas se conscientizem. Desde já, estou agradecida. Cleonice de Souza Naice Só parabéns... Pois é, só passei para dar parabéns mesmo. Primeiramente ao trabalho na revista apresentando ótima qualidade nos assuntos debatidos e excelente meio de divulgação de novidades... Também gostaria de agradecer aos palestrantes que estão enriquecendo o fisl11 com assuntos e novidades sobre o BrOffice.org. Hoje (22/7) participei da palestra do Willian (Colen), que falou sobre extensões, muito bom!!! ...mais uma vez, valeu pessoal! Luciano da Cunha Promoção! Promoção! Concorra a cinco ingressos para o Solisc 2010 Quer ganhar um ingresso para o 5º Congresso Catarinense do Software Livre? Então escreva para a Revista BrOffice.org! Envie um e-mail com o assunto “Ingresso Solisc” para revista@broffi- ce.org com seu nome completo, RG e o local em que você mora. Serão cinco ingressos sorteados, através de parceria entre a Revista BrOffice.org e a organização do evento. O sorteio será realizado no dia 30 de setembro pela equi- pe da Revista. Os ganhadores serão contatados pela or- ganização do Solisc e receberão um código para retirada do ingresso no local do evento, que acontece em Floria- nópolis, nos dias 22 e 23 de outubro. Confira o site do Solisc: http://www.solisc.org.br/2010/

como nós ... | ...fazemos a tradução da Revista BrOffice.org | Por Luiz Oliveira “Quando me juntei ao grupo da Revista BrOffice.org, em novembro de 2009, fui muito bem recebido. Algum tempo depois soube da in- tenção de se fazer edições em In- glês da revista, que já contava com projetos semelhantes para Francês, Galego e Castelhano. Mas foi no IV Encontro Nacional BrOffice.org que o desafio de lan- çarmos a revista em Inglês, em de- finitivo ganhou corpo. A forma de se fazer isso ficou para o time de tradução decidir. Após algumas conversas preliminares surgiu a principal dúvida: “O que precisarí- amos para viabilizar o projeto? Na minha opinião um revisor, de pre- ferência nativo no idioma, pois tra- duzir do inglês para o português é uma coisa. O contrário é mais difí- cil para quem não tem um conhe- cimento muito íntimo do idioma. Curiosamente, no mesmo dia em que disse isso, o Rogério Luz se dispôs a começar como tradutor na revista, mas ele foi escalado para ser revisor já que estudou e viveu fora do Brasil muitos anos. A partir daí começamos a traduzir. Levamos algum tempo para aparar algumas arestas. Mas, devagar fomos prosseguindo. No início do mês de Agosto, tínhamos traduzi- do metade da edição 9, mas ainda faltava muito. O objetivo era tradu- zir a edição 9 e a 1 totalmente, além de produzir uma edição es- pecial bilíngue. Isso coincidiu com vários contratempos. Mas, logo o Clóvis deu um gás que eu não acreditei. Em uma semana tradu- zimos a edição 9, na semana se- guinte a 1. Combinamos de eu re- visar os textos do Clóvis e ele os meus. Em seguida, o Rogério co- meçou o trabalho para tornar os textos inteligíveis para "los grin- gos". Pareceu uma coisa muito desor- ganizada e mal feita, mas as coi- sas fluíram de uma maneira tão natural que me fez crer que o tal modelo "bazar" funciona de manei- ras muito além da nossa imagina- ção. É um grande prazer e um pri- vilégio fazer parte desse time.” A seguir, três depoimentos sobre o trabalho de tradução da Revista BrOffice.org pelos próprios tradutores, Paulo S. Lima, Rogério Luz e Clóvis Tristão: “Não tardou para eu ter não uma, mas duas revistas inteiras para fazer revisão.” (Rogério Luz) Eu pensei: "tudo bem, eu já nem estou atolado de trabalho, mas como as coisas devem ir num ritmo lento eu topo". Obviamente eu não sabia que existia um complô contra a minha vida, o Clóvis e o Paulo decidiram que seriam duas metralhadoras de traduções e não tardou eles tinham a tradução não de uma, mas de duas revistas in- teiras para eu revisar ... é claro, amigo leitor que me vi em apuros. Mas dei uma olhada nas traduções, uma correçãozinha aqui e ali, e toca a lenha. Ambas as traduções estão decentes, e se gringo não entender é porque não quer se esforçar (brincadeirinha). Eles vivem tentando me dar crédito por algum processo de revisão que eu tenha feito (acho que eles têm medo de me assustar com a quantidade e velocidade da tradução que são capazes) mas a verdade é que tanto a RB09 quanto a Zine1 não tem quase um dedo sequer meu. Esses dois e sua fábrica de traduções são a alma do projeto do qual me orgulho de poder participar de vez em quando. Parabéns ao Clóvis e ao Paulo e a equipe da Revista BrOffice.org por mais essa iniciativa. Eu me envolvi com a Revista BrOf- fice.org quando fui convidado a fa- zer um artigo com base em um post que fiz no Grupo de usuários. Fiz o artigo, foi publicado e achei a experiência toda o máximo! Em 15 dias me convidaram para ver como organizaríamos um grupo de tra- dução bilíngue inglês/português. “É um grande prazer e um privilégio fazer parte desse time” (Paulo S. Lima)

A nossa equipe é bem unida, basta apenas um cha- mado e todos já se mobilizam e ajudam como podem; essa ideia de bazar funciona mesmo. Unidos somos fortes... O texto do Paulo resume todo o processo que passamos para a tradução dos exemplares Zine01 e RB09. Não tenho muito o que acrescentar. Essa ideia de Bazar citada pelo Paulo, funciona bem, pois cada um dá o seu esforço e tempo na medida certa, sem muitas cobranças. Bom, aqui vai um bit de informação sobre a minha impressão de todo o processo: "Quando o Luiz me ligou dizendo que precisava de uma ajuda na tradução da Revista BrOffice.org 09 e Arquivo pessoal como nós ... | ...fazemos a tradução da Revista BrOffice.org | Por Luiz Oliveira “A nossa equipe é bem Unida” (Clóvis Tristão) da Zine 01 para o Inglês, a mosca da curiosidade ali- ada ao desafio me "picou". Afinal, somos movidos por desafios e superação de metas a todo o momento. Fi- quei me perguntando, será que consequimos fazer isso em uma semana? Coloquei isso como meta, e comecei a trabalhar nas traduções, conversando com o Paulo, traçamos objetivos e prazos. Como ele e Ro- gério já estavam com o processo de tradução iniciado na RB09, propus terminarmos a tradução da RB09 e depois começarmos a Zine 01, que já tinha algumas matérias traduzidas. Para minha surpresa, todo esse processo da RB09 e Zine01, foi realizado em uma semana. Pra ser mais exato, concluímos o processo em 02 noites. Uma ideia que tive e passei para o Paulo, era de tra- duzir direto no Draw, assim o processo de cópia e cola, ficou bem mais rápido, agilizando os trabalhos de revisão e diagramação, pois a revista já sai pronta, com o formato do modelo original e texto em inglês. A minha intenção, para o futuro, seria a tradução para o Inglês de todas as Revistas BrOffice.org. E sendo mais ousado, lançamento das próximas edições nas versões em português e inglês." A Catedral e o Bazar (em inglês: The Cathedral and the Bazaar) é um ensaio de Eric S. Raymond sobre métodos de engenharia de software, baseado em suas observações do processo de desenvolvimento do Linux e suas experiências administrando o projeto open source fetchmail. Foi primeiramente apresentado pelo autor no Linux Kongress em 27 de Maio de 1997 e publicado como parte do livro com o mesmo nome em 1999. É normalmente considerado como o manifesto do movimento Open source. O ensaio apresenta dois diferentes modelos de desenvolvimento de um software livre:

  • O modelo Catedral, no qual o código fonte está disponível para cada release do software, mas o código desenvolvido entre dois releases é restrito a um exclusivo grupo de desenvolvedores. Os projetos Emacs e GCC são apresentados no ensaio como exemplos.
  • O modelo Bazar, no qual o código é desenvolvido de forma totalmente aberta e pública, utilizando a Internet. Raymond credita Linus Torvalds, líder do projeto Linux, como o inventor deste modelo de desenvolvimento de software. Ele também fornece alguns relatos anedóticos da aplicação desse modelo ao projeto Fetchmail. A tese central do ensaio de Raymond é que "Dado um número de olhos suficiente, todos os erros são triviais" (que é o enunciado da Lei de Linus): se o código fonte está disponível para teste, escrutínio e experimentação pública, então os erros serão descobertos rapidamente. Em contraste, Raymond alega que uma irregular quantidade de tempo e energia devem ser gastos procurando por erros no modelo da Catedral, quando as diversas versões de código são avaliadas por um número limitado de desenvolvedores. Este ensaio ajudou a convencer a maioria dos projetos open source e softwares livres a adotar o modelo do Bazar, completa ou parcialmente — incluindo os projetos Emacs e GCC, os exemplos originais para um modelo Catedral. Mais notavelmente, isso ainda providenciou o empurrão final para a Netscape Communications Corp abrir o código fonte do Netscape Communicator e iniciar o projeto Mozilla. Fonte: http://pt.wikipedia.org/wiki/A_Catedral_e_o_Bazar

Por Wilkens Lenon Silva de Andrade artigo | http://www.123rf.com/photo_6881387_concept-for-cyber-space-3d-computer-render.html Por isso mesmo que Pierre Levy, após ter captado bem o espírito do nosso tempo, disse que: “O ser cognoscente é uma rede complexa na qual os nós biológicos são redefinidos e interfaceados por nós técni- cos, semióticos, institucionais, culturais (…) É preciso pensar em efeitos de subjetividade nas redes de interfa- ces e mundos emergindo provisoriamente de condições ecológicas locais” (Levy, 1993, p. 161). Na citação acima Levy (1993) faz referência ao conceito de Ecologia Cognitiva, onde deixa claro que o conheci- mento é o resultado das complexas interações entre os sujeitos que pensam e articulam ideias, portanto, sujeitos cognoscentes com e o meio, cuja pluralidade se compõe de natureza, instituições humanas, artefatos culturais, signos e símbolos semióticos e culturas diversas. Nessa perspetiva, podemos afirmar, junto com Levy, que o co- nhecimento e, por conseguinte a autoria, é o resultado das relações interativas na coletividade. Sobre isso ele ainda afirma o seguinte: “Já vimos que um grande número de processos e de elementos interveem em um pensamento. Mais uma vez não há mais paradoxo em pensar que um grupo, uma instituição, uma rede social ou uma cultura, em seu conjunto “pensem” ou conheçam. O pensamento já é sempre a realização de um coletivo. (Levy, 1993, p. 161).” A co-autoria A co-autoria informacionais

ma obra cultural, seja lite-

rária, artística, tecnológica

ou de qualquer outro tipo é sem-

pre o resultado do trabalho com

ideias que já existem. Não há au-

toria como algo sui generis, ori-

ginada de conhecimento real-

mente novo, pensado por um su-

jeito sem a interação com a reali-

dade. Pelo contrário, a realidade

e as relações são as fontes pri-

márias das ideias e, portanto,

dos conceitos, das definições e

dos valores humanos que deram

e darão origem a todas as produ-

ções culturais existentes e que

ainda virão do exercício criativo

dos/as autores/as. As produções

culturais são sempre resultado da

interatividade.

na era das redes na era das redes U

Arquivo pessoal nos fossem negados. Essas e outras questões semelhan- tes estão na base das discussões dos problemas gerados pelas leis de patentes e pela indústria do copyright. Ques- tões amplamente discutidas por Lemos (2004): “A cultura de massa marcou a esfera e a opinião públicas dos séculos XVIII ao XX. Adorno (1974) mostrou bem como a cultura de massa se configura como uma “indús- tria cultural”, distribuindo os diversos produtos culturais de forma padronizada, em série, homogeneamente acessí- vel, protegidos pela propriedade intelectual como obra in- violável (diga-se, cópia e circulação não autorizada). A cultura de massa marca a sociedade industrial do século XX. Os mass media agem, nesse contexto, como fluxo massivo, difundindo os produtos culturais (emissões de rádio, TV, cinema, fotografia, música, artes plásticas, lite- ratura…) a partir de um pólo emissor (as emissoras de rádio e TV, os jornais, os editores de revistas e livros, as gravadoras de música etc.) a uma massa de consumido- res (receptores)” (LEMOS, 2004, p 8) O verdadeiro objetivo dessa indústria é tornar a produção cultural humana em artigo seriado, do tipo homogêneo, ir- radiado por uma ou algumas poucas fontes, sem a parti- cipação dos usuários, portanto, sem a riqueza cultural das comunidades de usuários ou instituições locais que, neste caso, servem apenas como consumidores desses produ- tos. A prática é transformar as obras culturais em produ- tos para consumo de massa com vistas ao aumento dos lucros das grandes empre- sas monopolizadoras. Os mecanismos utilizados para a legalização dessa prática capitalista é a lei de patentes e o copyright. Por isso, o au- tor acima é enfático ao afir- mar que: “A liberdade e autonomia de um povo passa por essa in- flação do fluxo informativo. No entanto, essa emissão, controlada e proprietária, re- duz a uma minoria as vozes de emissão da informação e homogeneíza a recepção das massas. Mesmo não conseguindo essa homoge- neização de forma total e implacável, como mostram os estudos de recepção, os mass media controlam a emissão. A divulgação cultu- ral massiva pré-cibercultura, com raras exceções, fica nas mãos daqueles que contro- lam os meios de comunica- ção, fonte de poder político, de prestígio e de influência sobre o que é ou não dito às massas. Controlar os mass media é controlar a opinião das massas, barrar a diver- sidade cultural e forjar uma A co-autoria na era das redes informacionais | Por Wilkens Lenon artigo | A divulgação cultural massiva pré-cibercultura, com raras exceções, fica nas mãos daqueles que controlam os meios de comunicação, fonte de poder político, de prestígio e de influência sobre o que é ou não dito às massas “ ” identidade essencialista, pu- rista e imutável”. (LEMOS, 2004, p. 9). Nossa luta pela mudança da Lei dos direitos autorais é em defesa do crescimento desse fluxo informativo nas redes informacionais. As ri- quezas culturais se multipli- cam na medida em que en- contram a necessária liber- dade aos fluxos de conhe- cimento. Tornar o conheci- mento posse de alguns pou- cos polos emissores, como deseja a indústria cultural, é empobrecer a humanidade naquilo que tem de mais rico, que é a capacidade si- nérgica de produzir saber de forma coletiva. A era das redes é também tempo da multiplicação do conhecimento, da remixa- gem pelas recombinações dos saberes e da arte. Por isso, é chegado o tempo da fluência e da influência das Comunidades cibernéticas. É tempo da co-autoria e do desenvolvimento entre pa- res. O sujeito é convidado à par- ticipação e a ação em defe- sa da diversidade cultural na rede e em rede, onde as fontes são diversas e diver- sificadas. Com vários rostos, corpos e mentes, mas com um único sentimento cha- mado de generosidade. Referências: Levy, Pierre. As Tecnologias da Inteligência – O futuro do pensamento na era da informática. São Paulo. Editora 34. 2004, 13a Edição. Lemos, André. Cibercultura, cultura e identidade. Em direção a uma “Cultura Copyleft”? André Lemos Contemporânea, vol. 2, no 2 p 9-22 Dez 2004.Silveira, Sérgio Amadeu. et. al. DIVERSIDADE DIGITAL E CULTURA. 2007. em http://www.cultura.gov.br/site/2007/06/20/diversidade-digital-e-cultura-por-sergio-amadeu-e-associados/. Acesso em 23 de agosto de 2010.

Por Rochele Prass Arquivo pessoal reportagem |

stabilidade no emprego, salários vantajosos e outros benefícios atraem milhões de brasileiros,

que se preparam para concorrer a uma vaga em órgãos públicos. Conforme dados da Associ-

ação Nacional de Proteção e Apoio aos Concursos Públicos (ANPAC), anualmente são cerca de 12

milhões de inscrições, número que vem crescendo nos últimos cinco anos.

Tal aumento leva, evidentemente, à maior exigência por qualificação dos candidatos. Ainda de acor-

do com dados da ANPAC, entre 2003 e 2009, cresceu em 26% o número de servidores civis do Exe-

cutivo Federal com curso superior, enquanto os funcionários somente com o fundamental caíram

14%. E diante de um quadro em que vários órgãos públicos estão adotando o BrOffice.org como suíte

de escritórios padrão, a exigência por candidatos que conheçam o aplicativo não poderia ser diferente.

Professor de cursos preparatórios de candidatos a concur- sos desde 2004, Áriston Jorge Meireles, 40 anos, conta que está com salas lotadas nas duas instituições em que atua em Goiás. São cerca de 120 alunos em cada turma, em dois turnos diferentes, visando ao concurso do MPU. Segundo ele, o número de alunos que procuram apoio para estudar a suíte de escritórios BrOffice.org registra aumentos significa- tivos: “A demanda vem crescendo bastante, pois muitos ór- gãos públicos vêm adotando BrOffice.org”. Ele ministra au- las preparatórias para concursos de esferas municipais a fe- derais. Graduado em Sistemas de Informação, Áriston também é Auxiliar Judiciário – Tecnologia da Informação no Tribunal de Justiça do estado, órgão que usa BrOffice.org. Em sua opinião, a inclusão de questões sobre o aplicativo em pro- vas Conhecer BrOffice.org é diferencial para conquistar uma vaga E Conforme o presidente da Associação Brasileira de Candi- datos a Concurso Público, José Vânio Sena, a exigência de conhecimentos em software livre está crescendo. “É uma tendência a utilização de softwares livres. É natural exigir seu conhecimento, pois os candidatos terão que exercer o manuseio após serem nomeados”, afirma. É o caso, por exemplo, do concurso para Analista e Técni- co dos quadros do Ministério Público da União, que inclui nos objetos de avaliação em informática para níveis supe- rior e médio conhecimentos em BrOffice.org. São 594 va- gas, com rendimentos que variam de R$ 3.993,09 a R$ 6.551,52, dependendo do cargo escolhido. O concurso dos Correios, que recebeu 1.064.209 inscrições, também prevê conhecimentos no aplicativo, para quase todas as 6. vagas. Os salários variam entre R$ 706,48 e R$ 3.108,37. leocub's

Arquivo pessoal A estabilidade e a garantia de uma aposentadoria es- tável atraíram a atenção do jornalista Luis Henrique Silveira. Ele é um dos inscritos para o concurso do MPU e conta que pretende se preparar para a prova por conta própria. Como estratégia, está montando um plano de estudos a partir de conteúdos listados no edi- tal do concurso, além de analisar outras provas. “Quando eu li o programa, achei muito interessante porque a parte de informática contempla software livre”, diz. Usuário de BrOffice.org, Luis conta que sua maior preocupação é com questões relativas à outra suíte de escritórios. Além disso, pretende dar maior atenção às planilhas, já que as usa esporadicamente no seu dia a dia. “Nestes casos terei que estudar ambos”, conta. BrOffice.org em Concursos Públicos | Por Rochele Prass reportagem | Em busca de uma vaga... Na opinião de Luis Henrique, muitas das questões de concurso sobre informática são até fáceis para quem usa a ferramenta. “São perguntas do tipo, para você fazer tal coisa precisa fazer quais passos?”, analisa. Entretanto, pondera que muitas perguntas são do tipo verdadeiro ou falso, o que pode gerar confusão na hora da prova. Um cargo no setor público é o sonho de muitos brasilei- ros. Isso porque o mercado de trabalho atual é mutante e flexível, conforme a análise de Delfino. Muitos trabalha- dores de gerações passadas conseguiram fazer uma boa carreira em empresas privadas, “mas isso nem sempre é possível”, lembra Delfino. A carreira no serviço público, entretanto, é também uma questão de perfil. “Tem pessoas que não se acostumam com o processo que deve ser seguido no setor, mas ra- ramente fazem concurso”, diz. Porém, essa estabilidade no emprego não significa falta de espaço para realização pessoal e construção de uma carreira promissora. “É uma questão de personalidade. O jovem que entra em concur- so está sendo desafiado e isso coloca uma pressão sobre os órgãos para que lidem com a necessidade de reco- nhecimento mais imediata dos jovens”, explica. Conforme analisa o diretor, as gerações que estão se co- locando no mercado de trabalho procuram concurso pú- blico também por reconhecer que os órgãos estão mais sérios e vêm se estruturando melhor. A partir da década de 60, as empresas privadas passaram a ser modelo de organização. “Existe a 'recuperação' da qualidade do ser- viço público que foi modelo nos anos 50”, explica. A bus- ca pelos melhores profissionais, regras de crescimento e de desempenho também estão atraindo as melhores pes- soas. “Se acomodam os que querem se acomodar”, diz. E, diante desse contexto, chegar a um ambiente de traba- lho sabendo como lidar com tarefas da rotina é muito im- portante para a integração do novo profissional ao grupo. O mercado de trabalho O jovem que entra em concurso está sendo desafiado e isso coloca uma pressão sobre os órgãos para que lidem com a necessidade de reconhe- cimento mais imediata ” “ Paulo Delfino, Diretor de Relações Trabalhistas da ABRH - RS. Foto: Daniel Hammes Arquivo Pessoal Luis Henrique Silveira dedica manhãs e tardes aos estudos, para o concurso do Ministério Público da União.

Questão 2:

Com relação ao BrOffice.org Writer 3.2.0 (configuração padrão do fabricante), as opções de recortar um objeto selecionado qualquer no documento (imagem ou um trecho do texto) e colar esse objeto em um local espe- cífico no texto, podem ser realizadas a partir do tecla- do, utilizando, respectivamente, as teclas de atalho: a) CTRL + Y e ALT + V. b) ALT + C e ALT + V. c) CTRL + T e CTRL + X. d) CTRL + X e CTRL + V. e) CTRL + C e CTRL + V. Arquivo pessoal reportagem | Análise: questões BrOffice.org em concursos públicos Prepare-se! Veja algumas perguntas que já caíram em provas de seleção Pesquisa e comentários | Por Cícero Rocha

Questão 1:

Considere a figura a seguir, extraída do BrOffice.org Calc 3.2.0 (configuração padrão do fabricante): Considerando que na célula C3 o usuário digita a fórmula =MÉDIA(A1/B1;A2*B2), o valor resultante nesta célula (C3) será de: a) 2,25. b) 2,5. c) 3,0. d) 3,25. e) 3,5. Comentário: Como padrão da informática, e também dos processadores de textos atuais, os atalhos das funções recortar/colar é, respectivamente, CTRL + X e CTRL + V, e no BrOffice.org Writer 3.2.0, não seria diferente. Portan- to, a resposta correta é letra D. *Prova organizada pela Coordenadoria Permanente de Seleção da Universidade Federal do Piauí (COPESE/UFPI). Edital 05/2010 – Cargo: Agente Ad- ministrativo. Data de realização: 11/07/2010. Comentário: Com os dados da questão, podemos ob- servar que a função MÉDIA, primeiro irá resolver a divisão e multiplicação, para depois realizar a média que neste caso será 3. Portanto, a resposta correta é letra C. *Prova organizada pela Coordenadoria Permanente de Seleção da Universidade Federal do Piauí (COPESE/UFPI). Edital 05/2010 – Cargo: Agente Ad- ministrativo. Data de realização: 11/07/2010. Integrante do Grupo de Usuários BrOffice.org - CE, Cícero Pinho Rocha é colaborador da Revista BrOffice.org. Possui gra- duação em Licenciatura Plena em Computação pela Universidade Esta- dual do Piauí (2005). Atualmente, é professor da Escola Estadual de Educação Profissional Monsenhor Expedito da Silveira de Sousa. Tem experiência na área de Ciência da Computação, com ênfase em Informática Educativa e em Matemática e Física.

reportagem | Pesquisa e comentários | Por Cícero Rocha

Questão 6

Considerando ainda a figura do BrOffice.org Writer 3.0, assinale a opção que indica o procedimento correto para exportar o texto para o Word. a) Clicar a opção Exportar arquivo do menu Ferra- mentas , selecionar a pasta desejada e por fim clicar OK. b) Clicar a opção Word do menu Exibir , selecionar a pasta desejada e, em seguida, clicar OK. c) Ao se clicar sobre a opção , será apresenta- da a opção referente ao tipo de arquivo para exporta- ção. Após clicar o tipo de arquivo desejado, é suficien- te selecionar a opção Word e clicar OK. d) Clicar o menu Janela e arrastar o texto para uma janela do Word, necessitando dessa forma abrir uma nova tela do BrOffice Writer 3.0. e) Clicar a opção Salvar Como do menu Arquivo, se- lecionar a opção Microsoft Word (versão válida) e cli- car o botão Salvar. Comentário: Primando pela portabilidade dos arquivos gerados no BrOffice.org, é possível criar arquivos para serem abertos no Word. Dessa forma, basta seguir os procedimento da alternativa e, portanto, a resposta corre- ta é a letra e. *Prova organizada pelo Centro de Seleção e Promoção de Eventos – UERN da Universidade de Brasília. TRE/MT – Área Judiciária *Prova organizada pelo Centro de Seleção e Promoção de Eventos – UERN da Universidade de Brasília. TRE/MT – Área Judiciária

Questão 5

Com relação à figura e à utilização do BrOffice.org Wri- ter 3.0, assinale a opção correta. a) A figura apresenta a página 1 de um texto que con- tém 10 páginas. b) A indicação apresentada no can- to inferior direito da tela evidencia que uma senha para acesso está sendo requisitada. c) A opção na parte inferior da tela indica que o texto foi inserido a partir de uma página da In- ternet. d) Para se exportar o texto para o formato PDF é su- ficiente clicar sobre a opção , digitar o nome do ar- quivo apropriado e clicar a opção Salvar. e) Para se limpar a formatação do texto é suficiente selecioná-lo e clicar a ferramenta. A figura a seguir serve para responder as 2 próximas questões. Comentário: Diferentemente do pacote de escritório proprietário, o BrOffice.org já traz nativamente uma fer- ramenta de conversão para o formato PDF. Portanto, a resposta correta é letra D. Trazendo dicas e informação, todos os dias e na dose certa www.dicas-l.com.br

O ingresso no mercado de trabalho através de concurso público é atualmente o sonho de milhares de pessoas no Brasil. O BrOffice.org está sendo cada vez mais exigido nesse tipo de provas. Porém o que alguns não sabem é que o Escritório Aberto, projeto da comunidade BrOffice.org, dá uma força extra aos “concurseiros” com esses modelos: escritório aberto | O Projeto Escritório Aberto tem como objetivo fornecer modelos de arquivos para o BrOffice.org total- mente gratuitos, prontos para usar e excelentes para o aprendizado. Assim, futuros usuários conta- rão com aplicações práticas para demonstração dos diversos usos do BrOffice.org por meio de exemplos utilizáveis. Trata-se de arquivos de uso diário, enviados por colaboradores e que servem perfeitamente às nossas necessidades, todos licenciados pela GPL. Por Pedro Ciríaco Por Pedro Ciríaco Quando for nomeado e começar a desfrutar de um bom salário, é uma boa ideia controlá-lo com o Orçamento familiar para assalariado. Download: Orçamento Familiar Assalariado Um bom cartão de visitas valoriza o seu relacionamento interpessoal. Download: Cartão de Visitas O primeiro passo é fazer a inscrição no concurso público, que poderá ser realizada com este modelo de procuração. Download: Procuração Agora, se você ainda não passou em um concurso público, poderá arrumar um emprego na iniciativa privada através de um Currículo elegante. Download: Currículo Elegante Ao Vivo Br