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Sociedade de Abelhas, Notas de estudo de Biologia

metodologia cientifica

Tipologia: Notas de estudo

2012

Compartilhado em 04/10/2012

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sabina-machado-2 🇧🇷

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1. INTRODUÇÃO
Neste trabalho falarei um pouco sobre estes magníficos insetos,as abelhas. Animais invertebrados
pertencente a ordem hymenoptera, mesmo grupo das formigas e vespas.Elas são um dos insetos mais
importantes para o homem, pois seus produtos são de grande utilidade como o mel, a geléia real e a cêra.
As abelhas pertencem à superfamília Apoidea que incluem mais de 20.000 espécies, divididas em 10
famílias. Existe uma variedade de cores e formas com tamanhos que variam de 2 a 39mm de comprimento.
No Brasil existem dezenas de abelhas nativas, todas elas muito importante nos ecossistemas como
polinizadoras de diversas plantas. Os nomes comuns variam de região para região e podemos citar alguns:
abelha-brava, abelha-cachorro, jataí, Irapuã, monbuca, Moçabranca, Mandaçaia, Uruçu, Jandira, Mirim,
Mosquito, entre outros.
alguma abelhas não possuem ferrão e pertencem a família Meliponidae. Muitas espécies são criadas para
a retirada de produtos como a abelha Jataí. Algumas das abelhas que amedontram pessoas são as
mamangabas, grandes e peludas. As espécies brasileiras, são na maioria das vezes, de coloração negra
com áreas amareladas no corpo.
1.1.INVERTEBRADOS
Desde os protozoários, unicelulares e microscópicos, até os grandes polvos e lulas, que atingem vários
metros de comprimento, os invertebrados formam uma ampla variedade de seres, equivalente a mais de
noventa por cento dos animais existentes, distribuídos por todas as partes do mundo.
Invertebrados são todos os animais que não possuem a coluna vertebral ou coluna dorsal, em oposição aos
vertebrados, que possuem alguma forma de esqueleto interno, ósseo ou cartilaginoso. Afora a ausência de
coluna vertebral, os invertebrados têm muito pouco em comum. São geralmente animais de corpo mole,
sem esqueleto interno rígido para ligação dos músculos, mas em muitos casos com esqueleto externo
rígido, que serve também de proteção ao corpo, como os moluscos, crustáceos e insetos. Devido a sua
heterogeneidade, a classificação dos invertebrados obedece mais a critérios descritivos do que a normas de
distinção filogenética. O termo taxionômico invertebrados, antes usado em oposição a vertebrados --
ainda vigente como nome de um subfilo. Não é mais usado na classificação sistemática moderna. Os
invertebrados podem pertencer aos dois grandes sub-reinos em que se divide o reino animal: protozoários e
metazoários.
1.2. Protozoários: Os animais mais rudimentares que existem são os protozoários, unicelulares e em sua
maior parte microscópicos. Embora aparentemente simples, na realidade muitas vezes apresentam formas
de notável complexidade. Alguns dispõem de estruturas digestivas subcelulares, ou de caráter locomotor,
como os cílios (conjunto de filamentos curtos semelhantes a pestanas com que certos protozoários se
deslocam), que se acham conectados entre si e têm movimentos coordenados. Ocorrem também núcleos
duplos (como acontece entre os ciliados), um dos quais governa a atividade da célula enquanto o outro
dirige a reprodução. Certos protozoários, como os rizópodes ou sarcodíneos, possuem coberturas que
protegem a célula. Essas coberturas nos radiolários são formadas por sílica, por isso apresentam um
aspecto vítreo, às vezes de grande beleza; nos foraminíferos, são de natureza calcária e, quando o animal
morre, se depositam no fundo oceânico, dando origem a uma variedade rochosa denominada greda.
Apesar de se situarem no estrato inferior da escala evolutiva animal, os protozoários são sensíveis
adeterminados estímulos, principalmente químicos, elétricos e, em alguns casos, luminosos. O filo dos
protozoários divide-se em dois subfilos: os plasmódromos, sem organelas para locomoção, ou dotados de
flagelos ou pseudópodos; e os cilióforos, com cílios ou tentáculos sugadores. Os plasmódromos dividem-se
em quatro classes: mastigóforos, ou flagelados; opalinídeos, ou protociliados; sarcodíneos, ou rizópodes; e
esporozoários.Os cilióforos têm apenas uma classe, a dos ciliados.
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1. INTRODUÇÃO

Neste trabalho falarei um pouco sobre estes magníficos insetos,as abelhas. Animais invertebrados pertencente a ordem hymenoptera, mesmo grupo das formigas e vespas.Elas são um dos insetos mais importantes para o homem, pois seus produtos são de grande utilidade como o mel, a geléia real e a cêra. As abelhas pertencem à superfamília Apoidea que incluem mais de 20.000 espécies, divididas em 10 famílias. Existe uma variedade de cores e formas com tamanhos que variam de 2 a 39mm de comprimento. No Brasil existem dezenas de abelhas nativas, todas elas muito importante nos ecossistemas como polinizadoras de diversas plantas. Os nomes comuns variam de região para região e podemos citar alguns: abelha-brava, abelha-cachorro, jataí, Irapuã, monbuca, Moçabranca, Mandaçaia, Uruçu, Jandira, Mirim, Mosquito, entre outros. alguma abelhas não possuem ferrão e pertencem a família Meliponidae. Muitas espécies são criadas para a retirada de produtos como a abelha Jataí. Algumas das abelhas que amedontram pessoas são as mamangabas, grandes e peludas. As espécies brasileiras, são na maioria das vezes, de coloração negra com áreas amareladas no corpo. 1.1.INVERTEBRADOS Desde os protozoários, unicelulares e microscópicos, até os grandes polvos e lulas, que atingem vários metros de comprimento, os invertebrados formam uma ampla variedade de seres, equivalente a mais de noventa por cento dos animais existentes, distribuídos por todas as partes do mundo. Invertebrados são todos os animais que não possuem a coluna vertebral ou coluna dorsal, em oposição aos vertebrados, que possuem alguma forma de esqueleto interno, ósseo ou cartilaginoso. Afora a ausência de coluna vertebral, os invertebrados têm muito pouco em comum. São geralmente animais de corpo mole, sem esqueleto interno rígido para ligação dos músculos, mas em muitos casos com esqueleto externo rígido, que serve também de proteção ao corpo, como os moluscos, crustáceos e insetos. Devido a sua heterogeneidade, a classificação dos invertebrados obedece mais a critérios descritivos do que a normas de distinção filogenética. O termo taxionômico invertebrados , antes usado em oposição a vertebrados -- ainda vigente como nome de um subfilo. Não é mais usado na classificação sistemática moderna. Os invertebrados podem pertencer aos dois grandes sub-reinos em que se divide o reino animal: protozoários e metazoários. 1.2. Protozoários: Os animais mais rudimentares que existem são os protozoários, unicelulares e em sua maior parte microscópicos. Embora aparentemente simples, na realidade muitas vezes apresentam formas de notável complexidade. Alguns dispõem de estruturas digestivas subcelulares, ou de caráter locomotor, como os cílios (conjunto de filamentos curtos semelhantes a pestanas com que certos protozoários se deslocam), que se acham conectados entre si e têm movimentos coordenados. Ocorrem também núcleos duplos (como acontece entre os ciliados), um dos quais governa a atividade da célula enquanto o outro dirige a reprodução. Certos protozoários, como os rizópodes ou sarcodíneos, possuem coberturas que protegem a célula. Essas coberturas nos radiolários são formadas por sílica, por isso apresentam um aspecto vítreo, às vezes de grande beleza; nos foraminíferos, são de natureza calcária e, quando o animal morre, se depositam no fundo oceânico, dando origem a uma variedade rochosa denominada greda. Apesar de se situarem no estrato inferior da escala evolutiva animal, os protozoários são sensíveis adeterminados estímulos, principalmente químicos, elétricos e, em alguns casos, luminosos. O filo dos protozoários divide-se em dois subfilos: os plasmódromos, sem organelas para locomoção, ou dotados de flagelos ou pseudópodos; e os cilióforos, com cílios ou tentáculos sugadores. Os plasmódromos dividem-se em quatro classes: mastigóforos, ou flagelados; opalinídeos, ou protociliados; sarcodíneos, ou rizópodes; e esporozoários.Os cilióforos têm apenas uma classe, a dos ciliados.

1.3. Metazoários: Os invertebrados metazoários são animais multicelulares, constituídos de células agrupadas em tecidos e em órgãos, e estruturas especializadas graças às quais se produz divisão de trabalho nos diversos componentes do organismo. Estão agrupados nos seguintes filos: 1.4. Mesozoários: Entre os filos mais primitivos estão os mesozoários, que apresentam um aglomerado de células mais ou menos amorfo, em cujo interior se encontram diferentes elementos reprodutores. 1.5. Poríferos: Os espongiários ou poríferos, que incluem as esponjas, foram durante muito tempo confundidos com plantas, devido a seu tipo de vida sedentário e a suas formas. Alguns zoólogos do século XIX, contudo, já afirmavam que se tratava de autênticos animais, embora muito primitivos. De fato, ao contrário da maioria dos invertebrados, que apresentam três camadas embrionárias bem definidas (ectoderma, mesoderma e endoderma) e recebem a denominação de triblásticos ou triploblásticos, as esponjas, assim como os celenterados e os ctenários, têm apenas duas camadas (ectoderma e endoderma). A cavidade central das esponjas, a espongiocela, recolhe a água que entra pelos poros inalantes que perfuram o corpo do animal e permite sua saída pelo ósculo ou orifício maior, situado na parte superior. A corrente assim estabelecida leva as partículas alimentícias de que as esponjas se nutrem até os coanócitos, células dotadas de uma espécie de anel gelatinoso e de um prolongamento filiforme ou flagelo, encarregado de capturar essas partículas. 1.6. Celenterados: Os celenterados ou cnidários, embora também apresentem estrutura muito simples, são mais complexos do ponto de vista celular, com células que são ao mesmo tempo epiteliais e musculares (mioepiteliais) e uma série de músculos que possibilitam ao animal realizar movimentos contráteis, como ocorre nas medusas. Diferenciam-se também órgãos sensitivos, alguns dos quais captam sensações luminosas, e outros, como os estatocistos, que permitem ao animal estabelecer sua posição no espaço. 1.7. Ctenóforos: Os ctenóforos apresentam simetria radial básica, uma cavidade gastrovascular com ramos e placas ciliadas no corpo, que lhes dão o aspecto de medusas. Abundam nos mares quentes e alguns em regiões temperadas, quer em águas superficiais, quer em grandes profundidades. Esse filo divide-se em duas classes: a dos animais com tentáculos, que congrega quatro ordens -- cidipídeos, lobados, cestídeos e platictênios; e a dos animais sem tentáculos, que abriga um unica ordem, a dos beróideos. 1.8. Platelmintos: Os platelmintos são vermes na maioria marinhos, delgados e de grande comprimento, dotados de um prolongamento anterior ou probóscide; alguns são pseudocelomados, com cavidades internas, não cobertas por células. Muitos platelmintos estão adaptados à vida parasitária e têm sistemas orgânicos reduzidos. As tênias ou cestóides, e também os asquelmintos, não possuem aparelhos respiratório, digestivo e circulatório. O sistema nervoso é muito rudimentar e consiste numa série de cordões longitudinais unidos a gânglios ou agrupamentos de células nervosas. 1.9. Anelídeos: Os anelídeos são vermes segmentados, de desenvolvimento embrionário mais complexo, cujo corpo apresenta uma série de anéis, como os poliquetos marinhos, as minhocas e as sanguessugas. 1.10. Moluscos: De corpo mole, coberto por um manto que geralmente secreta uma concha calcária, os moluscos apresentam simetria bilateral, sexos geralmente separados e vivem em água salgada e doce, alguns na terra. Esse filo compreende seis classes: monoplacóforos, anfineuros (quíton), escafópodes, grastrópodes (caracol, lesma, caramujo, abalone), pelecípodes (ostra, mexilhão) e cefalópodes (lula, polvo). 1.11. Equinodermos: O filo dos equinodermos inclui as seguintes classes: crinóides, asteróides (estrelas- do-mar), equinóides (ouriço-do-mar), ofiúros e holotúrias. Os animais desses filos são marinhos. Distinguem-se pelo endoesqueleto rígido ou flexível, formado por placas calcárias, sistema ambulacrário com pés externos para locomoção. 1.12. Foronídeos: Os foronídeos são animais marinhos, de corpo vermiforme, cilíndrico, não-segmentado; cada indivíduo vive em tubo membranoso secretado por ele mesmo. A extremidade anterior contém

Outra característica dos artrópodes é a cutícula, ou camada externa endurecida, de quitina, que em alguns casos, como nos crustáceos, é composta também por sais cálcicos. Isso faz com que, para crescer, o animal passe por uma série de mudas, nas quais se desprende a cutícula. Agrupam-se nesse filo os crustáceos (lagostas, caranguejos e cracas), insetos (mosca, abelha , gafanhoto), aracnídeos (aranhas, escorpiões, carrapatos), além das centopéias, dos piolhos-de-cobra e dos embuás.

2. CLASSIFICAÇÃO DOS ARTRÓPODES 2.1. Classificação filo Arthropoda está subdividido nos seguintes subfilos e classes:

• Subfilo Trilobita - Artrópodes fósseis, todas as espécies foram extintas.

• Subfilo Chelicerata :

• Classe Merostomata - límulos

  • Classe Arachnida - escorpiões, aranhas, carrapatos
  • Classe Pynogonida - aranhas marinhas Subfilo Pentastomida Os Chilopoda, Diplopoda, Symphyla e Pauropoda compreendem a antiga classe Miriápoda, não mais aceita. O nome miriápoda pode, entretanto, ser utilizado para referir-se a todos estes animais em conjunto. Subfilo Mandibulata
  • Classe Crustacea – camarão, lagosta, pitu, caranguejos
  • Classe Chilopoda – centopéia, lacraia
  • Classe Diplopoda – milipés, piolho de cobra, gôngolos
  • Classe Symphyla
  • Classe Pauropoda
  • Classe Insecta – insetos: moscas, abelhas , pulgas, borboletas, etc. 3. ANATOMIA DOS INSETOS Ainda que a aparência externa dos insetos seja extremamente variada, certas características de sua anatomia são comuns a toda a classe. O corpo é composto de três partes: cabeça, tórax e abdome. Na cabeça há um par de antenas, um par de mandíbulas, um par de mandíbulas auxiliares ou maxilas e um segundo par de mandíbulas auxiliares. Todos os insetos possuem três pares de patas localizadas no tórax. Este último é dividido em: prototórax, mesotórax e metatórax. Nos insetos alados, as asas (que costumam ser quatro) localizam-se entre o mesotórax e o metatórax. O abdome geralmente tem dez ou onze segmentos bem definidos. Nas fêmeas o abdome possui um órgão destinado à colocação dos ovos (ovipositor) que pode estar modificado em forma de ferrão, serra ou agulha, para efetuar a postura nos tecidos internos de plantas ou animais. Possuem esqueleto externo (ou exoesqueleto). Este é um tegumento formado pelo endurecimento da carapaça exterior do corpo, devido à impregnação com pigmentos e à polimerização de proteínas. 3.1. Classificação científica A Classe Insecta é dividida em duas subclasses, Apterygota, insetos sem asas, e Pterygota, que inclui a maioria dos insetos equipados com asas na fase juvenil ou adulta.A primeira subclasse inclui 4 ordens e a segunda inclui 27 ordens. 3.2. Características Gerais do grupo Os artrópodes pertencem ao ramo dos invertebrados, pois não possuem coluna vertebral. Seu esqueleto é externo, recebendo por isso o nome exoesqueleto, e muito resistente, formado por uma substância chamada quitina e por sais de cálcio. O exoesqueleto não cresce junto com o animal. O corpo dos artrópodes é seguimentados, ou seja, dividido em partes: cabaça, tórax e abdome, como é o caso das

moscas.De modo geral, os insetos têm o corpo dividido em cabeça, tórax e abdome.A respiração é traqueal_._ As traquéias localizam-se no abdome do inseto. São inúmeros tubos que se ramificam pelo interior do corpo e estão ligados ao exterior por meio de pequenas aberturas, os estigmas_._ Através dos estigmas o ar entra no corpo do inseto e é conduzido até as células. Assim, as células retiram diretamente do ar o oxigênio de que precisam.Tem duas asas que estão ligadas ao tórax. Alguns não tem asas. Possuem 3 pares de asas, por isso são chamados hexápodes ( hexa, em grego, significa seis). Em alguns, as patas traseiras são maiores. Eles tem apêndices bucais de vários tipos: Picador, serve para picar a pele dos animais e sugar-lhes o sangue; Mastigador, utilizado para triturar as folhas das plantas; Sugador, próprio para sugar o néctar das flores; e, finalmente, o Lambedor. Todos apresentam um par de antenas. Moscas e mosquitos são nomes comuns dos membros de uma ordem de insetos que possuem um único par de asas. As asas posteriores são vestigiais e ficaram reduzidas a um par de balancins, pedúnculos que terminam em uma pequena protuberância esférica e servem apenas para a estabilização do vôo. Classificação científica: formam a ordem Díptera 3.3. Os mais conhecidos são: Mosca doméstica Nome comum de uma mosca peluda que vive nas imediações das casas dos seres humanos. Eventualmente carrega em suas patas, microorganismos que causam doenças como a febre tifóide, o cólera e a disenteria e pode contaminar os alimentos. Classificação científica: família Muscidae, espécie Musca domestica. Mosquito Nome comum para qualquer uma das quase 2.000 espécies de insetos que possuem duas asas, sendo estas longas e delgadas com pequenas escamas sobre suas nervuras. Esta última característica os diferencia das moscas. Há diversos grupos de mosquitos nos quais as fêmeas possuem um aparelho bucal adaptado para picar e sugar sangue. Muitas doenças podem ser transmitidas dessa forma. Classificação científica: formam a família Culicidae da ordem Díptera. As espécies cujas fêmeas possuem o aparelho bucal picador-sugador pertencem a subfamília Culicinae. Mosca-das-frutas Nome comum de várias espécies de moscas verdadeiras (com duas asas), cujas larvas se alimentam de vegetais frescos ou em decomposição. Possuem desenhos elaborados e às vezes coloridos sobre a superfície das asas. O termo mosca-das-frutas também se aplica a uma espécie que se desenvolve sobre frutas que estão sofrendo processos de fermentação ou em decomposição e que tem contribuído muito para o conhecimento que se tem atualmente sobre a hereditariedade. A espécie mais utilizada em experiências genéticas é a que possui os olhos vermelhos. Classificação científica: pertencem à ordem Díptera. As verdadeiras moscas-das-frutas compõem a família Tephritidae e as mais comumente usadas em pesquisas relacionadas à hereditariedade são da família Drosophilidae. O nome da mosca de olhos vermelhos é Drosophila melanogaster. Pernilongos Nome comum de alguns mosquitos grandes, de patas longas. Classificação científica: formam a família Tipulidae, ordem Díptera.

4. SOCIEDADE EM ABELHAS

As abelhas pertencem à ordem dos Himenópteros,que formam a família Apoidea da qual também fazem parte às formigas e as vespas. Existem abelhas de muitas espécies; nem todas são sociais ou seja, nem todas vivem em colônias. Ao contrário do que se pensa, a maioria delas se compõe de abelhas solitárias, que constroem seu ninho em ocos de árvores ou embaixo da terra. Já as abelhas sociais vivem juntas em grandes colônias de indivíduos e seus ninhos são chamados colméias. O corpo de um desses indivíduos que raramente ultrapassa 3,75 cm de comprimento é constituído de três partes: cabeça, tórax e abdômen. No tórax encontram-se dois pares de asas e três pares de pernas. As fêmeas possuem um ovopositor na extremidade do abdômen, que é utilizado para depositar os ovos e contém um ferrão para picar os inimigos. Só as abelhas sociais são domesticáveis e destas a apis mellifera é a espécie mais utilizada na produção comercial de mel, juntamente com as subespécies carnica (abelha cárnica) remipes (abelha caucásica),ligustica e aurea(duas variedades de abelhas italianas adansonii (abelha africana). 4.1. Colméia É o nome dado a uma colônia de ao abrigo construído para ou pelas abelhas. As abelhas utilizam a colmeia para abrigar sua progenitura, criá-las e estocar o mel. As abelhas domesticadas têm suas colmeias construídas em apiários. Uma colmeia geralmente possui 80 mil abelhas, cuja maioria são fêmeas (operárias). O número de fêmeas em relação aos machos é dado através do (divina proporção). Nas colmeias são geradas diversas larvas, que são alimentadas pelas abelhas operárias de maneira igual. Quando uma rainha está para morrer, essas operárias escolhem entre as larvas mais fortes uma nova rainha, e esta, por sua vez, começa a ser alimentada de uma forma especial para se desenvolver mais que as outras até se tornar uma nova rainha. Na colmeia é preceptível a organização. O trabalho é feito por abelhas fêmeas estéreis, chamadas de operárias. Elas procuram alimento(o néctar e o pólen das flores),constroem, limpam e defendem a colmeia. São as operárias que produzem a cera, usada na construção da colmeia. A rainha é a única fêmea fértil da colmeia, isso ocorre em função de que por ser alimentada pela geleia real cresce e desenvolve o aparelho reprodutivo, ou seja, as demais são estéreis por atrofia. A rainha põe cerca de mil ovos por dia e vive de cinco a dez anos. Os zangões, que são os machos possuem a única função de fecundação da rainha, após isso morrem. 4.2. Castas: Abelha Rainha A rainha é personagem central e mais importante da colméia. Afinal, é dela que depende a harmonia dos trabalhos da colméia, bem como a reprodução da espécie. É quase duas vezes maior do que as operárias e sua única função do ponto de vista biológico, é a postura de ovos, já ela é a única abelha feminina com capacidade de reprodução. A rainha consegue manter este estado de harmonia segregando uma substancia especial, denominada feromônio, a partir de suas glândulas mandibulares, que é distribuída a todas as

abelhas da colméia. Esta substância, além de informar a colônia da presença e atividade da rainha na colméia, impede o desenvolvimento dos órgãos sexuais femininos das operárias, impossibilitando-as, assim de se reproduzirem. É por esta razão que uma colônia tem sempre uma única rainha. Caso apareça outra rainha na colméia ambas lutarão até que uma delas morra. A rainha nasce de um ovo fecundado, e é criada numa célula especial, diferente dos alvéolos hexagonais que formam os favos. Ela é criada numa cápsula denominada realeira, na qual é alimentada pelas operárias com a geléia real, produto riquíssimo em proteínas, vitaminas e hormônios sexuais. A geléia real é o único e exclusivo alimento da abelha rainha, durante toda sua vida. A abelha rainha leva de 15 a 16 dias para nascer e, a partir de então, é acompanhada por um verdadeiro séqüito de operárias, encarregadas de garantir sua alimentação e seu bem-estar. Após o quinto dia de vida, a rainha começa a fazer vôos de reconhecimento em torno da colméia. E a partir do nono dia, ela já esta preparada para realizar o seu vôo nupcial, quando, então, será fecundada pelos zangões. A rainha escolhe dias quentes e ensolarados, sem ventos fortes, para realizar vôo nupcial. Para atrair os zangões de todas as colméias próximas, a rainha libera em pleno vôo, um ferormônio sexual que é captado pelos machos a quilômetros de distância, e como voa em alta velocidade e grandes altitudes, a maioria dos zangões não consegue acompanha-la. Assim, ela faz uma seleção natural, pois somente os machos mais fortes e rápidos conseguem segui-la. Quando finalmente os zangões conseguem alcança-la, há o momento da cópula nupcial, onde a rainha prende o testículo do zangão, que morre gloriosamente após fecunda-la... E aí esta o grande segredo da rainha, pois ela recebe milhões de espermatozóides do zangão que ficarão em um reservatório de sêmen de seu organismo, chamado espermateca. Nesta fase a rainha fica na condição de hermafrodita (fêmea e macho ao mesmo tempo) fecundada para o resto de sua vida. Ela poderá, excepcionalmente, nesta época de fecundação, realizar outros vôos nupciais, caso a sua espermateca não esteja completamente lotada. O Vôo nupcial que a rainha faz é o único em sua vida. Ela jamais sairá novamente da colméia, a não ser para acompanhar uma enxameação, isto é, parte de um enxame que abandona uma colméia, para formar uma nova colônia. Ao retornar à colméia, a rainha passa a ser tratada com atenção especial por parte das operárias, que a alimentam com geléia real, limpam seus excrementos, cuidam de sua higiene. Assim, ela sua única preocupação e a postura de ovos, para nascerem mais abelhas. Em condições favoráveis de clima e alimento (florada), uma rainha pode botar cerca de três mil ovos por dia. Caso a rainha morra ou seja removida da colméia, toda a colônia imediatamente perceberá sua ausência, justamente pela interrupção da produção do ferormônio que induz as abelhas ao trabalho e que informa da presença da rainha na colméia. Abelha zangão Se a rainha tem como única obrigação à postura de ovos, a única função dos zangões é a fecundação das rainhas virgens. O zangão é o único macho da colméia, não possui ferrão e, nasce dos ovos fecundados depositados pela rainha num alvéolo maior que os das abelhas operárias. Por não possuir órgãos de trabalho, o zangão não faz outra coisa a não ser voar à procura de uma rainha virgem para fecunda-la. Os zangões nascem 24 dias após a postura do ovo e atinge a maturidade sexual azo 12 dias de vida. Vivem de80 a 90 dias e dependem única e exclusivamente das abelhas operárias para sobreviver: são alimentados por elas, e por elas são expulsos da colméia nos períodos de falta de alimento – normalmente no outono e no inverno – morrendo de fome ou frio. Quase duas vezes maiores do que as operárias, a presença de zangões numa colméia é sinal de que há alimento em abundância, ou se muito MEL. Apesar de não possuir órgãos de ataque, defesa ou de trabalho, o zangão é dotado de aparelhos sensitivos excepcionais: podem identificar, pelo olfato ou pela visão, rainhas virgens a dez quilômetros de distância. Os zangões costumam agrupar-se em determinados locais próximos às colméias, onde ficam à espera de rainha virgens. Quando descobrem a "princesa", partem todos em perseguição à rainha, para copular em pleno vôo, o que acontece sempre acima dos 11 metros de altura. No vôo nupcial, uma média de oito a dez zangões conseguem realizar a cópula, ou seja os mais fortes e Vigorosos. Eles pagam um preço muito alto pela proeza: após a cópula, seu órgão genital é rompido, ficando preso à câmara do ferrão da rainha. Logo após, o zangão morre. Abelha operária A abelha operária é uma verdadeira "carregadora de piano". Afinal ela é responsável por todo trabalho realizado no interior da colméia, exceção feita à postura de ovos, atividade exclusiva da rainha. As abelhas operárias encarregam-se da higiene da colméia, garantem o alimento e a água de que a colônia necessita, coletando pólen e néctar, produzem a cera com a qual constroem os favos, alimentam a rainha, os zangões e as larvas por nascer e cuidam da defesa da família. Além destas atividades, as operárias ainda mantêm uma temperatura estável, entre 33º e 36ºC, no interior da colméia, produzem e estocam o mel que assegura

aparecimento de sementes e de frutos, consiste no transporte do grão de pólen, contendo o gameta masculino, de uma flor até o ovário de outra flor, que contenha o gameta feminino. As abelhas sempre trazem consigo pequenas quantidades de pólen, do qual perdem porções mínimas em suas sucessivas visitas. Visitando flores de várias espécies, as abelhas provocam a polinização cruzada das plantas. Diante disso, parece fora de dúvida que as abelhas e as flores que elas polinizam evoluíram simultaneamente durante a história da Terra. E também que seu valor prático como polinizadoras é bem maior do que seu papel na fabricação de mel e de cera.

6. Outros produtos das abelhas ( própolis,geléia,real,pólen,cera e veneno.) 6.1. Própolis: ultilizada desde a Antiguidade pelos sacerdotes egípcios e pelos filósofos gregos, a própolis é uma substância resinosa que as abelhas coletam em botões e córtex vegetais, transportam para a colméia, na corbícula, e adicionam a ela pólen, cera e secreções da glândula salivar.Hoje, conhecem-se inúmeras substâncias dessas secreções, e elas têm propriedades antibióticas, aplicáveis a diversas cepas bacterianas, além de propriedades cicatrizantes, antiinflamatórias e desinfetantes. Sua composição química é a seguinte: 55 % de resinas e bálsamo, 30 % de cera, 10 % de óleos voláteis e 5 % de pólen. As abelhas precisam ter a colméia toda vedada, para proteger o Mel, e a Geléia Real, as larvas, a Rainha e as Operárias. Assim é a própolis feita pela própria abelha para vedar a colméia. Tem cor preta, é sólida e só se transforma em produto para consumo após ser dissolvida em álcool de cereais. A própolis pode ser retirada sem destruir a colméia, com espátulas especiais. Uma colméia pode fornecer uma quantidade boa de material. O homem passou a utilizar a própolis como remédio caseiro, como antiinflamatório, para dores de garganta, gripes e combate a infecções, embora a medicina oficial não reconheça provas de curas por meio dela. Própolis é um produto antialérgico e antiinfeccioso, um medicamento extraordinário no combate às doenças das vias respiratórias. É um antibiótico natural colhido pelas abelhas, não produz efeitos colaterais, não destrói a flora intestinal, não afeta os rins ou o fígado, porque é eliminado naturalmente pelo organismo. A própolis consegue-se os mesmos feitos da penicilina, estreptomicina, terramicina, cloranfenicol e outros poderosos antibióticos, sem causar nenhum mal ao homem. 6.2. Geléia real: não é só pelo poder afrodisíaco que a geléia real é uma concorrente nos balcões de farmácia. Como produto terapêutico, a geléia real faz o papel de estimulante das defesas naturais contra doenças, especialmente aquelas causadas pelo envelhecimento das células. Ajuda a combater o stress e a fadiga profunda, anemia, e até a baixar o nível de colesterol. Pode auxiliar também no tratamento da hepatite, como regeneradora de células. É bom frisar que a geléia real não é remédio que dá o golpe final em doenças. É meio alimento, meio medicamento, que trabalha mais para deixar as energias em dia, enquanto a pessoa toma os remédios receitados pelo médico. Pesquisas feitas com a geléia real indicam que seu uso resulta na mesma ação de uma enzima (substância que acelera os processos e funções do corpo). Portanto, é capaz de ativar rapidamente diversas glândulas que estão com o funcionamento debilitado, ou mesmo atrofiadas. 6.3. Pólen: é o elemento masculino das flores. Por intermédio do trabalho das abelhas ele serve ao homem. As abelhas colhem o pólen para alimentar-se e dar alimentos às suas crias. Nos quadros de colméia, há sempre inúmeros alvéolos cheios de pólen: alguns trazidos pelas abelhas em suas patas e outros, minúsculos, misturados nos néctares colhidos para a produção do mel. No pólen estão presentes proteínas, aminoácidos, açucares, minerais, vitaminas, substâncias hormonais, gorduras e água. Em 100g de pólen encontra-se a concentração de notáveis vitaminas, assim expressas em microgramas: tiamina; riboflavina, 167; piridoxina, 800; ácido pantotênico, 2700; ácido nicotínico, 10.000, além de inositol, ácido fólico e outros. Há também, inúmeras substâncias minerais: potássio, de 20 a 40 %; magnésio, de 1 a 20%; cálcio de 1 a 15 %; ferro de 1 a 12 %; silício de 2 a 10%; fósforo, de 1 a 20% e ainda quantidades expressivas de cloro, cobre, enxofre e outros minerais. É particularmente rico em vitaminas e hormonios de crescimento. É indispensável às abelhas para a manutenção da colônia e para a elaboração da cera, por outras palavras, sem pólen a própria existência das abelhas seria impossível. Alguns autores consideram até que alimentar as abelhas com pólen prolongaria a sua vida. 6.4. Cera: a cera é produzida por seis pares de glândulas cerígenas, que se localizam somente no abdômen das abelhas operárias.Essas glândulas têm maior função na faixa entre dez e dezoito dias de idade das operárias. Secretam a cera em forma líquida, que, em contato com o ar, se solidifica imediatamente em

pequenas escamas transparentes. As abelhas trabalham esta cera com as mandíbulas, sob a forma de alvéolos hexagonais na construção dos favos. A matéria-prima da cera é o próprio mel que as abelhas transformam em gordura. A ciência já demonstrou que as abelhas necessitam ingerir de 6 a 7 quilos de mel para produzir 1 quilo de cera. A cera de abelha é rica em vitamina A:100g contêm 4096 U.I., enquanto que 100g de carne bovina contêm apenas 60 U.I. 6.5. Veneno de abelhas: a medicina empírica, sempre viva e maravilhosa, é um, tesouro inesgotável de remédios muito preciosos. Entre estes,o veneno de abelhas ou apitoxina(do latim apis = abelha e do grego toxikon = veneno) tem sempre desempenhado um papel importante. São numerosos os remédios que atualmente consideram o veneno de abelha sobretudo como veneno medicinal, visto que tem resistido com sucesso à prova do tempo e da prática experimental, e adquire agora pleno direito de cidade na farmacopéia moderna. Este direito foi aliás confirmado em 1957 por uma portaria do Ministério da Saúde Pública da U.R.S.S. que emitiu uma instrução provisória relativa à aplicação do veneno sob a forma de picadas de abelhas num certo número de doenças. De acordo com numerosas observações e os dados da nossa investigação pessoal sobre o estado de saúde dos apicultores, verifica-se que o veneno de abelhas é não somente um remédio eficaz contra um certo número de doenças, como constitui também um meio profilático excelente. O seu emprego inconsiderado pode, porém, ocasionar perturbações graves e irremediáveis. A apiterapia não deve ser praticada senão sob a direção dum médico competente, bastante conhecedor das conseqüências diversas que o veneno de abelha pode provocar por vezes. Na maior parte dos casos o tratamento por apisação deve ser acompanhado de medidas médico-profiláticas sob a forma fisioterápica, dietética, terapêutica geral, etc.

7. Apiterapia É a utilização de produtos derivados das abelhas para tratamento terapêutico. Nestes casos, são utilizados o mel, o pólen, a geléia real e as apitoxinas das picadas das abelhas. De acordo com seus adeptos, esta prática pode curar doenças do aparelho respiratório, cardiovascular, genitourinário e gastrintestinal, doenças de ordem neurológica e dermatológicas, como a celulites, entre outras. Substancias extraídas da Apis melifera são também utilizadas em preparados da homeopáticos inclusive com o próprio corpo da abelha. Denomina-se toxinologia o ramo da toxicologia que estuda as propriedades dos venenos animais tanto para o tratamento de envenenamentos como para aplicação terapêutica de seus componentes moleculares. Exemplos podem ser encontrados no estudo dos anuros (vacina do sapo ; das serpentes a exemplo da jararacas (Bothrops) se derivou o medicamento captopril (Capoten) produzido pela Bristol Meyrs) e mais recentemente do monstro de gila (Heloderma) de cuja saliva desenvolveu-se um remédio para diabetes.O veneno das abelhas pode ser utilizado a partir de abelhas vivas, de forma controlada, através de suas picadas. Podem ser usadas também outras formas de inoculação como injeções, flotação, inalação e absorção sub-lingual. Acredita-se que possuem propriedades anti-inflamatórias, oriundas das apitoxinas, inoculadas na picada. Assim, podem diminuir o inchaço e aliviar as dores nas articulações em artrites.O veneno é caracterizado pela sua complexidade e muita solubilidade em água. Constitui-se de uma substância transparente, incolor e amarga. É formado por uma diversidade de aminoácidos, enzimas, substâncias voláteis e 88% de água.O remédio homeopático Apis mellifica possui efeito anti-inflamatorio e em alguns indivídiuos apresenta propriedades curativas especiais (anti-depressivas) que os homeopatas explicam como especificidade das reações pacientes - medicamento.Pesquisas também tem sido realizadas para aplicação da picada de abelha nos pontos de acupuntura, potencializando ou modificando seu efeito, prática esta denominada por alguns de apipuntura. O que se sabe é que na antiga Medicina tradicional chinesa já se conhecia a utilização de venenos animais (sapos, escorpiões, etc.) e estimulação de regiões específicas com irritantes químicos de origem vegetal tipo óleos de Mentha, Eucalipto, Cânfora aplicados isoladamente ou combinados entre si.Para casos de acidentes, já se desenvolve o soro contra veneno de abelha. 8. Sistema de defesa

• Atlas da Fauna Brasileira ;

  • Almanaque Agrícola Brasileiro – 1920
  • SÁ, Natália de Paula; PRATO, Mauro. Conhecendo as abelhas: um projeto de ensino. Uberlândia, v. 23, Suplemento 1, p. 107- 110, Nov. 2007 108.
  • MELLO, Nei Bandeira, Ground, Guia Prático do Apicultor, São Paulo: 1989.
  • Larousse Cultural – Editora Círculo do Livro
  • LEVERT, Suzanne, ROTHFELD, Cultrix ,Medicina Natural para Artrite , Glenn S., São Paulo: 1997
  • BARNES, Robert D. Zoologia dos Invertebrados. Rocca: São Paulo, 1990.