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Sistema Piramidal, Resumos de Semiologia

Informações sobre o sistema piramidal, que é responsável pela fraqueza muscular. São apresentados os neurônios motores, modulação no cerebelo e núcleos da base que participam do sistema piramidal, além de informações sobre trofismo muscular, tônus muscular, força muscular e reflexos. O documento também apresenta informações sobre diagnósticos sindrômicos, topográficos e etiológicos.

Tipologia: Resumos

2020

À venda por 03/01/2023

paola-bruna-schneider
paola-bruna-schneider 🇧🇷

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sistema piramidal
Do ponto de vista esquemático
temos 2 neurônios motores, o que
começa no córtex e desce pela medula,
e o 2º que vai inervar os músculos.
Temos modulação no cerebelo e
núcleos da base que vão participar do
sistema piramidal.
A principal queixa é fraqueza,
sempre que pegar um paciente com
fraqueza é provável que ele tenha uma
doença do sistema piramidal no ou
2º neurônio.
Inspeção do trofismo muscular -
queremos ver o trofismo, na academia
observamos.
Lesão no neurônio - ele perde
força muito fácil, avaliar região penar e
não penar.
Doenças de trofismo - pseudo-
hipertrofia.
Tônus muscular - está associado
com um grau de contratura muscular
em repouso, é por conta do tônus que
conseguimos ficar em pé.
Geralmente a lesão do
neurônio causa aumento do tônus
muscular - espasticidade. Lesão do
neurônio causa diminuição.
O tônus aumenta conforme o
grau do movimento.
O neurônio o comando, e
o 2º executa.
A rigidez da doença de
Parkinson é a mesma durante todo o
movimento, diferente da espasticidade.
Força muscular - classificamos
em graus, 0, 1, 2, 3, 4-, 4, 4+ e 5.
Plegia - perda de força completa.
Paresia - perda de força
incompleta.
Hemiplegia - perda de força em
metade do corpo.
Pode-se testar os músculos -
rombóides, trapézio, serrátil anterior,
supraespinhal, deltóide, peitoral
maior, latissimus dorsi, bíceps,
braquiorradial, tríceps, articulação do
cotovelo, testar força no punho e
dedos, no polegar.
Manobras deficitárias - o teste
dos pronadores, ou sinal dos
pronadores serve para o paciente com
força grau 4+ (perda de força pequena).
Lesão do lobo parietal unilateral -
se o paciente fechar os olhos e levantar
uma das mãos.
Pode-se testar os músculos dos
membros inferiores - musculatura
flexora e extensora da coxa,
musculatura abdutora no nível do
quadril, adutores, rotação medial ou
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sistema piramidal

Do ponto de vista esquemático temos 2 neurônios motores, o 1º que começa no córtex e desce pela medula, e o 2º que vai inervar os músculos. Temos modulação no cerebelo e núcleos da base que vão participar do sistema piramidal. A principal queixa é fraqueza, sempre que pegar um paciente com fraqueza é provável que ele tenha uma doença do sistema piramidal no 1º ou 2º neurônio. Inspeção do trofismo muscular - queremos ver o trofismo, na academia observamos. Lesão no 2º neurônio - ele perde força muito fácil, avaliar região penar e não penar. Doenças de trofismo - pseudo- hipertrofia. Tônus muscular - está associado com um grau de contratura muscular em repouso, é por conta do tônus que conseguimos ficar em pé. Geralmente a lesão do 1º neurônio causa aumento do tônus muscular - espasticidade. Lesão do 2º neurônio causa diminuição. O tônus aumenta conforme o grau do movimento. O 1º neurônio dá o comando, e o 2º executa. A rigidez da doença de Parkinson é a mesma durante todo o movimento, diferente da espasticidade. Força muscular - classificamos em graus, 0, 1, 2, 3, 4-, 4, 4+ e 5. Plegia - perda de força completa. Paresia - perda de força incompleta. Hemiplegia - perda de força em metade do corpo. Pode-se testar os músculos - rombóides, trapézio, serrátil anterior, supraespinhal, deltóide, peitoral maior, latissimus dorsi, bíceps, braquiorradial, tríceps, articulação do cotovelo, testar força no punho e dedos, no polegar. Manobras deficitárias - o teste dos pronadores, ou sinal dos pronadores serve para o paciente com força grau 4+ (perda de força pequena). Lesão do lobo parietal unilateral - se o paciente fechar os olhos e levantar uma das mãos. Pode-se testar os músculos dos membros inferiores - musculatura flexora e extensora da coxa, musculatura abdutora no nível do quadril, adutores, rotação medial ou

interna, rotação externa da coxa, extensão ao nível do joelho, flexão plantar ou dorsal do pé, inversão e eversão do pé, flexão dos dedos.

Reflexos

Bate em um tendão, são testados pelo uso do martelo, tem uma escala de 0 a 4. Lesão do 1º neurônio - causa aumento do tônus e hiperreflexia, Lesão do 2º neurônio - causa diminuição do tônus e hiporreflexia. Reflexo bicipital - bate no bíceps, depende de C5 e C6, uma hérnia de disco em C5 pode ocasionar um reflexo bicipital. Reflexo tricipital - direto no tendão do tríceps, depende de C6 e C7. Reflexo braquiorradial - bate no rádio e espera-se uma pequena flexão. Reflexo patelar - bate no tendão patelar, palpa o tendão antes, depende de L2, L3 e L4. Reflexo patelar deitado também pode ser feito. ● Manobras de reforço. Reflexo Aquileu - depende de S1, flexão dorsal, bate no tendão de Aquiles, em idosos pode estar diminuído mas não indica nenhuma patologia. Reflexos superficiais - anal, bulbocavernoso (na glande), cremastérico (nos testículos), reflexo abdominal. Reflexo plantar - depende de L5 e S1, quando é extensor é chamado de sinal de Babinski, quando é flexor é normal, se tem o sinal sempre é lesão de neurônio motor superior (1º), todos os recém-nascidos tem sinal de Babinski, mais ou menos a partir dos 6 meses de idade passa a ser flexor. Faz-se um diagnóstico sindrômico e topográfico: Diagnósticos sindrômicos - síndrome cognitiva, convulsiva, motora (sistema piramidal), sensitiva, meníngea, de hipertensão intracraniana. Piramidais - hemiplégica, paraplégica, tetraplégica, monoplégica. Diagnóstico topográfico - pode ser feito sem pedir exame complementar, apenas examinando o paciente. Neurônios - fraqueza nos dois, reflexos aumentados no primeiro, trofismo pode diminuir nos dois mas diminui bem mais e mais rápido no segundo, fasciculações no segundo. Diagnóstico etiológico - VINDICATE: vascular, infeccioso, neoplásico, degenerativo, imune- alérgico, congênito, autoimune, traumático, endócrino-metabólico.