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Roteiro para calculo elétrico, Manuais, Projetos, Pesquisas de Circuitos Elétricos

Roteiro para calculo elétrico baixa tensão

Tipologia: Manuais, Projetos, Pesquisas

2019

Compartilhado em 24/03/2019

Roneison
Roneison 🇧🇷

4.5

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PROJETO DE INSTALAÇÕES ELÉTRICAS PREDIAIS EM BAIXA TENSÃO
ROTEIRO DE DIMENSIONAMENTO
1. PROJETO ARQUITETÔNICO EM PLANTA BAIXA
a. A planta deverá estar na escala 1:50; com cotas externas; sem as convenções detalhadas de
portas, esquadrias e móveis. Deve ser uma planta “limpa”.
2. PREVISÃO DE CARGAS – MONTAGEM DO QUADRO DE CARGAS DE ILUMINAÇÃO
E TOMADAS
a. Elencar em uma tabela um quadro que mostre a previsão de iluminação por área de ambiente ou
por procedimento luminotécnico devendo conter as seguintes colunas: ambiente, área,
quantidade de lâmpadas e potência de iluminação (VA).
b. Elencar em uma tabela um quadro que mostre a previsão de tomadas de uso geral devendo
conter as seguintes colunas: ambiente, área e perímetro, quantidade de tomadas e potência (VA).
c. Elencar em uma tabela um quadro que mostre a previsão de tomadas de uso específico devendo
conter as seguintes colunas: ambiente, quantidade de tomadas, tipo e potência(W).
d. Criar uma tabela com um quadro que junte todas as cargas calculadas anteriormente, para fins de
dimensionamento.
3. DIMENSIONAMENTO DAS DEPENDÊNCIAS DA EDIFICAÇÃO – CÁLCULO DE ÁREAS
E PERÍMETROS
a. Com a planta baixa em mãos, calcule a área e o perímetro de cada ambiente e distribua as
informações nas tabelas criadas.
4. NBR 5410/04 – CARGAS DE ILUMINAÇÃO
a. Definir a carga de iluminação para cada ambiente de acordo com a norma técnica ou através de
cálculos luminotécnicos
b. É importante detalhar na tabela de iluminação a quantidade de lâmpadas de acordo com a sua
potência.
5. NBR 5410/04 – CARGAS DE TOMADAS DE USO GERAL – TUG´s
a. Definir a carga de TUG´s de acordo com a norma técnica.
6. NBR 5410/04 – CARGAS DE TOMADAS DE USO ESPECÍFICO – TUE´s
a. Definir a carga de TUE´s de acordo com a tabela 3.1, página 62 do livro didático do Hélio
Creder.
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PROJETO DE INSTALAÇÕES ELÉTRICAS PREDIAIS EM BAIXA TENSÃO

ROTEIRO DE DIMENSIONAMENTO

1. PROJETO ARQUITETÔNICO EM PLANTA BAIXA

a. A planta deverá estar na escala 1:50; com cotas externas; sem as convenções detalhadas de portas, esquadrias e móveis. Deve ser uma planta “limpa”.

2. PREVISÃO DE CARGAS – MONTAGEM DO QUADRO DE CARGAS DE ILUMINAÇÃO

E TOMADAS

a. Elencar em uma tabela um quadro que mostre a previsão de iluminação por área de ambiente ou por procedimento luminotécnico devendo conter as seguintes colunas: ambiente, área, quantidade de lâmpadas e potência de iluminação (VA).

b. Elencar em uma tabela um quadro que mostre a previsão de tomadas de uso geral devendo conter as seguintes colunas: ambiente, área e perímetro, quantidade de tomadas e potência (VA).

c. Elencar em uma tabela um quadro que mostre a previsão de tomadas de uso específico devendo conter as seguintes colunas: ambiente, quantidade de tomadas, tipo e potência(W).

d. Criar uma tabela com um quadro que junte todas as cargas calculadas anteriormente, para fins de dimensionamento.

3. DIMENSIONAMENTO DAS DEPENDÊNCIAS DA EDIFICAÇÃO – CÁLCULO DE ÁREAS

E PERÍMETROS

a. Com a planta baixa em mãos, calcule a área e o perímetro de cada ambiente e distribua as informações nas tabelas criadas.

4. NBR 5410/04 – CARGAS DE ILUMINAÇÃO

a. Definir a carga de iluminação para cada ambiente de acordo com a norma técnica ou através de cálculos luminotécnicos

b. É importante detalhar na tabela de iluminação a quantidade de lâmpadas de acordo com a sua potência.

  1. NBR 5410/04 – CARGAS DE TOMADAS DE USO GERAL – TUG´s

a. Definir a carga de TUG´s de acordo com a norma técnica.

  1. NBR 5410/04 – CARGAS DE TOMADAS DE USO ESPECÍFICO – TUE´s

a. Definir a carga de TUE´s de acordo com a tabela 3.1, página 62 do livro didático do Hélio Creder.

7. CÁLCULO DA POTÊNCIA ATIVA TOTAL

a. Cálculo da potência ativa de iluminação e TUG´s. Fatores de potência. Página 17 do livro conceitos básicos de eletricidade. Inclusa no slide.

b. Cálculo da potência ativa total:

- cálculo da potência ativa de iluminação e TUG´s: P = VA x FP (ilum) e P = VA x FP

(TUG´s).

- cálculo da potência ativa total:

Potência de iluminação..........P = valor

Potência ativa TUG´s..............P = valor

Potência ativa TUE´s ..............P = valor

Total........................................P = total

c. Tabela:

Item Tipo de Circuito Fator de Potência

1 Circuitos de iluminação em geral FP = 1,

2 Circuitos de tomadas de Uso Geral – TUG´s FP = 0,

3 Circuitos de tomadas de Uso Específico – TUE´s:

  • Circuitos resistivos, como chuveiro, aquecedor, etc.

FP = 1,

  • Circuitos indutivos, como por exemplo

aparelho de ar condicionado, moto-bomba, etc Verificar o FP do aparelho

8. TIPO DE FORNECIMENTO – PROVÁVEL DEMANDA OU DEMANDA MÁXIMA

PREVISTA (PD)

a. Cálculo da provável demanda pela expressão: PD = (Ilum. + TUG´s).FD + TUE´s.FD

b. Fatores de demanda. Tabela 3.20, página 99 do livro hélio Creder ou tabelas 15.1 e 15.2 do livro Conceitos Básicos de Eletricidade em anexo nos slides.

Fator de Demanda para iluminação e TUG´s: Pilum + PTUG´s (tab. 15.1)

Fator de Demanda para TUE´s: soma os circuitos de TUE´s.

Tab. 15.1 – Fatores de Demanda para iluminação e TUG´s.

Linha Potência(W) FD

01 0 a 1.000 0,

02 1.001 a 2.000 0,

03 2.001 a 3.000 0,

04 3.001 a 4.000 0,

05 4.001 a 5.000 0,

06 5.001 a 6.000 0,

07 6.001 a 7.000 0,

08 7.001 a 8.000 0,

09 8.001 a 9.000 0,

11 9.001 a 10.000 0,

g. Nos circuitos alimentados com duas ou três fases, as cargas devem ser distribuídas entre as fases, de modo a equilibrá-las.

10. QUADRO DE DISTRIBUIÇÃO – POSICIONAMENTO

a. Posicionar o quadro de distribuição em local adequado.

b. Deve ser colocado em locais de fácil acesso. Ex.: cozinha, área de serviço e corredores.

c. De preferência o mais próximo possível do medidor.

d. Em locais onde haja maior concentração de cargas de potências elevadas, como por exemplo: cozinhas e área de serviço.

11. INTERLIGAÇÃO DOS CIRCUITOS – TRAÇADO DE ELETRODUTOS

a. Representar na planta o traçado dos eletrodutos , interligando todos os pontos de luz e tomadas, partindo do quadro de distribuição e a representação da fiação.

12. CÁLCULO DA CORRENTE DE PROJETO (IP)

a. Ip = P/V (A)

13. CÁLCULO DA CORRENTE DE PROJETO CORRIGIDA (I C)

a. A correção se faz em função do fator: FCA: Fator de Correção de Agrupamento de circuitos instalados

14. INDICAR NA PLANTA A SEÇÃO DOS CONDUTORES

a. Inserir na planta baixa a informação sobre a seção do condutor encontrada para o circuito.

  1. DIMENSIONAMENTO DOS DISJUNTORES (proteção contra sobrecarga)

a. Proteção contra corrente de sobrecarga. Condições:

I C ≤ In ≤ Iz

In : corrente nominal do disjuntor

Iz : corrente maxima do cabo

16. BALANCEAMENTO DE FASES

a. Completar a tabela Quadro de Cargas com as informações adquiridas.

b. Fazer a distribuição das potências entre as fases, mantendo, na medida do possível o equilíbrio entre elas.

17. DETERMINAR A CARGA INSTALADA

Somatória de todas as potências

18) DETERMINAR A DEMANDA (DISJUNTOR GERAL - QL).

Deve-se levar em conta o Fator de demanda

18. DETERMINAR A CORRENTE EM FUNÇÃO DA DEMANDA (DISJUNTOR DO MEDIDOR

DE ENERGIA).

19. DIMENSIONAMENTO DE ELETRODUTOS.

20. PADRÃO DE ENTRADA DE ENERGIA.

21. ESQUEMA MULTIFILAR DO QUADRO DE LUZ – QL.

22. RELAÇÃO DE MATERIAIS.