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Risco e Retorno, Notas de estudo de Administração Empresarial

Administração financeira e orçamentária em .doc

Tipologia: Notas de estudo

Antes de 2010

Compartilhado em 13/05/2010

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Risco e Retorno
O risco e o retorno associados a qualquer tipo de investimento são as duas faces da
mesma moeda. Quanto mais "apetite" por rentabilidades elevadas tiver, maior será o nível de
risco que terá de aceitar.
Uma coisa com que tanto os investidores como os especuladores têm de lidar
constantemente é a necessidade de equilibrar o risco e o retorno. Como regra geral, quanto
maior o risco associado a um investimento, maior será o retorno que se pode conseguir. Apesar
de isto ser verdade, existem outros fatores a ter em conta para determinar o grau de risco em
relação ao retorno oferecido. Alguns fatores podem ser determinantes para aferir o risco em
relação ao retorno:
Volatilidade: Isto é a subida ou queda de preço de um ativo financeiro. O que acontece
é que os mercados estão sempre a avaliar o que está a acontecer para se conseguir uma
estimativa do que vai acontecer no futuro. Isto significa que estas expectativas futuras podem
fazer com que os preços subam ou desçam drasticamente. Estas variações enormes são o
conceito básico de volatilidade.
Conhecer vários tipos de risco: Em qualquer tipo de investimento, existem diferentes
tipos de risco que vai ter de compreender para decidir se determinado investimento se adequa a
si. Alguns destes riscos que se encontram sempre incluem:
risco de mercado - os riscos que provêem dos movimentos positivos e negativos
que ocorrem sempre no mercado bolsista.
risco político - o risco de determinado país mudar políticas que afetam aquilo
em que se investiu.
risco de taxas de juro - o valor do investimento pode ser afetado pela variação
das taxas de juro.
risco de crédito - quando determinada empresa ou indivíduo consegue pagar o
que lhe foi emprestado ou os juros desse valor.
risco de país - o risco associado ao fato de determinado país não ser capaz de
pagar as suas obrigações financeiras.
risco de câmbio externo - quando as variações das taxas de câmbio de
determinado país afetam o investimento.
Usar a pirâmide de risco: a pirâmide de risco é simplesmente uma pirâmide que mostra
os diferentes tipos de investimentos, desde o menos arriscado ao mais arriscado. Na base da
pirâmide encontram-se os investimentos menos arriscados, que incluem: obrigações do tesouro,
instrumentos dos mercados de câmbio, certificados de depósito, notas e dinheiro (ou liquidez).
No meio da pirâmide estão os bens com um pouco mais de risco que incluem: bens imobiliários,
fundos de investimento, ações e obrigações. No cume ficam os investimentos de maior risco:
opções, futuros e contratos por diferença (CFDs).
Um bom exemplo de avaliação do risco seria analisar o preço de uma ação cujo pico
máximo a 52 semanas tenha atingido os €200,00 e cujo valor mínimo durante o mesmo período
tenha sido de €15,00. Quando se analisam as subidas e descidas das últimas 52 semanas deste
título, verificamos que se trata de uma ação muito volátil. Isto significa que esta ação pode
igualmente proporcionar retornos mais elevados.
Compreender a relação entre risco e retorno
Obviamente, o risco e o retorno andam de mãos dadas quando se fala em investimento.
Alguns fatores que vão interferir na determinação do nível de risco incluem: a volatilidade, o
conhecimento dos diferentes tipos de risco, a compreensão do funcionamento de uma pirâmide
de risco e a percepção de como o risco afeta o retorno. Isto vai permitir que seja capaz de tomar
decisões de investimento prudentes se comparar os dois fatores um com o outro.
O investidor deverá ser capaz de avaliar os diferentes tipos de risco associados a cada
tipo de investimento. Numa perspectiva de construção de uma carteira de investimentos, deverá
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Risco e Retorno

O risco e o retorno associados a qualquer tipo de investimento são as duas faces da mesma moeda. Quanto mais "apetite" por rentabilidades elevadas tiver, maior será o nível de risco que terá de aceitar. Uma coisa com que tanto os investidores como os especuladores têm de lidar constantemente é a necessidade de equilibrar o risco e o retorno. Como regra geral, quanto maior o risco associado a um investimento, maior será o retorno que se pode conseguir. Apesar de isto ser verdade, existem outros fatores a ter em conta para determinar o grau de risco em relação ao retorno oferecido. Alguns fatores podem ser determinantes para aferir o risco em relação ao retorno:

Volatilidade: Isto é a subida ou queda de preço de um ativo financeiro. O que acontece é que os mercados estão sempre a avaliar o que está a acontecer para se conseguir uma estimativa do que vai acontecer no futuro. Isto significa que estas expectativas futuras podem fazer com que os preços subam ou desçam drasticamente. Estas variações enormes são o conceito básico de volatilidade. Conhecer vários tipos de risco: Em qualquer tipo de investimento, existem diferentes tipos de risco que vai ter de compreender para decidir se determinado investimento se adequa a si. Alguns destes riscos que se encontram sempre incluem:

  • risco de mercado - os riscos que provêem dos movimentos positivos e negativos que ocorrem sempre no mercado bolsista.
  • risco político - o risco de determinado país mudar políticas que afetam aquilo em que se investiu.
  • risco de taxas de juro - o valor do investimento pode ser afetado pela variação das taxas de juro.
  • risco de crédito - quando determinada empresa ou indivíduo consegue pagar o que lhe foi emprestado ou os juros desse valor.
  • risco de país - o risco associado ao fato de determinado país não ser capaz de pagar as suas obrigações financeiras.
  • risco de câmbio externo - quando as variações das taxas de câmbio de determinado país afetam o investimento.

Usar a pirâmide de risco: a pirâmide de risco é simplesmente uma pirâmide que mostra os diferentes tipos de investimentos, desde o menos arriscado ao mais arriscado. Na base da pirâmide encontram-se os investimentos menos arriscados, que incluem: obrigações do tesouro, instrumentos dos mercados de câmbio, certificados de depósito, notas e dinheiro (ou liquidez). No meio da pirâmide estão os bens com um pouco mais de risco que incluem: bens imobiliários, fundos de investimento, ações e obrigações. No cume ficam os investimentos de maior risco: opções, futuros e contratos por diferença (CFDs). Um bom exemplo de avaliação do risco seria analisar o preço de uma ação cujo pico máximo a 52 semanas tenha atingido os €200,00 e cujo valor mínimo durante o mesmo período tenha sido de €15,00. Quando se analisam as subidas e descidas das últimas 52 semanas deste título, verificamos que se trata de uma ação muito volátil. Isto significa que esta ação pode igualmente proporcionar retornos mais elevados.

Compreender a relação entre risco e retorno

Obviamente, o risco e o retorno andam de mãos dadas quando se fala em investimento. Alguns fatores que vão interferir na determinação do nível de risco incluem: a volatilidade, o conhecimento dos diferentes tipos de risco, a compreensão do funcionamento de uma pirâmide de risco e a percepção de como o risco afeta o retorno. Isto vai permitir que seja capaz de tomar decisões de investimento prudentes se comparar os dois fatores um com o outro. O investidor deverá ser capaz de avaliar os diferentes tipos de risco associados a cada tipo de investimento. Numa perspectiva de construção de uma carteira de investimentos, deverá

começar por investir em ativos com menor risco, tipicamente fundos de investimento, depósitos a prazo e obrigações. À medida que a sua carteira vai ganhando dimensão, poderá expor-se a níveis de risco superiores, procurando assim uma performance de rentabilidade superior: ações, derivados e futuros.