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1° DIA SIMULADO PARA PREPARAÇÃO ENEM
Tipologia: Exercícios
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Não perca as partes importantes!

























LEIA ATENTAMENTE AS INSTRUÇÕES SEGUINTES:
1. Verifique, no CARTÃO-RESPOSTA, se os seus dados estão registrados corretamente. Caso haja divergência, comunique-a imediatamente ao aplicador da sala. 2. Este CADERNO DE QUESTÕES contém 90 questões numeradas de 1 a 90, dispostas da seguinte maneira: a) as questões de número 1 a 45 são relativas à área de Ciências Humanas e suas Tecnologias; b) as questões de número 46 a 90 são relativas à área de Ciências da Natureza e suas Tecnologias. 3. Confira se o seu CADERNO DE QUESTÕES contém a quantidade de questões e se essas questões estão na ordem mencionada na instrução anterior. Caso o caderno esteja incompleto, tenha defeito ou apresente qualquer divergência, comunique ao aplicador da sala para que ele tome as providências cabíveis. 4. Para cada uma das questões objetivas, são apresentadas 5 opções. Apenas uma responde corretamente à questão. 5. O tempo disponível para estas provas é de quatro horas e trinta minutos. 6. Reserve os 30 minutos finais para marcar seu CARTÃO-RESPOSTA. Os rascunhos e as marcações assinaladas no CADERNO DE QUESTÕES não serão considerados na avaliação. 7. Quando terminar as provas, acene para chamar o aplicador e entregue este CADERNO DE QUESTÕES e o CARTÃO-RESPOSTA. 8. Você não poderá se ausentar da sala de provas levando consigo o CADERNO DE QUESTÕES antes do prazo estabelecido e/ou o CARTÃO-RESPOSTA a qualquer tempo.
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CH – 2o^ Simulado SAS ENEM – 1o^ dia | Página 2
CIÊNCIAS HUMANAS E SUAS
TECNOLOGIAS
Questões de 01 a 45
A hygiene é a primeira necessidade de um povo, e não há paiz civilizado em que não esteja radicada a compreensão e a pratica dessa verdade. Mens sana in corpore sano é o lemma da educação physica e mental do indivíduo, como é o saneamento physico e moral do povo que constitui o vigor, a felicidade e a principal riqueza da nação [...]. O saneamento é a exigência da civilização, que o patriotismo e a humanidade estão impondo com uma necessidade inadiável. (Gazeta Médica da Bahia, 1899: 435-8) SCHWARCZ, Lilia Moritz. O espetáculo das raças : cientistas, instituições e questão racial no Brasil - 1870-1930. São Paulo: Companhia das letras, 1993. p. 271.
O texto traz as palavras do diretor da Gazeta Médica, Dr. Pacífico, as quais revelam um país
A caracterizado pela preocupação com a ruralização do estado. B orientado pela carência de saúde preventiva em seus espaços. C classificado pela consciência nativista de sua fundação. D marcado por projetos arrojados de educação ambiental. E determinado pelo compromisso com os políticas públicas inclusivas.
No final de Quinhentos, um senhor de engenho da Bahia escrevia que “como os tupinambás são muito belicosos, todos os seus fundamentos são como farão guerra aos seus contrários”. Esta asserção identificava claramente a guerra [...] como a instituição fundamental das sociedades tupis-guaranis, com particular realce para a tupinambá, sendo considerada como o mecanismo central de reprodução social e de manutenção do equilíbrio cosmológico. COUTO, Jorge. A construção do Brasil : ameríndios, portugueses e africanos, do início do povoamento a finais de Quinhentos. 3. ed. Rio de Janeiro: Forense, 2011. p. 97. Por meio da análise do texto, é possível inferir que a guerra, para os referidos nativos na América Lusa, era
A orientada pelas alianças entre os nativos e os colonizadores. B derivada da ausência de alimentos em áreas centrais. C inibida pela presença dos colonizadores no litoral. D fundamentada na quebra dos acordos de paz. E associada à própria cultura nativa.
Quando, no filme Matrix , o personagem Neo pergunta “Onde estamos?”, Morfeu lhe diz que a pergunta está equivocada, pois o correto seria perguntar: “Quando estamos?”. Ou seja, Neo pergunta pelo lugar ou pela realidade espacial (onde?), mas teria de perguntar pela realidade temporal (quando?). Ao mostrar-lhe que não estão vivendo no ano de 1999 e sim no século XXI, Morfeu pode mostrar a Neo onde realmente estão vivendo: num mundo destruído e arruinado, vazio de coisas e de pessoas, pois todos os seres humanos estão aprisionados no interior da Matrix. O que Neo julgava ser o mundo real é pura ilusão e aparência. CHAUÍ, Marilena. Convite à Filosofia. 14. ed. São Paulo: Ática, 2013. (adaptado) A metáfora platônica da alegoria da caverna, presente no filme Matrix (1999), tem como premissa a A reflexão sobre o poder destrutivo do ser humano. B pequena compreensão da realidade imediata. C dúvida como o princípio da investigação filosófica. D incapacidade de diferenciar o tempo do espaço. E distinção entre a aparência e a essência das coisas.
A investigação do saber não deve remeter a um sujeito de conhecimento que seria sua origem, mas a relações de poder que lhe constituem. Não há saber neutro. Todo saber é político. E isso não porque cai nas malhas do Estado e é apropriado por ele, que dele se serve como instrumento de dominação, descaracterizando seu núcleo essencial, mas porque todo saber tem sua gênese em relações de poder. FOUCAULT, Michel. Microfísica do Poder. 26. ed. São Paulo: Graal, 2013. Ao analisar as conexões entre “saber” e “poder”, o filósofo Michel Foucault ressalta A os aspectos coletivos e relacionais que os originam. B a dominação de classes como elemento fundamental. C a presença de alianças políticas que controlam o Estado. D a função normalizadora que o Estado exerce sobre os cidadãos. E os privilégios exercidos por intelectuais dotados de conhecimento.
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O peculiar da vida brasileira parece ter sido, por essa época (século XVIII), uma acentuação singularmente enérgica do afetivo, do irracional, do passional e uma estagnação ou antes uma atrofia correspondente das qualidades ordenadoras, disciplinadoras, racionalizadoras. Quer dizer, exatamente o contrário do que parece convir a uma população em vias de organizar-se politicamente. HOLANDA, Sérgio Buarque de. Raízes do Brasil. 26. ed. São Paulo: Companhia das Letras, 2013. (adaptado) Ao buscar, no passado colonial, elementos para compreender a formação política do Brasil moderno, o autor
A valoriza o espaço privado em detrimento do espaço público. B celebra a singularidade das instituições políticas brasileiras. C critica a ausência de espírito público dos governantes no Brasil colonial. D defende o pequeno interesse da população por questões políticas. E ressalta o pouco apego do brasileiro à formalidade das instituições políticas.
O espetacular sucesso da colonização espanhola no seio das etnias indígenas foi alterado pelo uso que dela se fazia: mesmo subjugados, ou até consentindo, muitas vezes esses indígenas usavam as leis, as práticas ou as representações que lhes eram impostas pela força ou pela sedução, para outros fins que não os dos conquistadores. Faziam com elas outras coisas: subvertiam-nas a partir de dentro – não rejeitando-as ou transformando-as, mas por cem maneiras de empregá-las a serviço de regras, costumes ou convicções estranhas à colonização da qual não podiam fugir. CERTEAU, Michel de. A invenção do cotidiano : 1. Artes de fazer. 8. ed. Petrópolis: Vozes, 2002. Segundo o texto, no processo de dominação sociocultural espanhola, os indígenas adotaram uma postura de
A defesa sistemática dos valores culturais nativos. B submissão ao poderio militar dos colonizadores. C resistência silenciosa ao processo de aculturação. D deslumbramento diante da civilização mais avançada. E cumplicidade cotidiana com os dominadores espanhóis.
Forçadas a viver de uma nova maneira em sociedade, as pessoas tornam-se mais sensíveis às pressões das outras. Não bruscamente, mas bem devagar, o código de comportamento torna-se mais rigoroso e aumenta o grau de consideração esperado dos demais. O senso do que fazer e não fazer para não ofender ou chocar os outros torna-se mais sutil e, em conjunto com as novas relações de poder, o imperativo social de não ofender os semelhantes torna-se mais estrito. ELIAS, Norbert. O processo civilizador. v. 1. Rio de Janeiro: Jorge Zahar Editor, 1990. A transição da sociedade medieval para a sociedade moderna veio acompanhada de mudanças na sociabilidade que, no texto, se referem A à vigilância estatal sobre a população, que passou a ocupar a periferia das cidades. B ao conjunto de leis voltadas para a repressão do comportamento desviante. C à migração dos camponeses para as cidades, a fim de abastecer as fábricas. D à alteração nos padrões de moralidade, com base em critérios religiosos. E ao refinamento dos hábitos e o desenvolvimento do autocontrole.
Desde a sua aprovação, em 1979, a lei vem sendo aplicada de maneira a impedir a abertura de processos judiciais contra civis e militares que reconhecidamente foram responsáveis por sequestros, torturas, desaparecimentos, mortes de pessoas consideradas inimigas do regime pós-1964. A lei hoje em vigor não é exatamente a sancionada em 1979, pois, em diferentes momentos, por votação do Congresso Nacional, artigos seus foram suprimidos ou modificados. Uma das alterações garantiu o pagamento de indenizações aos familiares de mortos e desaparecidos e aos perseguidos políticos. MOTTA, Rodrigo Patto Sá; REIS, Daniel Aarão; RIDENTI, Marcelo (Org.). A ditadura que mudou o Brasil : 50 anos do golpe de 1964. Rio de janeiro: Zahar, 2014. p. 173. Analisando o excerto, conclui-se que a referida lei A concedeu indenizações temporárias aos condenados pelo Estado. B limitou sua ação às autoridades reconhecidas como ameaça à sociabilidade. C manteve o caráter de provisoriedade no universo prático de sua aplicação. D puniu de forma imparcial os envolvidos em crimes contra garantias individuais. E protegeu autoridades que cometeram excessos em nome da segurança nacional.
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SINTO MUITO, A Laerte EMPRESA TEM QUE FAZER ALGUNS CORTES...
A tira sugere que as inovações tecnológicas no ambiente da indústria foram acompanhadas pelo(a)
A competição entre os empregados que exercem a mesma função laboral. B incoerência que marca a presença humana no processo de automação produtiva. C velocidade com que as ferramentas produtivas são implantadas nas unidades fabris. D recrudescimento dos sistemas de vigilância e de controle sobre a capacidade criativa do operário. E contradição entre o aumento da qualificação do trabalhador e a insegurança da manutenção do seu emprego.
Os jornalistas, grosso modo, interessam-se pelo excepcional, pelo que é excepcional para eles. O que pode ser banal para outros poderá ser extraordinário para eles, ou ao contrário. Eles se interessam pelo extraordinário, pelo que rompe com o ordinário, pelo que não é cotidiano. Daí o lugar que conferem ao extraordinário ordinário, isto é, previsto pelas expectativas ordinárias, como incêndios, inundações, assassinatos, variedades. Mas o extraordinário é também, e sobretudo, o que não é ordinário com relação aos outros jornais. É o que é diferente do ordinário e o que é diferente do que os outros jornais dizem do ordinário, ou dizem ordinariamente. BOURDIEU, Pierre. Sobre a televisão. Rio de Janeiro: Jorge Zahar, 1997. (adaptado) No processo de produção das notícias e na disputa pela audiência, os jornais buscam A enfatizar as publicações de caráter sensacionalista. B desqualificar o produto oferecido pelos seus concorrentes. C monopolizar a produção incessante do furo jornalístico. D diferenciar-se pelo conteúdo, capaz de chocar continuamente. E fabricar notícias que atendam ao desejo popular por novidades.
Na década de 1950, no Alabama, as leis de segregação racial ainda regiam a vida das pessoas. E era comum que uma mulher negra ficasse escondida e em segundo plano quando próxima de uma mulher ou homem branco em algum ambiente público ou até mesmo na rua. Mas, em 1o^ de dezembro de 1955, Rosa Parks fez história.
Naquela época, as primeiras filas dos ônibus eram, por lei, reservadas para passageiros brancos. Atrás ficavam os assentos permitidos para negros. Rosa Parks utilizava um desses ônibus para ir e voltar do trabalho. Neste dia, ela sentou-se em um dos lugares reservados aos brancos.
Quando o motorista exigiu que ela e outros três negros se levantassem para dar lugar a brancos que haviam entrado no ônibus, Parks se negou a cumprir a ordem. Ela continuou sentada e, por isso, foi detida e levada para a prisão. MARTINELLI, Andréa. Há 60 anos, Rosa Parks se recusava a ceder lugar a um homem branco em ônibus. HuffPost Brasil. São Paulo, 1o^ dez. 2015. Disponível: . Acesso em: 4 dez. 2015. (adaptado) A atitude individual de “rebeldia” de Rosa Parks foi um dos estopins para que, posteriormente, se desencadeasse nos Estados Unidos A o aumento da discriminação racial em estados escravocratas. B a consciência da guerra social motivada pelo preconceito racial. C um movimento pelo reconhecimento dos direitos civis dos negros. D a formação de grupos conhecidos pela prática do racismo reverso. E uma onda de protestos violentos que resultaram em leis mais severas.
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Entre as danças populares mais comuns em todo o Brasil, está o bumba meu boi, ou boi-bumbá, espécie de teatro dançado e cantado no qual é contada uma história que se repete mais ou menos igual, na qual um empregado da fazenda mata o boi preferido do patrão para satisfazer o desejo de sua mulher grávida de comer carne, vendo-se depois numa enrascada. A situação é resolvida por meio das forças mágicas usadas por um feiticeiro, que faz o boi ressuscitar e tudo fica bem no final. SOUZA, Marina de Mello e. África e Brasil africano. 3. ed. São Paulo: Ática, 2012. p.135. Quanto à manifestação cultural citada, infere-se que esta relaciona-se
A à pluralidade artística, por suas expressões e ritmos. B à juventude, pela originalidade de suas manifestações. C à indústria do entretenimento, que evidencia tradições locais. D ao ambiente das famílias de tradição étnica indígena-europeia. E aos padrões de heterogeneidade, que enfatizam a expressão do corpo.
O indivíduo não é, ou não é mais, mestre de si. O que não quer dizer que ele não seja ator. Ele o é, na verdade, mas à maneira daquele que recita um texto escrito por outra pessoa. Ele pode acrescentar a entonação, com mais ou menos calor, eventualmente introduzir uma réplica, no entanto, ele continua prisioneiro de uma forma que ele não pode, em nenhuma hipótese, modificar por vontade própria. Nesses tempos em que é de bom-tom falar sobre individualismo, quando é difícil questionar esse pensamento convencional, não é inútil lembrar a evidência empírica da imitação furiosa, desse instinto animal que nos impulsiona em geral a “fazer com os outros”. MAFFESOLI, Michel. O tempo das tribos : o declínio do individualismo nas sociedades de massa. 2. ed. Rio de Janeiro: Forense Universitária, 1998. O texto destaca o comportamento do indivíduo diante da sociedade, na contemporaneidade, caracterizado pelo(a)
A submissão da individualidade aos ditames das instituições disciplinares. B crescimento substancial do individualismo nas relações mais próximas. C tendência do indivíduo em agir de acordo com os referenciais coletivos. D retorno a um modo de agir típico de sociedades menos desenvolvidas. E imitação irrefletida dos padrões de comportamento coletivos.
Dos 188 países, 45 conseguiram aumentar o Índice de Desenvolvimento Humano em comparação com o último relatório, em 2014. Sete deles estão na América Latina. Entre os que caíram, como o Brasil, com o Índice de 0,755, outros dez também são do mesmo continente. O índice é desenvolvido há 24 anos pelo Pnud, e, quanto mais próximo de 1, melhor a situação do país. Noruega, a primeira colocada, tem índice de 0,944. O pior indicador foi novamente do Níger, na África: 0,348. MARTINS, Luísa. Brasil fica em 75o^ no ranking do IDH, atrás do Sri Lanka. O Estado de S. Paulo , Brasília, 14 dez. 2015. Disponível em: . Acesso em: 30 dez. 2015. (adaptado) De acordo com o Relatório de Desenvolvimento Humano de 2015, o Brasil perdeu uma posição porque foi ultrapassado pelo Sri Lanka, que teve crescimento acelerado no último ano. No que se refere às condições socioeconômicas do Brasil, é correto afirmar que o IDH brasileiro A teve o menor crescimento entre os países da América do Sul nas últimas décadas. B caiu em consequência da desigualdade social oriunda dos programas de transferência de renda. C foi impactado pela crise política, fato que interferiu no cálculo do Índice e prejudicou a situação do país. D sofreu uma queda, mas não foi suficiente para que o país saísse da categoria de países com alto desenvolvimento humano. E diminuiu por causa das disparidades socioeconômicas resultantes dos aspectos naturais que privilegiam algumas regiões.
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Estados fracos são precisamente o que a Nova Ordem Mundial, com muita frequência encarada com suspeita como uma nova desordem mundial, precisa para sustentar-se e reproduzir-se. Quase-Estados, os Estados fracos podem ser facilmente reduzidos ao (útil) papel de distritos policiais locais que garantem o nível médio de ordem necessário para a realização de negócios, mas não precisam ser temidos como freios efetivos à liberdade das empresas globais. BAUMAN, Zygmunt. Globalização : as consequências humanas. Rio de janeiro: Zahar, 1999. p. 76. Analisando o excerto, deduz-se que o papel do Estado está em
A cooperar com a segurança da ordem local. B limitar o intercâmbio econômico internacional. C disciplinar a razão histórica do trabalho social. D garantir a liberdade das relações econômicas. E consolidar o bem-estar social em ordem regional.
A Caatinga é um dos principais biomas brasileiros e ocupa uma área que abrange os nove estados do Nordeste e parte do estado de Minas Gerais. Nela vivem espécies de animais e vegetais que não existem em outras regiões do mundo. Apesar de sua importância ambiental, o bioma sofre com o desmatamento de suas plantas nativas, levando inclusive algumas delas a serem ameaçadas de extinção. REFLORESTAMENTO de espécies da Caatinga é discutido em Petrolina, PE. G1 , Petrolina, 13 out. 2014. Disponível em: . Acesso em: 30 dez. 2015.
A Caatinga é um bioma exclusivamente brasileiro e que, segundo o texto, tem sofrido intensos processos de degradação. Uma das formas de intervenção humana que contribuíram para o desgaste desse bioma foi a A plantação da soja em larga escala, ocasionando grande impacto, em decorrência das queimadas. B retirada ilegal de madeira, incentivada pela elevada demanda internacional por produtos madeireiros. C mineração de carvão, pela contribuição efetiva para a formação de drenagens ácidas, influindo também na qualidade das águas subterrâneas. D utilização de uma agricultura irrigada de forma insustentável, acentuando a salinização do solo, uma das principais causas da desertificação. E pecuária trazida ao Sertão para servir como força motriz nos engenhos, que expandiu-se como atividade econômica, causando sérios danos ambientais.
Irreverentemente, começou a chamar-se Queremismo toda manifestação de apreço tributada ao presidente Vargas. [...] Surgiu, então, o slogan “Queremos Getúlio”. Foi o bastante. A nação inteira, pela sua maioria incontestável, que é a massa trabalhadora – o homem pobre, o brasileiro desajustado da sorte, o indivíduo simples e desambicioso – pronunciou-se pela candidatura do sr. Getúlio Vargas. Correio da Manhã, Rio de Janeiro, 21 ago. 1945, p. 14. apud FERREIRA, Jorge. O imaginário trabalhista : getulismo, PTB e cultura política popular 1945-1964. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 2005. p. 44-45. A publicação do jornal carioca aborda a reflexão sobre o movimento Queremista, que tinha como objetivo central A demonstrar o apoio da população à realização de um golpe e à permanência de Vargas no poder. B requerer a conservação da política centralizadora e autoritária promovida por Getúlio ao longo do Estado Novo. C garantir que Getúlio permanecesse executando sua política como chefe da República brasileira no Estado Novo. D reivindicar a permanência de Vargas no poder para a elaboração de uma nova Constituinte, que daria fim ao Estado Novo. E solicitar que Getúlio se candidatasse à presidência para continuar desenvolvendo seu projeto de centralização política para a nova Constituinte.
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De acordo com dados do último Censo Demográfico, o Brasil apresenta 6 329 favelas em todo o país, sendo que 6% da população vive em moradias irregulares, processo comum nos grandes centros (maiores capitais) como São Paulo, Rio de Janeiro, Belém, Salvador, Recife e São Luís. Merece destaque a “Favela da Rocinha”, posto que é a maior favela do Brasil, situada na zona sul do Rio de Janeiro, com aproximadamente 70 mil habitantes. FAVELIZAÇÃO no Brasil. Toda matéria , [S.l.], 18 dez. 2014. Disponível em: . Acesso em: 16 dez. 2015. (adaptado) É possível verificar o crescimento do número de favelas em alguns centros urbanos no Brasil, em decorrência da proliferação de habitações populares construídas de forma improvisada. Eventualmente, esse processo está associado à
A transferência da população desapropriada de moradias legalizadas para conjuntos urbanos irregulares. B inclusão social que marginaliza famílias de baixa renda, causando impacto nas realidades mais carentes. C ausência de recursos públicos para financiar a produção de habitações de baixo custo na periferia. D dispersão gradativa dos movimentos populares que lutam pelo acesso à moradia digna voltada a famílias pobres. E implementação de políticas públicas de controle ao crescimento desordenado das cidades, visando a construção de casas populares.
Até outubro de 2015, de acordo com dados do estudo “Evolução do Emprego por setor de Atividade Econômica”, do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), Jundiaí havia perdido 8 917 vagas de empregos formalizados. Parte dessa população, para sobreviver, investe em atividades informais para conseguir manter a renda familiar até a economia nacional se estabilizar. MULLER, Luciana. Falta de empregos amplia informalidade. JJ , Jundiaí, 3 dez. 2015. Disponível em: . Acesso em: 17 dez. 2015. A situação retratada no texto implica em
A novas contratações com vínculo empregatício. B maior participação do setor primário na economia. C rápida recolocação de profissionais no mercado de trabalho. D surgimento de novos negócios com redução do subemprego. E crescimento de atividades realizadas sem emissão de notas fiscais.
A Paridade de Poder de Compra (PPC) gera estimativas de preços de produtos nos países e compara essas estimativas com os mesmos produtos em dólar, nos Estados Unidos – que é a referência. [...] Contudo, justamente por essa estimativa de preços, muitos pesquisadores hesitam em utilizar a PPC como referência, pois os produtos não flutuam em nível uniforme. Além disso, os padrões de compra e os bens disponíveis são diferentes de um país para o outro. ENTENDA como é calculada a Paridade de Poder de Compra. Terra , São Paulo, 23 nov. 2013. Disponível em: . Acesso em: 29 fev. 2016. (adaptado) A busca por novos indicadores que justifiquem o desenvolvimento ou subdesenvolvimento dos países é antiga e trouxe novidades. Com base nesse contexto econômico comparativo, a Paridade de Poder de Compra é A desnecessária, pois a comparação entre os PIBs de dois ou mais países em uma moeda comum descreve de maneira precisa suas diferenças em riqueza de bens. B útil para compreender o legítimo valor das moedas em seu uso prático e diário, visto que permite fazer uma comparação entre produtos comuns no valor das moedas locais. C um indicador de comparação econômica e social desacreditado pelas nações capitalistas neoliberais, devido à relação feita com o Índice Big Mac e o Índice iPod. D um índice que impossibilita as comparações entre moedas devido à desvalorização cambial mundial, pois é baseado em paralelos de preços entre certos produtos e estes mesmos em dólar. E adequada para comparar regiões ou cidades em um mesmo país, mas não se aplica a nações como o Brasil, onde há relativa igualdade econômica entre as localidades.
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O que significam exatamente, do ponto de vista etimológico, as designações para “bom” cunhadas pelas diversas línguas? Descobri então que todas elas remetem à mesma transformação conceitual que, em toda parte, “nobre”, “aristocrático”, no sentido social, é o conceito básico a partir do qual necessariamente se desenvolveu “bom”, no sentido de “espiritualmente nobre”, “aristocrático”, de “espiritualmente bem-nascido” e “espiritualmente privilegiado”: um desenvolvimento que sempre corre paralelo àquele outro que faz “plebeu”, “comum”, “baixo”, transmutar-se finalmente em “ruim”. NIETZSCHE, Friedrich. Genealogia da moral : uma polêmica. São Paulo: Companhia das Letras, 1998. A análise do filósofo alemão Nietzsche entende que a construção dos valores ocidentais foi resultado do(a)
A aumento das possibilidades de ascensão social. B declínio dos referenciais aristocráticos europeus. C disseminação dos padrões aristocráticos de vida. D aproximação cultural e linguística entre os países. E extensão das concepções espirituais à vida social.
Colheita mecanizada de cana produz queda nas emissões de gases causadores do efeito estufa Desde 2007, quando foi firmado o Protocolo Agroambiental do setor sucroenergético, a colheita manual da cana-de-açúcar vem sendo substituída pela mecanizada no Estado de São Paulo, e isso tem provocado uma grande queda nas emissões de Gases do Efeito Estufa (GEEs). É o que aponta um estudo desenvolvido por pesquisadores da Faculdade de Ciências Agrárias e Veterinárias, da Universidade Estadual Paulista (Unesp). [...] Os resultados foram apresentados no dia 12 de setembro durante a 1a^ Conferência Nacional de Mudanças Climáticas Globais (Conclima), realizada em São Paulo. “As emissões de GEEs por unidade de área plantada de cana em São Paulo estão caindo por causa da conversão de áreas de cana queimada para cana crua”, afirma Newton La Scala Júnior, professor da Unesp e coordenador do estudo. COLHEITA mecanizada de cana produz queda nas emissões de gases causadores do efeito estufa. UNICA , São Paulo, 18 set. 2013. Disponível: . Acesso em: 1o^ mar. 2016. A busca por alternativas para a diminuição de liberação dos GEEs no espaço é discutida em inúmeros setores da economia mundial. Entretanto, no caso do setor apresentado anteriormente, pode-se verificar algumas consequências negativas da colheita mecanizada, como o (a)
A aumento do número de queimadas na agricultura de roça. B aumento nas taxas de desemprego entre os cortadores de cana. C elevação no consumo de agrotóxicos utilizados na lavoura de cana. D elevação do número de revoltas camponesas em busca da reforma agrária. E elevação de impostos para a criação de novas leis assistencialistas para o campo.
Os quase quatro anos de conflito armado causaram a destruição total de 24 sítios de patrimônio cultural na Síria, alguns deles considerados Patrimônio Mundial da Humanidade pela Unesco, e entre os quais figuram monumentos que tinham até 7 mil anos, revelou a ONU nesta terça-feira. Lugares em Damasco e Raqqah – cidades que agora estão sob o controle do grupo jihadista Estado Islâmico (EI) – e na célebre Palmyra, um dos lugares mais turísticos da Síria antes da guerra civil, também estão destruídos ou danificados. Lá, por exemplo, o EI causou severos danos à Mesquita de Uwais al-Qarni e Ammar bin Yasser, um lugar de peregrinação xiita do Irã, do Líbano e do Iraque. ONU revela imagens de patrimônios históricos destruídos na Síria. Uol , Genebra, 23 dez. 2015. Disponível em: . Acesso em: 6 jan. 2016. Interpretando o relato jornalístico apresentado, depreende-se que os conflitos
A assolam lugares ricos em registros memoriais, afetando as suas identidades históricas. B fortalecem a coalizão entre as nações pela preservação da cultura material. C vislumbram a manutenção e a construção de novas identidades. D buscam uma intervenção para garantir a herança cultural. E defendem a necessidade de reconstrução da história.
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A pressão colonial era sentida havia décadas, bem longe até dos centros econômicos. “Ópio e álcool”: plantados nos confins birmaneses da China, o negócio
A as disputas entre os EUA e a China pelo comércio do ópio no continente europeu marcaram o período colonial. B a dinastia chinesa de Mao Tse-tung entra em colapso por pressões das grandes potências europeias capitalistas. C os europeus, ao conquistarem a China, dividiram o território chinês entre as potências dominantes à época colonial. D o capitalismo europeu tentava controlar o mercado da China, provocando as Guerras do Ópio, das quais o governo inglês saiu vitorioso. E a grande potência econômica japonesa invadiu a China em busca de sua principal especiaria, o ópio, muito valorizado mundialmente.
As revoltas populares do século XIX e de parte do século XX, tanto rurais como urbanas, se deram como consequência da expansão da lei, da capacidade reguladora do estado. Quando a população pobre do século XIX se revoltou contra o recenseamento, o recrutamento, a mudança do sistema de pesos e medidas, o aumento de impostos, ou quando, no século XX, pegou em armas contra a vacina obrigatória, ela estava protestando contra uma lei considerada ilegítima por contrariar valores comunitários, religiosos ou mesmo políticos. FIGUEIREDO, Luciano. História do Brasil para ocupados. Rio de Janeiro: Casa da Palavra, 2013. p. 266. No que concerne ao ambiente de sedições apresentado, conclui-se que a população
A desconhecia as leis do Estado e resistia à opressão dos latifundiários. B tinha conhecimento sobre a legislação social vigente e agia de forma reflexiva. C apresentava unidade em suas manifestações e se restringia às áreas centrais. D vivenciava uma cultura letrada de oposição e fazia exigências ao poder público. E reivindicava políticas de ordenamento social e manifestava-se na crítica social.
O homem mais corajoso nada pode fazer sem armas, nada vale sem fartura de munição, e tanto armas como munição têm pouca valia em uma guerra móvel, a menos que haja veículos com petróleo em quantidade para transportá-las. (Gen. Rommel, 1943) YERGIN, Daniel. O petróleo : uma história mundial de conquistas , poder e dinheiro. São Paulo: Paz e Terra, 2010. p. 384. Analisando o excerto, pode-se perceber que a vitória, em um conflito de singular magnitude, seria definida pela(o) A ação das empresas militares que exerciam a mobilidade das tropas. B domínio territorial que sustentava as milícias com fontes alternativas. C controle de suprimentos e tecnologias operacionais de deslocamento. D aparato bélico dos soldados envolvidos em convicções patrióticas. E estratégia dos militares com hegemonia técnica.
Doutrina Sinatra (nome dado por Gennady Guerasimov) foi como ficou conhecida, de forma irônica, a estratégia de política externa adotada por Mikhail Gorbatchev, em substituição à política praticada pelo seu antecessor, Leonid Brejnev. A expressão fazia menção a uma famosa canção que Frank Sinatra interpretava chamada “My way” (em tradução livre, “À minha maneira”), em que cada um agiria “à sua maneira”. Com base no texto, pode-se afirmar que, na antiga União Soviética, essa nova estratégia política representaria transformações como A a imitação da maneira americana de ser, praticada pelos povos do planeta daquela data em diante. B a imediata desintegração do Bloco Socialista, que, na época, já não era mais liderado por Moscou, mas pela China. C o fim do controle central do Kremlin sobre as repúblicas satélites e, com o tempo, a desintegração do Bloco Socialista. D a derrubada do Muro de Berlim, a emancipação dos países do Leste Europeu e a permanência do socialismo na Rússia. E o fortalecimento do Pacto de Varsóvia, que passaria a agir de forma mais intensa sobre as nações que tentassem abandonar o socialismo.
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Granito
Basalto
Os agregados naturais mostrados na imagem são
A rochas sedimentares utilizadas amplamente na construção civil, devido à sua raridade. B minerais não metálicos altamente eletronegativos e, por isso, amplamente utilizados em residências. C rochas metamórficas que, devido à sua beleza e extrema dureza, podem resistir por anos em uso direto. D minerais metálicos compostos por elementos físicos e químicos que possibilitam a condução de eletricidade. E rochas ígneas que originam-se da consolidação do magma e que são amplamente utilizadas na construção civil.
Especialmente para aqueles de melhor posição [...], muitos dos hábitos simples e até grosseiros dos afrodescendentes mais pobres, ou vindos do campo, eram produto da sua desqualificação social, de sua pouca educação. Para melhorar esta situação, o único caminho seria aquele da educação dos jovens negros e do esforço, visto, em grande parte, como dependente da vontade individual de cada um, em tentar melhorar o seu destino. XAVIER, Regina Célia Lima (Org.). Escravidão e liberdade : temas, problemas e perspectivas de análise. São Paulo: Alameda, 2012. p. 434. O excerto trata da exclusão de negros libertos no Brasil do século XIX. A motivação que pode ser apontada como um fator de restrição à inclusão é de ordem
A coletiva. B comportamental. C ideológica. D institucional. E socioeconômica.
A premissa básica da ética aristotélica, assim como de sua política, é a ideia de que a virtude é arete politike. A primeira palavra significa “virtude”, e a segunda, “política”, mas com uma tradução melhor seria “cívica” ou “social”. Para Aristóteles, assim como para a maioria dos gregos, todo cidadão possuía aquelas virtudes elementares necessárias para a vida comunitária. Não era necessário que ele entendesse de metafísica, mas que tivesse o mínimo de razão. Essa “virtude política” dava aos homens um senso de justiça e uma consideração suficiente pelos direitos dos outros, o que viabilizava a pólis, a comunidade civilizada. STONE, I. F. O julgamento de Sócrates. São Paulo: Companhia das Letras, 2005. (adaptado) O pensamento aristotélico, no que tange ao exercício da cidadania na pólis grega, contempla a
A capacidade inata para fazer o que é melhor para a comunidade. B participação irrestrita daqueles que habitam o espaço urbano. C defesa de que a democracia se constrói por pessoas desiguais. D promoção de um modo de vida centrado nos valores coletivos. E disposição para debater questões de natureza moral e metafísica.
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No estudo atmosférico, as chuvas são um fenômeno meteorológico que resulta da precipitação das gotas líquidas de água das nuvens sobre a superfície da Terra. Elas podem estar associadas a diferentes fenômenos atmosféricos, os quais podem gerar diferentes tipos de chuvas.
A B
C
Os três tipos de chuvas apresentados na imagem anterior (A, B e C) podem ser identificados, respectivamente, como chuvas
A de relevo, frontais e orográficas. B de verão, convectivas e de relevo. C frontais, convectivas e orográficas. D convectivas, frontais e orográficas. E orográficas, de verão e convectivas.
B
A
C
D
Origem das rochas ígneas, metamórficas e sedimentares
Cristalização
Magma
Rocha ígnea Rocha metamórfica
Intemperismo
Intemperismo
Metamorfismo
Metamorfismo
Rocha sedimentar
B C
A D
O infográfico exibe a formação dos três grandes grupos de rochas: ígneas, sedimentares e metamórficas. Dentro desse complexo ciclo de transformação, espera-se que, na etapa indicada em
A A, o magma passe pela cristalização e origine o antracito, uma rocha ígnea. B B, o basalto sofra o intemperismo e origine o mármore, uma rocha sedimentar. C C, o mármore sofra o intemperismo e origine o calcário, uma rocha sedimentar. D B, o granito sofra o metamorfismo e origine o gnaisse, uma rocha metamórfica. E D, o calcário sofra o metamorfismo e origine o gnaisse, uma rocha metamórfica.
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CIÊNCIAS DA NATUREZA E SUAS TECNOLOGIAS Questões de 46 a 90
A imagem a seguir mostra que, em uma garrafa PET contendo água, foi feito um furo pelo qual um pequeno jato escoa. Na experiência, é possível observar que um raio de luz emitido por uma caneta laser acompanha a curvatura do jato de água, projetando-se na palma da mão de uma das pessoas que participa do experimento.
O fenômeno observado ocorre devido à A sequência de inversões de fase que ocorrem na propagação devido à sua mudança de velocidade. B sequência de reflexões totais que acontecem no interior do jato, assim como acontece com as fibras ópticas. C diferença da velocidade de propagação entre a água dentro da garrafa e fora dela. D diferença do comprimento de onda entre a água dentro da garrafa e fora dela. E diferença do índice de refração da água dentro da garrafa e fora dela.
O elemento químico cobalto está presente em diversos minerais, entre eles a esmaltita, variedade do mineral escuterudita, um arsenieto de cobalto (CoAs 2 ) que contém quantidades variáveis de níquel e ferro. Na natureza, só é possível encontrar o isótopo 59 Co, mas, sinteticamente, pode-se obter o isótopo radioativo 60 Co. A partir de amostras de 59 Co, o 60 Co é obtido por meio do processo de A emissão de partículas alfa. B emissão de partículas beta. C emissão de radiação gama. D bombardeamento de prótons. E bombardeamento de nêutrons.
O elemento químico nitrogênio (N) é essencial para os seres vivos, e o seu principal reservatório é o nitrogênio gasoso presente na atmosfera. Por meio da ação de micro-organismos, ocorrem as diferentes etapas do ciclo do nitrogênio, conforme mostra a figura a seguir.
Amônia
V N 2
IV
II Nitrito III Nitrato
I
Com base no esquema, as bactérias fixadoras do nitrogênio atuam na etapa A I. B II. C III. D IV. E V.
Cinco amigos conversam sobre a possibilidade de serem doadores de sangue para Tiago, cujo grupo sanguíneo é O+, que está doente, necessitando de transfusão. Sabe-se que Pedro pertence ao grupo sanguíneo AB+, Jorge é do tipo sanguíneo A+, João é do tipo sanguíneo AB–, Sofia pertence ao tipo sanguíneo O–^ e Andrea é do grupo sanguíneo B–. A seguir, tem-se uma tabela de compatibilidade entre os tipos sanguíneos.
O–^ O+^ A –^ A +^ B –^ B +^ AB –^ AB + O– O+ A – A + B – B + AB – DoadorAB^ +
Receptor
Compatível Não compatível Após consultar a tabela, os amigos concluíram que Tiago somente poderá receber sangue de A Andrea. B João. C Jorge. D Pedro. E Sofia.
Reprodução
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Aquecimento ameaça 25% de flora e fauna da América do Sul Cerca de um quarto das espécies de animais da América do Sul, e 16% de todas as espécies do planeta, podem acabar desaparecendo caso não haja um esforço sério para reduzir as emissões de gases causadores do aquecimento global neste século, devido à dificuldade que as espécies ameaçadas têm de achar um novo lar, quando, por causa do clima, sua região natal fica inóspita. LOPES, R. J. Aquecimento ameaça 25% de flora e fauna da América do Sul. Folha de S.Paulo , São Paulo, 1o^ maio 2015. Disponível em: . Acesso em: 3 fev. 2016. (adaptado) TEXTO II Em seu hábitat original, durante nove anos, foi observada a variação do número de indivíduos de uma espécie de insetos da ordem Lepidoptera, que encontrou barreiras naturais as quais impediam a migração da espécie para um novo hábitat potencialmente viável.
Hábitat original
Novo hábitat
Barreiras naturais
Os resultados da pesquisa são indicados no gráfico a seguir. A capacidade de suporte do ambiente é o número de indivíduos de uma espécie que ele pode manter.
Números de indivíduos
B
A
100
80
60
40
20
0 1 2 3 4 Tempo em anos
5 6 7 8 9
A real capacidade de suporte do hábitat natural para os lepidópteros é representada pela linha A A, pois em nenhum ano a população de lepidópteros ultrapassou a carga biótica máxima. B B, pois a população de lepidópteros cresce em condições ideais, isenta de resistência ambiental. C A, pois ilustra o crescimento esperado, uma vez que dobrou o número de indivíduos existentes no ano 1. D B, pois a população dos insetos apresentou um crescimento de acordo com o seu potencial biótico. E A, pois, no sétimo ano, a população ultrapassou a capacidade de suporte do ambiente, o que levou à sua extinção.
Em relação aos pontos cegos, a direção defensiva tem orientações para o motorista. “Em um sinal de pare, antes de virar à esquerda ou à direita, deixe o carro desengatado. O tempo que você vai levar para engatar a marcha e sair é justamente o tempo que leva para aquele outro veículo, que estava no ponto cego, aparecer.” NOVOS motoristas aprendem noções de direção defensiva. Debate online. Disponível em: . Acesso em: 2 jan. 2016. (adaptado) Os pontos cegos são áreas em que o espelho retrovisor de um carro longo, como ônibus e caminhão, devido ao seu posicionamento, não é capaz de refletir a imagem dos veículos ao redor, que muitas vezes podem estar na trajetória. Nesse caso, recomenda-se que o motorista, antes de ultrapassar, verifique o espelho retrovisor do veículo à sua frente. Dessa forma, ele poderá verificar se o motorista o está avistando. Quando as orientações de direção defensiva recomendam ao motorista verificar o retrovisor do veículo que está à sua frente antes da ultrapassagem, está sendo aplicado o conceito físico A do princípio da independência dos raios luminosos. B do princípio da reversibilidade dos raios luminosos. C da propagação retilínea da luz. D da reflexão difusa da luz. E do ângulo visual.
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Em seis dias de 2015, Sobral teve a maior temperatura do Brasil A cidade de Sobral, no Ceará, registrou nos dias 14, 16, 17, 18, 19 e 20 de janeiro as mais altas temperaturas do Brasil, segundo o ranking do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet). O Inmet registrou em Sobral, no dia 14, a maior temperatura do país em 2015, chegando a 43,9 graus. No Rio de Janeiro, a estação Vila Militar registrou temperatura de 40 graus nos dias 1o^ e 2 de janeiro. As estações de Sobral e do Rio e Janeiro são as únicas que aparecem com temperaturas na casa dos 40 graus na lista do Inmet em 2015. EM SEIS dias de 2015, Sobral teve a maior temperatura do Brasil. G1 , Ceará, 21 jan. 2015. Disponível em: . Acesso em: 5 fev. 2016. (adaptado) Se fosse preciso informar a variação de temperatura entre as cidades de Sobral e do Rio de Janeiro para um norte-americano, que utiliza a escala Fahrenheit, a temperatura correta a ser informada seria de, aproximadamente, A 3,9 °F. B 7,0 °F. C 39 °F. D 104 °F. E 111°F.
A temperatura é a grandeza física que mede a energia cinética média, por grau de liberdade de cada uma das partículas de um sistema em equilíbrio térmico. Em sistemas formados somente por partículas iguais, essa definição associa-se diretamente à medida da energia cinética média por partícula do sistema em equilíbrio térmico. Dessa forma, em qual das situações listadas a seguir é possível afirmar que a temperatura T 1 (corpo 1) é o dobro da temperatura T 2 (corpo 2)? Considere: 0 °C = 32 °F = 273 K = 0 °R; –273 °C = –459 °F = 0 K = –218 °R. A T 1 = 60 °C e T 2 = 30 °C. B T 1 = 50 °F e T 2 = 25 °F. C T 1 = 127 °C e T 2 = –73 °C. D T 1 = 32 °F e T 2 = 212 °F. E T 1 = 0 °R e T 2 = 80 °R.
Um raio pode cair duas vezes no mesmo lugar? Muita gente acha que não, mas pode sim. O Cristo Redentor, por exemplo, é atingido pelo menos seis vezes por ano. E o guarda-chuva, pode atrair raio? Pode sim. Ele só protege da chuva. UM RAIO pode cair no mesmo lugar? Os mitos e verdades sobre raios. G1 , São Paulo, 9 out. 2015. Bem Estar. Disponível em: . Acesso em: 16 mar 2016. Raios, relâmpagos e trovões estão entre as mais espetaculares manifestações da natureza. Porém, também trazem consigo muitos riscos. Do ponto de vista científico, uma ação preventiva em uma tempestade com ocorrência de raios é A cobrir os espelhos grandes em casa, pois eles atraem raios devido à sua superfície refletora. B desligar os aparelhos elétricos da tomada. Com isso, evita-se que eles queimem, no caso de ocorrer um raio muito próximo e intenso. C deitar no chão ao perceber que está em um lugar sem abrigo próximo, pois a diminuição da altura evitará que o raio o atinja, já que os raios só caem em lugares altos. D utilizar celular apenas em locais cobertos, não necessariamente fechados, pois a interferência gerada por uma descarga não é suficiente para danificar o aparelho ou causar queimaduras na pele. E ir para locais abertos próximos de prédios que tenham para-raios instalados, pois eles atraem os raios. Para- raios são dispositivos que criam um caminho para que o raio atraído atinja o solo sem causar danos aos aparelhos e aos prédios em que estão instalados.
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